Patrick Vieira

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81488162.gif CUIDADO! Patrick Vieira É UM JOGADOR AGRESSIVO

E arruma briga todo jogo!

Veja outros Cavalos jogadores desse mesmo feitio aqui.

Cquote1.png A sua maior qualidade é que ele era durão. Sua maior fraqueza foi não ter sido tão durão quanto eu Cquote2.png
Roy Keane sobre Patrick Vieira

Patrick Vieira é um ex-jogador de futebol. Apesar de ter nascido no Só Negão, naturalizou-se no país do baguete para poder jogar em um país que tivesse tradição e força internacional, aproveitando-se do fato do Senegal ser mais uma das várias colônias africanas que a França escravizou, explorou e saturou durante a época do Imperialismo (se não fosse por isso, a França nunca teria nomes como Vieira, Zidane, Thuram, Makélélé e vários outros em sua seleção. Mas não, os livros de história preferem falar de um "capitalismo opressor, selvagem e mortífero". Bando de petralhas mortadelas.) (É isso que dá liberar a Internet pra menores de 6 anos). Vieira passou metade da carreira no Arsenal e teve passagens marcantes por Juventus e Inter de Milão. Era descrito pelos especialistas como um volante completo: dava porrada, carrinho e canelada.

História[editar]

Como todo bom imigrante africano que vai morar na periferia de uma cidade francesa, Vieira rapidamente fez sucesso nos clubes de futebol locais, que foram a porta de entrada para os grandes clubes (ou que pelo menos fingiam ser grandes). Patrick começou sua carreira no Festival de Cannes, e rapidamente chamou a atenção de todos graças a sua raça no meio-campo distribuindo porrada e golpes duros em todo mundo que passava. Após 2 anos no clubes francês, Vieira teve a chance de mostrar todo seu potencial no gigante Milan da Itália, mas acontece que estamos falando dos anos 90, e o conceito de defesa na Itália era de defensores técnicos e habilidosos, que faziam cortes limpos e precisos, estabelecendo rápidas ligações com o ataque, como Maldini, Baresi, Costacurta, Nesta e outros tantos. Só nos 2000 com a chegada de Materazzi, Gattuso, De Rossi, Abate e outros carniceiros que o futebol italiano passou a ser mais visceral e pautado na boa e velha pancadaria bruta. Por isso que nosso amigo Vieira mofou no banco do Milan, jogou 2 partidas e logo foi transferido

Ass-Anal[editar]

Vieira foi um dos primeiros dos milhares de jogadores franceses que o técnico Arsène Wenger traria pra equipe nos próximos anos. Contratado em 1995, ele chegou numa época que era muito mal-visto pelos ingleses, pois França e Inglaterra tem uma grande história de rixas (que você provavelmente não deve saber. Aliás cadê seu livro de história?), por isso os torcedores do Arsenal torceram o nariz para ele por sua nacionalidade (dizem as más línguas que na verdade eles torceram pra não ter que sentir o cheiro daquelas colônias francesas enjoadas que te fazem querem vomitar assim que sente o cheiro de uma). Mas logo esse sentimento de animosidade mudou porque ao contrário de jogadores como Zidane, Platini e Deschamps, Vieira não bailava em campo e sim metia porrada, e logo virou ídolo dos hooligans e operários londrinos, maioria da torcida gunner.

Apesar de sua habilidade, Vieira chegou num período em que o time era formada por jogadores sexagenários e prestes a pendurar as chuteiras (o eterno capitão Tony Adams, o artilheiro Ian Wright, o bigodudo David Seaman, o ancião Lee Dixon, entre outros), por isso nunca conseguiu muita coisa em seus primeiros jogos pelo clube. Só com a chegada do homem de gelo e de medo de aviões Dennis Bergkamp que o time começou a engrenar. Em 1999 com a chegada do francês Emmanuel Petit (aquela loira de farmácia que marcou o 3º gol contra o Brasil na final da Copa do Mundo de 1998) o time do Arsenal estava completo e ganhou a premier league depois de muitos anos.

Com a aposentadoria dos velhotes que eu falei ali em cima, Wenger foi começando a preencher as lacunas deixadas com jogadores jovens franceses, descendência francesa ou um nome que soasse francês (vide o holandês Marc Overmars). Nesse meio tempo o Arsenal continuava a ganhar títulos nacionais e Vieira se tornava um dos volantes mais temidos da Inglaterra. Colecionava faltas, carrinhos, expulsões e suspensões, tanto que os técnicos dos clubes adversários começaram a preparar seus atacantes fisicamente não para correr e resistir no caminho ao gol, mas sim pra conseguir resistir aos tackles (nome bonito pra golpe de karatê) do francês. Nessa época ele quase foi banido do futebol inglês, mas aí ele ameaçou dar um carrinho no filho do juiz que iria julgar o seu caso, e aí por isso foi absolvido.

Em 2001 foi eleito melhor lutador jogador da Premier League. Um ano depois Tony Adams se aposentou após 5 séculos e Vieira virou o capitão do time. Agora ele tinha o poder de discutir e escolher em quem o time deveria dar mais porrada. Naquele tempo os clubes rivais (especialmente os italianos e espanhóis, aqueles fascistazinhos de merda), vendo que não podiam para Vieira justamente, começaram a apelar pro racismo e preconceito pra tentar desestabilizá-lo emocionalmente. Vieira respondeu as provocações lesionando um jogador pra cada grito racista que ele ouvia (não que ele precisasse disso pra lesionar alguém, mas podia ser um incentivo a mais). Em 2004 Vieira liderou junto com seus compatriotas Henry e Pires a maior glória da história do Arsenal: o título invicto da Premier League (título internacional que é bom, nada né?). O time nunca mais repetiria esse sucesso, patinando em todas as competições.

Futebol Italiano[editar]

Em 2005 foi transferido para a Juventus de Turim (a de Moóca, que não seria claro). Na verdade foi Wenger que mandou ele embora pois viu potencial em Fabregas e queria mais espaço para ele se desenvolver no meio campo, pois ele tinha pinta de que seria um futuro grande craque.

Cquote1.png Filho da Puta! Cquote2.png
Torcedor do Arsenal sobre essa decisão

Bom , não preciso dizer o que aconteceu com o Arsenal né? Já Vieira fez dupla com Nedved e Emerson no meio-campo, ajudando a Juventus a ganhar dois scudettos seguidos. Porém mais tarde foi revelado que tudo não passou de uma farsa de manipulação de resultados combinada com os árbitros em troca de dinheiro, Ferraris, pizzas de calabresa, receitas de ravioli e modelos tão gostosas quanto a Monica Belucci. Pra sair ileso do bafafá todo e limpar sua barra Vieira foi pra Inter de Milão, tornando-se o primeiro estrangeiro do clube que não é sul-americano. Lá ele ficou de 4 anos e viu de camarote Ibra e Adriano carregarem o time ao tetracampeonato do Campeonato Italiano

Cidade do Homem de Presunto[editar]

Houve especulações sobre onde Vieira acabaria sua carreira, e muitos diziam que ele iria voltar ao Arsenal para uma última passagem no time que o consagrou. Vieira porém viu que o Arsenal só sabia ficar em quarto e resolveu ir pro Manchester City, onde já velho e sem a mesma intensidade de antes, acabou tornando-se apenas um porradeiro vindo do banco, que entrava poucos minutos antes do jogo acabar, dava alguns passes, quebrava algumas canelas e só não era expulso porque não havia tempo bastante pra ele cometer faltas desleais o suficiente pra levar dois amarelos. Pendurou as chuteiras (e as caneleiras) em 2011

Las Bleus[editar]

Vieira estreou pelos carrascos do Brasil em 1997. No ano seguinte ele quem deu passe pro gol do companheiro de cama de clube Petit marcar o 3º gol na final contra o Brasil da Copa do Mundo. Continou por muito tempo como membro crucial do time, marcando gols, dando assistências e distribuindo golpes de jiu-jitsu (ás vezes entre os colegas de time também, nos treinos). Era o segundo capitão do time, assumindo a braçadeira toda vez que Zidane era expulso por fazer loucuras como essas (o problema era quando Vieira também era expulso). Tornou-se capitão após a Copa do Mundo de 2006, com a aposentadoria do Serra-Pelada. Ficou na seleção até 2010, quando o vexame da Copa do Mundo do mesmo ano, o fez ter vergonha do próprio time e desistir daquele time sem futuro

Carreira como Treinador[editar]

Hoje Vieira é treinador do New York City, um dos times da MLS que vive de contratar craques europeus senis. Ainda não ganhou títulos pelo clube e nunca irá ganhar.

Estilo de Jogo[editar]

Vieira era o jogador para os ingleses: boa visão de jogo, dominância do meio do campo, domínio de bola e muita porrada

Rivalidades[editar]

Graças ao seu estilo um pouco exacerbado, Vieira acabou por criar várias rivalidades com adversários em campo. Algumas notavéis incluem o skinhead Paolo Di Canio, que tentou botar em prática os ensinamentos que aprendeu lendo Mein Kampf. Outro desses "carequinhas de Adolfo" foi o sérvio Siniša Mihajlović, que fez comentários infelizes em relação ao pigmento de pele de Vieira, comparando-o a um mamífero que se alimenta de bananas

Mas o grande rival de Vieira foi sem dúvida o norte-irlandês Roy Keane. Jogador das Diabinhas Vermelhas, os dois sempre costumavam ter atritos (que atrapalhavam o deslocamento do bloco sob ação da força de arrasto) e discussões acaloradas (vai um gelinho aí?). Rolou até tapinha na cara e alusões a um suposto caso amoroso em troca de favores de financeiros com a progenitora do outro. A mais célebre briga entre os dois rolou no vestiário antes de um jogo. Veja o caso abaixo

Veja Também[editar]