Paulista (Pernambuco)

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Paulista, meu! é só um bairro de Recife que por ser tão imprestável acabou sendo transformado num município brasileiro do estado de Pernambuco.

Faz parte da Região Metropolitana do Recife e localiza-se ao norte da capital do estado, distante cerca de 17 quilômetros em algumas partes meio feiosas da cidade, e em outras só não é mais perto porque enfiaram Olinda no meio.

História[editar]

Igreja de Santa Hiemanjah, para celebrar bons fluidos.

No ano de 1535 dois paulistas, Paratibe e Maranguape (sim, apesar do nome, é PAULISTA, não cearense), fundaram duas freguesias com seus nomes que deram origem ao vilarejo de Paulista, que na época ainda fazia parte da vila de Olinda. Essas terras foram trocadas por 3 cachos de banana por Duarte Coelho ao Jerônimo de Albuquerque. Depois Jerônimo trocou com um velho ai pela mão da filha dele. Depois esse velho dividiu tudo e deu em merda.

Só em 1689 um bandeirante também paulista, meu, conseguiu juntar as terras de novo, formando o Engenho do Paulista, mantido por lavradores faméricos que habitavam uma aglomeração de mocambos do lado - A Vila do Paulista. A referida vila consistia num ponto insignificante, que nem no mapa constava, e assim o foi por gerações e gerações. Até o final do século XIX, a coisa mais interessante que ali sucedera fora a execução do cadáver do Padre João Ribeiro pela coroa portuguesa (que, como bons lusos, não hesitaram em condenar o já finado à morte, pelos crimes de suicídio e traição).

Em 1900 e guaraná com rolha, o sueco Herman Theodor Lundgren compra um tear falido, as terras adjacentes e os servos/escravos que a habitavam. Em idade avançada, não pôde usufruir de seu feudo como poderia, o qual foi herdado pelo filho, Arthur Lundgren. Este, por sua vez, possuía um gosto excessivo pelas esposas e filhas de seus servos, das quais exigia a primeira noite. Como resultado, um número gigantesco de descendentes, que até hoje lutam pela herança do dito cujo.

Ao mesmo tempo, nas primeiras décadas do século XX, os Lundgren construíram um vasto império comercial na área de tecidos. Ao redor da Fábrica da Companhia de Tecidos Paulista, aquele insignificante vilarejo inchou, aparecendo no mapa, ganhando um time de futebol, e até uma igreja. Em 1935, o amontoado de cortiços já tinha ganho dimensões e gente suficiente para se fazer município, e fingir que não era um arrendamento da Companhia de Tecidos ou uma extensão de Olinda.

Com a morte de Arthur Lundgren, o feudo ficou sem dono. Vez que filho de sueco e não de francês, Herr Ludgren seguia não a lei sálica, segundo a qual o herdeiro varão mais velho deveria sucedê-lo, mas a sucessão germânica, segundo a qual toda a ninhada ficaria com um pedaço. Assim, como quase toda a cidade descendia dele, quase tudo foi dividido, e o resto foi loteado para seus antigos servos.

Esportes[editar]

Poucos sabem, mas Paulista é a casa e sede do Íbis, o pior time do mundo, afinal de contas coisa boa é que não sairia de uma cidade dessas. O Íbis é o grande símbolo do conformismo dos paulistanos de Pernambuco, já acostumados e resignados com pouca qualidade, que buscam levar sua mísera com bom humor.

Turismo[editar]

Apesar de Recife e Olinda serem praticamente dois enormes esgotos a céu aberto, é para lá que os turistas vão, geralmente em busca de putas baratas e festas com músicas ruim. Turista em Paulista somente aqueles que se perderam depois de uma noitada em Olinda, e acordam com o cu dolorido em Paulista.