Papua

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Papua é o nome da versão do Acre da Indonésia, sendo esta província aquela metade da esquerda da Papua-Nova Guiné, uma metade de ilha isolada e distante da civilização, onde só tem mato, tipo o Acre, só que com ainda mais índios.

História[editar]

Uma cidade papuásia tradicional.

Por séculos ninguém se interessou por esse pedaço de terra para colonizar. Quando os holandeses chegaram na Indonésia para começar a cultivar o seu haxixe se certificaram de se manterem longe de Papua, pois só existia canibais ali e ninguém estava procurando confusão, os europeus só queriam fumar seu bagulho em paz. Tanto que a localidade só foi ser oficialmente aceita como existente apenas em 1963, quando o então impetrador Sukarno enviou tropas fortemente armadas com oompas-loompas para subjugar todos aborígenes da ilha. O problema é que aquela ilha era tão ruim, que metade dela precisou ser transformada num país a parte (Papua-Nova Guiné) para que o governo indonésio não tivesse que precisar administrar tantos hectares de território inútil de onde não podem nem tirar lenha que já aparecem índios chatos reclamando de tudo.

Entre os anos de 1973 a 2000 teve o nome de Irian Jaya, mas aí criaram a Papua Ocidental com a intenção de enganar uns trouxas separatistas e deixar para a Papua só a parte de matagal e floresta.

Geografia[editar]

Frequentemente a província de Papua gosta de fingir que tem a maior montanha da Oceania, o que é uma mentira, já que Indonésia faz parte da Ásia. Tal montanha é o Puncak Jaya, o único lugar da Indonésia onde é possível encontrar gelo.

Se por um lado tem a montanha mais alta, tem também o cu mais profundo, trata-se da mina Grasberg (expressão que em língua papuásia significa "cu do mundo, literalmente"), e como o nome já diz é a maior mina em formato de ânus do mundo.

Política[editar]

A província de Papua teoricamente goza de um certo status de autonomia, mas todos sabem que isso é só conversa fiada do governo indonésio. O principal partido político local é o Movimento Papua Livre, formado por aborígenes que acreditam que podem criar um país ainda pior que o Timor-Leste e Papua-Nova Guiné, algo que o governo da Indonésia não vê com bons olhos porque já é rodeado de países merdas o bastante.

Foi o presidente Abdurrahman Wahid, um grande reformista, que em 2000 encontrou o modo perfeito de enganar os papuásios e em 2000 criou a Papua Ocidental, uma nova província formada por ilhotas extremamente inúteis. Isso criou um paradoxo na cabeça dos separatistas, já que eles que se denominavam de "Papua Ocidental" (uma vez que a Papua Oriental já tinha até virado um país, a Papua-Nova Guiné). Sem saberem agora do que querem ser independentes, o movimento separatista diminuiu de intensidade e hoje já não tem a mesma força.

Cultura[editar]

A Papua é a província da Indonésia que menos se parece com a Indonésia, afinal só é habitada por canibais e descendentes de tuvaluanos, e isso faz da província aquela da cultura mais singular de todo o país, sendo muito comum ver pelas poucas cidades da região índios pelados e pintados. Destaca-se a tribo Yali, na qual os homens são obrigados a vestir um chifre de viado no pinto e as mulheres são proibidas de vestir sutiã ou raspar as axilas.