Parintins

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Cquote1.png Se é sobre boi por que tem índios? Cquote2.png
Qualquer um sobre Parintins
Cquote1.png Você torce para aquele boi vermelho, ou para o azul? É naquela festa que vocês tem aqui chamada Parintins né? Cquote2.png
Turista tentando se enturmar em Belém
Cquote1.png Você torce para aquele boi vermelho, ou para o azul? É naquela festa que vocês tem aqui chamada Parintins né? Cquote2.png
Turista tentando se enturmar em Manaus

Parintins é a mais famosa cidade paraense localizada no Amazonas, praticamente o único município do norte do país que não é submisso nem a Belém e nem a Manaus, tudo graças a uma famosa festa regada a muita cerveja, mulher pelada na rua e uma rivalidade ferrenha idiota mas que é divertida.

História[editar]

Um estacionamento lotado em Parintins.

Parintins foi o primeiro município a ser criado no atual estado do Amazonas, quando no ano de 1796 um grupo de espanhóis decidiu se aventurar no Rio Amazonas adentro na procura do mítico Acre, onde lendas diziam haver índias ninfomaníacas, muito ouro e água de coco fresca, mas a comitiva não avançou muito, eles não viajaram nem metade do caminho e já desistiram, assolados pelo calor e pela quantidade colossal de mosquitos, e na típica preguiça amazonense não avançaram dali. Sabendo também que era tarde demais para recuar, avistaram por ali uma ilha que parecia ser firme, fundando ali a famosa Ilha da Rainha da Morte, que por muito tempo foi tratada como sendo fictícia por ser um centro de treinamento secreto para Cavaleiros do Zodíaco que desejavam treinar em ambientes extremos, tanto climáticos quanto sócio-econômicos.

Os primeiros habitantes locais para se sustentar viraram pescadores de pirarucu, mas a principal atividade econômica que manteve o vilarejo durante seus primeiros anos de existência foi a presença de uma tribo indígena que treinava através do ódio, garotos enviados da Grécia para se tornarem guerreiros do Zodíaco.

Na falta de habitação melhor nas redondezas, com a criação do estado do Amazonas, Parintins foi emancipado em 1852 e foi concedido ao município status de cidade-estado, o qual mantém até hoje, não pertencendo juridicamente nem ao Amazonas e nem ao Pará, mas sendo um estado próprio, tipo Liechtenstein.

Ao longo das décadas e dos anos, Parintins ficou conhecida como "A Cidade da Desistência", porque todos nordestinos, paulistas, gaúchos e mato-grossenses que planejavam tentar a sorte de encontrar o Acre, ou simplesmente ir para o meio da floresta tentar encontrar ouro, leite de burra, borracha ou o mico-azul, todos estes aventureiros desistiam logo no começo da viagem, quando chegavam em Parintins. Tanta gente se acumulando naquela ilha com essa mentalidade derrotista influenciou diretamente a cultura local, focada apenas em festas com semi-nudez, bebedeira exacerbada e falta de compromisso com tudo que não seja festa.

Graças a tanta promiscuidade, Parintins chegou ao posto de uma das maiores cidades do norte do Brasil, e algumas prostitutas prosperaram tanto que foi ali que surgiram as primeiras casas de alvenaria do norte do país, pois neerlandeses que ali viviam construíram diques que evitavam a cidade de ser alagada (diques estes que foram devorados por piranhas e Parintins atualmente é alagada por enchentes como qualquer outra cidade amazonenses).

A cidade de Parintins, em meados do século XX, ao contrário das outras 99% aldeias entediantes existentes no norte do país, teve a boa ideia de criar uma festa cheia de putaria para trazer fama à cidade e ainda mentir na cara dura que tal festa é milenar, isso trouxe visibilidade e progresso à cidade.

Geografia[editar]

A cidade de Parintins está localizada na margem do Rio Amazonas bem no meio do caminho entre Manaus e Belém. O seu núcleo urbano está sobre uma ilha chamada Tupinambarana (que na língua indígena significa "Ilha da Rainha da Morte").

Está localizado no meio de um enorme pântano, e tem gente que ainda se assusta quando uma enchente afoga toda a cidade.

Transportes[editar]

Carros simplesmente não existem porque os mesmos não teriam onde andar, já que seu motor de combustão interna não suportaria a quantidade de água que nele entraria ao trafegar em Parintins, existindo somente motos, e somente para raros casos de locomoção dentro do próprio município. A maior quantidade de veículos mesmo são os trios-elétricos e carros de carnaval, e claro, os bois.

O meio de locomoção mais comuns são somente por bote, barco ou canoa.

Há ainda o Aeroporto Regional de Parintins com capacidade para receber ultra-leves, teco-tecos e, dependendo da habilidade do piloto, até um antonov.

Cultura[editar]

Parintins segue a cultura amazonense em sua culinária, sendo comum o consumo de todos peixes possíveis que tenham "cu" no nome.

Em dança e música destaca-se a toada, um estilo que só quem é de Parintins conhece que consiste numa bem sacada mistura entre o ritmo do pagode mas com letras típicas do tecno-brega, resultando num estilo totalmente próprio em pessoas que as pessoas devem se vestir feito periquitos para dançar, pulando variando entre como se estivesse fugindo de lagartixas ou tentando matar baratas, executando assim passos originais para que ninguém diga que estão copiando o samba carioca. Mas como isso enche o saco e dá o maior trabalho, só acontece nos dias de festa, o normal durante o ano é escutar forró dos nordestinos.

Duas Cunhãs Porangas (denominação local que do idioma tupi-guarani quer dizer "índia piranha") que são sempre a atração mais aguardada no Festival de Parintins.

O Festival Folclórico de Parintins é o grande expoente cultural dessa cidade, todos por lá gostam de dizer que é uma tradição milenar, mas esse carnaval fora de época começou a poucos anos atrás em 1965. Inicialmente a intenção era imitar o Carnaval do Rio do Janeiro, mas ao longo dos anos somente duas escolas de samba (Caprichoso e Garantido) se apresentavam (exceto em 1982, quando um tal de Boi Campineiro ficou de se apresentar e nem compareceu). Então, todos entraram em consenso que só existiriam duas escolas de samba mesmo, que era o que dava para o porte do município, e ano após ano a rivalidade só aumentou. Então todos na cidade precisam escolher entre azul e vermelho.

Turismo[editar]

Parintins é a cidade mais visitada de todo Amazonas devido ao Festival Folclórico de Parintins, quando todos se reúnem no bumbódromo para ver a bunda das índias rebolando e pulando (daí o nome "bumbumdromo").

Todos os turistas aguardam com ansiosidade a apresentação dos quatro estereótipos da mulher amazonense, que seriam a Sinhazinha da Fazenda que simboliza a lolita patricinha filha de fazendeiro, a Porta Estandarte que simboliza a perua amazonense extremamente maquiada e metida, a Cunhã Poranga que simboliza a índia piranha fácil e sensual e por último a Rainha do Folclore que simboliza aquela puta de luxo que se acha só porque tem um apartamento em Manaus.