Partido Comunista da União Soviética

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D opressaoromana.jpg Este artigo é relacionado à história.

O criador deste artigo é um pseudocomunista que fuma maconha.

Uma das primeiras reuniões festas do PCUS, conhecida como Primeira Internacional Comunista.

Cquote1.png Experimente também: Partido Comunista do Brasil Cquote2.png
Sugestão do Google para Partido Comunista da União Soviética
Cquote1.png Na União Soviética, o Partido Comunista controla você Cquote2.png
Reversal Russa sobre coisas que nunca mudam
Cquote1.png Fui eu que fiz! Cquote2.png
Paulo Maluf Lenin sobre Partido Comunista da União Soviética
Cquote1.png O que tem 40 dentes e quatro pernas? Um crocodilo. E o que tem 40 pernas e 4 dentes? O Politburô do Partido Comunista, só tem véio caindo aos pedaços lá. Cquote2.png
Cidadão russo momentos antes de receber uma visitinha da KGB sobre o Partido Comunista da União Soviética

O Partido Comunista da União Soviética, ou PCUS, cujo nome por extenso é Partido Comunista da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, foi o órgão que representou os vitoriosos bolcheviques, vencedores da Revolução Russa após prorrogação e pênaltis, e que viria a fundar a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. O nome inicial era Partido Operário Social-Democrata Russo, cuja sigla era muito feia (POSDR). Bonito era o PCUS.

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Você sabia que...
  • ......só era aceito no PCUS quem lesse todo O Capital e concordasse com a ideologia Marxista/Leninista?

História[editar]

Origens e primeiros anos da URSS[editar]

Lênin, Trotsky e um tio conversando sobre a práxis do bigode deStalin e suas implicações para a Revolução.

O historiador britânico Eric Hobsbawm, em seu livro Era da Prostituição, aponta que o mundo vivia uma era das trevas, onde burgueses ganhavam dinheiro, e trabalhadores ganhavam mais trabalho, e estava tudo certo. Entretanto, em uma bela tarde de outono, um barbudo alemão que ganhava a vida como Papai Noel nas festas do Kaiser, juntamente com um amigo próximo e especial, chamado Friedrich Engels, criaram um troço chamado Comunismo, baseado em umas historinhas que ele havia ouvido em um cabaret (vulgarmente conhecida como casa de divertimento masculino) na França, de um tal de Socialismo Utópico. O Comunismo viria a penetrar profundamente na cabeça de muitas pessoas, e no horário eleitoral, em especial nos programas daqueles partidos minúsculos que prometem salário mínimo de R$ 4.000,00 e que tem o símbolo de uma foice no logo.

Dentre as mentes que se deixaram dominar pelos ideais de igualdade social e pelo fim da opressão de uma classe sobre a outra, estava um rapazinho russo chamado Lênin. Até os dezoito anos, ele era um guri normal, que usufruia das benesses de ser rico, mas renegou ao luxo e o dinheiro. Na Universidade de Kazan, entre uma vodka e outra, ele entrou em contato com livros sobre o Comunismo, e também com revistas de mulher pelada e com o sexo em si (hetrossexual), mas o amor e o prazer são coisas menores quando se trata de fazer a Revolução.

Soldados do Exército Vermelho após tomar o Kremlin de Moscou sem gelo e derrotar as forças brancas durante a Guerra Civil Russa.

Nos anos seguintes, saiu pela Rússia czarista espalhando a palavra de Deus Marx, conseguindo convencer muitas pessoas, e outras subornou em troca de pão. O fato é que em 1905 o grupo já estava bem grandinho, e, apesar da perseguição, conseguia fazer algum barulho, embora o czar não gostasse de muitas manifestações, como as ordens do mesmo no Domingo Sangrento mostraram (é óbvio o que aconteceu nesse dia, não é?). Em 1917, em plena Primeira Guerra Mundial, os bolcheviques (que em russo arcaico significa miguxos), junto com os mencheviques (uns pequeno-burgueses que, nas horas vagas incomodam o governo, desde que não atrase a janta), derrubaram com uma rasteira o Czar Nicolau II, na chamada Revolução Branca ou Revolução de Fevereiro. Não é chamada Branca porque foi pacífica, mas porque os russos liberais (ditos brancos) assumiram o poder sob o comando de um tal de Alexander Kerensky. Meses depois, a brincadeira já ficou sem graça, e Lênin teve de mandar embora todo mundo que não tivesse lido todos os volumes de O Capital. Era a Revolução Vermelha ou Revolução de Outubro. E é dita Vermelha não pela implantação do comunismo, mas porque muita, mas muita, mas muitissíssima gente mesmo peidou pra muzenga. Inclusive, por ordens de Lenin, a família real russa (dita Romanov) foi comer capim pela raiz e Kerensky teve de fugir para os EUA. Então o Exército Vermelho obteve seu objetivo: destruir o exército branco. Começou a Guerra Civil Russa.

Até 1921, a coisa foi feia. Muita gente não gostou daquela coisa de "paz, pão e terra", e assim começa a Guerra Civil, onde os vermelhos, liderados por Leon Trotsky, esculhambaram, enrabaram e peneiraram com os brancos, liderados por Michael Jackson. No entanto, ainda em 1919, Lênin escolheu cinco dos seus amigos mais próximos para dividirem com ele os problemas do país, já que naquele momento (e talvez em nenhum outro), era a única coisa que a Rússia tinha... Esse grupo de pessoas, onde se destacam as figuras de Josef Stalin e, Mikhail Kalinin e de Leon Trotsky, ficaria conhecido como Politburo, que significa, em russo arcaico, panelinha.

No governo de Lênin, o Partido não apitava muita coisa, pois Lênin era um tanto quanto possessivo e não gostava de dividir os cartazes de divulgação comunista com ninguém. No entanto, após sua morte, durante o governo de Stalin, o PCUS se tornaria o órgão mais forte do Estado. E os que se seguiram a Stalin no cargo de secretário-geral mantiveram a estrutura, a mamata e a putaria dentro da máquina pública soviética. No entanto, chegou o momento em que os russos viram que aquela coisa de comunismo já não valia mais à pena, porque tudo o que eles queriam era beber cerveja e ter um Juicer Philips Walita.

Poder e atuação na URSS[editar]

Leon Trotsky dando tchauzinho para dissidentes czaristas no paredão.

Embora tenha sido criado como meio de reunir os bolcheviques da Revolução Russa, o PCUS logo despontou e cresceu vertiginosamente dentro da Rússia mergulhada na guerra civil. Após a Revolução de Outubro, o pau comeu feio e qualquer um descontente com o novo poder em estabelecimento era esmagado pelo Exército Vermelho, à época sob a liderança de Leon Trotsky. O período de 1918 até 1922 é conhecido como борщевик посещавший синагогу (Casa da mãe Joana, em português) e tratou da organização e consolidação do poder por parte de Lenin. No entanto, o camarada não durou muito e, em 1924, peidou pra muzenga, deixando um vácuo de poder entre Josef Stalin, Leon Trotsky e Mikhail Gorbatchev Mikhail Kalinin.

Josef Stalin, que fudeu fundiu o PCUS ao Estado soviético, ao saber da notícia da morte de Leon Trotsky.

Com isso iniciou-se um arranca-rabo interno, especialmente entre Stalin e Trotsky, já que Kalinin estava de luto por Lenin. O cargo foi disputado em uma partida de truco valendo o toba, onde Trotsky perdeu. Para evitar as consequências, Leon fuigiu para o México, escondendo-se na casa de veraneio do Seu Madruga. De lá, anos depois, resolveu mandar um trotsky a Stalin, já que naquela época a ligação internacional tava barato pra caramba. No entanto os camaradas da recém criada KGB rastrearam a ligação e descobriram o paradeiro do mesmo. Imediatamente Stalin despachou um agente para dar cabo do dissidente, tornando o Trotskismo coisa de picareta.

Quando Stalin assumiu o poder da URSS, iniciou o proceso para tornar o PCUS o órgão mais duro rígido e poderoso do Estado soviético. Para isso (e para afrontar o Trotskismo), criou a sua própria versão do Leninismo: o Stalinismo (quanta originalidade...). Stálin desenvolveu o Stalinismo nos longos períodos em que lia as teorias do camarada Lenin no banheiro, isso explica o porque dos estudiosos do Comunismo/Socialismo dizerem que o Stalinismo é a maior merda criada dentro da área.

Stalin subjugou o Estado soviético ao PCUS, fazendo com que todos os membros do governo tivessem uma íntima e profunda filiação ao partido, ou fossem puxa-sacos do mesmo. A criação de inúmeros órgãos (vide a seção Estrutura) e cargos garantia que houvesse vagas disponíveis para quem precisasse de uma ajudinha. Em pouco tempo a URSS estava sendo dirigida e movimentada pelo Partdo Comunista, sem oposição (ai de quem fosse da oposição...). Já no começo da década de 1930, o PCUS passou a representar o próprio governo, se tornando mais impotante que o próprio Soviete Supremo da União Soviética, órgão que equivaleria ao congresso, mas que não mandava bosta nenhuma. Quem agia como o legislativo (executivo e judiciário também) era o Politburô, sob o comando do Secretário-geral, que na épca era, advinha: Stálin.

Leonid Brejnev, ao perguntar se ele gostaria de se tornar o secretário-geral do PCUS, após a saída de Khrushchev.

De 1939 a 1945 ocorreu a Segunda Guerra Mundial e, com isso, havia alemães para torturar, o que impediu Stálin de enviar dissidentes para os gulags. No entanto, bastou terminar a guerra que os expurgos, perseguições, assassinatos e tudo o mais concebível foi realizado no país. De trotskistas a czaristas, todos foram enviados a gulags, expulsos do país, ou peidaram pra muzenga. Logo a URSS, sob o comando do PCUS, era um Estado exemplar: não havia dissidentes para criticar o governo, a economia ou o que quer que fosse. E assim perdurou até 1953, quando Josef Stalin foi acertar as contas com o capeta, entrando no seu lugar um caipira chamado Sukita Nikita Khrushchov, que se mostrou tão bitolado quanto seu antecessor. No governo de Khruschev, o PCUS já estava enraizado como centro político e administrativo da URSS, agindo como um gabinete executivo gigantesco. O partdo tinha tanto poder, que promoveu e efetuou a retirada de Sukita Nikita, quando o mesmo passou a segir uma linha diferente da que o partido seguia. Em seu lugar, subiu ao cargo de secretário-geral Leonid Brejnev (vulgo Stalin Jr.), um dos candidatos menos capacitados, mas um dos mais puxa-sacos do partido.

O PCUS, durante a gestão de Brejnev, se burocratizou e ganhou mais poder. Com Konstantin Chernenko (que era amigo íntimo de Leonid) como chefe do Politburô, os poderes do secrertário-geral tornaram-se infinitos e incontestáveis (não que isso já não acontecesse antes...). A estagnação chegou, e com ela a estabilidade do poder nas mãos do partido. Nada pareciar abalar a URSS e seu sistema político, com o domínio total do partido comunista como parte da burocratização estatal. E assim perdurou durante os governos de Brejnev, Andropov e Chernenko. Com a morte deste último, em 1984, o cargo de secretário-geral foi ocupado por Mikhail Gorbatchev. A maior merda que o Politburô jamais imaginaria estava feita.

Mikhail Gorbachev, secretário-geral do PCUS, trabalhando como DJ após deixar o poder.

Perestroika, Glasnost, sequestros e vodka: O fim do PCUS[editar]

Logo após assumir, Gorbachev decidiu que era necessário reestruturar a economia soviética e modificar o governo, a fim de eliminar a ditadura, criando, respectivamente, a Perseguida Perestroika e a Glasnost. Isso, obviamente, significava mexer no domínio e estrutura do PCUS e sua relação com o Estado. E o partido não gostou nada da ideia, mas o povo soviético adorou. Com a implementação da liberdade de expressão, dissidentes vindos de todos os cantos (incluindo o inferno) começaram a contestar e minar o poder do partido. As repúblicas soviéticas começaram a se desagregar e tudo parecia ir por água abaixo. De 1986 a 1991, a linha dura do PCUS deixou o carequinha no comando, mas em agosto do último ano, as coisas ficaram pretas.

O partido comunista, usando seu poder residual, tentou aplicar um golpe de Estado para limar Gorbachev do cargo. No entanto, o golpe falhou, e, pela primeira vez em 74 anos de história da URSS, quem se fudeu foi o PCUS. Após retornar a Moscou, o secretário-geral pulverizou o poder do partido, confiscando seus bens e arquivos. E no dia 27 de agosto de 1991, o Partido Comunista da União Soviética foi declarado ilegal na URSS, acabando com uma das maiores estruturas burocráticas e financiadoras de mamatas que já existiram. Não foi exatamente o fim, visto que o partido foi vendido para Cuba, país cuja vida após a Revolução do Fidel Castro sempre esteve atrelada à URSS, e sempre recebia as coisas usadas que ela não queria mais. Algo parecido com o que acontece com você, que nesse momento está usando uma camisa que era do seu irmão, uma calça que era do seu primo de Divinópolis e vendo esse artigo no computador velho do seu pai. Nesse momento, o PCUS já estava demolido, não tinha mais condição de reagir ao processo de desagregação da URSS, especialmente porque metade do orçamento do Estado estava comprometido com armamento, e a outra metade com a vodka para o Boris Yeltsin.

Estrutura[editar]

Todo mundo sabe (mentira, apenas os 2% da população que tem real interesse por História) que uma das marcas dos regimes comunistas era a burocratização da sociedade. Sendo a URSS a mãe do chamado "Comunismo realmente existente", o seu sistema político acabou inspirando a formação dos governos comunistas em outros países do mundo, menos na China, que sempre opta pelo duvidosamente bom Made in China. Nesse sentido, é importante entendermos como estava estruturado o PCUS. Como o comunismo, atualmente, não apita mais nada em lado nenhum, o caro leitor pode apenas entrar na Desciclopédia e acessar este artigo para lê-lo. Se fosse na União Soviética, o procedimento seria o seguinte:

  1. Entrar no site do Partido Comunista da União Soviética: http://www.ussrforever.com/world/english/organization/downloads/марихуана.doc
  2. Fazer o download do arquivo;
Carro oficial do Secretário-geral, que demonstra o enorme potencial tecnológico soviético.
  1. Preencher em três vias, autenticadas em cartório;
  2. Enviá-las para o partkom (Comitê do Partido) mais próximo, pagando pela postagem;
  3. Em até três dias úteis, o secretário do comitê analisará a solicitação e a encaminharia para o gabinete do secretário-geral do Partido, emMoscou;
  4. Em até dez dias úteis, um dos assessores do secretário-geral dará o despacho, autorizando ou negando o acesso;
  5. Em até dez úteis, a resposta chegaria ao partkom, que enviará uma carta para o solicitante comparecer ao mesmo para tomar conhecimento da resposta ao seu pedido, sendo necessário para tal agendar o atendimento, com um tempo de espera médio de cinco dias úteis a contar da data do recebimento da correspondência;
  6. O solicitante vai até o partkom, e, caso o pedido tenha sido aceito, receberá um login e senha para acessar o site;
  7. Ao entrar na página da Desciclopédia, o indivíduo deverá preencher uma ficha cadastral, mencionando documentação de identidade, endereço e anexando ficha criminal autenticada;
  8. Pronto! Agora é só ler e se divertir!

Bom, mas como estava estruturado o PCUS? Certamente esqueceremos de algum dos órgãos que faziam a parte do partido, porque, assim como a quantidade de ministros no Brasil, eram muitos. Elencaremos e descreveremos os principais.

Cquote1.png Alô, por favor uma pizza de pepperoni e três garrafas de vodka... É para entregar sim, na sede do PCUS... Pagamento? Bota na conta do Papa... Não tem conta aí?... Hummm... Coloca na do Leon Trotsky... Tá no SPC?... Hummm, diga uma coisa... Você gostaria de conhecer a Sibéria?... Ah, tinha certeza que você ia entender que cobrar é coisa do Capitalismo Internacional sanguinário e cruel... Tenha um bom dia! Cquote2.png

Secretário-geral do Comitê Central[editar]

Era o cargo máximo do PCUS, e, verdadeiramente, era o máximo ser secretário-geral. O cargo concedia mais de oito mil benefícios, como vale-compras infinito no Wal Marx, trezentos camponeses para realizar serviços em sua casa, quinze moças virgens da República Checa e uma biblioteca com todos os livros de Lenin, Karl Marx, Gueorgui Plekhanov, Paulo Coelho e Bruna Surfistinha, além de suprimento infinito de vodka.

Na prática, o secretário-geral era o presidente da URSS. Podia fazer praticamente tudo, menos falar mal do design dos carros Lada. O cargo chegou a ter outras denominações, como secretário-responsável ou secretário-primeiro, mas como ele nem era responsável e nem o primeiro, pois, como todo homem, quem mandava mesmo era a mulher, os burocratas do partido optaram pela denominação geral. Josef Stalin não gostava da referida denominação, preferindo ser chamado como Deus, Zezé ou Tio Joe.

Após o fim do período stalinista, nada mudou em relação ao cargo, com a diferença de que os sucessores passaram a delegar funções mais dispendiosas, como despachar camaradas para a Sibéria ou assinar papelada na mão de acessores associados a outros setores, como a KGB e o Politburô, respectivamente. Dessa forma, sendo mais como de função decorativa, o cargo de secretártio-geral era o símbolo do PCUS e da própria URSS, mas, na prática, podia ser limado caso tomasse uma direção diferente do Comitê Central, como Sukita Nikita Khrushchov sentiu, ao ser removido do cargo para ser substituido por Stalin Jr. Leonid Brejnev.

Secretariado do Comitê Central[editar]

Era o órgão máximo da administração do Partido. Era responsável por colocar em prática os delírios do Politburo e do Secretário-Geral, e, consequentemente, criou toda a monstruosa máquina burocrática da URSS. Até 1922, ele era apenas um cargo técnico, mas como Lenin tinha uma série de miguxos para agradar, visto que estes lhe deram apoio nas horas mais difíceis, ele resolveu arrumar um bico para cada um deles. Dessa forma, o Secretariado é ampliado, tendo dois responsáveis e sete mil quinhentos e vinte auxiliares, sendo que esse contingente é de antes de Stalin assumir o poder.

Josef Stalin, sempre ele, resolveu criar mais um órgão, o de secretário-geral, para inflar o próprio ego e demonstrar que ele era melhor que os outros. Pouco tempo após assumir, perdeu-se as contas de quantos camaradas trabalhavam no secretariado, ainda mais depois que Stalin sancionou um lei para que houvesse um representante do órgão em cada cidade com mais de 25 mil bêbados habitantes. Com isso, o secretariado do Comitê Central seguiu ganhando importância e inventando novas formas de tornar as coisas mais complicadas e com uma quantidade maior de documentos a serem preenchidos e protocolados. Eis que nasce a burrocracia burocracia soviética, famosa por não ter seus recordes de tempo, gastos e paciência ainda quebrados, sendo os mais longos que já existiram.

Em 1926, foi fixado o número de cinco titulares e dois candidatos. Esses suplentes, para aguentar a ansiedade de, um dia, assumir um posto permanente, contavam com um staff de quatrocentos e quarenta auxiliares para fazer grupos de auto-ajuda, oferecer calmantes, vodka e outros serviços que pudesem ser requeridos. Stalin, que não gostava nem um pouquinho de aparecer e ter poder, seguiu sendo membro do secretariado, mesmo que sua única função fosse a de ir nos coquetéis e festas de lançamentos de novos armamentos, para encher o bucho e o ego e despachar pessoal para a Sibéria. O órgão existiu até 1991, quando já não apitava mais em nada.

Ser secretário-geral do PCUS era uma festa. Nada melhor do que um jantarzinho às custas do Partido!

Politburo[editar]

Cquote1.png Você quis dizer: político burro Cquote2.png
Google sobre Politburo

Apesar de dar vontade, não devemos acreditar que o nome desse órgão seja a junção entre as palavras político e burro, até porque, em russo, por determinação do Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética, essa combinação de palavras é terminantemente proibida... Esse órgão era o responsável pelas burradas decisões políticas tomadas pelo partido. Em tese, a sua ação se dava no âmbito do partido, o que na URSS, como vimos, significa mandar no país todo. Durante 1952 e 1966 teve o nome de Presidium, devido à obrigatoriedade de se renunciar à vida pessoal em nome da causa comunista, nem sexo, nem tomar vodka. Como essa última medida era tida como absurda e desumana, por ordem de Leonid Brejnev, que gostava da coisa, foi revogada.

Havia uma regra fundamental para garantir o bom funcionamento do Politburo. Qualquer criticazinha ao andamento do plano comunista para dominar o mundo deveria ser discutida antes das reuniões importantes e, principalmente, do Congresso do Partido Comunista da União Soviética. Tal qual a festa de final de ano da firma, o Congresso reunia todos os membros do partido, e terminava com churrasco,vodka e amigo oculto. O único assunto que jamais poderia entrar em pauta era o bigode de Stalin, que nunca poderia ser questionado, porque era fashion e melhor que o do Hitler.

Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética[editar]

Órgão criado por Josef Stalin (ah, não me diga...) em uma tarde quente de verão, primeiramente como forma de perseguir Leon Trotsky de todas as formas possíveis, inclusive publicando artigos em revistas de moda alfinetando o estilo e o cabelo desarrumado do inimigo. Depois disso, a função fundamental era garantir a boa convivência entre os cidadãos soviéticos, educando e agindo em situações pontuais que causassem risco à harmonia e paz do regime comunista soviético. Era um órgão com ação em toda a sociedade, mas era vinculado diretamente ao partido porque Deus quis.

Orgburo[editar]

Quando você ouvir falar que na União Soviética que todas as fazendas, indústrias, bordéis e tudo mais que existia pertencia ao Estado, saiba que quem controlava isso era o Orgburo. Tinha menor prestígio que os órgãos anteriormente descritos, mas tinha poder,e se quisesse, podia mandar qualquer um ir plantar batatas, nabo ou mandioca na Sibéria. Este órgão era o almoxarifado da URSS, tanto em questão de material quando de pessoal e estava atrelado ao Politburo e ao Comitê Central, tendo atuação em todo o território soviético (e algumas vezes nos sock puppets na União Soviética). Este setor era o responsável pela criação e realização dos planos quinquenais, que diziam como a economia do país deveria ruir ir. Obviamente, nenhum dos membros do orgburo possuia alguma formação em economia, ou em qualquer outra coisa que fosse por ser empregos de cabide, o que dificultava certas coisas.

Este órgão também tinha plenos poderes para atuação no setor militar. Explicando melhor, era esse órgão que definia quem vai fazer o que para conseguir realizar os planos do Politburo e do Secretário-geral. Se este órgão decidisse construir mil bombas nucleares cor-de-rosa com pintinhas amarelas, era o Orgburo que iria reunir gentilmente os técnicos e materiais necessários, nem que pra isso fosse necessário criar um acampamento de férias (vulgo Gulag) na estepe siberiana, para as famílias dos envolvidos e dos responsáveis, caso as metas não fossem cumpridas. E, depois de cumpridas, os envolvidos, para evitar deserções ou vazamento de informações, ganhavam gratuitamente de graça passagens para umas longas férias na Sibéria. Caso não gostassem do destino, os camaradas da KGB entravam em contato com os envolvidos e suas famílias.

Congresso do Partido Comunista da União Soviética[editar]

Show de stand-up comedy de Brejnev, durante um Congresso do PCUS. Cquote1.png Vocês conhecem aquela do presidente americano mulherengo? Cquote2.png

Você já ouviu falar de Woodstock, aquele bacanal a céu aberto festival hippie realizado em 1969? E das comemorações de Reveillon no Rio de Janeiro? E do velório do Kim Jong-Il? Pois bem, nenhuma dessas grandes mobilizações populares chega aos pés do que era o Congresso do PCUS. Em tese, deveriam participar apenas dirigentes, mas sabe como é, tem o amigo que gostaria de conhecer Moscou, tem o assessor para amarração de cadarços, tem o assessor de assuntos de natureza supérflua... Ou seja, todos os filiados ao partido acabavam indo.

O PCUS mandava construir hotéis apenas para o congresso, já que normalmente eles não existiam, porque ninguém fazia turismo na URSS (a não ser quando eram enviados para férias permanentes na Sibéria), e depois do evento os prédios eram transformados em fábricas de bazuca e carros Lada. A programação normalmente estava dividida em quatro eixos:

  1. Recordar os maravilhosos e fundamentais herois do Partido, leia-se Lenin e Stalin. Falar em Trotsky geralmente causava alguns problemas);
  2. Analisar as últimas medidas tomadas para acabar com o Capitalismo em âmbito mundial;
  3. Eleição dos novos delegados regionais do Partido, o que levava até dois meses, dada a quantidade de formalidades, de candidatos e de votantes;
  4. Festa de Encerramento, com discurso do Secretário-Geral, do Politburo, do Orgburo, do Secretariado do Comitê Central, de cada um dos delegados eleitos e de setenta e quatro militantes escolhidos por sorteio. Como ato final, realizava-se a premiação do Communist Awards, prêmio do mérito bolchevique, onde o maior prêmio era a Perestroika de Ouro.

Em tese, o Congresso era a instância máxima do PCUS. Na prática, ela era feita apenas com o intuito de beber uma vodkazinha com os camaradas, porque o poder era exercido, na prática, pelos órgãos acima descritos.

Atualidade[editar]

O motivo pelo qual muitos querem reviver o PCUS.

Cquote1.png Esto nón ecziste! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre atualidade do PCUS

Embora o PCUS tenha se tornado ilegal na URSS em agosto de 1991, o país se dissolveu em dezembro do mesmo ano, não dando nem tempo para sentir o gostinho de uma União Soviética sem o Partido Comunista, isso também porque quem estava governando de fato era Boris Yeltsin. Embora os camaradas quisesem reviver o partido com toda a glória e força, o povo não estava mais a fim de outra enrabada no velho modelo stalinista. E, quando a URSS definitivamente peidou pra muzenga, o sonho acabou. No entanto, há ainda quem queira recriar o estado comunista e também o partido.

Mas não é bem por aí. Por razões óbvias, o Partido Comunista da União Soviética não poderia existir mais, visto que a União Soviética segue existindo apenas em jogos de computador, em livros de História e nos corações dos comunistas pelo mundo (menos na China, que prefere a careca sexy de Mao Tsé Tung). Logo depois da dissolução da URSS, a proibição do partido foi sendo revogada nas antigas repúblicas soviéticas, e vários PC (não é computador, energúmeno, é a sigla de Partido Comunista) surgiram. Esses partidos estão reunidos na União dos Partidos Comunistas, cujo objetivo é pensar em justificativas para a sobrevivência do comunismo e como reimplantar a URSS novamente, MWAHAHAHAHAHA!

Ver também[editar]