Paraíba

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Pernambuco do Norte
Bandeira da Pernambuco do Norte
Bandeira do Ceará
Brasão da Pernambuco do Norte
Brasão da Paraíba
Lema EU NEGO
Hino Eu Quero meu Negão
Gentílico Num tem ninguém fresco aqui não, o povo é tudo bruto mesmo, seu cagão.
Localização
Localização da Pernambuco do Norte
Região Nordeste
Capital Oficialmente: João Pessoa; Popularmente: Campina Grande
Cidade mais importante Sousa, porque tem dinossauros
Estados limítrofes Rio Grande do Norte, Pernambuco, Estado do Piranhão, África, Ceará
Governo
Governador Quem?
Partido PSB
Características geográficas
Área Ninguém determinou as fronteiras ainda
População menos de 50 (mas depende do dia). hab. '
Densidade Alta concentração de gente feia
Clima Quente, fervendo insuportavelmente quente no sertão. Insuportavelmente frio no agreste.
Indicadores
Analfabetismo 100% 23/08/2017
Mortalidade infantil 100% 23/08/2017
Expectativa de vida Muito Boa - 10 anos 23/08/2017
IDH 65902% 23/08/2017
PIB R$ R$ 560,00(bolsa 171 família) 23/08/2017
15,2%%% do nacional
PIB per capita R$ R$0,12 23/08/2017


Cquote1.png Você quis dizer: Vontade de ser Cearense Cquote2.png
Google sobre Paraíba
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Link Patrocinado do Google sobre o Pernambuco do Norte
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Regina Duarte sobre Pernambuco do Norte
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Carla Perez sobre Pernambuco do Norte
Cquote1.png Pernamduco do Bode! Ok, ok produção, Pernambuco do Norte ! Cquote2.png
Alex Filho sobre Pernambuco do Norte
Cquote1.png Meeeengoooo!!! Cquote2.png
Paraibano sobre sua demonstração de desprezo sobre o que é de seu estado

Paraíba, oficialmente denominada dePernambuco do Norte, é um estado situado no Nordeste do Brasil. Atualmente a capital é Campina Grande, mas nunca se sabe realmente qual é a capital desse confuso estado. Há quem diga que a capital do estado é João Pessoa no interior do estado, mais a maioria acha que é a cidade litoranea de Campina Grande.

História[editar]

No ano de 1327 é fundado o estado do Paraíba pelos fenícios, sendo Felipeia escolhida na época como capital. Os fenícios exploraram os mangues norte-pernambucanos em busca de caranguejos e criaram a "Rota do Caranguejo", que utilizava nativos para transportar os caranguejos até as embarcações no litoral, a "Rota do Caranguejo" levantou toda a economia de Pernambuco do Norte que passou de economia emergente para economia desenvolvida. Como consequência várias empresas norte-pernambucanas passaram a ser negociadas na Bolsa de Tel Aviv.

Pernambuco do Norte em sua época de ouro, 1320-1423.

Em 1424 ocorreu a "Primeira Grande Crise do Caranguejo", a Bolsa de Tel Aviv despencou 123% em um único dia e mais 20 mil empresas norte pernambucanas faliram, milhares de pessoas e jegues desempregados, os produtores queimavam caranguejos, pois não havia consumidores. O jeito era afogar as magoas, e em meados de 1425 de 1000 empresas instaladas no Pernambuco do Norte 999 eram engenhos de cachaça, as que sobravam fabricavam as garrafas. Devido à crise os Fenícios deixaram as terras norte pernambucanas em 1489, abandonando a região para os índios cariris e ariús que se apossaram das fábricas de cachaça.

Em 1585 os portugueses chegaram, e Pernambuco do Norte novamente passou a ser considerado um estado, mas de classe subdesenvolvida, sendo anexada à Pernambuco do Sul, mais desenvolvido.

Em 1666 o pequeno estado sofreu uma invasão dos turco-mongóis, sendo anexada ao Sacro Império Turco-Mongol, eles fundaram a Campinéia Grandéia para ser a capital no interior, para evitar invasões mais facilmente. Os turco-mongóis reativaram a antiga "Rota do Caranguejo" e criaram o Jeguex que tinha a função de transportar os caranguejos para as embarcações no litoral. Pernambuco do Norte passou a ser considerado um estado de economia emergente. Pouco depois, em 1696 ocorreu a grande erupção do vulcão de Santa Rita, quando o planeta Terra ficou sem ver o Sol por 24 horas. Os portugueses aproveitaram o momento e contrataram Jack Bauer para retomar o estado invadido, ele desarmou vinte canhões, afundou trinta naus e implodiu 4 fortes inimigos. Após recuperar o território os portugueses restabelecem a capital em João Pessoa e mudam o nome de Campinéia Grandéia para Campina Grande. Devido a erupção todos os caranguejos morreram e aconteceu a "Segunda Grande Crise do Caranguejo" e o calor nunca mais se amenizou, e assim novamente o estado passou a pertencer ao grupo de estado subdesenvolvidos.

No ano de 1748 Dercy Gonçalves tenta a última revolta, e ajuda comerciantes de Campina Grande em uma revolta contra os portugueses que acaba com a morte de mais de 45.000.001 pessoas na região.

Após séculos de paz e de gente migrando para o Sudeste, tudo volta a esquentar (no sentido figurado, porque no literal já é sempre quente) em 2004. Os campinenses liderados por Cássio Co-Caína criam um exercito e exigem ser um estado independente com a capital Campina Grande. A Grande Guerra Civil Norte-Pernambucana estoura, o estado é dividido em dois "Pernambuco do Norte do Oeste" com a capital em Campina Grande e "Pernambuco do Norte do Leste" com a capital em João Pessoa. Cássio Co-Caína reúne apoio de feudos vizinhos a Campina Grande simpatizantes à ideia de “Pernambuco do Norte do Oeste” ser um estado independente. Munido de vários jagunços, Cássio Co-Caína ruma através dos mais de 12000 km da Highway Norte-Pernambucana (BR-230), numa grande marcha rumo ao litoral. Depois de um mês na estrada suas tropas, já famintas e desgastadas devido ao choque térmico que sofrem ao descer a Serra da Bosturema, resolvem atacar dali mesmo com mísseis Peixeirahawk, mas, por terem um senso de direção perfeito, acabam destruindo parte da Highway e atingindo uma barragem. Com a destruição da barragem a cidade de Alagoa Seca é alagada e passa a se chamar Alagoa Grande. As tropas de Cássio Co-Caína se recompõem e não se rendem; grupos de guerrilha campinenses que há muito tempo já estavam lutando em João Pessoa conseguem tomar o litoral de Camboinha. Após dominar a batalha Cássio Co-Caína oferece um acordo ao comandante "Pernambuco do Norte do Leste" conhecido como o “Grande Pacto de Camboinha”. O estado permaneceria unido e a capital seria Campina Grande.

Após a desavença, em 2007 é assinado o “Grande Pacto de Camboinha” termina revolução que durou dura mais 3 anos, com um saldo de mais de 300.000 mortos, 2 milhões de feridos e mais de 30.000 famílias sem-terra assentadas. Cássio Co-Caína conquista João Pessoa e 24 territórios a sua escolha e é proclamado chefe-supremo e ditador vitalício de Pernambuco do Norte, escolhendo a música "xaxado na Paraíba" de Marinês como sendo o hino do Estado.

Campanha do prefeito Ricardo Coutinho para o respeito da faixa durante a "Grande Revolução Paraíbana".

Todavia, em 2008 surge uma nova insurgência aglinge os planos ego-ditatoriais de Co-Caína. Um pequeno grupo de guerreitos tomou a capital peçonhense, sob a tutela de um antigo hipppie da nova era, tenta afastá-lo do governo, da esposa, da amante e da grana do estado... Co-Caína derrota os insurgentes hippies e é reconduzido ao poder de Pernambuco do Norte, mas é obrigado a aceitar o Pacmanismo como religião oficial do Estado. Todavia, no ano seguinte em 2009, Co-Caína finalmente é deposto por ordens de Denzel Washington sob a acusação de ter roubado dos cofres públicos R$12,00 e 3 sacos de balinhas, cerca de 72% do PIB do estado (mas ele garantiu que foi pra pagar uma puta que ele catou no calçadão de Tambaú), e ter comprado votos de eleitores espertos com cheques de 5 centavos cada.

O atual estado de Pernambuco do Norte, cuja sigla é PN (Porra Nenhuma) abriga a mais famosa raça de nativos conhecidos porra-nenhuenses ou simplesmente paraíbas, caracterizados pelos matutos de campina grande em sua maioria.

Bandeira[editar]

A Paraíba é o único estado brasileiro que ganhou o primeiro lugar como aquele que possui a bandeira mais feia do mundo, e também é o único estado do Brasil que tem uma bandeira com dois lados diferentes, oficialmente a inscrição é devido ao racismo oficial, onde adotou-se em um lado da bandeira uma face rubro-negra (referência ao enorme número de flamengistas do lugar) com a inscrição NEGO no meio, significando que nesse estado qualquer nego afrodescendente vai se foder dar mal. No outro lado adotou-se faixas representando as cores do arco-íris, um tributo a Freddie Mercury, esta homenagem tem origem obscura, afinal todo mundo lá é caba macho, mas, acredita-se que foi quando perguntaram ao Freddie se ele teria dito que era macho, aí ele se levantou e gritou um "NEGO" em um afinadíssimo si bemol, que foi entendido como uma declaração de amor à bandeira da Paraíba, buraco local que ele ignorava a existência.

Geografia[editar]

A riquíssima paisagem paraibana.

A Paraíba é um micro-estado composto basicamente pelas partes dispensadas e descartadas do Rio Grande do Norte, de Pernambuco e de Juazeiro do Norte. O que explica o formato disforme de seu mapa e fronteiras, formado por partes áridas, pobres e miseráveis que não prestam e que foram jogadas fora pelos visinhos. O estado mesmo que pequeno parece ser enorme, pois suas estradas precárias e sinuosas gera a sensação de estar dirigindo por quilômetros, quando na verdade só está girando em círculos.

O território do estado é dividido em três partes. Primeiro tem o litoral, onde fica a Ponta dos Seixas, local famoso por ser o ponto do Brasil mais perto da África. Ninguém liga para essa informação, mas a Paraíba tem tão pouca coisa que eles precisam se orgulhar disso. Depois do litoral vem o agreste, que é onde fica a cidade separatista de Campina Grande, uma região inóspita mas ainda perto o bastante do litoral para a família poder ter um estoque de farofa para consumir todos fins de semana na praia de Cabedelo. Por fim, depois do agreste vem o sertão, aí é pedir pra morrer mesmo, tanto que nem os dinossauros aguentavam ficar lá, sobrando só suas pegadas em Sousa.

Economia[editar]

Retrato do desenvolvimento paraibano.

Uma coisa muito importante que todos devem saber sobre a economia paraibana, é que a menos que você seja médico, político ou refugiado em São Paulo/Rio de Janeiro, ganhará um salário de merda, exatamente compatível com a realidade do Nordeste brasileiro. Não sendo das classes citadas, o paraibano pode se matar de trabalhar que as coisas acontecerão de maneira lenta, até mesmo os traficantes e bicheiros passam pela humilhação de ter que se cadastrar no bolsa família, coitados.

Pesquisas apontam que 99% da população sobrevive com muito pouco, não porque o estado seja pobre, mas porque os senhores feudais e coronéis, sim isso mesmo, ainda existem por lá e muitos, mandam e desmandam naquela terra de ninguém, há quem diga que lá eles tem uma própria constituição, por terem suas próprias leis trabalhistas que favorece todo tipo de lavagem, desvio e favorecimento aos empresários (senhores feudais), não é a toa que mesmo sendo um dos estados mais antigos do Brasil ainda é conhecido como província, e a mais pobre.

A economia do estado de Pernambuco do Norte se baseia em: Exportação de porteiros e zeladores; Exportação de torcedores do Flamengo; Bolsa Família.; Pesca ilegal de baleia no litoral de Cabedelo; Pesca do caranguejo no município de Bayeux onde só tem corno; Extração de petróleo dos ossos de dinossauro no município de Sousa; Extração de urânio no município de Várzea; Vendas de joguinhos de celular feitos no Campus da UEPB de Campina Grande; Exportação de uísque 12 anos (ou qualquer idade ao gosto do cliente), vodka Marosca e mais de 100 mil tipos de cachaça no município Areia; Bandas de forró de Campina Grande; Aulas de roubar galinha com Bufinha em João Pessoa; Lan House de Ball onde 1h é 1R$ e se for corujão cai pra 0,50c em Patos; Lanchonete Esgoto Lanches ao lado da Chiquinha em Patos; Paraíso fiscal em Malta; Turismo sexual no calçadão de Manaíra em João Pessoa, e nas calçadas do CCRei e do Cepa, em Patos; Os puteiro de Cajazeiras; Tráfico de água potável em Patos e região, vinda do norte do país, mais especificamente do Acre; E exportação de cantores de alto nível, do calibre de Ednaldo Pereira.

População[editar]

A população da Paraíba soma 4 milhões de habitantes nativos, pois desconta-se os 1 milhão perdidos no sertão e os 10 milhões vivendo em São Paulo/Rio de Janeiro. O paraibano é o estereótipo do nordestino, conhecido por sua feiúra, falta de capacidade intelectual e profissional e extremo mau gosto por música, de modo que qualquer nordestino que reúna essas qualidade é imediatamente apelidado de "Paraíba" quando vai viver nas favelas das capitais do sul do país.

De 2014 a 2016, Gugu Liberato liderou um audacioso projeto de banimento de paraibanos do sul do país ao criar em seu programa o quadro De Volta para a Minha Terra, onde visava deportar paraibanos de volta para Patos, Pombal, Campina Grande e outros exportadores de porteiros e zeladores.

Transportes[editar]

Flagrante de desrespeito às leis de trânsito paraibana. Com um motoqueiro usando o capacete, algo notoriamente proibido no estado.

A Paraíba é o local onde a Rodovia Transamazônica termina, a rodovia federal de maior má fama do Brasil não poderia terminar em outro lugar, obviamente. Tirando esta rodovia, a única decente de toda Paraíba, mas que sós erve para interligar o estado ao Acre, as demais rodovias estaduais são verdadeiros chiqueiros de terra.

O que mais chama a tenção, todavia, é que a Paraíba, por ser uma província especial, pode ter suas próprias leis de trânsito diferentes do restante do Brasil, porque dirigindo em qualquer cidade paraibana, a primeira coisa que se percebe é que é totalmente permitido andar de motocicleta sem capacete, levar mais de quatro pessoas numa mesma moto, sendo também permitido estacionar em qualquer lugar e atropelar os outros, sem haver maiores punições. A população só não excede o limite de velocidade porque os buracos nas ruas não permitem.

Educação[editar]

A Paraíba é o estado mais analfabeto do país, contando com a incrível capacidade de 20% da população formada só por analfabetos, sendo equiparável à Suazilândia[1]. Dentre os 80% que alegam saber ler, na verdade 95% são analfabetos funcionais, que não sabem interpretar um texto ou escrever sem parecer um completo animal irracional.

Uma vez, no interior do estado, a cidade de Cajazeiras tentou alfabetizar a Paraíba, uma missão na qual percebemos visivelmente que falhou miseravelmente, talvez porque ninguém deseje ir para esse fim do mundo, e os semi-analfabetos que passam no vestibular se acham os seres mais inteligentes do universo por cursarem na Universidade Federal da Paraíba, considerada uma das piores federais do país.

Cultura[editar]

Calango:O Filme. Uma supreprodução paraibana.

O máximo de cultura que existe na Paraíba (que não seja o costume de encher a cara de cachaça e ouvir forró ruim todo dia) é o Ariano Suassuna, que mesmo esse se envergonha e gosta de se dizer recifense e pernambucano quando indagado.

O estado, todavia, foi local de produção da película "Calango: O Filme", o qual a Paraíba tornou-se um dos estados percursores da animação 3d no Brasil, o estúdio de animação Dream-Theater Dream-Jegue produziu animações premiadas em festivais nacionais e internacionais. O filme Calango estourou e foi recorde em bilheterias mundiais com 3 milhões espectadores na estreia.

Culinária[editar]

Promoção de um prato tipicamente paraibano. Refrigerante e buchada de calango.

A culinária paraibana é bem atípica, apreciada apenas pelos aborígenes locais:

  • Espetinho de bode
  • Sobre-Cu de gaucha ao molho pardo
  • Buchada de peixe-boi
  • Bundas de Tanajuras ( apenas em épocas de chuva)
  • Tapioca de caranguejo
  • Sanduíche-iche de peba
  • Queijo de leite de onça
  • Garotas da orla de Tambaú/Manaíra

Turismo[editar]

Dentre todos os estados nordestinos, a Paraíba só é melhor que Alagoas. Todos os outros estados nordestinos tem infinitas opções melhores de turismo, até o Maranhão e o Piauí que são duas porcarias. O fato de 98,5% das mulheres do estado serem feias e 99% dos homens serem barrigudos baixinhos cachaceiros que se acham engraçadões torna o estado extremamente impopular, e suas imensas festas são sempre compostas somente por paraibanos mesmo, porque ninguém de fora consegue aturar. João Pessoa tenta atrair pelas praias, mas os serviços na cidade são exercidos com tanta má vontade, que ninguém volta duas vezes na cidade. Campina Grande tenta atrair pelo seu São João, que pode até ser o maior do mundo, mas não é nem o 100º melhor do mundo, de tanta gente feia (mundice) reunida num lugar deplorável só. Cidades mais deploráveis, como Sousa, precisa apelar, e transformam seus buracos nas ruas em pontos turísticos.

Referências