Pavão (Minas Gerais)

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Uma destemida caravana pavonense, levando as exportações até as cidades vizinhas.

Pavão é uma minúscula cidadela mineira, conhecida por ser uma completa roça, sem ter sequer um mínimo pedacinho de área urbana. Possui uma população trabalhadora, que todos os dias sai de casa bem cedo, mais ou menos às 10 da madrugada, para colher bananas de comprimentos e grossuras inigualáveis.

Cidade[editar]

Pecuária, a nova mania em Pavão - Um grande atrativo para os alienigenas que estão sempre abduzindo gado no México.

Podemos resumir a situação atual de Pavão em uma única palavra: Roça. Sim, Pavão é apenas uma grande roça que possui alguns barraquinhos de madeira em seu centro. Por possuir essas "moradias", os poucos habitantes resolveram chamar Pavão de "cidade". Porém, de acordo com os nossos enviados especiais descíclopes, para Pavão ser considerada nacionalmente pelo menos como um esboço de cidade, ainda precisa comer muito arroz com feijão (ou, no caso, muito concreto com asfalto).

Pavão também é conhecida [carece de fontes] por ser uma grande exportadora de bananas gigantescas, estas que são exportadas para todas as outras cidades mineiras (e também para algumas cidades do Rio Grande do Sul, afinal, lá por aquelas bandas eles simplesmente adoram comer uma banana fresquinha e de bom tamanho).

Turismo & Lazer[editar]

Apesar de Pavão ter excelentíssimos pontos turísticos, como por exemplo, os morros íngremes pra cacete que serviriam para montar uma favela tranquilamente, nenhum turista com sanidade mental perfeita vai até lá (e nem eu iria). Os únicos turistas que Pavão recebe são os já mencionados gayuchupetas, que vão até a cidade para provar as bananas dos mineiros.

Quando não estão colhendo bananas, os moradores de Pavão se divertem assistindo acirradas brigas de galo, que são patrocinadas pela empresa produtora das Balas Juquinha - Esse patrocínio acontece porque essa empresa se interessa muito pelas bananas dos pavonenses, e querem usá-las para fabricar o novo sabor de seus produtos.

Outras bobagens[editar]

  • Como as bananeiras de Pavão costumam ser muito altas, rígidas e grossas, os pavonenses precisam usar uma peixeira de 30cm para conseguir colher todas as bananas que já estão maduras - Já aproveitando que estão com as peixeiras em punho, eles aproveitam para fazer pequenos cortes nas bananeiras, para contar o número de dias que estão perdendo naquele fim do mundo.
  • Como não tem muita coisa para se fazer em Pavão (para não dizer que não tem absolutamente nada para se fazer na cidade), os moradores costumam fazer um churrasco de gato todos os dias, para matar o tempo. Isso explica o porquê deles serem tão gordos, mesmo comendo apenas bananas nas refeições.
  • Quando precisam ir para a cidade grande para comprar armamentos para se protegerem dos lobisomens ferramentas para facilitar o manuseio das bananas, os pavonenses sempre usam os seus cavalos, até porque, se fossem simplesmente andando, eles levariam cerca de dois meses para chegar em seu destino.
  • Nos últimos anos, após se cansarem de comer apenas bananas (assim como o náufrago do Pica-Pau se cansou de comer apenas côcos), os pavonenses resolveram mudar um pouco de atividade comercial, e começaram a se dedicar à pecuária. Essa atividade comercial até que está dando certo, porém, os pavonenses mais conservadores ainda preferem continuar com o plantio apenas da banana. Visto que algumas vacas apresentam anomalias genéticas, algumas podendo até subir em coqueiros, o que as torna muito perigosas.