Petrópolis

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Pobre0002.jpg Esty artygo é dy pobry!

Esty artygo é sobry koyzas dy póbry, peçowas póbrys y o dono
taméyn dévy dy sê un pobretãwn do karáy!

Cquote1.png Nós comandamos nisto aqui! Cquote2.png
Nova elite sobre Petrópolis.
Cquote1.png Itaipava, a cerveja original de Petrópolis Cquote2.png
Pôster com mulher gostosa no buteco
Cquote1.png Você quis dizer: Silent Hill? Cquote2.png
Google sobre Petrópolis
Cquote1.png Bom tempo é o caralho, o negócio é temporal! Cquote2.png
Zé Pequeno sobre ex-prefeito de Petrópolis
Cquote1.png Nunca mais molho/coloco os pés aqui! Cquote2.png
Peter Medawar sobre sua cidade natal,Petrópolis, radicado na Inglaterra desde os 14 de idade, único prêmio Nobel nascido no Brasil
Cquote1.png Lembre-se que daqui a 20 anos vocês esquecerão dos parentes pobres que vocês perderam na morte, mas olharão para as ruas dessa cidade e dirão: foi o Bom Tempo que fez! Cquote2.png
Rubens Bom Tempo falando para os moradores de Petrópolis
Cquote1.png Oh Cara, lá só da pra surfar se der inchente nos rios! Cquote2.png
Felipe Dylon sobre Petrópolis
Cquote1.png Lá também tem muita água, só que caindo do céu... Cquote2.png
Insulano babaca metido a esperto sobre Petrópolis
Cquote1.png Bom Tempo? Só o prefeito mesmo, né? Cquote2.png
Turista sobre Petrópolis
Cquote1.png Que muquifo de cidade que foram arrumar pra eu morar, hein? Cquote2.png
D. Pedro sobre Petrópolis
Cquote1.png Nesta cidadezinha pacata, você e sua turminha vão encontrar várias diversões junto com esse povinho hospitaleiro, e se molhar e se gripar em aventuras que até Deus duvida! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre Petrópolis
Cquote1.png Só espero que não caia uma torrencial! Cquote2.png
Guido sobre Petrópolis

Petrópolis é uma pequena cidade para a qual foram exilados os habitantes homossexuais de todo o estado do Rio de Janeiro. Localizada em uma montanha que fica na divisa entre Reihnland-Westphalen e Manhumirim. Quer ser conhecida como "a única Cidade imperial das Américas", embora haja outras 83.096 cidades com o mesmo título. Sua população divide-se entre ex-veranistas que fugiram da violência no Rio, viadinhos Emos, sacos de pancadas Playboys metidos a fodões e petropolitanos que, por falta de opção ou competência, continuam morando nesta singular cidade montanhesca que está localizada a 27.998m acima do nível do mar. Apesar de seus habitantes se acharem alguma coisa, é menos habitada que a capital do Acre, Rio Branco (o único lugar do Acre cuja inexistência é discutível).


História

A História de Petrópolis começa quando D. Pedro I chega a Corrêas: ele se hospeda numa fazenda, gosta da região e tenta comprar o imóvel. Mas como os donos da fazenda não são trouxas (já conhecem a fama de mau pagador do imperador), mandam o Orleans e Bragança procurar um vizinho, numa outra fazenda, a do Córrego Seco. Ele "compra" esta fazenda, local onde mais tarde se instalaria a cidade de Petrópolis - cuja história, como se vê, já começou errada.

Pedro I, conforme o previsto, deu o calote. Mas aí um bando de puxa-sacos oficiais (que parecem ser imortais e presentes em todos os tempos nos governos brasileiros) arrumaram um jeito de pagar a conta. Ou seja, a fazenda "pertencente" à família imperial foi paga com dinheiro público. Devido a isso, ainda hoje, na venda de qualquer barraco no território petropolitano, os descendentes de dom Pedro faturam um pequeno percentual: é o chamado sistema de enfiteuse. Graças a esta modesta contribuição, os Orleans e Bragança podem coçar o saco tranquilamente pela eternidade e concedem à cidade a honra de recebê-los por seis meses a cada ano.

Petrópolis foi fundada em 1843. Ninguém queria morar lá, porque chovia muito e era frio pra caralho. Então o governo resolveu forçar convidar imigrantes. Em 1845, começaram a chegar uns alemães que fugiam da(s) guerra(s) em sua terra natal. Faltavam ainda quase 70 anos para começar a I Grande Guerra, mas eles eram muito prevenidos. Os alemães fugiram de um lugar montanhoso, frio e úmido para chegar a Petrópolis, um lugar de montanhas imperiais, frio imperial e umidade imperial. Vendo que entraram numa roubada, os alemães tentaram voltar, mas a Única-Fácil não aceitou trocar as passagens de volta porque não havia "um mínimo de 24 horas de antecedência".

Isolados naquele buraco montanhoso e chuvoso, os alemães ficaram sem fazer porra nenhuma e quase morrem de tédio. Até que um deles teve a brilhante ideia de fabricar cerveja, dando origem à única "diversão" possível na cidade, que é beber até cair. É grande o orgulho da cidade ser "berço" da "mais antiga cerveja do Brasil", a Bohemia, que há 10 anos é fabricada em São Paulo.

Houve um dia que fez sol (entre as 15h22 e 17h14, de 17 de setembro de 1842, uma quinta-feira), fato raríssimo registrado pelo Observatório do Rio de Janeiro e por cronistas da época. D. Pedro II estava passando pela região, em viagem, e achou que o fenômeno acontecia todo dia. Por causa disso, mandou construir o palácio de verão (que hoje é o museu), criou a moda do "veraneio" e foi imitado por toda a corte. Esse negócio de veranear era necessário porque o verão carioca maltratava demais a cútis imperial, dos embaixadores, da nobreza etc (ui!). Por isso mesmo, o Filósofo do Alto da Serra sempre diz: "Desde que inventaram o ar condicionado, Petrópolis não serve mais para porra nenhuma".

Bastou a primeira chuvarada (que caiu 17 segundos depois de o palácio ser inaugurado) para D. Pedro II perceber a besteira que fez. Mas aí já era tarde, porque se palavra de rei não volta atrás, de imperador, muito menos. O resultado é que Pedroca teve que passar o verão debaixo de chuva por mais de 40 anos, até 1889, quando proclamaram a república. Como a irrevogável tendência à babaquice é uma característica de presidentes da república de todos os tempos, muitos deles também imitaram o imperador e continuaram com esse negócio de "veraneio". Como não havia mais "côrte", eles subiam o morrão acompanhado dos seus milhares de puxa-sacos.

Aconteceu então uma estranha mistura entre a população de alemães bêbados e puxa-sacos oficiais desiludidos. Possivelmente isso influenciou a formação psicológica e as práticas sociais dos futuros habitantes – práticas estas que, no dizer de Fritz Schumacher (autor de "Petrópolis, Regenland und Merdenvolks"), não tem qualquer motivo, sentido ou objetivo. Por isso passaram a ocorrer fenômenos estranhos e bem petropolitanos, ainda hoje observáveis que ninguém consegue explicar:

- Petrópolis é o único lugar do mundo em que botequins fecham por falta de clientes.

- Petrópolis é o único lugar do mundo em que casas de jogo (cassino, bingo etc) fecham por falta de clientes.

- Petrópolis é o único lugar do mundo em que puteiros fecham por falta de clientes.

- Grupos de rapazes petropolitanos gostam de ficar em pé durante horas, na frente de um botequim qualquer na rua do Imperador, segurando um mesmo copo de chope, falando besteira e rindo que nem retardados (recorde de Marcelo "Bocão", morador do Quitandinha: 9h42, no dia 14 de abril de 2007, no já citado "bar" D'Ângelo)

- Aliás: 83% da população masculina nascida entre 1960 e 1980 se chama "Marcelo" ou "Ricardo";

- 89% dos petropolitanos nasceram no Hospital Santa Teresa.

- O obelisco, monumento esquisitíssimo plantado na rua do Imperador, é um marco social. Divide o centro da cidade em partes, que são o seu lado escroto (antiga rodoviária, largo dos "prontos", Floriano Peixoto, Rua da Feira etc) e seu lado mais escroto (16 de Março, Galeria do Marchese, Casa D'Ângelo etc).

- A Rua do Imperador termina (ou começa? Sei lá) na praça da Inconfidência, onde fica a igreja do Rosário. Tradução: como qualquer aldeota, Petrópolis não passa de uma rua grande que acaba numa praça com uma igrejinha.

- A "toponímia" dos logradouros petropolitanos é um primor de baixo astral. Se você chegar do Rio, subindo pela rodovia Washington Luís (presidente que inaugurou a estrada em 1929 e foi deposto no ano seguinte) pelo Quitandinha (o maior hotel cassino do mundo, que fechou após apenas dois anos de funcionamento), vai passar pelas seguintes ruas ou avenidas:

  • Ayrton Senna: morto tragicamente
  • Coronel Veiga: impedido de assumir a Câmara de Vereadores
  • Washington Luís: deposto por golpe militar
  • Imperador: deposto por golpe militar.

Na rua do Imperador, você pode passar pelas seguintes ruas/avenidas/praças:

  • Aureliano Coutinho: morreu maluco
  • Marechal Deodoro: renunciou
  • Paulo Barbosa: caiu no ostracismo
  • Expedicionários: uma homenagem a cinco soldados mortos
  • João Pessoa: assassinado
  • Sá Earp (ex-João Pessoa): ninguém sabe quem foi
  • 16 de Março: fundação de Petrópolis
  • Imperatriz: morreu no exílio, com o marido deposto
  • Inconfidência: movimento que não deu certo, no qual Tiradentes foi enforcado e esquartejado.

Outras curiosidades dos logradouros do Centro de Petrópolis:

  • (Praça) Ruy Barbosa: morreu em Petrópolis
  • (Avenida Júlio) Koeler: fundou Petrópolis em 1843; morreu três anos depois num acidente idiota, brincando de tiro ao alvo no quintal (devia estar todo mundo cheio de cana).
  • (Avenida) Roberto Silveira: governador do Rio, morto em Petrópolis num acidente de helicóptero em 1960.
  • (Rua) 7 de Abril: Data da abdicação do imperador D. Pedro I, comemorada pelos republicanos e cujo nome os monarquistas babacas (redundância...) esqueceram de "corrigir".
  • Barão do Amazonas: comandou a maior vitória da Marinha do Brasil (Riachuelo), mas Tamandaré, que estava de folga naquele dia, é quem foi escolhido para ser o patrono dos "cisnes brancos em noite de lua".
  • Alguns suicidas famosos também tiveram casas de veraneio em Petrópolis, como Santos Dumont, Getúlio Vargas e Stephan Zweig.

Para piorar a situação e deixar a cidade ainda mais esquisita, a partir da década de 1960 começaram a chegar à cidade grandes levas de imigrantes mineiros preguiçosos. Mineiros porque vinham de Minas; preguiçosos porque queriam ir ao Rio, mas cansaram no caminho. As características da "alegria" e a "sobriedade" dos alemães; junto com a "inteligência" dos puxa-sacos do governo; somadas à "espontaneidade" dos mineiros criaram a identidade de uma gente de bem. De gente bem escrota.

Graças a estas características peculiares, o povo petropolitano se orgulha de sua capacidade para eleger homens probos, honestos e geniais como Roberto Jefferson, Paulo Rattes, Leandro Sampaio e o glorioso Rubens Bomtempo, entre outros.

Economia

Na verdade Petrópolis é o melhor lugar para comprar essas coisas, porque o mão-de-obra é barata, e todas as empresas vão para essa região a fim de aproveitar as disponíbilidade de calangos locais. A vida economica para tais moradores, começa com a venda de caqui na beira da estrada, precisamente na BR-040, onde eles vão e voltam correndo sem sandalhas e sem camisa. A rua Teresa é a maior concentração de produtos piratas, contrabandeados e/ou de baixa qualidade fonte de renda e emprego em Petrópolis. Trata-se de uma ruazinha estreita do terceiro maior shopping a céu aberto do país, perdendo apenas para a Rua 25 de março, em São Paulo, e o Calçadão da Rua Halfeld, em Juiz de Fora. São 6.146 lojinhas espremidas ao longo dos seus 2,3 quilômetros, que vendem roupas de malha para mulheres, crianças, homens e pegadores de traveco. As compradoras vêm de todas as partes do Brasil, todas elas localizadas no Nordeste, e voltam para casa levando sacolas de roupas - pelo que são chamadas de "sacoleiras". No ano passado, as "sacoleiras" pagaram suas compras com 6.789.356 cheques, dos quais 6.789.354 sem fundos. Talvez deva-se a isso o dinamismo empresarial observado na Rua Teresa: a cada visita, encontram-se em média 90% de lojas recém-inauguradas, embora muitas vezes os proprietários apenas tenham trocado o nome fantasia para fugirem dos credores, e continuem vendendo as mesmas drogas de mercadorias. A Rua Teresa é famosa em todo o Brasil por registrar uma das maiores concentrações de pobres do país, reunindo todos os anos milhares de consumidores de baixa renda para comprarem inutilidades roupas e acessórios a preços acessíveis, só perdendo para as famosas "Tem Tudo", ou lojas de 1,99, várias das quais instaladas também em Petrópolis.

Na rua do Imperador (conhecida pelos petropolitanos como "vinida" ou "lá fora", na dependência do buraco lugar onde se escondem moram), a principal da cidade, proliferam os camelôs da Baixada Fluminense, trazendo todo o tipo de produto roubado e/ou pirata nas cercanias do Rio de Janeiro. Graças à eficiência da Guarda Municipal local, estes ambulantes podem trabalhar tranqüilos.

Apesar do fabuloso transporte público (veja abaixo), os petropolitanos costumam caminhar bastante a pé, o que, associado ao clima provoca um gasto de sapatos absurdo acima da média, e uma incidência de 99,99% elevada de doenças respiratórias o ano inteiro nos meses de chuva. Isto explica a proliferação em ritmo industrial de farmácias e sapatarias.

Dizem que o turismo é uma outra grande fonte de renda para a cidade, embora os turistas gastem apenas umas poucas horas visitando o Museu Imperial antes de tomarem uma chuvarada no lombo e correrem de volta para o ônibus, partindo sem gastar um puto real nem com o pipoqueiro. Mas como turista é um bicho otário em qualquer lugar do mundo, também na "cidade imperial" alguns caem em algum tipo de conto do vigário. Em Petrópolis, o golpe que faz mais sucesso (e vítimas) é a sugestão de "beber um chope e comer um bolinho de bacalhau" na casa D'Ângelo, que fica perto do Museu. A maior atração deste "bar" é oferecer o pior atendimento e a pior comida do hemisfério ocidental (segundo o Guiness Book de 1998). Não poderia ser diferente, já que um dos proprietários é o atual prefeito, o bem sucedido médico Mau Tempo. Trabalhou duro na área médica por mais de quinze anos. Mas só pôde colher os frutos de seu suor nos últimos sete anos, coincidentemente, após assumir a prefeitura, sendo, atualmente, dono de vários empreendimentos na cidade imperial. No entanto, trata-se de homem modesto e tímido. Detesta aparecer e, apenas por isso, nada tem em seu nome. Esta ética exemplar é exigida pelo prefeito, no que tange ao seu competente secretariado.

Clima

Centro de Petrópolis (em um dia comum).

Petrópolis é um dos poucos lugares do mundo em que as quatro estações do ano acontecem em apenas um dia: você sai de casa as 8 da manhã com agradáveis 10°C; ao meio-dia, faz o "calor infernal" de 16°C; então, 15 minutos depois, o céu fica extremamente preto e cai um temporal , baixando a temperatura para 9°C e, depois que baixa o "russo" (ou fog petropolitano), chega a noite, trazendo um "friozinho gostoso" de em média -25°C.

A temperatura varia de -32°C (inverno) a 45°C (verão). A primavera e o verão são marcados pela intensa temporada de chuvas, que castiga a cidade de outubro a julho. Quando para de chover, começa o inverno, então é um frio do cacete. Devido ao índice pluviométrico, muita gente carinhosamente chama a cidade de "Chuvópolis", ou "Penico do Mundo".

Fauna e Flora

Veja só que incrível! Este é um dos tubarões mutantes (devido ao alto nível de poluição das águas) que vivem em um dos 3221 rios de Petrópolis!

Petrópolis sempre fez força para ser conhecida como a "Cidade das Hortênsias". Por isso, todo ano, no verão, a prefeitura gasta rios de dinheiro comprando (em Teresópolis) mudas que serão plantadas nos canteiros públicos no centro. Os turistas ficam tão encantados com esta paisagem "natural" que arrancam quase todas. As que sobram são levadas pelas enchentes ou morrem congeladas no inverno.

A fauna também não é muito rica. Na altitude, poucos animais sobrevivem.

Trânsito e Transporte Público

Rubens Mautempo provando do seu próprio veneno.

O trânsito em Petrópolis é outra peculiaridade imperial. Ao contrário do que muitos pensam, a grande maioria da população de Petrópolis é pobre fudida de baixa renda, não tendo assim dinheiro para comprar carro. Por este motivo, o canalha digníssimo e ladrão dos cofres públicos probo atual prefeito, o populista popular Sr. Mau Tempo, aumentou todas as calçadas do centro histórico, para os pobres terem mais espaço para andar a pé. Além disso, criou os transtornos transbordos (falaremos a seguir) para enfiar mais grana dos seus re-eleitores re-otários naquele rabo gordo melhorar a qualidade de vida do povo petropolitano. Mas, ainda assim, o trânsito cada vez mais mergulha no Rio Piabanha no caos completo.

Segundo estatísticas do IBGE de 1998, um morador de Itaipava que tinha uma moto demorava aproximadamente meia hora para chegar em casa. A mesma distância custava no máximo uma hora de carro; e uma hora e uns quebrados de ônibus.

A mesma pesquisa feita em 2006 revela que:

- se você tem moto você não chega em casa porque capotou dentro de algum rio imperial poluído, ou deu de cara com um ônibos da viação Esperança e morreu no acidente - ou depois, de tétano.

- se você tem carro, demora 17 horas e 43 minutos para chegar em casa (via Duas Pontes) e 23 horas e 12 minutos (via Rua Teresa)

- se você depende do transporte público, não esqueça seu livro, enciclopédia ou gibi (desistiram de contar quando chegaram aos 14 dias e 2 horas de espera).

Porém o que mais nos interessa é que a cidade, mesmo com todos os defeitos, é muito segura no quesito transportes. Vide o inescrutável e magnânimo radar, com o limite máximo de 40 km/h, instalado na avenida Ipiranga, que é uma das artérias da cidade no que se trata de eficiência (ou tentativa de) no trânsito do município, com isso, temos uma retenção desenfreada (ou desacelerada, parada... estou confuso) no transporte petropolitano nos horários de pico. Mas pelo menos nennhum outro filho do vereador que propôs a instalação dos vulgos "pardais" na tal avenida, será mais atropelado ao sair da escola Ipiranga (uma das mais tradicionais e elitizadas da cidade, localizada na mesma rua).

Petrópolis também é o lugar em que foi feita uma obra de reurbanização do centro da cidade, na qual foram retiradas todas as vagas públicas para carros de sua avenida principal, para que você precise pagar um preço abusivo na hora de estacionar em um dos estacionamentos pertencentes ao prefeito. Mas não fique preocupado com a possibilidade de você querer estacionar e todos os pátios do prefeito estarem cheios... Nesse caso a prefeitura começa a cobrar como estacionamento rotativo uma das faixas de sua avenida principal (que tem sómente duas faixas) durante a noite nos fins de semana, assim o povo petropolitano nunca ficará sem ter aonde parar seus maravilhosos e financiados carros do ano.

Há poucos anos a prefeitura inaugurou a nova rodoviária - após décadas de estudo para definir qual o pior lugar possível para se instalar este terminal. A rodoviária é tão "bem" localizada que 9 em cada 10 passageiros prefere saltar na entrada da cidade a prosseguir em mais três quilômetros de viagem até a parada final. Como medida de economia, seus planejadores adaptaram os projetos arquitetônicos de um frigorífico industrial para construir a rodoviária que, em dias de verão, chega a registrar uma máxima 2°C. No inverno, os pingüins são uma atração à parte para a criançada.

Por falar em rodoviária, a empresa mais bem sucedida de Petrópolis é a viação Única-Fácil, que faz a ligação com o Rio. É o único caso na história da economia mundial de um monopólio explorado por duas empresas que, na verdade, são apenas uma. Diariamente arrancam dinheiro de milhares de infelizes passageiros que não têm outra alternativa senão sacolejar naquele caixão envidraçado, estupidamente gelado, hermeticamente fechado e cheirando a merda, veículo que os briosos funcionários da transportadora chamam de "ônibus". A empresa é tão organizada que você pode até acertar o relógio pela partida dos ônibus: TODOS, sem exceção, saem exata e pontualmente cinco minutos depois do horário marcado.

A prefeitura está de todas as formas tentando arrancar mais dinheiro da população e recentemente começou a adotar a fórmula Cesar Maia de gestão: instalou (sabe Deus a que preços) milhares de quebra-molas, inclusive em subidas (e isso não é piada); e "pardais", impondo limites de 50 km/h em ruas mal cuidadas, onde normalmente a velocidade era de 51 km/h. Tal iniciativa do filha-da-puta querido prefeito, conquistou mais um título para o município: A única cidade do mundo a possuir um "pardal" numa subida (e isso também não é piada). Até o fim de 2008 serão instalados quebra-molas e fiscalização eletrônica numa pista de skate, na pista de atletismo da UCP e nos playgrounds de quatro jardins de infância.

Outra merda maneira de a prefeitura ganhar dinheiro fácil melhorar a vida do pobrepolitano tem sido a criação de estações de transtorno transbordo. Graças a estes terminais, você vai de uma ponta a outra da cidade pagando apenas uma passagem e demorando apenas um dia e meio de viagem (se não estiver chovendo, o que é uma raridade). Com as estações de transtorno, passageiros de 12 ônibus lotados de um bairro são embarcados em apenas um coletivo, em direção ao centro. Tudo para respeitar o projeto do governo de "desafogar" o trânsito na rua do Imperador, que recemente foi estreitada pelo mesmo governo, e, é claro (como já foi dito), melhorar a vida do cidadão de Chuvópolis – principalmente a dos donos das empresas de ônibus e dos estacionamentos da "vinida" e adjacências, que enchem o rabo do Mau Tempo de dinheiro são um exemplo de altruísmo a ser seguido por seus pares de outras cidades.

Na verdade o trânsito é um lixo, e eles ainda dizem que tem qualidade de vida, porque as pessoas que conseguiram estudar até o ensino básico ou fundamental, ainda conseguem alguma change em outras cidades, mas tendo que pagar um preço alto como perder de 3 a 5 horas para chegar no destino e levando em médias 6 horas para ir e voltar do trabalho, mas durante as férias é um pouco melhor eles perdem 5 horas, que bom né?

Pontos Turísticos

D.Pedro II e sua família em uma bela tarde ensolarada de Petrópolis.
  • Ruas com cheiro de merda de cavalo, "o cheiro da natureza".
  • Casa dos 7 ou 8 ou 9 erros sei lá, tá tudo quebrado lá mesmo.
  • O rio que corta a cidade, que na verdade só tem esgoto.
  • Museu Imperial - Visitado em grande parte por turistas retardados. Segundo o IBGE, 73% da população petropolitana nunca esteve dentro dele – ficando apenas perambulando pelos jardins, já que isso é gratuito. Os outros 27% gastaram dinheiro apenas para lustrar o chão do palácio com aquelas pantufas ridículas, em cada qual cabem dois pés. Lá encontramos várias velharias, coisas cheirando a óleo de peroba e fantasmas imperiais, que são muito hospitaleiros, vindo receber os visitantes com alegria e descontração.
  • Obelisco - O maior monumento Gay da cidade, considerado por playboys, emos, e góthekus um marco petropolitano. Até a cor do Obelisco é aveadada, até hoje há controvérsias, alguns especialistas (viadinhos chupa-rola) afirmam que é "salmon"; outros dizem ser "goiaba"; e ainda os mais ousados (bibas) dizem ser "roranja", uma mistura de rosa com laranja (cor de viado).
  • Trono de Fátima - Onde as baratas de sacristia senhoras católicas vão para orar, pedir por milagres e tirar fotos retardadas com tias gordas e sobrinhas monocelhas. De lá é possível contemplar uma espetacular vista do Cemitério Municipal.
  • Catedral - A única catedral gótica da América Latina é motivo de orgulho para toda a população católica, gótheka, emo e GLS de Petrópolis. Os turistas gostam de tirar fotos com poses idiotas em frente à catedral. Os casais ricos também gostam de se casar lá. Góthekus, emos e Gays também gostam de se reunir na catedral para a prática litúrgica apostólica romana da pederastia num motelzinho a céu aberto numa certa ruazinha deserta que tem nos fundos da construção. Eles também vão lá para tocar violão na chuva, tirar fotos de sobretudo e beber vinho.
  • Palácio de Cristal - O monumento mais cobiçado pelos vândalos da cidade, que são doidos para apedrejá-lo freneticamente. Embora seja "de Cristal", é todo feito de vidro e ferro. Lá acontecem shows de dança folclórica (pessoas retardadas com roupas ridículas), orquestras de crianças surdas e, como não pode faltar em Petrópolis, missas.

Points Petropolitanos

Alguns points petropolitanos famosos são:

Posto de gasolina que vendem gasolina da época de D.pedro.

Andar de carroça, lembrando os nosso antepassados.

Quartigay - Onde se reúnem os gays, emos, góthekus, Lésbicas e vendedoras da 16 de março.

Subidinha do Liceu - Onde os alunos que se acham rebeldes vão para ficar de putariazinha. Se encontra atrás do CDC (ou centro de cultura) e é escolido por alunos por ser deserto, para pegação e por bandidos, que assaltam os otários que dão mole... Normalmente bomba de 6:30 as 11:00, de segunda a sexta!

Big House - Também conhecida carinhosamente como BR, a Big House é o segundo lar dos favelados funkeiros petropolitanos. É um motel uma boate onde toca muito funk e outros tipos de música ruim, e as vagabundas "damas" entram de graça até meia-noite, o que explica o grande número de praticantes de "ménage a trois".

Itaipava Show - Quando a Big se enche de favelados, e não cabem mais putas lá dentro, o restante vai para Itaipava de AUTOBUS pedindo esmola, ou pulando a roleta, e chega finalmente a ITA SHOW.

Centro de Loucura Cultura - Onde se reúnem os skatistas, emos, góthekus, vagabundinhos, metaleiros(se acham pelo menos) rockeirinhas fedendo a cebola e pseudo-intelectuais. Também é alta a concentração de casais se semi-comendo namorando no gramado.

Savana - Onde se reúnem os playboys, patys, e outros tipinhos escrotos.

Monte Lixo Líbano - A maior concentração GLS da cidade. Recomendável pedir o RG antes de pensar em ficar com alguém que freqüente este local.

Igreja Santo Antônio - Point favorito das baratas de sacristia senhoras católicas, moradoras do pico da neblina Alto da Serra.

Hiper Shopping ABC - Reunião das tias varizentas, senhores calvos, gordinhos, favelados barraqueiros do morro da Oficina e emos bando de duros que não tem mais o que fazer que não querem rumar para o quartigay ou catedral.

16 de Março - Mais conhecida como playboylandia, esta ruazinha simpática é onde se encontra a maior massa petropolitana de riquinhos, filhinhos-de-papai, vacas patys e estudantes colegiais de nariz empinado, que se reúnem lá para papear, paquerar e atravancar a calçada andando em bandos enormes. Nesta rua ficam as lojas mais careiras e inúteis chiques de Petrópolis, vendendo apenas artigos de qualidade (Nike Shox e calças da Opção e da Taco), devido aos quais os otários acabam com o limite dos seus cartões, comprando uma calça ou um tênis ridículo, caro para caralho, para pagar em 17 vezes com juros absurdos.

Posto da 13 de maio- onde petropolitanos param para fazer seu pré-night , antes de ir para Itaipava demonstrando todo seu horrendo gosto musical exibindo seus potentes sons de chevetes rebaixados misturados com filhinhos de papai que mantém-se por lá ostentando seus véiculos modernos, e nas mesas os mesmos frequentadores do local ha mais de vinte anos permanecem jogando conversa fiada fora.

Clube Petropolitano - Onde petropolitanos escrotos, favelados e mini-piranhas divertem-se aos domingos em um baile funk. Ao final do "Baile", brigas, gemidos, gritinhos homossexuais e potentes motos de 125cc atordoam os vizinhos do dito lixo clube.

Curiosidades

  • Por que não existem ônibus saindo de petrópolis antes das 6 horas da manhâ?
  • Você sabia que a não pode sair sem casaco em Petrópolis, porque quando você menos espera cai aquela chuva fina que causa pneumonia?
  • Você sabia que ao andar de carro na Rua do Imperador (mais conhecida como Vinida) você pode levar mais de uma hora para andar menos de um quilômetro?
  • Você sabia que o povo de Petrópolis não sabe andar na rua? Por mais que aumentem a calçada o povo continua andando coladinho e te dando ombradas e bolsadas...
  • Em Petrópolis não tem dengue... O mosquito morre subindo a serra... Ele não resiste ao frio e a altitude!
  • Você sabia que Petrópolis é uma cidade gay? Note: Tem um Obelisco bem no centro da cidade, um relógio cheio de florzinhas, o DDD é 24, o Museu Imperial é Rosa, tem um palácio de Cristal, tem um chafariz com uma águia com uma cobra na boca, que o conde D'Eu entre outras provas concretas e suspeitas.
  • Se você visitar a Castelânia (ou Terra do Sol Turista), leve casacos de lã, aquecedores e prepare-se para fazer um iglu.
  • Você sabia que o Ministério da Saúde adverte que em Petrópolis é necessário sair de óculos, pois você corre o serio risco de ficar cego, devia à ponta propositalmente afiada dos guarda-chuvas das velhinhas idosas?

Cquote1.png Porra, se é velhinha, é óbvio que é idosa Cquote2.png
Leitor que odeia pleonasmo sobre este artigo

  • Você sabia que em Petrópolis existem variações da Terra do Nunca? Terra do nunca vão calçar esta rua, nunca vão iluminar esta servidão, nunca terá ônibus, nunca vai ter sol, nunca vai parar de cair barreira, entre outros Nuncas...
  • Você sabia que quando chove (isto é, sempre), os ônibus fecham todas as janelas para que fique aquele bafo desgraçado e você pegue todo o tipo de doença respiratória (tática da prefeitura para atrair doentes para os hospitais, que também servem de fonte de renda para a cidade)?
  • Todo gay de Petrópolis é do Valparaíso!
  • Você sabia que o cara que escreveu o artigo acima tem rasão! Repare nas linhas de ônibus do Vaparaíso: 204 e 211. Tire o zero do 204 e veja a conhecidência... E no 211, repare no um atrás do outro! Mais que sujestivo né!
  • Você sabia que o ruço (cerração, por isso que é com ç) é a marca registrada da cidade, ocorrendo?
  • sabia que quando chove todos os 3221 rios que cortam a cidade transbordam?
  • Você sabia que quando chega o fim de semana vem aquela nuvem negra de chuva e tempestade estaciona bem em cima de Petrópolis?
  • Você sabia que na previsão de tempo o raiozinho da tempestade fica bem em cima de Petrópolis(observem!).
  • Você sabia que ao entrar em qualquer cantina, buteco ou algum lugar que os petropolitanos ousam chamar de restaurante, serás esquadrinhado dos pés a cabeça?
  • Você sabia que 90% dos donos de lojas em Petrópolis exploram seus funcionários!

- Com salários mediocres! - Carga horária super elevada sem contar que a % de vendas dos funcionários é ridicula! - Horas extras e % de vendas não entram no contra-cheque dos funcionários!

  • Com isso acho que eles não prejudicam nem um pouco seus funcionários e o governo com a arrecadação de impostos para a aposentadoria!
  • Visto que o salário para a contribuição ao INSS não é REAL!!!
  • Isso é uma prática muito usada em Petrópolis!
  • você Sabia que a Rua 16 de Março, no centro, foi considerada por Chuck Norris a Lugar mais gay do mundo, pois concentra a maior quantidade de Bixonas, Emuxos e uma ganguezinha muito escrota que acha que manda na cidade( os A³ de merda!), por isso o Away quando efetivar a compra da cidade vai mandar demolir tudo que estiver perto da "16"?
  • Você sabia que eu já estou de saco cheio de escrever esse artigo inútil e sem graça?
  • Você sabia que ao andar em Petrópolis você pode entrar na nave espacial (sexual) do palhaço gozo,junto com a galera do Hermes e Renato?
  • A UNICA continua sendo a única viação dos petropolitanos.
  • Você sabia que agora está chovendo?!
  • Você sabia que o prato típico mais famoso de Petrópolis é o BRIOCHE DO BADOFE?! O vulgo Badofãoé parte integrante do cardápio de qualquer petropolitano atrasado e sem dinheiro. O maior do mundo, dizem por aí...
  • Você sabia que 90% dos petropolitanos moram em petrópolis?!
  • Você sabia que petrópolis tem lojas que vende pornografia para maiores de 5 anos?!

Projeto para a próxima gestão de Petrópolis, se Mau tempo não colocar um superfaturador de obras para lhe suceder, é claro

Cartilha Gratuita para os moradores: "como lidar com enchentes": Antes da enchente

  • Aprenda a nadar.
  • Compre uma canoa, boia, lancha ou similar.
  • Colete Salva-Vidas.
  • Melhor, construa uma arca.
  • Guarde em lugar seguro tudo que é importante para sua sobrevivência como bebidas, pornografia, etc... *Leve tudo para um lugar alto.

Cquote1.png Petrópolis já é a porra de um lugar alto quer que levemos para onde, Everest? Cquote2.png
Petropolitano sobre esta sugestão

  • Faça um seguro, se possível.
  • Faça seu testamento.
  • Não esqueça dos biscoitos e de um agasalho.
  • Leve sempre um creme Colgate Max Fresh.

Durante a ocorrência da enchente:

  • Não ande na enchente você pode ser atacado por animais.Não entre em túneis.
  • Olhe onde pisa.
  • Não tenha contato direto com a água, pode haver doenças.Use camisinha.
  • Se tiver que nadar ... boa sorte e não engula água.
  • Chame o Aquaman.
  • Dê entrevistas.
  • Relaxe e goze.

Depois da enchente:

  • Conte o prejuízo.
  • Processe a prefeitura.
  • Agradeça o Aquaman.
  • Volta pra sua casa, se enxuga, e da um belo pulo na piscina.