Pirapó

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Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

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Pirapó e sua estação do inferno
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Pirapó.

Cquote1.png Nóis somo o povo mais poderoso! Tema o poder desse vibrador de Pirapó! Cquote2.png
Habitante da cidade achando que é poderoso
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Alguém sobre o caipira esquisito

Pirapó é uma cidade que é formada por pessoas esquisitas... Na verdade, ela é um vilarejo de pessoas esquisitas. Ninguém teve coragem de criar um hospício lá por causa que teriam que internar os 2000 habitantes e aquilo pareceria um Carandirú ou algo do tipo.

Pirapó fica no Rio Grande do Sul e apoia todas as políticas que tenham como objetivo expulsar estrangeiros do país.

Fundação[editar]

Alguns comerciantes acabavam por usar o lugar para contar dinheiro que conseguiam quando davam o redondo para os tropeiros que viajavam. Quando um dia descobriram que estavam sendo enganados, acabaram virando ladrões e por causa do trauma, talvez, faziam aquilo para se vingar dos tropeiros que pagavam para comer eles.

Eles usavam sempre o mesmo ponto para saquear os tropeiros e instalaram casas por lá. Vendo que dava um bom comércio vender produtos para ladrões, um português criou um mercadinho ali perto para ser assaltado também e depois algumas pessoas começaram a viver perto do mercadinho e assim, na leva da onda, a cidade em 30 anos já tinha 300 habitantes.

Os ladrões começaram a assaltar as pessoas, mas a polícia da vila prenderam eles. Quando menos notaram, os ladrões haviam criado uma cidade, e transtornados com a merda que haviam feito, ficaram malucos.

Daí veio o nome da cidade: Pirapó. Pira de pirado e que é o pó da cadeia onde os ladrões estavam.

Economia[editar]

A economia instável e caótica reflete em sua fundação: quando os fundadores foram presos, ninguém mais passava, com medo de ser roubado, algo muito comum no Rio de Janeiro, que também tem esses problemas e colocou um sistema de faixas que medem onde você é e onde você não é roubado.

Apesar disso, a cidade gera o suficiente para ser considerada fudida. O CTG controla a região por meio do dinheiro e do tradicionalismo gaúcho, drogando as pessoas com chimarrão e erva-mate.

Ver também[editar]