Penumbra: Overture

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Virtualgame.jpg Penumbra: Overture é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, algum CT te dá um Head Shot.


Penumbra: Overture é um jogo de quinta categoria, uma tentativa fracassada de assustar o jogador com gráficos pré-históricos e inimigos retardados que são facilmente detidos por uma caixa de papelão bloqueando o caminho.

Esse lixo foi produzido na Suécia, com o dinheiro adquirido após a venda dos dentes de ouro extraídos dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Desde então, a companhia Frictional Penis lançou várias continuações, incluindo uma chamada Amnesia, porque é exatamente isso que é necessário para gostar dessa porcaria: nenhum conhecimento de qualquer jogo decente criado nos últimos 40 ânus.

Enredo[editar]

O jogador recebe equipamentos especiais para enxergar no escuro e alcançar o orgasmo anal ao mesmo tempo.

Um filho-da-puta recebe uma carta do pai que nunca conhecera, descobrindo que seu velho progenitor era um pesquisador estacionado no Canadá estudando a neve perene. Depois de ser currado por um urso polar naquela região longíqua, fria e deserta, e também dentro de seu cu quentinho, o idoso cientista desenvolveu gangrena em seu pênis flácido e atrofiado pelas temperaturas baixas e anos de abuso de esteróides anabolizantes, morrendo logo em seguida depois de ouvir Alanis Morissette e Rush toda hora no rádio.

O protagonista/bastardo decide ir ao encontro de seu destino nas estepes russas canadenses, e também fazer sexo com um esquimó ao explorar uma mina escura e funda, o fim de sua vida. O lugar é terrivelmente perigoso, cheio de passagens sombrias e confusas habitadas por uma variedade incrível de apenas dois tipos de monstros mutantes, totalmente originais: Cujo, o cachorro demoníaco de Stephen King, e a vagina ambulante de Daniela Cicarelli, que transformou-se em uma criatura deformada depois que a famosa sub-celebridade fez sexo em Angra, dentro de um rio perto das usinas nucleares. Para sua defesa contra toda sorte de seres grotescos escondidos nos cantos mal-iluminados desse complexo subterrâneo, nosso herói carrega consigo coisa nenhuma, mas em compensação ele leva nada, zero e também coisa alguma.

Tecnologia[editar]

Os inimigos são renderizados com enorme realismo.

O jogo foi desenvolvido com o novo sistema inovador ToscoVision, permitindo que os artistas e programadores realizassem o jogo mais feio e tedioso já criado. É importante destacar principalmente a simulação detalhada das leis da física, com caixas e barris comportando-se exatamente como na vida real, podendo ser pulverizados com a força do pensamento e derrotando qualquer aparição sobrenatural, já que a avançada inteligência artifical utilizada nesses seres abissais não permite que sejam capazes de saltar por cima desses obstáculos imensos.

ToscoVision versão 0.0 faz parte da família ToscoTech de sistemas para jogos péssimos compatíveis com Windows 3.11 e Direct Shit 6.66. O programador Tiririca levou 42 anos para completar o projeto, interrompendo o trabalho para lançar Alegria do Forró (Grammy de melhor álbum de jazz de 2004) e começar sua carreira musical.

Recepção crítica[editar]

Você depois de jogar Penumbra: Overture.

Como todo lixo auto-indulgente, idiota e patético lançado por uma companhia "alternativa" e "independente", essa abominação medonha recebeu suporte entusiasmado de critícos debilóides, que não conseguem perceber a verdadeira natureza desta bosta cretina. Penumbra: Overture é, basicamente, qualquer jogo de tiro genérico criado nas últimas décadas, mas sem nenhuma arma que preste, a pior arquitetura possível, objetos e inimigos de baixíssima resolução e um palheta de cores estonteante com tons de cinza, marrom, marrom-glacê, preto, negro, escuro, Glória Maria e Wesley Snipes.