Pau-de-arara

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
(Redirecionado de Pau de Arara)
Ir para: navegação, pesquisa
Night creature.JPG Pau-de-arara surgiu das trevas!!

E adora assustar criancinhas!

Puro osso.gif
Ditaduramilitarbrasil.jpg ESTE ARTIGO TRATA DE REPRESSÃO E DITADURA

Você deve aceitar calado(a) o que está escrito aqui sem duvidar de nada,
ou correrá o risco de sumir misteriosamente.

Desciclopédia: ame-a ou deixe-a!
Ditaduratumulo.jpg


Exploding-head.gif Atenção: as porcarias escritas neste artigo podem detonar o seu cérebro!


Parece até divertido, mas fique você sabendo que isso é uma tortura, ela parecendo ou não!

Cquote1.svg Você quis dizer: Pau da arara? Cquote2.svg
Google sobre Pau-de-arara
Cquote1.png Experimente também: Broom in Ass Kill Confession Cquote2.png
Sugestão do Google para Pau-de-arara
Cquote1.png Adoro! Cquote2.png
Ditadores brasileiros sobre Pau-de-arara
Cquote1.png Eu tô ficando tonto! Cquote2.png
Torturado sobre Pau-de-arara
Cquote1.png Sinceramente, nunca vi uma arara ter pau Cquote2.png
National Pornographic Geographic Channel sobre Pau-de-arara
Cquote1.png É gostoso Cquote2.png
Arara fêmea (ou macho) sobre Pau-de-arara

Apresentação[editar]

Método de tortura muito utilizado no Brasil durante a grande época da Dita Mole Ditadura (se você não sabe quando isso ocorreu está na hora de prestar mais atenção em suas aulas de História, ao invés de ficar no Porntube o dia inteiro, seu punheteiro), o Pau-de-arara, bem diferente do transporte tipicamente utilizado pelo povo nordestino, ou mesmo do "negocinho" da Arara (ou de seu poleiro), é um médoto de tortura que, para muitas pessoas, pode até parecer divertido, pelo fato da vítima ficar de cabeça para baixo e é mesmo muito legal, porém isso é muito mais do que parece, ainda mais se for levado o fato de que ele nunca vem sozinho durante a sua prática (como a forca, que basta uma corda; a guilhotina ou mesmo a decapitação), ele sempre vem junto de outros métodos de tortura, o que o torna a pior das sentenças para um condenado, principalmente para aqueles que guardam algum segredo (como um "segredo político"), pelo fato de que o Pau-de-arara é um método que, sozinho, não é capaz de matar ninguém (ou não), tornando o momento uma verdadeira... bom, tortura mesmo (não achei um outro sinônimoaplicável).

Diferenças cruciais dos "Paus de arara" que existem[editar]

Para efeito de que caso surja, em sua pequena cabeça acéfala, alguma dúvida sobre o que podemos chamar de "Pau de arara", resolvi criar essa pequena desambiguação, somente para que você saiba do que realmente estamos falando e não seja feito de otário, quando alguém perguntar o que é um pau de arara da época da ditadura e você diga que é um "expresso nordestino". Vejamos então:

Imagem do Pau Como o pau é? O que faz?
Pau-de-arara.jpg Da pobreza Conhecido também como transporte de pobre, o pau de arara é um veículo de carga que serve para transportar (oras) carga (ORLY?), porém, ao invés disso, acaba servindo de veículo para populações nordestinas (principalmente as de baixa renda), que se expremem em um veiculozinho, pagam uma tarifa enorme e ainda correm o risco de nem chegar aonde desejam vivas (muito parecido com os ônibus citadinos). Mas como é algo necessário para quem não tem como chegar a um local longe, muita gente arriscar a entrar nessa merda, mesmo correndos os riscos. Mas não é esse o nosso tema.
Araraunapau.jpg Da natureza Outro pau-dade-arara também pode ser conhecido como poleiro (para onde a seta aponta na imagem). É o galho de árvore, ou mesmo um ripa de pau em que a arara resolve pousar para descansar. Geralmente, depois dessa pousada, o galho não fica lá uma coisa muito limpa, parecendo bem mais um pau-de-galinheiro do que de arara, pelo fato de que, assim como muitos animais, a arara não tem um lugar próprio para fazer as suas necessidades, preferindo então fazê-las em cima de um pau (ui!), ou mesmo na cabeça de qualquer pessoa desavisada que apareça dando bobeira por aí (oras, eles não tem culpa, ou não). Mas não é esse, também, o nosso tema.
Pesadelo1964 03.jpg Da tortura Utilizando-se de uma barra (uma de ferro, de preferência, apesar do nome pau aparecer, não se vê pau em ligar nenhum - ou não), atravesse-a por entre as dobras dos joelhos, por entre os seus braços, amarre os seus punhos e leve-os para frente dos joelhos. Pronto, agora você está preso em um legítimo Pau de arara (isso se você fizer o negócio certo). Não faço a mínima ideia do porquê dele ter esse nome, já que a pessoa fica de cabeça para baixo nessa tortura e uma arara nunca fica nessa posição deprimente. Bom, acredito que deveria ser chamado de "pau-de-morcego", aí sim a coisa teria um pouco de lógica. Mas enfim, é sobre esse método de tortura (que muito agradava os militares de ditadura, que adoravam joguinhos sádicos) que iremos falar.

O Pau e seus amigos[editar]

Como já citado anteriormente, o Pau de arara sozinho não mata ninguém a não ser de enjoo, talvez deixe a pessoa somente um pouco enjoada de ficar de cabeça para baixo por muito tempo, ou então vermelha, no caso de pessoas muito brancas. Seu objetivo principal de utilização era para conseguir retirar confidências de presos políticos sobre alguma armação que rolasse contra os militares que se encontravam no poder, e que geralmente eram o principal alvo de revoltosos políticos das épocas ditatoriais (ainda tá voando no que eu digo? é melhor você estar acompanhando isso com um livro de história do lado, ou acessando a wikipédia o Google). Para que recebesse o nome de tortura, o Pau de arara (que não mata ninguém a não ser que seja metido) vinha junto com uma turminha do barulho, arrumando altas confusões que até Deus duvida, afim de que o nome tortura fosse devidamente colocado ao se realizar a prática do pau. Vejamos agora as principais amigas de método legal macabro de retirar confidências:

Se fosse ficar só nisso, a tortura no Pau de Arara seria uma coisa muito chata! Por isso eles resolveram completá-la com outras coisas mais!
  • Eletrochoque: Em uma bateria de carro eram ligados dois circuitos (lembra das suas aulas de Física?) e cada uma das extremidades dos circuitos eram ligadas a uma extremidade do corpo do condenado à tortura, que, nesse momento, já estava bem preso no pau (ui!). Tais extremidades poderiam variar de lugar, podendo ser os dedos das mãos (ou dos pés), língua, mamilos e onde a sua mente puder ir, o que não faltava era criatividade para tirar a verdade de seus prisioneiros. Caso o condenado não resolvesse falar logo os segredos de seus comparsas, a voltagem era aumentada, sendo que, em certos momentos, o prisioneiro chegava a fritar que nem um frango assado, mas ele não contava (ou não, tinha gente que não se aguentava);
  • Palmatória: Jogos de sadismo também eram muito praticados nessa época de repressão (militares sempre são bem sádicos). O condenado que ficava naquela posição de "Louvor à Senhora Lua" era recebido com uma palmatória, de início, bem nipônica, somente para fazer uma dorzinha até suportável (ou aprasível). Caso o que ele contasse não fosse nada demais para os torturadores, o tamanho da palmatória ia aumentando, e, consequentemente, a dor da "porradinha" também, podendo até chegar em uma palmatória motumbisticamente grande. Depois desse tamanho, somente aqueles que não tivessem mais bunda, ou fossem imunes a qualquer dor é que poderiam suportar a parada (isso sim que era coisa de macho, pelo menos acredito eu que seja);
  • Afogamento: Esse era o acompanhamento favorito dos torturadores, pelo fato que de não eram muitos que suportavam por muito tempo a esse método, ainda mais estando preso ao Pau de arara. O corpo do condenado sempre ficava a 20-30 centímetros do chão, altura que propiciava para que uma bacia de água fosse colocada bem embaixo dele e que a sua cabeça afogada em tal recipiente de uma forma bem prática. Como o cara estava de cabeça para baixo, era bem mais fácil que a água entrasse no seu nariz e não saísse facilmente, afogando-o com certeza (bendita Lei da Gravidade). Por isso que esse método era o mais aplicado para retirar confissões, pois uma vez afogado o condenado não tinha vontade de repetir a dose, caso isso acontecesse, aí sim eu poderia dizer que o cara era bem mais sádico do que os próprios militares (mas como tem gente que tem gosto pra tudo, não duvido que houvesse pessoas assim).

Ver também[editar]