Pará

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Pará
Bandeira do Pará
Bandeira do Pará
Brasão do Pará
Brasão do Pará
Lema Não tem
Hino Calypso
Gentílico Ladrão de banco, de galinha e etc., forrozeiro, mentiroso, farofeiro
Localização
Localização do Pará
Região Norte
Capital Belém
Cidade mais importante Marabala, Moncorongolândia
Estados limítrofes Acre, Amazonas e Colônia Sarney
Governo
Governador De novo?
Partido PSDB
Características geográficas
Área Bem grande, mas bem inútil
População Louco por futebol hab. '
Densidade Estão todos em Belém
Clima DO CÃO. Só pra se ter uma ideia, a temperatura média chega a 31% da temperatura do Sol (em dias frios)
Indicadores
Analfabetismo 101% 23/04/2017
Mortalidade infantil 1520% 23/04/2017
Expectativa de vida N/A (Eles somem para Goiânia, São Paulo, Rio de Janeiro e Europa, ninguém sabe se morreu ou não) 23/04/2017
IDH  ??? 23/04/2017
PIB R$ Depende de quantos shows a banda Calypso faz. 23/04/2017
PIB per capita R$ {{{pib_per_capita}}} 23/04/2017


Cquote1.png Você quis dizer: Parar Cquote2.png
Google sobre Pará
Cquote1.png Vamos tesouro, e não se misture com essa gentalha!!! Cquote2.png
Dona Florinda sobre os paraenses
Cquote1.png Você está demitido! Cquote2.png
Roberto Justus sobre o Pará ser sede da Copa 2014
Cquote1.png O Amazonas é melhor e mais limpo do que aqui! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre o Pará
Cquote1.png Não vou nem fudendo Cquote2.png
Amazonense sobre Pará
Cquote1.png Manaus! Cquote2.png
Santareno sobre a capital do Pará
Cquote1.png Vem dançar Calypsooooo!!! Cquote2.png
Joelma
Cquote1.png Tu já comeu jacaré? É igualzinho a pirarucu! Cquote2.png
Paraense sobre a culinária local
Cquote1.png É a maior prisão ao ar livre que existe! Cquote2.png
Amazonense sobre Pará
Cquote1.png Hã???? Cquote2.png
Beethoven sobre Pará
Cquote1.png É a terra onde Jesus nasceu Cquote2.png
Claudiomiro sobre Belem do Pará
Cquote1.png Eu vi no cardápio: Pirarucu, pacu, tucunaré, baiacu, tucupi... Ô povo que gosta de cu Cquote2.png
Humorista potiguar sobre ao ir a um típico restaurante do Pará
Cquote1.png Esta emoção você só vai encontrar no Pará... Cquote2.png
Joelma sobre o Pará
Cquote1.png Não é a terra de Ali-babá?. Cquote2.png
Judeu sobre o Pará
Cquote1.png Aqui jacaré não se cria Cquote2.png
Paraense sobre Pará
Cquote1.png Boa Noite! Cquote2.png
William Bonner sobre o Pará
Cquote1.png Dona Maria que dança é essa que a gente dança só, dona maria que dança é essa é Carimbó é Carimbó! Cquote2.png
Pinduca sobre Pará
Cquote1.png Quem vai querer... A minha piriquita, minha piriquita, minha piriquita... Cquote2.png
Puta sobre Pará
Cquote1.png Ladrão que rouba ladrão... tem mais dinheiro na mão! Cquote2.png
Lema do Pará sobre Pará

Pará é o estado menos importante da região norte no território brasileiro também muito odiado pelos amazonenses por roubar não sei o que de lá. A origem do nome deste estado vem do pó-pará, expressão Tapajó, muito usada pelas índias da tribo para afastar seus maridos tarados que não sabem fazer sexo direito, marca do homem paraense. Sua capital Belém é conhecida mundialmente por ser o lugar onde nasceu Jesus e considerada a capital mais imunda do Brasil.

História[editar]

Primórdios[editar]

A principal característica do Pará é a total ausência do esgoto em todas cidades do estado, até na capital.

Assustados pela decisão do rei da Judeia, Herodes, de sacrificar todas as crianças com até dois anos de idade, Maria que estava grávida de Jesus na ocasião, fugiu com José para Belém. Ao chegar a cidade, José e Maria ficaram hospedados na mais confortável hospedaria da região, que no caso era um celeiro com esgoto rolando bosta ao lado, e na mesma noite nasceu o menino Jesus. Já que pelo mistério da santíssima trindade Jesus e Deus são a mesma pessoa, isto prova de fato que Deus é brasileiro. Muitos viram no céu uma grande luz branca, que ficou conhecida como a Estrela de Belém. Porém esta era o rastro da espaçonave que trazia à Terra Joelma e Chimbinha.

Na história do Brasil, foi um paraense, quem diria, que deu a ideia ao Rei português de criar o Banco do Brasil, que saqueou os rendimentos dos ricos daquela época (e segundo as más línguas, um grupo de paraenses que embarcou o recurso). Foi ali que o governado Roubadanado Praga ergueu seu império pessoal utilizando a nova técnica paraense do "desviei, tu viu, te cala, que eu te pago".

Mais tarde, ao redor dos anos 2000, o Exterminador do Futuro Arnold Schwarzewhhensegheuer decidiu caçar Joelma e Chimbinha porque odiava a música do Calypso, junto com os outros 50% do Pará que odeiam o Calypso e odeiam mais ainda que or esto do Brasil achem que eles gostam de Calypso. Isso ficou conhecido como Calypso X Exterminador, e acabou depois que os anticalypso ganharam a guerra através de muita intriga, corneagem e lavagem de roupa suja em pública nos meandros de 2015, o que culminou na extinção da banda Calypso. Joelma e Chimbinha separados foram exilados em São Paulo, onde vivem e infernizam os paulistas que vivem ali.

Cabanagem[editar]

Uma das mais famosas rebeliões ocorridas no Pará foi a Cabanagem. Diferente do que pensavam os historiadores, a cabanagem não ganhou esse nome por causa dos participantes morarem em cabanas. Em uma das hipóteses diz que o nome "Cabanagem" é um trocadilho infame com o pseudônimo do Rapper Sabotagem. Há outros que acreditam que "Cabanagem" é referencia às festas que aconteciam dentro das cabanas, onde ocorria todo tipo de sacanagem ao som de uma mistura de carimbó, siriá, hype, trash metal, calypso e um tiquinho assim de lambada (a dança proibida). Isso também originou a historia do boto, pois era o que as mulheres falavam para seus familiares quando aparecias grávidas pouco tempo depois das orgias.

O movimento da cabanagem iniciou-se quando foi jogado cal virgem numa embarcação cheia de bêbados detidos após uma festa. Eles pensavam que eram gatinhos brancos e começaram a executar um cheiramento de gatinhos. Não preciso dizer que todos morreram, ou em dialeto local, levaram o farelo. Foi aí que os parentes dos mortos se amotinaram, algum idiota disse que a culpa era do governo e eles começaram uma batalha para tomar o poder.

A Cabanagem é conhecido como o único movimento revolucionário do país que alcançou o poder. Porém, um dos lideres chamados Eduardo Angelim, nomeado como presidente da província, foi afrontado pelas tropas governistas e se abicorou (Fugiu) para o interior. As tropas governistas estavam na ilharga (encalço) conseguiram capturar Eduardo Angelim e sua esposa. Todo mundo levou o destempero (morreu) e fim da história.

Intifada do Araguaia[editar]

A Intifada do Araguaia, foi uma guerrilha secreta nas matas do Araguaia, contando com camaradas valorosos e bem intencionados, entre eles José Dirceu e José Genoíno, mas foram descobertos e xisnovados por índias as quais ficavam fazendo sacanagem mata adentro. Os Militares entraram em cena, liderados pelo general Roberto Marinho, e apoiados por uma organização secreta, a ORM (Organizações Rômulo Maior-Sacana), fudendo com todos e também com as índias e desmantelando os planos dos rebeldes.

O Grande Golpe de 2006[editar]

Durante O Grande Golpe de 2006 os Carajaenses, disfarçados de índios-da-bunda-de-fora, se organizaram em uma milícia armada e iniciaram a revolução que culminou no saque e destruição da frota de po-po-pôs Paraenses que transportava açaí e caranguejo para a região de Carajás, arremessando tudo ao rio: o episódio ficou conhecido como A Festa do Açaí (Asahy Party).

A Guerra do Itacaiunas[editar]

A resposta do governo paraense à declaração de independência foi imediata, já que sem a mina do Cú-Carajás , os paraenses não teriam recursos para menter sua subsistêcia, baseada em dois produtos importantíssimos, Açaí e caranguejo dos esgotos da região. O grupo de elite das forças armadas paraenses foi enviado para assassinar líderes separatistas e o evento ganhou os noticiários mundiais na ocasião da morte da guerrilheira separatista norte-americana Doroteia Strange. Uma sucessão de conflitos teve lugar nas matas de Carajás e ao todo cerca de 30 mil homens morreram. Nenhum pelo conflito, mas todos por insolação e febre amarela. Os sobrevivente se organizaram em aldeias onde engravidaram casaram-se com índias nativas brasileiras tentando aumentar a população destes locais para se precaver de novas incursões armamentistas paraenses.

Movimentos separatistas[editar]

Depois do povo se lascar tanto e saber que mais da metade de tudo que se gera de imposto no Pará vai pra Belém onde as pessoas limpam a bunda com esse dinheiro e porra nenhuma vai parar no interior do estado em forma de obras e serviços, dando ao interior do estado o aspecto de abandonado. Surgiram muitas rebeliões separatistas, que andam assustando os cabocos da capital e dando mais um problema pra aumentar a fama de Belém, que estão com medo de que o Pará vá à falência se perder essas áreas, vejam quais são essas áreas que estão fazendo esse bem à humanidade:

O Território separatista do Tapajós é a área formada pelo oeste do Pará (apenas 56% da área do Pará), fumada e esquecida por governadores que só governam para Belém, há mais de 200 anos se organizam para transformar essa região no estado do Tapajós, o que Belém se vaza só de se falar nesse assunto. Tanto que em 1658 o estado saiu por iniciativa do povo, que financiou a campanha comprando o papel higiênico com o rosto do então governador Almir Gabriel (Aquele de Eldorado dos Carajás), foi um lucro de 300 porrilhões de reais. A situação se agravou quando Belém enviou 700 milhões de soldados para a região (cabocos lisos e frequentadores de festas de aparelhagens), mas depois de 900 milhões de mortos, 6 trilhões de reais gastos pelo estado e 450 anos de luta, deu empate, porém isso arrebentou o caixa do estado e até hoje,quase 950 anos depois do fim da guerra, tudo de imposto recolhido é pra pagar os juros dos empréstimos contraídos no Basa, Bradesco, Itaú, Bamerindus, Al Kaeda Bank, HSBC e CEF e as indenizacões de ex-combantentes que ameaçam tirar Ana Júlia do poder.

O Domínio Litigioso do Carajás é a área formada pelo sul e sudeste do Pará. Estes foram motivados pelos separatismo dos caboclos do Tapajós e pelos traidores do movimento do Grande Goiás, o Tocantins no caso, os carajaenses, já putos da vida com o melody e a banda Calypso, resolvem não mais fazer parte da mesma laia paraense.

Caso a separação se concretize, surgiria o estado do "Pará Novo", que sem dúvidas se tornaria o mais falido do Brasil. A ex-governadora local até chegou a anunciar "se meu estado, minha terra boa (nas palavras da ex-governadora Ana Júlia Careca) for dividido, teremos 4,5 milhões de bocas sedentas em uma terra sem gado, sem minério, sem as gauchinhas de Marabá e região (óh Céus!), enfim! Só vai nos restar os bregas do Calypso e as, estes são os motivos maiores pelos quais o povo do Nordeste Paraense suplica para que os cidadãos votem contra a divisão do estábulo!". Se o surgimento de Pará Novo fosse concretizado, sobraria como atividade econômica apenas: Rodar bolsinha; Vender fiado o jantar para pagar a dívida contraída ao consumir o almoço do dia anterior; Saquear as balsas do Giovanni Queiroz que passarão lotadas de soja e gado pelo rio Tocantins; Catar ajuru; Tirar leite do pau; Pedir, por caridade, que todo dia o Jader dê uma comida; Venda de maniçoba e cds de tecnomelody; Venda de maniçoba para a compra de armas, para não precisar mais vender maniçoba.

Para a sorte dos paraenses belenenses, a separação foi impedida por falcatrua popular, e o estado do Pará teve que permanecer o mesmo lixo de sempre.

Economia[editar]

Uma das grandes bases na economia paraense é a extração da Castanha-do-pará e do leite da seringueira, motivo de piadinhas infames. Porém esta atividade está se tornando cada vez mais difícil visto que todas as castanhas estão tingindo o cabelo para se tornarem louras, assim como a musa Joelma, aliás, a economia cresceu rapidamente com o lançamento de um novo álbum da banda Calypso a cada ano.

Outro grande pilar da economia do estado, especialmente nos isolados municípios do interior, é a atividade sem-terra, baseada na invasão e ocupação de terras, e apoiada por vários partidos políticos brasileiros, inclusive do Lula.

E, por mais impressionante que seja, possui uma renda per capita menor que a do Acre (Incrível!).

Cquote1.png Égua, vai com calma, maninho! Cquote2.png
paraense sobre este comentário


Outra atividade é a extração de minério de ferro das jazidas em Carajás pela Companhia do Vale Tudo Doce. Esta atividade criou um buraco tão grande, mas tão grande, que hoje é responsável por tornar o estado do Pará conhecido como "o Cu do Mundo". As Casas Cu do Mundo vem processando o estado por violação dos copyrights da casa...

Os principais produtos paraenses são: Açaí; Malária; Coliformes fecais; Pato no Tucupi; Salmonela; Ladrão; Urubu; Grileiros; Puteiros a céu aberto; Garimpeiros; Bandas de brega de 5ª categoria; Gaby Amarantos (Beyoncé do Pará, coando café na calcinha); Pessoas falsas; Pistoleiros; e um inexplicável orgulho de ser paraense.

O que não tem no Pará é: Político honesto; Praia sem farofeiro; Música de qualidade; Sucesso na mídia nacional; Um cartão postal digno; Futebol de qualidade; Respaldo político e infraestrutura para abrigar sede para Copa de 2014; Reconhecimento de sua existência mundo a fora; Ruas totalmente asfaltadas; e pessoas honestas.

Política[editar]

O Estado do Pará é famoso por ser o local onde o povo tem os bandidos políticos como verdadeiros heróis. Existe uma lenda que diz que o primeiro político a governar o estado do Pará foi Getúlio Vargas, onde aprendeu o bê-á-bá do paternalismo.

Depois dele, vieram Jader Barbalho, cujo clã atualmente se estende por todas as pobres importantes cidades do estado, tal qual seu filho Helder, atual prefeito de Ananindeua, e sua ex-esposa Elcione, deputada federal, bem como sua amante afilhada Simone Morgado. O Pará também é conhecido por ser o estado que elege seus ídolos de futebol para cargos políticos, tirando-os do que sabem de melhor fazer (e mesmo assim, não fazem tão bem) pra fazer o que qualquer um é capaz: roubar gerir o estado.

População[editar]

O paraense é um ser esquisito e estranhamente patriota. Mesmo cercado de esgoto, gente buzinando, pobreza, calor e música ruim, gosta de dizer que tem orgulho do Pará por motivos que só eles veem, como por exemplo uma suposta simpatia das pessoas, como atendentes das lojas ou garçons (que se você não chamá-las ninguém te atende, e quando atende é com cara de bunda), ou limpeza e beleza da cidade (mesmo não havendo saneamento básico em nenhuma cidade paraense). A rua das lojas de roupas mais caras do Pará, que fica em Belém, você olha a vitrine da Carmem Steffens enquanto pisa em merda de cachorro (porque ninguém limpa) e sente cheiro de esgoto (inalado por qualquer pedestre em todo o centro, na Cidade Velha as ruas fedem a mijo).

Transportes[editar]

Rodovias paraenses típicas.

Por ser um estado bem distante e distinto, o Código de Leis de Trânsito Brasileiro não se aplica a nenhuma cidade paraense, sendo completamente aceito cruzar sinais vermelhos e não dar preferência a pedestres. O que mais marca o trânsito paraense é a quantidade de buzinas, a cultura paraense também se caracteriza por andar na cidade buzinando por qualquer besteira, qualquer visitante pensa que há uma carreata na cidade ou algo do tipo...

No interior do estado não existem carros, apenas motos, que são os únicos veículos capazes de se locomover nas verdadeiras rodovias de lama que ligam as cidades. Diferente das miseráveis cidades do Amazonas que tiveram pelo menos a decência de se construíram nas margens de grandes rios e terem pelo menos uma opção fluvial de transporte, as cidades paraenses foram construídas no meio da floresta e frequentemente ficam ilhadas quando as únicas rodovias se tornam rios de lama.

Cultura[editar]

Típica festa paraense em posto de gasolina.

A cultura paraense é baseada quase que exclusivamente em sua música.

O expoente máximo da música paraense é a banda Calypso, criada por Joelma e Chimbinha dois anos após sua chegada à Terra, que inclusive influenciou na confecção da bandeira do estado. Grandes composições, como "Cavalo manco" e "A lua me traiu", fizeram parte do Top 10 da Billboard inglesa durante mais de 4 décadas consecutivas.

O Heavy Metal Melódico Progressivo foi criado em Belém por Joelma e Chimbinha, e foi apelidado de "mélody", que tem como base o álbum Joelma Stardust and the Chimbinha from Mars. O mélody é o grande ritmo símbolo do Pará, que quando não imita sucessos nacionais, tem letras tão genias que deixariam Renato Russo e Raul Seixas com inveja.

O maior evento musical da história da cidade foi o show do Iron Maiden que aconteceu em 2011 (Iron Maiden é uma palavra inglesa e significa uma monte de velho gritando) ... mais importante que o show do Blind Guardian que ocorreu na década de 90 (o único show de metal de verdade na cidade).

Há também o carimbó, que é uma dança bem sem vergonha que ninguém realmente sabe.

Idioma[editar]

No Pará é falado o paraês, um dialeto papa chibé (chibé = gororoba "típica" que menos de 8% das pessoas comem) que reúne um sotaque nordestino que tenta ser chique, pois imita brega e esdruxulamente o português de Portugal e o Francês. O povo em geral se acha porque sabe conjugar a segunda pessoa do singular como se isso fosse influenciar no péssimo IDEB das cidades paraenses, resultando em coisas como "tu vais" (mas pronunciado como TU VASH), mas não estudaram e não sabem conjugar a segunda pessoa do plural já que ninguém fala "vós ides" por exemplo

Esportes[editar]

O esporte principal do Pará é o Tiro ao alvo, se olhar torto pra alguém lá você será o novo alvo.

No futebol. Os dois times mais famosos são chamados de Clube do Remo (ou somente Remo para os íntimos) e Paysandu. O segundo esporte mais importante é o futebol no mangue, que costuma ser praticado todos os dias, depois da chuva, o que torna um esporte característico local e torna-se constantemente matéria do Globo Esporte.

Alem desses, existem vários outros times, como a Tuna Luso (Tuna Luso?), que joga na décima quinta divisão, Sport Belém (Sport o quê????) e Tiradentes (isso porque os outros times já arrancaram os dentes desse time).

Além desses cinco times, existe o grande Ananindeua que conseguiu vencer o também grande time do São Raimundo e chegou a 2ª fase da Copa do Brasil, perdendo de 5X0 para o Sport e nem teve chance de ter o jogo de volta. Até hoje se pode ouvir nos bares da região de Ananindeua sobre essa importante marca para o esporte paraense.

Quando Remo e Paysandu jogam, é um clássico chamado RExPA (lê-se "repá"), e quando ele acontece, o trânsito em Belém inunda, todos os PMs da cidade vão para o Mangueirão fazer a "Segurança" do Estádio (Leia-se bater nas bibas dos dois times), ninguém tem vontade de ir trabalhar, e no fim do jogo sempre rola a maior porrada, como em todo jogo brasileiro.

Turismo[editar]

Os Urubus e o esgoto do Ver-o-Peso, atração turísticas paraense.

Existem as Sete Maravilhas do Mundo Paraense, as quais por eleição popular, devem ser obrigatoriamente visitadas:

  1. O Cristo Redentor de Marituba.
  2. As favelas de palafitas de Altamira.
  3. Os Arrastões que acontecem todos os dias, em todas horas e em todos os lugares de Marabá
  4. As festas de aparelhagem da alta classe de Belém.
  5. Os Urubus do Ver-o-Peso.
  6. Rodovia Transamazônica em Santarém
  7. Marca de giz de Dorothy Stang no chão em Anapu.