Petrolina de Goiás

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Petrolina de Goiás é um distante e desconhecido bairro de Anápolis odiado pelas famílias de bom costume. Só conhece essa cidade quem em algum momento de sua vida cogitou se afastar definitivamente da civilização.

História[editar]

Entrada de Petrolina de Goiás... Vai encarar?

Cidade fundada oficialmente em 1919 quando alguns caipiras construíram uma capela no meio do nada, e assim foram surgindo em volta da capela inúmeras casas rústicas de madeira, barro e palha erguidas por peões, aventureiros, lavradores, perdidos, prostitutas, mendigos e gente que foi expulsa de Anápolis por serem demasiados vagabundos ou criminosos. Inicialmente, aquela grande festa junina em forma de cidade do interior era desconhecida como Descoberto, porque pra chegar lá tem que descobrir mesmo.

O nome muda para Petrolina no ano seguinte, em homenagem à sogra do fundador da cidade, Dona Petrolina, a mãe de todas as velhas fofoqueiras que hoje abundam em Petrolina.

Em 1949 vira Petrolina de Goiás porque já existia uma sogra chamada Petrolina lá em Pernambuco.

O desenvolvimento da cidade chega com a criação da famosa GO-080, a estrada da morte, que liga Goiânia ao Inferno passando por inúmeros buracos. Petrolina de Goiás torna-se um vasto e importante latifúndio de Anápolis.

Hoje é uma cidade simpática e irrelevante para o mundo. Tem casas, uma capela, um cemitério, um pseudo-hospital, uma delegacia e uma rodovia onde se reúnem caminhoneiros, prostituas e marginais para fazer a economia girar.

Economia[editar]

Com uma economia estritamente agrícola e irrisória, destacam-se as vastas plantações de arroz, milho, feijão, hortaliças e frutas (gays), mas a grana dessa agricultura ninguém vê, e muito menos os vegetais, já que todo mundo passa fome na cidade.

A prefeitura ganhou muito dinheiro da Record por ceder grande parte do terreno do município para a exibição do reality show A Fazenda.

População[editar]

Você pode não acreditar, mas existem naquele buraco mais de 10 mil caipiras (50%), agroboys (25%), agropatricinhas (10%), bêbados (5%), miseráveis (5%) e mendigos (5%).