Pilar de Goiás

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Gnome-searchtool blue.png Pilar de Goiás é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Quando o fim do mundo chegar, esta cidade não vai ser destruída.

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Pilar de Goiás é um grande latifúndio a 263 quilômetros da fazenda matriz Goiânia, pela BR-153, a única rodovia federal do Brasil feita de barro batido.

História[editar]

A moderna e movimentada Pilar de Goiás.

Os primórdios de Pilar de Goiás datam da época que índios curuxás e canoeiros portugueses trocavam ouro por espelhos, e febre amarela por malária. O local, isolado de Deus e do mundo, era um ponto ideal para escravos foragidos criarem quilombos e jamais serem encontrados, mesmo porque ninguém era insano o suficiente para ir caçar escravos no Inferno que era o quilombo de Papuá, como o local era conhecido no século XVIII, devido ao capim amarelado de nome Papuá que causava mais coceira que qualquer urtiga. Era usada pelos negros para sabotar o papel higiênico dos portugueses.

Em 1741 um grileiro construiu uma igreja de Nossa Senhora do Pilar por ali porque é regra construir uma igreja para iniciar uma cidade, é claro que o objetivo do cara não estava no catolicismo, mas em explorar o ouro, que até hoje é abundante ali, é claro que os índios e negros não viram nem a sombra dessa riqueza.

Em 1831 devido ao grande crescimento da cidade, é elevado a vila com o nome de Pilar sei lá porque, e em 1938 passa a ser município com o nome Pilar de Goiás, porque só pilar sem especificar o local era ruim de entender.

Hoje a cidade é mais um dentre essas centenas de lixos do interior goiano, cheio de pobreza e gente feia.

População[editar]

População de pouco mais de 2000 habitantes, sendo que 50% deles são formados por cornos e 50% por galinhas. Os moradores de Pilar de Goiás são conhecidos como pilarenses, nas cidades vizinhas sua fama é de pessoas briguentas e encrenqueiras, estão sempre marcando presença em eventos da redondeza, no interior de Goiás onde tem briga em festas tem um Pilarense envolvido.

Pilarenses tem um fígado de aço, bebendo mais que o Jeremias no sábado de aleluia. São descendentes de uma mistura ente índios, escravos e portugueses, não gostam muito de trabalho más estão sempre vestindo as ultimas tendencias da moda, devem estar farmando dinheiro em uma mina de ouro no fundo do quintal.

Economia[editar]

A economia de Pilar de Goiás é baseada na exportação de capim e feno, e no lucrativo negócio da prostituição na BR-153.

Os pilarenses também são conhecidos pela alta produção e consumo de coco, são famosos por serem capazes de colocar dois cocos na boca e conseguirem assobiar. Cerca de 70% da população são consumidores ativos de coco, os outros 30% não consomem essa castanha pela falta de dentes.

Culinária[editar]

Pilar de Goiás reserva uma tradicional culinária, onde em todas as casas você encontra na mesinha do centro da sala um misto quente prensado com goiabada, biscoito de sal, pão de queijo e café frio.

Turismo[editar]

O turista que visita Pilar de Goiás primeiramente não merece ser chamado de turista, merece ser chamado de idiota ou completo desocupado para ir visitar uma cidade dessas. Mas para quem caiu nessa cilada, só resta participar da Festa de Nossa Senhora do Pilar, festa junina fora de época onde pode presenciar um raro ritual de acasalamento de caipiras e as Cavalhadas.

Na cidade encontra-se o Sino Maior, de 900 quilos de puro ouro, só não foi roubado ainda porque os ladrões não encontraram o caminho de Pilar de Goiás ainda.

Mas fica de sobreaviso, não visitar o campo de futebol, há perigo imenso de ser ferroado e morto por maribondos assassinos além do alto de risco de perder a bola, caso ela seja lançada fora do campo, já que o campo está localizado no alta da cidade, e precisará descer uns 6 km para buscar a bola, se alguém lançá-la além das 4 linhas.