Pato Branco

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Hitler curtindo um som do Fresno.

Pato Branco é Emo.
Respeitem-no(a), ou um deles chamará o Adolfinho para te transformar em purpurina.


Pato Branco
Pato 1536.jpg
Pato Branco
Localização Himalaia
Altitude Entre 120 e 2950m.
Clima Infernal no centro, de montanha nos morros.
Prefeito Alceni Guerra
Lema BELTRAVM DELENDA EST (Beltrão deve ser destruída).
Heróis Locais * Alexandre Pato, Rogério Ceni, Roberta Close, Clodovil, Bozena
Gentílico Arrogante (Prepotente e Nojento também bastante difundidos)
Religião Parvoegocentrismo
População Menor que Beltrão
Área Menor que Beltrão
PIB Menor que Beltrão
IDH (Quociente de Idhiotas) Maior que Beltrão
Hino Qua qua qua qua qua qua. Qua qua qua qua qua qua.

Cquote1.png Pato Branco está encravada numa das regiões menos desenvolvidas do Paraná [sic] e tem uma vida política semelhante à de milhares de cidadezinhas do Brasil. Os dois vereadores mais votados são um radialista {Carrapicho}no melhor estilo Ratinho e um puxador de carroças semi-analfabeto{Minerinho} Cquote2.png
Veja sobre Pato Branco
Cquote1.png Até 2020 70% da população de Pato Branco falará inglês fluentemente Cquote2.png
Alceni Guerra sobre White Duck, na mesma edição da Veja. De lá para cá já foram sete anos, ou seja, um quarto da população de Pato Branco já deveria estar falando inglês.
Cquote1.png Nos últimos dias um ex-vereador e advogado, Gílson Marcondes, fez uma carta denunciando o prefeito e o deputado estadual da cidade sobre pagamentos ilícitos nas campanhas. Cquote2.png
Ainda na mesma edição da Veja.
Cquote1.png É maior que Francisco Beltrão, juro! Cquote2.png
Pato-branquense sobre Pato Branco
Cquote1.png O IBGE mentiu, nós somos maiores do que Beltrão, refaçam esse censo de merda até provar isso!!! Cquote2.png
Roberto Viganó sobre Pato Branco
Cquote1.png A equipe fez um bom jogo, o grupo está coeso e nós procuramos sempre fazer o que o professor manda... Cquote2.png
Alexandre Pato sobre Pato Branco
Cquote1.png Pato Branco rumo a primeira divisão! Vamos lá, Zezinho, Pato Branco inteira está junto com você. Depois do pênalti o juiz avisou que vai acabar o jogo. Partiu Zezinho, bateu... PUTA QUE PARIU, PRA FORA!! Cquote2.png
Narrador pato-branquense sobre Pato Branco
Cquote1.png você quis dizer Lixo Cquote2.png
Google sobre Pato Branco
Cquote1.png Pretendo passar uma temporada treinando no K2 para depois tentar escalar Pato Branco. Cquote2.png
Waldemar Niclevicz sobre seus planos para o futuro
Cquote1.png Capital do Universo, projetada a nível mundial graças ao programa do Falabella, e muito maior do que Francisco Beltrão Cquote2.png
Jornaleco local, com tiragem de três exemplares anuais sobre Pato Branco
Cquote1.png Atira!!! ATIRA!!! Cquote2.png
Caçador sobre Pato Branco
Cquote1.png Pato Branco... é a Treva... Cquote2.png
Bianca (Caras e Bocas) sobre Pato Branco.
Cquote1.png Lá em Pato Branco... Cquote2.png
Bozena sobre Pato Branco.


Tabela de conteúdo

Origens

Pato Branco é uma cidade autointitulada "Capital do Sudoeste", e está encravada no refugo de territórios montanhosos que Mittëlregion não quis após vencer a Guerra do Contestado.

Lá pelos anos 30, alguns pelotenses resolveram deixar os prazeres de sua terra natal em busca de novas emoções em Campinas, mas no meio do caminho, cansaram e resolveram sentar (no bom sentido) no local onde viria a ser Pato Branco. Atualmente é a cidade com maior densidade demográfica do EUS, com 2,5 prédios por habitante.

Há uma versão que afirma que Pato Branco teria sido fundada por Pato Donald, quando fugia com outros nazistas para a Argentina. O nome da cidade seria, portanto, uma alusão à pureza da raça ariana. Essa versão parece ser a verdadeira, pois até hoje há resquícios de intolerância e complexo de superioridade entre a população local.

O maior orgulho histórico de Pato Branco foi uma briga de foice entre jagunços e o MST, em 1957, por um pedaço de mato. Um acontecimento sem valor algum, mas que contado pelos poetas locais se transforma em uma epopeia maior do que a Ilíada.

Cultura(???)

A principal fonte de informação e cultura em Pato Branco é o jornal Diário do Sudoeste, com sua excelente equipe de repórteres que sempre estão atualizados

O pato-branquense em si, considera-se mais cosmopolita que um nova-iorquino nato. Acredita que o asfalto é uma invenção da cidade e que o maior edifício do mundo é o Frei Policarpo, mesmo o tal edifício sendo mais baixo até mesmo que os morros circundantes a cidade.

É a maior cidade gaúcha fora do Rio Grande do Sul, onde durante todo o dia as rádios tocam apenas vanerão e reprisam jogos do Grêmio e do Inter, onde há cerca de 250 CTGs, e onde se vê velhos de bombacha em plena praça, com um calor de 35ºC.

Nessa praça existia uma estátua de um casal nu fazendo sexo em frente à Igreja, mas o prefeito a levou para seu gabinete a fim de se inspirar quando está com sua secretária. Outra obra monumental está na parede do Teatro Municipal: um painel com três homens nus fazendo trenzinho. Trata-se de uma política de aumento populacional da Prefeitura, que faz de tudo para superar o número de habitantes de Francisco Beltrão. O estímulo da Prefeitura à reprodução é tanto que o Erário chega a financiar as prostitutas para que trabalhem desde a uma da tarde. Mesmo assim, a população não aumenta, e continua sempre atrás de Beltrão. Cientistas locais formados pela UTFPR (vulgo CEFET, um colégio que se acha Universidade) concluíram que o problema está nas origens gaúchas da população, que não é muito chegada à atividade reprodutiva.

Pato Branco é o único lugar do mundo onde os italianos não falam uma palavra em italiano (a não ser “porco dio”), e os alemães não falam uma palavra em alemão (a não ser “Scheisse”). A primeira coisa que o pato-branquense aprende depois que sai do ovo nasce é “somos maiores que Beltrão”. Durante sua vida, o pato-branquense nunca dominará o português, mas saberá dizer “somos maiores que Beltrão” em 150 idiomas, inclusive em esperanto e na língua do P.

A cidade, por sinal, em sua megalomania, quis se tornar a “capital mundial do esperanto”. Conseguiu, já que a língua que se fala por lá não se parece com nenhuma desse planeta.

Personagens

Bozena: ilustre ex-moradora de Pato Branco, que atualmente ganha a vida em Verona, como já fizeram ou sonham em fazer 99% das mulheres locais.

Os cidadãos honorários locais são sempre jogadores de futebol que nasceram lá e nunca mais pisaram no lugar. Os pato-branquenses têm orgasmos só de ouvir falar em Rogério Ceni ou Alexandre Pato. Mas o time da cidade nunca ganhou nem um inter-capelas. O melhor momento da equipe fora quando quase ascendeu à primeira divisão. Entretanto o craque do time, Zezinho, na cobrança do pênalti decisivo no último instante da partida chuta para a fora, despertando a ira do imparcial narrador da rádio local.

Uma mão tentando acertar uma estrela com um ovo de pato. O verde refere-se ao matagal abandonado por Mittëlregion. A faixa Amarela é uma alusão ao relevo inclinado da cidade. O branco é o que se passa na cabeça da população. A estrela representa o gosto do povo local em parecer mais do que é. O ovo de pato é um retrato de Pato Donald quando jovem.

Informações Gerais

O esporte preferido da população local é falar mal de Francisco Beltrão, (haja visto que lhes falta competência para ao menos se igualarem aos beltronenses) desde que há 20 anos, perderam-lhes a fábrica da Coca-Cola. Recentemente, um viaduto mal-feito tornou-se o maior orgulho dos munícipes, pois era algo que Francisco Beltrão não tinha.

Entre alguns epítetos da cidade, estão "capital das cidades sem cinema do Paraná", "cidade onde os restaurantes fecham para o almoço", e "capital da maconha".

Pato Donald, fundador da cidade, enquanto aguardava julgamento em Nurenberg, 1946. A história afirma que ele foi o único absolvido desse julgamento, porque conseguiu convencer os juízes que não era nazista, mas apenas o almoço da Totenkopf no dia em que os campos de concentração foram libertados. Estava fugindo para a Argentina junto com outros nazistas, e no caminho, fundou Pato Branco, em memória de seus companheiros alemães com mania de grandeza.
A principal atividade econômica de Pato Branco é enviar desempregados e prostitutas a Verona, para que com os euros que eles tiram dos carcamanos se construam edifícios muito coloridos, que chamam a atenção pelo ridículo. Em Pato Branco se pode encontrar casas roxas com telhado azul, edifícios verdes com bolinhas amarelas, e várias construções verde-limão ou vermelhas. Mesmo assim, a maioria dos edifícios costuma ficar abandonada durante trinta anos, abrigando estupradores e drogados, até que algum mafioso local compre suas ruínas por preço de banana e monte ali mais um prostíbulo de luxo.

A cidade também é famosa por ser rota do tráfico de drogas, de onde vem seu título "capital da maconha". Durante todo o dia se pode ouvir os foguetes dos traficantes avisando que a encomenda chegou. De dez prefeitos, onze foram chefões do crime local.

Símbolos Cívicos

A bandeira municipal é belíssima! Uma mão jogando bulita com um ovo de pato. Referência à cultura buliteira dos munícipes, à sua lendária mediocridade e ao seu orgulho de serem coisa nenhuma. E também ao difundido costume dos pato-branquenses em dar “patadas” em todo mundo, já que a arraigada falta de educação é mais uma característica marcante do povo local.

Bairros

É bairro demais até para uma cidade de verdade, quanto mais para um buraco minúsculo e insignificante como Pato Branco. São mais de 40 bairros, o que mostra que, reconhecendo serem incapazes de superar Francisco Beltrão em população, arrecadação, educação, cultura, etc, etc, os pato-branquenses resolveram vencê-los em número de bairros. Para isso, chegaram ao ponto de criar bairros de uma quadra só, ou chamar de bairro alguns pastos ou plantações. Não se surpreenda se, em Pato Branco, ao caminhar por uma rua de 300 metros de comprimento, você atravessar cerca de 18 bairros:

AEROPORTO – Não existe aeroporto em Pato Branco, pois ninguém se interessa em pousar em um lugar desses. Mas a mania de grandeza do povo local cismou que aquela pista de asa delta é um aeroporto, e por isso chamam uma das colinas locais de Bairro do Aeroporto. No mapa da cidade, até um Boeing colocaram sobrevoando o bairro. Destaque para a placa de advertência existente no referido aeroporto (foto), a qual demonstra que além de cinema, também não existe escola primária em Pato Branco.

O corretíssimo português dos patobranquenses, em placa do aeroporto local. Normal. Afinal, pato não fala, mesmo. Por que deveria escrever corretamente? Além disso, trata-se de Pato Branco, e não de uma cidade qualquer. Ali, nem o português se aplica, fala-se em esperanto.

ALTO DA GLÓRIA – Porta de entrada do pior bairro da cidade, o São João. Na verdade, é a mesma coisa: catadores de papel e assaltantes se escondem lá, e se você não der no pé antes das 15 horas, pode ir tirando as medidas para seu caixão.

ALVORADA – Junto com São Cristóvão, forma a região conhecida como RASGA DIABO. Quem quer um boquete fácil ou uma prostituta por 20 reais, é só pintar por lá a partir das 14 horas, em qualquer dia da semana. Inclusive aos Domingos.

AMADORI – Chamam isso de bairro, mas é apenas a quadra do CESI. Um prefeito criou esse bairro de uma quadra porque queria comer a filha de um Amadori, e fez isso para lhe puxar o saco.

ANCHIETA – Algumas casinhas à beira da BR 158, escondidas no meio do mato. Junto com o Jardim das Américas, é um dos bairros onde é mais fácil se perder. Não por ser grande, mas por ser mal planejado, como tudo em Pato Branco.

BANCÁRIOS – Uma subida extremamente íngreme, cheia de vielas e becos sem saída. Outro bairro de duas quadras, cujo nome não tem explicação.

BELA VISTA – Favelão à beira da BR 158, que acaba em um chiqueiro. Ultimamente, tem se destacado por suas gangues e prostitutas baratas.

BOM RETIRO – Não é bairro. Apenas o matagal entre o Planalto e Vitorino. Possui apenas um prostíbulo, o "Curvas Bar", onde você paga 100 real para comer uma das putas fora dali. Se quiser comer no local, é mais barato.

BONATTO – Outro potreiro que resolveram chamar de bairro. Só tem sítios e mato, mas como as terras fora griladas por um tal Bonatto, acabou levando o seu nome. A paisagem marcante desse bairro são as vacas pastando nos morros.

BORTOT – Conhecido como “o bairro do cemitério”. Cemitério que, por sinal, está invadindo a calçada, porque o espaço acabou. Os moradores do bairro se especializaram em interpretar Hamlet, porque cada um tem sua própria caveira para ensaiar. A população da cidade está aumentando apenas debaixo de sete palmos. Mais de 80% dos pato-branquenses está debaixo das lápides nesse bairro. Fora isso, esse bairro tem uma zona de meretrício razoável por ser ainda nova.

BRASÍLIA – Um dos bairros da “elite”. O dinheiro do tráfico é ostentado nesse bairro sem a menor vergonha pelos mafiosos locais. O valor das casas ali costuma ser dez vezes maior do que o PIB do Gabão. Outra característica é que essas casas ficam vazias durante todo o dia, e à noite todas estão iluminadas por holofotes daqueles usados em pré-estreias de superproduções de Hollywood.

CADORIN – Um sítio com três picadas sem pavimentação e uma serraria, e que resolveram chamar de “ruas”. Mais uma homenagem a uma família de grileiros - provavelmente, os donos da serraria.

CENTRO – Na verdade, em Pato Branco o que não é zona rural, é centro. Nunca se sabe onde acaba o centro e começa um bairro. Para simplificar, centro em Pato Branco pode ser considerado o lugar até onde chega o asfalto e as casas ainda são de alvenaria.

CRISTO REI – Algumas casas colocadas em uma ladeira interminável. É o bairro mais inclinado da cidade, não existe um único terreno plano por lá. Famoso por estar recebendo muitas prostitutas do Rasga Diabo durante a madrugada, e por mototaxis estarem assassinando cabeleireiras por causa de macumba.

DAL ROSS – Não tem uma casa, não tem uma rua pavimentada, não tem nada além de uma montanha de pedra brita. Algum prefeito que, para justificar a ajuda na campanha eleitoral, resolveu tornar a tal montanha de pedra brita um bairro, dando-lhe o nome do dono da empresa.

Em verdade, com muito esforço, pode-se encontrar nesse bairro a entrada para uma única rua, a qual conduz a um recanto ultrassecreto, cheio de associações familiares cujos terrenos foram dados de presente pelo prefeito Boi Bandido aos mafiosos que financiaram sua reeleição.

ENCRUZILHADA - O que há depois do Rasga-Diabo. Além de ser o centro de macumba da cidade, e lugar de desova de cadáveres - como indica o cheiro - , é também uma zona disputada com Vitorino, e muito usada por quem quer fugir da cidade para não pagar imposto mas continuar a ganhar dinheiro em cima dos patos. É como a fronteira com o México nos filmes de faroeste.

FRARON – Bairro localizado em meio a uma plantação de cevada. É um dos mais fedidos também, por causa de um dos vários esgotos a céu aberto, indicador do alto IDH da Capital do Universo.

GRALHA AZUL – Uma espécie de Planalto minúsculo. Está entre o Rasga-Diabo e o Lago Azul, uma favela barra pesada cheia de usuários do bolsa-esmola. Enfim, um ótimo lugar para se perder a virgindade ou a vida. Aliás, o tal Lago Azul, feito para ser uma resposta ao lago do parque de Beltrão, além de estar em uma favela, ainda tem um furo que nem quem o construiu sabe onde está. Por isso vive secando.

INDUSTRIAL – De industrial, esse bairro não tem nada. Foi criado provavelmente para abrigar alguma indústria, mas como esta nunca chegou, acabou se tornando só mais um buraco cheio de usuários de drogas e trombadinhas. Possui morros impossíveis de se escalar, alguns até mesmo interditados por serem perigosos demais.

JARDIM DAS AMÉRICAS – Outro bairro da “elite”. Como todo bairro rico que se preze, está na parte mais alta da cidade. É um dos bairros com maior consumo de drogas, tanto que a diversão dos moradores é soltar foguetes e empinar pipas. É bem fácil se perder nele, também. Entre na rua errada, e você vai acabar no meio do mato ou rolando em uma ribanceira.

JARDIM FLORESTA – Como o nome diz, é no meio da floresta. Outro potreiro cheio de favelados. Possui uma colônia penal para menores, que sempre escapam e tacam fogo no mato, já que não há colchões para queimar.

JARDIM PRIMAVERA – Conjunto de morros que terminam todos na BR 158. Os poucos que não acabam na rodovia, acabam em uma plantação de maconha. Aliás, digo, de mandioca.

LA SALLE – Bairro com a maior concentração de filhos da puta da cidade. Conhecido por abrigar um dos maiores mafiosos da região, bem como vários pés-rapados que se acham importantes. Tem esse nome por causa de um colégio estadual frequentados por ex-ricos falidos, sem condições de pagar uma escola particular para suas crias, mas que não perdem a pose de jeito nenhum.

MENINO DEUS – Outro bairro cheio de morros, provavelmente alguns dos mais difíceis de serem escalados na cidade. É comum as ruas começarem com uma descida em ângulo de 90º e acabarem em uma subida em 85º. Cercado de pasto por todos os lados.

MORUMBI – Antigo Chaparral, é apenas um anexo do Rasga-Diabo. Abriga um galinheiro gigante, e cerca de 98% das mulheres ali são prostitutas. As outras 2% são menores de 5 anos, e portanto, ainda não iniciadas. É um dos inúmeros bairros onde o esgoto corre a céu aberto (isso é o alto IDH dos pato-branquenses).

NOVO HORIZONTE – Um Planalto que não deu certo. Suas ruas têm nomes de flores, e não é nada mais do que outro anexo do Rasga Diabo. Leva a fama de possuir cinco das ruas mais inclinadas da cidade. Todas acabam em um potreiro interditado por contaminação de esgoto.

PAGNONCELLI – Único caso de uma fazenda que foi elevada à condição de bairro. Manobra da Prefeitura para poder cobrar IPTU em zona rural. Não tem nada além de uma estrada de chão batido que passa entre uma floresta. Em outra cidade, seria um ótimo lugar para abrigar drogados. Mas em Pato Branco isso não é necessário, pois lá os drogados não precisam se esconder de ninguém. Fica exatamente em frente ao bairro das plantações de maconha. Aliás, digo, de mandioca.

PARQUE DO SOM – Outra fazenda, mas com alguns moradores a mais, todos da mesma família e com vontade de lucrar com a especulação imobiliária. Por isso transformaram sua fazenda em bairro, e com o dinheiro vão embora para a Itália, fazer o que todo patobranquense faz por lá: virar traficante ou prostituta.

PARZIANELLO – Bairro situado no fundo de um vale, cercado de subidas por todos os lados. É o pior lugar para quem anda a pé na cidade, pois para qualquer lado que se vá, é preciso subir uma montanha. Mas há também o lado que acaba em uma plantação de milho.

PINHEIRINHO – Outro favelão, que possui como principal característica a inexistência de qualquer via de acesso. Apenas curvas e becos sem saída. Se você tiver o azar de errar o caminho neste bairro, fatalmente acabará caindo em um rio ou no meio do mato, em meio a cadáveres ou pilhas de camisinhas usadas.

PINHEIROS – Oficialmente, o bairro nobre da cidade. Leva o nome do clube da grã-finagem local, e tem como características, além das mansões gigantescas, a inexistência de qualquer placa indicando o nome das ruas, e a ausência de números nas casas. Apenas quem está “por dentro do esquema” sabe como achar um mafioso por lá. Também esse bairro se acaba em um matagal, cheio de cadáveres e pilhas de camisinhas.

PLANALTO – Bairro que os pato-branquenses, na sua megalomania, adoram dizer que é “o maior do Sudoeste do Paraná”. É um antigo BHN que inchou muito, e hoje é uma pequena cidade. Suas ruas têm nome de passarinho. Só é lembrado em época de eleições, pois todo mundo quer os votos de lá. A maior diversão que há por lá e ir até a caixa d´água e contemplar o São João e a eterna nuvem negra que paira sobre ele.

SAMBUGARO – Na verdade, é o Anchieta com outro nome. Nunca se sabe onde acaba um e começa outro. Também é fácil se perder ali, porque todas as ruas mudaram de nome, e ninguém sabe sequer o da própria rua onde mora. Famoso por suas ruas terem os nomes de vários empresários levados à falência pelas vigarices da família do atual prefeito.

SANTA TEREZINHA – Em tamanho, é o maior bairro da cidade. E também o que tem as ruas mais esburacadas. É um dos bairros que costuma alagar quando chove. Como a maioria dos bairros em Pato Branco, este também acaba em um rio, no meio do mato - ou seja, em meio a cadáveres e camisinhas.

SANTO ANTONIO – Mais um anexo do Rasga-Diabo. Era um potreiro que foi invadido por papeleiros, e hoje é morada de muitas prostitutas e ladrões. Um bandido famoso na cidade (Nego Beto) tinha ali o seu esconderijo, em um reflorestamento com três eucaliptos. Esconderijo esse o qual, obviamente, a competente polícia pato-branquense jamais encontrou. Está grudado com o Alvorada, e possui algumas das ruas mais mal pavimentadas, perdendo nesse aspecto apenas para o São Cristóvão. Tem o motel mais barato da cidade, sempre rodeado de prostitutas. Bom para quem quer dar uma rapidinha sem gastar muito.

SÃO CRISTÓVÃO – Era uma terra devoluta que foi grilada por um gaúcho, cujo maior sonho era pegar o Oeste do Paraná e transformar em um estado só para ele (estado do Iguaçu). Posteriormente, o lugar foi invadido por vagabundos e prostitutas. Hoje é o bairro dos caminhoneiros, faz divisa com Vitorino, e sua fonte de renda são os motéis da PR 280, sempre fervilhando de prostitutas a qualquer hora do dia. Conhecido como Rasga Diabo por causa das facadas que acontecem a toda hora na zona. É o bairro que sempre se fode em época de vendaval e granizo. Qualquer garoa costuma destelhar 100% dos barracos ali. É comum fazer sol no Centro enquanto passa um furacão no São Cristóvão. As ruas são de chão batido, e quem der a volta por esse bairro vai poder sentir um asqueroso cheiro de carniça que jamais se acaba. Isso se deve ao lixo e aos mortos que são jogados no lugar.

SÃO FRANCISCO – Não é bairro, mas uma nova investida da voraz especulação imobiliária pato-branquense. Nenhum dos números das casas está correto ali. Em primeiro lugar, porque é imensamente difícil para um pato-branquense conseguir contar até 10 sem incluir o 333 e o 1024 na contagem. E em segundo lugar, porque nesse glorioso bairro existem apenas duas casas e uma serraria. O resto do bairro é formado por terrenos baldios esperando valorizarem para serem revendidos.

SÃO JOÃO – Antigas Malvinas. O lixão da cidade. É fácil distingui-lo no Google Earth: é um quadrado cor-de-merda a oeste da cidade, tão podre que a sujeira pode ser vista do espaço. Os elementos perigosos demais até para morar no Rasga Diabo foram jogados no São João. Boa parte deles é de Coronel Vivida. Durante o dia todo se enxerga fumaça pairando sobre o bairro. A cada cinco minutos, chega uma ambulância para recolher os restos de mais uma briga de bar. Bar, aliás, é o que não falta nesse local. Cada barraco é um boteco. Não há asfalto, água e esgoto, nada. A escola municipal, por sinal, a 4ª pior do Paraná - motivo pelo qual cegou até mesmo a ganhar um prêmio do governo do estado -, utiliza um “gato” para ter eletricidade. A fonte de renda são os bairros vizinhos, constantemente assaltados, e o tráfico de órgãos, já que a produção de cadáveres ali é a mais elevada da cidade. A renda local já superou a de vários bairros mais nobres, tanto que o prefeito Boi Bandido já estuda a possibilidade de cobrar IPTU dos honrados habitantes locais.

SÃO LUIZ – Mais um potreiro com três ruas e cheio de morros. Possui o único clube da cidade onde se joga uma espécie de boliche, mas que, como não poderia deixar de ser, vive fechado.

SÃO ROQUE – Mais um anexo do Rasga-Diabo. Mais prostitutas e bêbados. Sua atração maior é a supermansão de um famoso parricida, cheia de guaritas, cerca elétrica e rottweillers para defesa. Fora isso, mais nada.

SÃO VICENTE – Um bairro entre três outros. Nunca se sabe onde acaba um e começa outro. Surgiu como desculpa para os moradores erguerem uma "associação do bairro" e poderem encher a cara nos bailões tipo rasga-bucho.

SUDOESTE – O Santo Antônio com outro nome. Muito mais escondido do que este, mas igualmente perigoso e cheio de prostitutas.

TREVO DA GUARANI – Seu mérito é possuir o trevo mais complicado de se trafegar da história do automobilismo. Dizem que o labirinto desse trevo é apenas justificativa para os 300 milhões de reais gastos para fazê-lo (e que hoje repousam em alguma conta nas Ilhas Cayman).

VENEZA - De veneziano, esse bairro tem as ruas, que também são esgotos a céu aberto e se alagam quando chove. Nenhuma das ruas tem saída, todas acabam em um pasto. Não tem casas, apenas algumas taperas sem reboco, que estão sempre fechadas, já que seus moradores circulam pela cidade recolhendo caixas de papelão e furtando residências.

VILA ESPERANÇA – Antigo Picumã. Era o São João dos anos 80. Não mudou muito. Acaba, para variar, em um morro interditado no meio de uma floresta. O meretrício por lá já foi melhor.

VILA ISABEL – Um bairro cheio de subidas e descidas, mas cujas ruas são inclinadas também lateralmente. Em razão disso, neste bairro usa-se apenas tratores para locomoção.

Pontos de Referência

Há alguns pontos de referência usados para se indicar onde ficam as coisas em Pato Branco.

  • Trevos – Trevo do patinho, onde fica o orgulho municipal, obra que os pato-branquenses levaram 50 anos para conseguir e ainda fizeram toda torta, e que consiste em uma ponte rachada sob a qual um caminhão não consegue passar sem interditar o centro da cidade, e que eles chamam de “Viaduto”. Nesse trevo, obviamente, há a estátua de um pato, que não é mais branco, mas amarelo, sob uma base roxa. Nunca nos esqueçamos que pintar tudo com cores berrantes é outra característica dos “patos”, e expressão de seu boiolismo.
  • Trevo da Guarani – Obra superfaturada que elevou todas as estradas de chão dos seus arredores à categoria de retornos rodoviários, pois nenhum motorista que é obrigado a passar por esse trevo sabe como fazer para sair dele, o que obriga todos a tomarem desvios para evitá-lo. O Google Maps, ao tentar definir a rota correta para se sair desse labirinto, dá simplesmente um nó cego na linha vermelha que indica a direção.
  • Trevo da Patrola – Essa patrola é na verdade um motelzinho de beira de estrada, pois fica no bairro São Cristóvão. E lá, como bem se sabe, qualquer mulher acima de 10 anos de idade já conhece o comprimento, o cheiro e a bitola de todos os órgãos masculinos da cidade.
  • UTFPR - Um reduto de maconheiros e biscates que querem dar para os guitarristas que tocam nos intervalos das aulas. É comum as caminhonetes vindo de Itapejara recolherem uma dúzia de vagabas no trevinho da UTFPR, que pagam a carona na mesma moeda com que as romanas pagavam os gladiadores.
  • Repato – Era uma antiga recapadora de pneus, que ficava em uma curva da avenida. Fora o ridículo do nome, que como não poderia ser diferente, tinha que ter um pato no meio, essa recapadora marcava o local conhecido outrora como “Teresol”, que pelo seu visual particularmente feio, acabou se tornando ponto de referência. Hoje, ali não há mais nada funcionando, e por isso se tornou mais um dos moteizinhos improvisados pela putaiada que desce do Rasga-Diabo todas as noites.
  • Posto 6 Rodas – Antigamente, era o começo do lugar onde Judas perdeu as botas. Ou seja, onde a cidade acabava. Na verdade, é mais ou menos por ali que a cidade se acaba, pois dali para frente tudo é Rasga Diabo.
  • Ginásio Patão – Diante da estátua de um pato de boné segurando uma bola (sic), está o Patão. Nesse ginásio se reúnem os maconheiros da cidade, tanto de dia quanto de madrugada. E à noite, eles se reúnem ali para estuprar e matar quem estiver por perto. Até agora, três homicídios foram confirmados.
  • Rizzi – Um edifício com elevador panorâmico feito em 1990, o que se nota pelo estilo quadradão de Fiat 147 do tal elevador. Quem o construiu quis, como bom pato-branquense, aparecer. Só conseguiu criar um elefante branco no meio da cidade, em um terreno torto que ameaça afundar e transformar o edifício em uma Torre de Pisa. O prédio hoje é habitado por gente despejada de outros imóveis pela Caixa Econômica, e que pagam apenas o condomínio, já que nenhum dono de apartamento encontra inquilino que pague o que pedem de aluguel.
  • Igreja Matriz – Em estilo românico, essa igreja possui uma torre com um relógio que sempre atrasa por causa do vento, e uma gravação de sino tocando. Possui ainda um órgão de tubos que um único padre, já com 90 anos de idade, ainda sabe tocar. Quando é tocado, é um acontecimento na cidade, vem imprensa, delegado, prefeito, vereadores, juízes, inspetor de quarteirão, tem discurso, tem festa...

Foi magistralmente pintada de amarelo-ovo pelo lendário rei Alceni, o Guerra, que aproveitou para colocar uns holofotes ao redor. Os holofotes pifaram há décadas, mas o ridículo do amarelo-ovo permaneceu. Recentemente a Rainha Vaca Bandida decidiu que vai pintar a igreja de cor-de-rosa, em homenagem aos gaúchos da cidade. Fanáticos de uma seita evangélica local (com milícia e tudo) já chegaram a fazer uma ciranda ao redor dessa igreja e pedir a Deus que ela desmoronasse.

  • Clubes – Grêmio, que fica no meio de um matagal, e que sempre teve os funcionários mais mal-educados que um clube social pode ter. Se bem que, em Pato Branco, boa educação é tão rara que fica difícil definir má educação tendo apenas pato-branquenses como exemplo.
  • Pinheiros, sinônimo de alta sociedade. Em pleno mês de agosto se pode ver lá um cartaz anunciando “grandioso baile de carnaval”, o que indica o quanto os pato-branquenses estão preocupados em se atualizar.
  • Iguaçu, uma porção de granfinos cercada de Rasga-Diabo por todos os lados. Vive fechado, talvez porque, sempre que abre, é invadido pelos vagabundos e prostitutas que frequentam os arredores.

Curiosidades

  • A mania dos pato-branquenses de pintar suas casas e edifícios com cores berrantes começou após a invenção do Google Earth, pois com isso acreditavam que sairiam melhor na foto. Só se esqueceram de pintar também os telhados e lajes, que são a única coisa que uma foto de satélite mostra.
  • Todos os anos, no final do inverno, Pato Branco é atingida por granizo do tamanho de bolas de basquete, e por ventos de até 500 km/h. A intenção de São Pedro com isso, provavelmente, seja destruir a cidade, já que ser padroeiro de um lugar desses está acabando com sua moral no Céu. Mas ultimamente, parece que ele tem desistido da ideia. Vista de cima, a cidade já se parece tanto com um monte de ruínas que nem está mais valendo a pena gastar granizo para destruí-la.
  • Ninguém confirmou ainda, mas dizem que no bairro São João as tias fazem serviço completo por R$ 1,00. Se o cara não se importar em deixar seu cadáver por lá, ou em servir de cobaia para uma das 900.000 novas e mais violentas variantes do vírus da AIDS, da sífilis, da mononucleose e de outras doenças venéreas, pode ser um bom investimento.
  • Rogério Ceni é nascido em Pato Branco. Porra, o que estão esperando para aplaudir??
  • Pato Branco está com Dengue. Soube-se que inclusive dentro da Prefeitura foram abatidos alguns Aedes aegypti.

Turismo e Lazer

Roteiro da diversão em Pato Branco:

  • 1º. Falar mal de Francisco Beltrão;
  • 2º. Ficar sentado na frente dos postos de gasolina bebendo e com som alto incomodando os vizinhos;
  • 3º. Falar mal de Francisco Beltrão;
  • 4º. Juntar uns “pila” e subir até o alto da avenida pegar umas putas no Rasga-Diabo;
  • 5º. Falar mal de Francisco Beltrão;
  • 6º. Ir nos bailes da terceira idade, conhecidos como “bailões do desmanche”;
  • 7º. Falar mal de Francisco Beltrão;
  • 8º. Ver a grama crescer, cuidar da vida alheia e blasfemar muito;
  • 9º. Falar mal de Francisco Beltrão.
  • 10º. Assistir Toma la da cá esperando que Bozena mencione Pato Branco e fale mal de Francisco Beltrão.

Fora isso, o melhor lugar para se ir em Pato Branco é qualquer um onde não se encontre um pato-branquense. Em segundo lugar, para a Argentina, que fica ali perto.

Empresas Pato-branquenses

  • Patocar;
  • Irpato;
  • Repato;
  • Recapato;
  • Escapato;
  • Patomotor;
  • Servipato;
  • Patobrás;
  • Braspato;
  • White Duck;
  • Frupato;
  • Patofruta;
  • Pato Lanches;
  • Mercopato;
  • Pato-indústria;
  • Patoplan;
  • Patoagro;
  • Pato Silos;
  • Patoglass;
  • Refripato;
  • Patofrio;
  • Patolibra;
  • Patoeste;
  • Pato Chaves;
  • Telepato;
  • Patofuso;
  • Pato Polpa;
  • Patofarma;
  • Patomedi;
  • Patoveth;
  • Patinho de Ouro;
  • Pato Bike;
  • Ginásio Patão;
  • Supermercado Patão;
  • Rompato;
  • Patotubos;
  • Metalpato;
  • Patoaço;
  • Egepato;
  • Divipato;
  • Patomade;
  • Elepato;
  • Pato Transportes;
  • Rodopato;
  • Patoágua;
  • Pato Bolsas;
  • Bonepato;
  • Dipato;
  • Patopiscinas;
  • Pato Brindes;
  • Imanpato;
  • Patograf;
  • Pato Doces;
  • Teatro Esperantista Patoarte;
  • Patopoint;
  • Pato Disc Club;
  • Patopé;
  • Patolentes;
  • Pato Fibras;
  • Pato Reveste;
  • Setorpato;
  • Lubripato;
  • Patoar;
  • Patolume;
  • Patoluz;
  • Patolab;
  • Patoterra;
  • Marmopato;
  • Pato Fogo;
  • Pato Fogões;
  • Pato Flower;
  • Afepato;
  • Ampato;
  • Patopeixe;
  • Limpato;
  • Avampato;
  • Pato Loco;
  • Patotrilha;
  • Patosom;
  • Engepato;
  • Patoesporte;
  • Pato Scania;
  • Patodiesel;
  • Patomac;
  • Patomóveis;
  • Patotex;
  • Patópolis (sic);
  • Patocom;
  • Pato Branco Tecnópole

Ligações Externas

Vídeo do fundador de Pato Branco: http://www.youtube.com/watch?v=lFi-Y9WJ8Ho&feature=related

Eis aqui uma mostra da inesgotável modéstia dos pato-branquenses, habitantes da Capital da Galáxia: http://www.7maravilhas.com.br/

Star Ouro 9bits.jpgEste artigo foi artificialmente inflado por pato-branquenses para que ficasse maior que o de Beltão Star Ouro 9bits.jpg


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