Patiminas

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Patiminas


A sempre atual Patiminas. Imagem do centro da cidade(?).

Cquote1.png Você quis dizer: Milho Cquote2.png
Google sobre Patos de Minas
Cquote1.png Você quis dizer: Duck City Cquote2.png
Google sobre Patos de Minas
Cquote1.png Isso é Maricona. Minhas amigas do "MERCADO MUNICIPAL" conhecem êli várias vezes êli! Cquote2.png
Vanessão Ji-Paraná sobre os moto-táxi de Patos de Minas.

Cquote1.png Lá eu me garanto! Cquote2.png
Rubinho Barrichello, autoconfiante dada a lentidão de pato do trânsito patense.

Cquote1.png Pra que colégio vamo esse ano?! Cquote2.png
Jovem patiminense em período de inclusão na vida social, discutindo com seus amigos pra que colégio da moda irão no próximo ano.

Cquote1.png Que que tocou no Paiolão ontem? Cquote2.png
Jovem patiminense querendo ter um gosto musical, claro... baseado no que tocou no paiolão na(s) última(s) festa(s).

Cquote1.png Lá existe uma lagoa. Nesta lagoa não há Patos. Chuck Norris não gosta de Patos. Cquote2.png
Chuck Norris sobre Patiminas

Cquote1.png O paiolão foi feito pra noi bebe Cquote2.png
Jeremias Jose

Cquote1.png Na lagoa não tem patos. Cquote2.png
Típico turista uberlandense sobre Patiminas

Cquote1.png Patiminas, terra de invejosos que não podem ver alguém em melhores condições que logo caem os beiços e querem imitá-los de qualquer maneira. Cquote2.png
MJ sobre Patiminas
aiaiaiauiuiu

Cquote1.png Na lagoa não há patos. A metáfora dos patos é usada pelos habitantes deste brejo/vilarejo na ânsia de libertar o âmago do seu ser. Os patenses usam a alcunha de "patos", abraçando seu alter-ego com saciedade. Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Patiminas

Cquote1.png Claro que tem patos. Eles tão drumino. Cquote2.png
Infante patiminense sobre Patiminas

Cquote1.png Esso non ecziste. Se ecziste não sei onde é. Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Patiminas

Cquote1.png Lá, por preguiça ou caipirice, usam uma forma contrata nas palavras, engolindo a última sílaba sempre que podem. Exemplos são "patiminas", "belozonte", "novozonte", "fest-do-mi". Cquote2.png
Professor Pasquale sobre Patiminas

Cquote1.png Patiminas é bão demais, fi. Lá eu cheiro gatinhos na praça da Getúlio Vargas com a galera sem nenhum policial me atazanar! Cquote2.png
Jovem patiminense sobre Patiminas

{{C|Seja muito bem vindos ao nosso municirpi! Aqui temos nossa tradicionar festa do mío. Que todos nozes gosta muito, não é gentiiiiii. Todo mundo é feliz, iguar aos meu smiley, quer um? aqui tó... fico uma gracinha! Combino com seus zóio!|Béia Prefeita burra patiminense|Patimas.

Lindas garotas de família. É o que se encontra em Patiminas.

Patiminas, também conhecida como "Patos de Minas do Triângulo" ou Presidente Olegário II, é uma metrópole com duas meias dúzias de pessoas, sendo 95,99% dos residentes vindos de outros locais bem conceituados do Brasil, como Pelotas, Campinas e Pau Grande.Possui várias cidades satélites entre elas P.O., Lagoa, Patrocínio, Carmo, Agnaldo das Pamonhas...

Esta população aumenta muito durante a Festa do Milho, quando milhares de Brasilienses migram para o ecossistema para se acasalar e aumentar seu número de pensões anuais. Na verdade, nessa referida festa tem de tudo, menos Milho, pois as maiores produtoras do Estado são Uberlândia e Uberaba. O Município é entretanto, grande produtor de leite, com uma cooperativa que sobrepuja a concorrente uberlandense. A cidade também é conhecida pela lentidão inexplicável do seu trânsito, capaz de deixar qualquer turista que dirija ali louco. Supõe-se que essa lentidão não seja mais que uma autoafirmação sobre o nome dessa vagarosa (quase parando) currutela, que ali praticam a Velocidade de Pato, hábito que vem virando até mesmo prática esportiva nessa região.

Dado a famosa lentidão do cidadão patiminense todo dia 31 de dezembro a prefeitura lança o desafio da Volta Patense na Lagoa Grande (que é grande não se sabe de que ângulo ainda), uma prova de 24 horas em que os competidores devem dar uma volta de longos (o 's' é uma tentativa em vão de disfarçar) 1 km. Até hoje ninguém conseguiu completar a prova dentro do tempo estipulado.

História[editar]

Sim. Guaraná de Rolha. Vai um aí?

Patos de Minas do Triângulo foi fundada em mil novecentos e guaraná com rolha por um aventureiro de Brasília, que migrou para se acasalar. Encontrou uma lagoa e uma pequena rodoviária aconchegantes, com clima acolhedor e ameno. Após provar várias pamonhas, engravidou algumas delas que deram origem aos primeiros rebentos paturebas.

Em apenas dois meses, já conseguiram vários distritos rurais produtores de leite, milho, pamonha e até uma universidade, sem contar os botecos universitários. Ao tombar um caminhão de milho, a cidade ficou então conhecida como Capital Nacional do Milho, do Castigo em Grãos de Milho e do Papel Higiênico de Sabugo de Milho.

Tradicional família da cidade.

Até hoje a cidade é considerada um exemplo na culinária de pamonha, cural e broa.

Patos de Minas do Triângulo[editar]

É uma cidade na qual a principal língua falada é o xhosa-mineirês, dialeto que possui menos de 30 fonemas. Constitui-se no principal reduto eleitoral do Maior Governador Ser Humano Mais Benevolente Mais Emo Maior Cheirador de Gatinhos.

Apesar de não ser uma cidade litorânea isso não impede que possua a maior frota brasileira de jet skis, a maior quantidade de lanchas por habitantes, e dois transatlânticos. Também é conhecida por sua mocinhas de mamas grandes (que divertem, cada uma, quatro caras num corsa próximo ao Caiçaras), sendo por isso uma das regiões produtoras de leite assim como as vizinhas Carmo, Patrocínio, Lagoa ,Larga mar Ri'Paranaíba, P.O. que também possuem bem dotadas cidadãs generosas.

Apesar de Patos estar no Triângulo Mineiro, a população em geral odeia a populaçao de Uberlândia por serem um povo metido, e não os consideram com capital do triangulo! E adoram BH Devido a humildade de sua população.

Sua população agrária se diverte muito as custas dos Carmenses Carrrmo(com R puxado) e sua economia baseada em terra e suas patys de Hilux infringindo a lei e dirigindo em plena luz do dia passando em frente dos policiais sem reação alguma por parte das autoridades. A falta de reação dos homens da lei se deve ao fato de estes estarem acima do peso, além de também serem pais de pattys e amigos dos pais das outras pattys, e pra não magoar o cumpadi fica na sua.

Do ponto de vista sócio-cultural, o catolicismo tradicional - sebastianista e agostiniano - tem sido corroído pelo evangelismo, ternos e bicicletas são suas melhores expressões, construções semi-novas, puxadinhos nascentes, putinhas convertidas, malandros de garagem, mamães teatrais, irmãos frutas e cãezinhos peludos são bons indicativos. As sorveterias e pamonharias acomodam essas parcelas de gente.

Fases do desenvolvimento do Patiminense[editar]

Os jovens de Patiminas desde cedo se concentram no ritual de iniciação à entrada na vida social da cidade. Concentram-se nas portas de boites e barzinhos da cidade (todos em frente à UNIPAM) e iniciam o processo de consumo de marijuana (popular maconha), substância de importante papel social. Todos os jovens precisam da substancia marijuana e do popular lança-perfume para interagirem socialmente, dado seu alto grau de cultura e ostracismo (seja lá o que isso for).

A entrada na vida adulta se dá após cerca de 4 ou 5 anos nesta fase inicial (dos 12 aos 17 anos), e é marcada pela consolidação na vida social do ser, que, se não tiver mudado para Uberlândia, a capital do Estado do Triângulo ou BH, está fadado a se casar antes dos 25 e constituir família na cidade.

A estes seres está reservado o ciclo de vida descrito a seguir:

  • Janeiro : Antigamente, trabalhava para pagar o carnaval no Caiçaras. Era um mês de muito trabalho, pois todo o salário do patiminense deveria ser convertido em um ingresso de 1 ou 2 dias para a festa de carnaval do Caiçaras, onde ficaria babando nas tchutchucas enquanto suas mulheres iniciam a dança do acasalamento com os forasteiros. Hoje, após a sociedade condenar o fracasso do carnaval do Caiçaras, os forasteiros patiminenses foram atrás das cocotas (ou não) cidadãs Lagoenses, elegendo o Carnaval de Rua da Lagoa, o melhor da região, batendo RECORDES e RECORDES de público na grande praça central, o que deixou os Lagoenses extremamente orgulhosos. Portanto, hoje o Janeiro de um patiminense, é combinando com os amiguinhos como irão para a Lagoa.
  • Fevereiro - Maio : concentra seus salários para a festa nacional do milho, descrita mais a frente no texto. É de grande importância neste período o processo de falsificação da identidade estudantil ou compra do PASSAPORTE. A rendeção está reservada aos que compram o PASSAPORTE.
  • Junho - Novembro: as economias desses período serão para financiar despesas, incluindo o vestuário para a festa do pijama. Inclui-se também como parte da economia para esse evento, o famoso "cano na praça", onde as contas e as mensalidades de colégios e faculdades ficam penduradas. Na verdade, a exigência do uso do pijama nesta festa, é somente para facilitar a abstinência de roupas nos atos de acasalamento que ocorrem no paiolão. Onde patys e playboys, com a cabeça cheia de álcool e noiados pelo cheiros de gatinhos, fazem a dança do acasalamento, praticando assim, a superlotação nas maternidades da cidade nove meses mais tarde.
  • Novembro e Dezembro : aqui diluída nos meses está a mais feroz economia - Reveillon do Caiçaras. Neste incrível evento, igualado somente pela mundialmente conhecida "Festa Do Hawaii" e "Festa Nacional do Milho", todas as economias do Patiminense serão consumidas. As mesmas pessoas serão vistas, inclusive os forasteiros serão os mesmos. Eventualmente um ou outro imigrante das currutelas locais (Carmo, Lagoa, etc) surge neste evento único no ano patiminense.

O ciclo se reinicia em Janeiro, exatamente da mesma forma.

HAHAH ...sacaniei..

 RE.: Não, sô. É tudo verdade!

Cultura[editar]

Se você não é um Nepomuceno ou um membro do Coletivo Peleja, vá para o próximo tópico. Você não sabe e nem merece saber o que é cultura.

Se você é um Nepomuceno ou membro do Coletivo Peleja, vá para o próximo tópico. Ninguém está qualificado a lhe ensinar nada sobre cultura.

Festa do Milho[editar]

Festa do Milho de Patiminas. Inesquecível como Diarréia Infecciosa.

Conhecida localmente como "fesdumi", é um acontecimento típico do mês de Maio (para os pobres - no centro) e do mês de Junho (para os ricos brazilienses - no Parque de Exposições), que agita completamente a cidade, de ponta a ponta, por trás e profundamente a noite inteira até ficarem satisfeitos.

É bastante conhecido como a época na qual as galinhas e vacas da cidade ficam soltas e no cio, prontas para o acasalamento com os brasilienses migratórios para tal regiao, este que abarrotam a cidade e chegam em carroes os quais dificilmente sao vistos em Patos de Minas. Também é a época escolhida pelo IBAMA para a Caça ao Patureba, esporte também apreciado pelos moradores de outra cidades para iniciar uma pancadaria geral nos espécimes masculinos do local, que além de funcionar como pura e simples diversão é importantíssimo para o controle de pragas da região.

É também a hora de abarrotas os cofres do sindicato rural para sustentar os diretores e seus "mimos" o ano inteiro como e com quem quiserem, o funcionamento na Fenamilho é baseada em que os Ricos entram de graça (quando nao ganham camarotes) e os menos afortunados financiando tudo através de valores abusivos cobrados na tal "festa do mio";

Momento maior para os bandidos e delinquentes (sem trema que a reforma á chegou) surrupiarem celulares e carteiras na frente dos fardas-bege e os mesmos ignorarem. Por isso, recomenda-se o uso de telefones falsos e pamonhas no bolso para enganar os larápios, se for buscar seu B.O, muita paciência com a PM local e com a Polícia Civil no outro dia, seja amistoso e cordial.

Não se pode também, dizer que conhece a fesdumí, sem conhecer a famosa fazendinha. Lugar no qual o típico patiminense é encontrado, principalmente nos momentos de término da festa. Para quem não conhece, vale a pena visitar a partir das 3:00 da manha, momento que o pídipaia, a butina suja de bosta, o chapéu de cawboy amassado e a famosa pinga lambicada tomam conta do ar e dos corações dos festeiros.

Obras[editar]

Os projetos públicos mais importantes são a melhoria elétrica (com o aumento das duas lâmpadas existentes para cinco) do Mercado Municipal, a melhoria do Parque do Mocambo, um pseudozoológico que nem em seus tempos áureos contava com um animal realmente interessante – dizem que um leão manco e cego de circo foi levado pra habitar o recém-construído zoológico da cidade, mas morreu de tédio alguns dias depois. Depois da prefeitura cortar verbas para esse tão importante centro animal, as emas esfomeadas começaram a atacar eventuais visitantes em busca de comidas. As melhorias incluem hoje um criadouro de sapos dentro da piscina (???) do parque e uma ducha que foi inaugurada com grande pompa pelo prefeito da época. Sorveteiros e vendedores de algodão-doce migraram para P.O., sigla da cidade vizinha chamada PÉ Ó Lugar do Mundo, onde foram tentar uma sorte melhor. Construíram também 3 viadutos. Isso após a Revolução Chinesa de 1734, onde refugiados dessas terras amarelas se instalaram em Patiminas trazendo a prática do bicicletinismo, que se difundiu tão rapidamente que existe hoje cerca de 37 bicicletas por habitante. Com essa anarquia bicicletística, o Prefeito se viu num beco sem saída e os 3 viadutos hoje servem para a população local não sofrer mais com o engarrafamento do transito. Há ainda um projeto de lei que se for aprovado promoverá em Patidiminas o 1º rodizio de biciclos do mundo.

No âmbito privado as maiores iniciativas serão a futura construção do Campus da Unipam na Avenida Marabá, que vai empregar milhões de atendentes de bar e lanchonetes que serão construídas junto as imediações, visto que os maconheiros, quer dizer, os estudantes universitários fazem da larica diária o ganha pão de milhões de famílias paturebas. A construção do Novo Shopping e Hiper Bretas no local do antigo Waldomiro Pereira, será uma erradicação de sapos para a entrada de outras espécies animais como piranhas, galinhas e vacas fauna típica da cidade. O novo estádio do Mamoré será construído no mocambo pois ficará perto do criadouro de girinos assim originando mais sapos (torcedores desse time) o frigorífico Suinco, no Distrito Industrial III e a ampliação da Cemil, no Distrito Industrial II. Alias Patiminas é uma cidade tão industrial que tem o apelido de Latinha, posi látinha a Coca Cola mas faliu, Látinha Brahma mas fechou e Látinha Seregal mas se mudou.

Patiminas é a única cidade do mundo em que um "time" de futebol localiza-se em uma galeria comercial, onde seus diretores amadores são mestres na arte de jogar Elifoot, pois só existem jogadores virtuais. Ou melhor, o time não existe.

Comunicação[editar]

Essa é uma palavra nada conhecida. Um exemplo as placas indicativas nas ruas que ninguém vê, e os respectivos nomes das mesmas são pintados rebuscadamente nos postes da rede elétrica (onde alguns acreditam existir uma fiação destinada a TV a cabo que ameaça chegar) mais próximos a esquina. Os motoristas, motociclistas e bicicleteros A.K.A. "bicicretudos" (nisso Patiminas ganha até da China), se atropelam, sobem nas calçadas e até entram dentro das casas pra pegar um ou outro pedestre.

Na cidade existem também algumas emissoras de rádio, três delas promovem a pessoa de um deputado emo. A outra, falida, de um dito senador coronel ditador (o qual jura que a tal rádio não é dele). Todas muito atuais em seus tracklists vanguardistas.

Tem um projeto de emissora de televisão, a NTV, popularmente conhecida como Ninguém Te Vê, essa o tal senador coronel metido a ditador também jura que não é dele (como se diz o ditado, filho feio não tem pai). Composta por altos profissionais formados em Papel-Jornalismo com ênfase em PSA (Puxa-Saquismo Avançado) no Centro (pseudo)Universitário (rural) de Patos de Minas-Unipam, escolhidos por ordem alfabética (A = Amante do Diretor, B = Babá do filho do dono, C = Cunhado do não sei quem, D = Dono da emissora, E = Esposa do chefe, e assim por diante).

Sendo os mesmos produzidos pelos mais caros, requintados, sofisticados, elitistas Beauty Professionals da província (a principal apresentadora tem horários diários em todos eles) tudo isso para dignificar as transmissões da Rede Grobo regional! (tem até transmissão "on line") mas hoje, é nomeada de "NTV News"

Quando acontece um acidente na cidade, lá estão eles. A cobertura do acidente, assassinato, seja lá o que for, mais parece um filme de terror, mostram até as tripas do sujeito.

A imagem e o áudio, são feitas com a mais revolucionária tecnologia Tekpix, mais uma prova da irrelevância do make up importado advindo dos respectivos Coiffeurs/Make up Artists.