Paulo Leminski

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Paulo Leminski já morreu!

Peidou pra muzenga!

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Paulo Leminski.
Paulo Leminski usando sua roupinha preferida de Senhor Miyagi, posando para o encarte do disco da Xuxa.
Paulo Leminski em pose para o calendário dos Bombeiros.
Paulo Leminski no seu último ano de vida, da! Da, da! vida! Da, da!

Cquote1.png Você quis dizer: Raul Seixas curitiboca Cquote2.png
Google sobre Paulo Leminski

Cquote1.png Você quis dizer: Baixista e vocalista Lemmy Kilmister do Motörhead Cquote2.png
Google sobre Paulo Leminski

Cquote1.png O Paulinho é muito lindo! Cquote2.png
Caetano Veloso sobre Paulo Leminski

Cquote1.png Que merda nascer nesta cidade provinciana! Cquote2.png
Paulo Leminski sobre Curitiba

Cquote1.png A Pedreira é nossa!!! Cquote2.png
Pirralhos curitibocas sobre Pedreira Paulo Leminski

Paulo Leminski foi um grande vagabundo poeta, escritor, tradutor, professor e faixa preta de judô. Nascido em Curitiba no ano de 1944, é um ícone da cidade devido o seu vasto conhecimento dos botecos do município e seu intenso domínio sobre todo e qualquer tipo de drogas, sejam elas cheiráveis, injetáveis, lambíveis, queimáveis, tomáveis e analmenteintroduzíveis, da qual foi responsável por grandiosos trabalhos literários a respeito, até se fuder de vez de cirrose hepática, por conta da sua vida de boêmio, regrada com muita cerveja, drogas e putas (não necessariamente nesta ordem).


Biografia[editar]

Nascido em Curitiba em 1944, filho de escravos da África e Polônia, desde cedo foi predestinado por seus pais a ser padre, destino este que ele aceitou bem, por tratar-se de uma profissão que manteria um padrão elevado de vagabundagem, ao ser sustentado pelos fiéis para não fazer porra nenhuma, além de levar uma vida mansa nos mosteiros, sem precisar casar, cuidar de mulher e filhos, trabalhar o dia todo para pagar impostos. Ou seja, desde cedo ele foi pré-destinado a um futuro promissor, e por conta disso que seu pai o matriculou num mosteiro em São Paulo (nem para ter um ambiente para abrigar vagabundos Curitiba prestava nesta época).

Por ser preguiçoso o bastante para rezar, Paulo Leminski foi dispensado do mosteiro, retornando para sua terra natal, onde terminaria seus estudos preguiçosamente no Colégio Estadual do Paraná. Com seus livros e seu meio ano de estudo no mosteiro, ele teve qualificação suficiente para dar aula no Curso Positivo, onde tirava uma nota preta para contar bobagens para as patricinhas fúteis do primeiro planalto paranaense.

Por ser um Besteirologista (especialista em besteiras), ganhou muito dinheiro dando aulas no cursinho, mas perdeu na mesma proporção por conta do seu vício com bebidas e com drogas lícitas (televisão, músicas do Caetano e Gilberto Gil), quanto as ilícitas (maconha, crack, haxixe, cocaína, yellow cake, cogumelo, gatinhos, etc). O seu vício também possibilitou que ele escrevesse grandes pérolas da MPB, intensamente famosas no cotidiano brasileiro.

Leminski teve a oportunidade de beber e cheirar com grandes nomes da MPB, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Betânia, entre outros noiados que fizeram sucesso nos tempos da Ditadura, Ditamole e Ditabranda.

Graças ao seu vício, Leminski teve a oportunidade de de compor grandes pérolas, mas a bebida também o levou para a sepultura com 45 anos, como todo bom e autêntico boêmio, morreu precocemente de cirrose, deixando um vasto legado de obras que ninguém conhece, e que faz volume nas estantes de uma biblioteca qualquer, até que um boçal o veja e diga que ele é um gênio, obtendo grande notoriedade depois de morto, pois enquanto vivo, não passava de um maluco qualquer entre tantos que povoam a cidade de Curitiba.

Pedreira Paulo Leminski[editar]

Um dia de show na Pedreira no século passado. Provávelmente o KLB iria se apresentar neste dia...

Nada mais é do que um fosso gigante, que foi aberto para exploração de pedras, que após alguns anos seria utilizado como aterro sanitário, ou seja, um lixão mesmo. Mas que foi transformada em uma casa de shows pela prefeitura, em homenagem a um escritor e poeta boêmio da cidade que vivia no fundo do poço, inspirando o nome do local que consiste em um fosso com um palco para a apresentação de escatologia, combinando bem com o poeta que era depressivo e chegado numa pedra.

Este local como casa de shows foi interditado por conta de meia dúzia de típicos curitibocas que moram na região, incomodados com os shows nos finais de semana, mesmo sendo um bando de mauricinhos que passam estes dias no litoral catarinense. Apenas são realizados cultos evangélicos e desencapetamento neste local, por conta da liberação que os deputados da Igreja Universal conseguem por conta da influência política, em compensação, nem o U2 conseguiria se apresentar nesse fosso. Como ocorreu com o Oasis, que se apresentou no estacionamento de um centro de convenções na cidade vizinha de Pinhais no ano de 2010.

Produções Literárias[editar]

  • Meu Pintinho Amarelinho
  • Eguinha Pocotó
  • Dança da Motinha
  • É o pente, é o pente
  • Vai Lacraia!


Biografias[editar]

  • Seu Creysson, vidia e óbria
  • Tiririca, duas décadas de muito humor


Colaborações Literárias & Co-autorias[editar]

  • Formando equipes vencedoras - Carlos Alberto Parreira
  • Ronaldo, o atleta do século
  • O vendedor de sonhos - Augusto Cury
  • O vendedor de churros - Augusto Cury


Traduções[editar]

  • Smilingüido, e as yellows botinhas
  • Happy Birtday Too You
  • Cumbaiá of Lord