Paulo Henrique Amorim

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Paulo Henrique Amorim



Aff! Paulo Henrique Amorim é uma subcelebridade

e nunca saiu na Veja.

Este artigo não se trata de humor privado
Paulo Henrique Amorim é uma pessoa que dizem estar na TV, mas que ninguém vê.

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Paulo Henrique Amorim.
Cquote1.pngVocê quis dizer: Anão de JardimCquote2.png
Google sobre Paulo Henrique Amorim

Cquote1.pngVocê quis dizer: Reinado AzevedoCquote2.png
Google sobre Paulo Henrique Amorim
Cquote1.pngVocê quis dizer: Puxa saco do LulaCquote2.png
Google sobre Paulo Henrique Amorim
Cquote1.png Olá, tudo beimmm?? Cquote2.png
Paulo Henrique Amorim saudando o leitor deste artigo
Cquote1.png Agora vamos ver o Richard em mais uma aventura no mundo animal!!! Cquote2.png
Paulo Henrique Amorim exercendo seu jornalismo como narrador de programa de bichos
Cquote1.png E de São Paulo, ninguém vai falar? Cquote2.png
Paulo Henrique Amorim sobre qualquer coisa que ataque o governo
Cquote1.png Você está demitido! Cquote2.png
Qualquer diretor de redação Roberto Justus sobre o Pintor de Rodapé Paulo Henrique Amorim.

Paulo Henrique Chinfrim Amorim (Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 1942 - Taubaté, 23 de dezembro de 2009) foi um jornalista, cronista, humorista, apresentador de TV e articulista político da Ditadura Democrática do Brasil.

Tabela de conteúdo

Carreira

Paulo Henrique Amorim em sua versão terninho básico de morto de cemitério.

Filho do playboy e estudioso do espiritismo Deu o Lindo Amorim, trabalhou durante a maior parte de sua vida em tabloides como a Revista Veja e em canais de informação pouco confiável, tais como a Rede Globo e a Wikipédia.

Constam informações que sua primeira cobertura pseudojornalistica teria sido para o jornal A Noite do Rio, no qual teria relatado em sua coluna social a mobilização promovida por Leonel Brizola na tentativa de promover João Goulart a Ditador do Brasil depois da malfadada renúncia de Jânio Quadros.

Depois disso foi o responsável por narrar as maravilhas provenientes do Golpe de 1964 e outras coisas típicas do jornalismo marrom, sendo um dos maiores articulistas da alienação política dos brasileiros.

Constam informações que ele seria um agente da CIA que no seu trabalho como agente dúplo, triplo e quádruplo, teria prestado grandes serviços ao governo norte-americano, a partir de sua posição de correspondente internacional montada em Nova Iorque.

Há informações de que ele teria participação na cobertura da guerra civil de Ruanda, na rebelião zapatista do México, além de ser supostamente o responsável pela eclosão do virus ébola na África.

Além disso, ele teria trabalhado na cobertura da eleição dos presidentes Bill Clinton e George W. Bush, além de prover notícias sobre terremotos e sobre disturbios raciais em Los Angeles.

Entre o ano de 1997 e a explosão da bolha cambial, trabalhou na Band, apresentando o jornal da emissora e um programa chamado Fogão Cruzado, no qual fazia entrevistas com as minorias rejeitadas pelos meios de comunicação mais alienantes, como a Rede Globo por exemplo.

Depois disso, trabalhou na TV Cultura, apresentando um talk-show com o nome de Conversa Fiada, destinado a discutir o apagão de ideias existente na política brasileira.

Em 2002, com a iminente eleição do presidente Mula, o mesmo faz um pacto com o Diabo, personificado na pele de Edir Macedo para apresentar os programas humorísticos jornalisticos da emissora, na tentativa de assim levar mais lesados indivíduos para o colo do capeta (ou não).

Depois de bem sucedido neste intento, começa em 2006 a apresentar o programa Domingo Espetacular, uma versão parcamente copiada do Fantástico, mantendo assim o fortalecimento da emissora no intento da alienação de seus telespectadores.

Além disso, mantinha serviços como blog e twitter na tentativa de conseguir algum sucesso na alienação também em território virtual, no entanto, não obteve sucesso em tal intento.

Projetos paralelos

Paulo Henrique Amorim, grande articulador do Partido da Imprensa Golpista, em vestimenta casual

Em paralelo a carreira jornalistica, em 2005, Paulo Henrique Amorim publicou um livro no qual narrava a peleja de Brizola contra a fraude eleitoral armada pela Rede Globo e pelo governo militar de então na tentativa de levar Moreira Franco ao poder.

Constam informações que o livro teria sido um fracasso de crítica, em especial por ser um assunto referente a mais de 20 anos antes, sendo mais um material chato de história que ninguém leva a sério na escola.

Além disso, o mesmo publicou vários artigos falaciosos na Carta Capital, onde seria mais uma das estrelas do jornalismo chapa-branca.

Segundo consta, este trabalho como chapa-branca na verdade teria algo a ver com suas tendências golberianas, coisa que o mesmo negava veementemente a durante sua vida dedicada a carreira pseudojornalistica.

O caso PiG

Durante mais de dois anos, Paulo Henrique Amorim manteve o seu blog hospedado no iG.

Como a políticagem era um assunto corriqueiro em seus tratados, o mesmo mantinha uma seção especialmente para expressar suas posições políticas e futebolisticas, deixando claro a sua ojeriza pelo time do Palmeiras.

Consta que no dia 18 de março de 2008, o iG teria tirado o blog do ar, alegando ter recebido uma grande reclamação por parte de palmeirenses ilustres, tais como José Serra por exemplo, que não gostou dos choros do botafoguense.

Além disso, o portal afirmou que a audiência estava muito aquém das expectativas e que o custo de manutenção do funcionário não se justificava, uma vez que além de se gastar com o espaço ocupado pelo site, ainda se tinha que pagar ao pseudojornalista.

Paulo Henrique, por sua vez, afirmou que o motivo de tal "censura" (sic) teria sido por questões menos amenas, como a negociata que estava havendo entre a Brasil Telecom e a Oi na tentativa de formar uma nova empresa monopolizando os serviços de comunicação, no qual Daniel Dantas e outros oportunistas da política tirariam grande proveito (ou não).

Ao fim disso, o mesmo recolocou, com a ajuda do Diabo e do Edir Macedo, o seu blog no ar, usando depois um adevogado para garantir que seu bloguete não fosse censurado, uma vez que o iG teria reclamado direitos de marca do blog.

Processos Judiciais

Diogo Mainardi faz do pobre (sic) Paulo outra vítima indefesa no jornalismo semi-oficial

Consta que por conta de sua participação em regabofes, bem como por sua premente politicagem e sua enorme contribuição como agente da CIA e da Igreja Universal, o mesmo teria se tornado persona non grata pelos defensores do Jornalismo marrom.

Um de seus inimigos declarados foi Diogo Mainardi, arauto do tucanato e típico ser das trevas que habita as colunas da revista Veja, que aproveitou a leva para atacar o arauto, já descendente na carreira.

Ao fim, Paulo moveu nove processos contra Mainardi, que ficaram conhecidos como Os nove fora do jornalismo brasileiro.

Morte

No dia 23 de dezembro de 2009, na cidade de Taubaté, Paulo Henrique Amorim foi abordado por bandidos relacionados ao Primeiro Comando da Capital.

Inicialmente, o intento era de praticar um assalto, no entanto, pelo fato de o mesmo ser um conhecido agente do Terrorismo Internacional, com várias dívidas com o negócio do tráfico e do consumo de dorgas, o mesmo foi executado friamente pelos meliantes.

Consta que Paulo Henrique Amorim teria sido um dos grandes responsáveis por várias festas regadas a Tapa na Pantera e a Cheiramento de Gatinhos, sendo constante a presença de gente de alta classe, sendo comuns políticos e jornalistas da alta roda por exemplo.

Isso teria chamado a atenção de Marcola, que teria o visto como um risco enorme para a sociedade e para os seus negócios relacionados ao narcotráfico, sendo que a ordem para a execução do mesmo teria sido dada aos presos do presídio de Tremembé que sairiam no indulto de natal.

Há informações de que os políciais disseram lamentar o ocorrido, afirmando que estes acertos de contas são comuns nessa época, enquanto que por outro lado meios de comunicação como a Folha de São Paulo comemoram o fato de se ter menos uma pedra no caminho impedindo a eleição presidencial do governador José Serra.

Ver também

Record. Com seu dízimo é melhor!
Universal. A igreja que MANIPULA o Brasil!
Paulo Henrique Amorim é propriedade de Edir Macedo, a exemplo da RECORD e da UNIVERSAL!
E ele fará de tudo para que você seja roubado pague o dízimo!!!
conheça os outros planos de Dominação Mundial de Edir Macedo clicando aqui


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