Paraibano

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Os paraibanos são conhecidos pelas suas cabeças compridas, bem diferentes das cabeças dos cearenses, que são redondas como laranjas. No entanto o paraibano do oeste apresenta morfologia cranial típica do cearense, que é a de uma abóbora.

O paraibano é um ser que vive num estado que só foi próspero enquanto o oeste europeu o fez de protetorado, mas que ao cair nas mãos de um certo país do terceiro mundo apenas regrediu a um patamar inferior ao período pré-Pinzón, o qual se não tiver um aumento de pelo menos 10 reais no PIB, será deletado excluído do Brasil e vendido aos EUA, para ser a nova área 51, para pouso de naves alienígenas (já que os et´s iriam se familiarizar com os cabeções de alienigenas locais).

História[editar]

Inicialmente a costa da Paraíba foi tomada pelos Incas, para ser uma feitoria e um cais para pesca, e para futuramente descobrirem a Europa. Mas houve que um ciclone, seguido de um maremoto e um terremoto de 70 graus na escala ritcher varreu os incas da região. Depois os escravos destes, Tabajaras e Potiguaras dominaram a região, até serem dominados e estuprados(literalmente) pelos portugueses, donde surgiram os hispânicos (segundo o censo yankee é o termo pra raça latino-americana; no contexto europeu tem outro signo a exemplo de tvrán eurasiana na era cítica e pós-cítica), que hoje formam a maioria verdadeiramente merdileira dessa gente (ao contrário dos pseudo-suiços metidos a alógenos do meridião). A Congaria teve uma participação menor na composição dessa gente (a exemplo do cearídeo e do potiguaroide), devido ao fato de que foram os tvranídeos pre-europideos junto com os alienígenas marcianos e outras origens que formaram a população local com seu cabeção imenso.

Aparência[editar]

São conhecidos por serem os maiores braquicéfalos do Nordeste, pele avermelhada, muitas vezes por causa do sol, cabelos lisos e pretos geralmente(herança genética dos nativos americanos), corpo atarrachado e um comportamento sem igual, daqueles que adoram escolher a pior hora do dia para se fazer uma visita, tipo na hora do café da manhã, almoço ou jantar. Além disso, o que diferencia o sotaque paraibano dos demais, é a rapidez com que eles falam e a grande semelhança do sotaque paraibano com o japonês:

  • Hai Tuma noku | Vai tomar no c...
  • Oshenti kumade! Teu fi tadu enté? | Nossa comadre! Seu filho está doente é?
  • Eufuikumê rapadura, maimideu dô diba higa. | Eu fui comer rapadura, mas me deu dor de barriga.
  • Meudeu duséu, hishe(ou vishe) ma ria! Meu Deus do Céu, Virgem Maria!

Comportamento[editar]

Esse ser neanderthaloide tem o grande defeito de se deixar levar pela lei do menor esforço. Seu estado vive na merda porque ele não sabe escolher a pessoa certa para governá-los. Só mesmo essa gente para idolatrar um político corrupto, cassado e provada no Tribunal Superior Eleitoral tal roubalheira, e que ainda teve mais votos para senador do que os dois candidatos a governador. Isso mostra que o tamanho da cabeça do paraibano não bate com o tamanho do cérebro. Em poucos casos no estado, há cidadãos que sabem enganar os políticos compradores de votos, extorquindo o dinheiro dos quais eles podem pedir e no fim, dão um pé na bunda dos políticos e escolhem o melhor a seu ponto de vista, como os juripiranguenses, a sub-raça paraibana mais inteligente. Para saber mais sobre esse ser e sobre como eles tratam a política, veja Feudalismo Paraibano.

Entretanto, são os homens mais cabra macho do Brasil inteiro, pois sobreviveram a dezenas de secas, foram ignorados pela coroa portuguesa, foram colonizados por pernambucanos, enfrentaram o cangaço, sofrem perseguições de pesoal da partes baixas do Brasil, e mesmo assim estão aí ao vivo e a cores. Para entender melhor ouça a música "Sertão" de Flávio José. Os paraibanos e seus descendentes são responsáveis por 7/8 da massa operária do Rio de Janeiro, ao contrário de seus conterrâneos que ainda estão no 2º lugar mais esquecido do Brasil. São constantemente confundidos com pernambucanos e baianos, entre os quais há grandes diferenças: o paraibano possui as características físicas e linguajar citados acima que os outros dois não têm, o pernambucano geralmente ou é branco (tipo o Reginaldo Rossi, exemplo mor do puro arya pernambucano) ou afrodescendente, além daquele detalhe peculiar de pronunciar "x" em lugar de "s" em algumas palavras (ex: escova= ixcova), já o paraibano e o baiano, trocam o “e” por “i” ou pronunciam “é”, e o baiano por sua vez, geralmente é afrodescente e possui vocábulos como “meu rei”, e são quase todos adeptos da macumba, diferente do Paraibano, um católico fervoroso, e do Pernambucano, que muitas vezes pode ser um bom Protestante (embora tenha muito paraibano que se enquadre na categoria crente insuportável de tão chato daqueles que vem ler o velho e o novo testamento enquanto vc se mata por ter de ouvir aquilo tudo).

Renda[editar]

A renda dessa divergencia evolutiva (raça/subespécie) da espécie proto-homo nordestinensis (surgida no paleolítico meso-médio junto com o neanderthal e depois dos pigmoides e proto-negroides) varia entre um real por mes e 2 reais por mes, superando portanto o piauiense cuja renda media é de 50 cents por ano, do maranhense e do alagoano. Seu IDH é comparavel ao de países desenvolvidos como Bangladesh.

Economia e Turismo[editar]

Basicamente a economia se baseia em atrair gringos para turismo sexual e paulixos pobretões fodidos que pagam pacotes da CVC parcelados em 12 vezes na baixa estação e querem ser recepcionados como se fossem trilionários (só dão trabalho e gastam pouco). Muitos desses paulixos possuem aparencia grotesca infra-siciliana mas ainda assim se acham mais belos que os alienígenas locais.

Comportamento[editar]

O paraibano por possuir várias subespécies acaba reflectindo isso no resto, incluíndo o padrão comportamental. O paraibano do centro-oeste tende a ser mais matuto tapuizado e bicho do mato (muito embora com a influência nefasta do marxismo cultural na matriz time-life também denominada filial globosta, a antiga menina do interior com sua pureza virginal imaculada foi substituída pela sub-cultura piriguetesca, ou seja, o que parecia ruim e atrasado ficou ainda pior, pois de cultura rural passou-se a suburbana favelada, apenas reflectindo a origem dos sinais eletromagneticos que geraram tais aberrações). O paraibano do leste é metido a descolado por que acha que viver perto do mar e longe do deep hinterland faz dele menos distante do resto do mundo (talvez por algum arcaicismo de terras estagnadas em séculos passados em que o porto e não o eixo aeroporto-rodoviária ainda era o principal meio de comunicação com outras terras). O paraibano do leste sofre do mesmo mal que o flumerdense da capital, ou seja, acha que só ali existe litoral e no resto do mundo inteiro mesmo quando os continentes são rodeados por oceano, não existe nenhuma praia e isso portanto é mera ilusão de optica dos mapas. Os matutos da Copaoba são um tipo de paraibano que possuem certa megalomania, pois querem sediar capitais mesmo tendo ficado para tras na historia, tal como ter as maiores festas do meio do ano do mundo, et cetera.

Diferenciando o paraibano de outros seres nordestinóides[editar]

Para reconhecer um paraibano no meio de outros nordestinos é preciso estar atento a certos detalhes. Por exemplo, a cabeça do paraibano é gigante, mas um pouco menor que a do cearense. Também tem um milímetro a mais de pescoço e membros. Sua estatura também é um milímetro maior. É menos escuro que o pernambucano, resiste menos ao calor que o piauiense e o potiguar e é mais famoso que o sergipano, menos pistoleiro que o alagoano, menos pobre que o maranhense, menos preguiçoso que o baiano, et cetera. Mas há também variações internas. O leste-paraibano tende a ter auto-estima mais elevada que o oeste-paraibano, mas também é mais preguiçoso que este último, mas um pouco menos fodido no contra-cheque. Resumindo: pra quem ve de fora parece tudo a mesma merda, mas quem nasce nordestino pelo azar da natureza sabe distinguir cabeção de cearense do cabeção paraibano e dentro do mesmo estado as cabeças de et´s do eixo oeste da PB-sul do CE, que basicamente são a mesma raça ultra-tapuizada ou quase.

Principais Subespécies[editar]

  • Homo pessoensis: É uma raça de paraibanos atípica, pois não vive no deep hinterland caipira ruraloide desdentado proto-faveliensis e tem renda de 5 reais por mes ao invés da media de 1,5 real das outras raças paraibanas. São tipicos vagabundos que vivem na orla ou sendo assaltados por migrantes do interior na sua propria civilização. Apesar de viverem numa metrópole litorânea com mais de um milhão de habitantes, a grande maioria não passa de suburbanos fodidos e alienados pelos mérdias da Via Dutra a la Time Life (mais conhecida como Globosta, cuja sede na verdade fica no sul de Manhatan).
  • Homo matutensis campinorvm borboremicvs (copaobaorivm): Essa raça de paraibanos se acha a última bolacha do pacote, mas ninguém até hoje nunca descobriu o por que, afinal nem praia eles tem. Seu neurotipo é bem atipico, ja que evita qualquer tipo de contacto, a exemplo de seus ancestrais tapuias/jes.
  • Homo patoensis sertanicvs: Essa raça de paraibanos é a raça mais resistente ao calor de que se tem notícia junto com o homo piauiensis (outra raça da espécie homo nordestinvs sulamericanensis). Geralmente possui antropometria variando entre a alienígena e norte-mongoloide (não confundir como o homo cajazeirensis proto-cearensiorvm).
  • Homo areiensis brejorvm: Essa raça de paraibanos é atípica pois consegue resistir a um frio intenso, ou seja, um clima inverso ao que predomina no extremo leste do segundo mainland mais chinfrim do mundo (america del culo). São conhecidos em todo o mundo por seu super-fígado, capaz de resistir a doses cavalares de cachaça durante festivais de música brega (seus tímpanos e sub-cortexs tambem possuem grande resistencia portanto).
  • Pre-homo pitimbuensis: Seu aspecto simiesco sequer lhe confere uma classificação humanoide, pois surgiu antes mesmo do cro-magnon e do neanderthal. Muitos dizem que se trata de uma infiltração migrante do pre-homo pernambuciensis ou mesmo do pre-homo conguiensis, baianiensis, via-dutriniensis-dfiensis, etc. Muitos sequer o consideram como parte do proto-homo paraibanensis neandertalorvm do ramo nordestinensis. De qualquer forma adora poluir praias, onde encontramos as mais poluídas praias urbanas de que se tem notícia, sendo portanto amantes da sujeira.
  • Homo cajazeiriensis proto-cearídeo: Muitos confundem essa raça de paraibanos com a espécie homo cearensis, pois ambos são cabeçudos, fodidos, vivem no meio do hinterland e nada mais possuem de interessante (deve ser por isso que como típicos sertanóides, adoram emigrar).
  • Homo caririensis monteiriorvm: É um ser que vive na menor densidade demográfica do estado e portanto possui temperamento muito similar ao dos tapuyas, mesmo quando muitos deles apresentam características europoidizadas. Vivem na nascente da principal bacia do estado e nem isso lhes livra da terra ressequida e cristalina. São conhecidos por terem um grande dom musical (ao contrario do homo umbuzeiriensis que tem grande dom para gerar grandes políticos e chefões de trustes midiáticos).
  • Homo Seridonivs: Essa raça do homo paraibanae sulamericanensis é famosa pelo seu churrasco, principalmente a sua sub-raça ou etnos homo picuinae (são portanto os gaúchos churrasqueiros da estepe).
  • Homo Caririensis Centrae Ocidentalicvs: Podem parecer similares ao Homo Caririensis Meridionalis mas estão em outro estágio geofísico posterior e controlam o audiovisual da sétima arte (uma fusão de Los Angeles com deserto do Arizona).


v d e h
Seres que você encontra no Bandeira do Brasil Brasil

Geral: Branco - Caipira - Cigano - Extraterrestre - Negro - Nordestino - Paulista - Fluminense - Índio - Xavante - Nipobrasileiro

Regional: Acreano - Alagoano - Amapaense - Amazonense - Baiano - Brasiliense - Capixaba - Catarinense - Cearense - Fluminense - Gaúcho - Goiano - Maranhense - Mato-grossense - Mineiro - Paraense - Paraibano - Paranaense - Paulista - Pernambucano - Piauiense - Potiguar - Rondoniense - Roraimense - Sergipano - Sul-Mato-grossense - Tocantinense