Piratini

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Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

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"atraso de vida" Google sobre Piratini "Só tem fofoqueiro,gay e puta" Você sobre Piratini Cquote1.png Eu tenho diploma e você não Tem!!! Cquote2.png
Kiko
Cquote1.png Sacanagem!!!tão falando mal da minha cidade Cquote2.png
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Se nascido em Piratini mentalidade atrasada você ter - Mestre Yoda sobre a mania dos piratinienses em viverem do passado.

Piratini é uma cidade no sul do Rio Grande do Sul, sendo conhecida somente pelo fato de ter sido capital da república Farroupilha.

Ponte de Piratini, uma maravilha da engenharia moderna

História[editar]

Pré-História[editar]

Segundo pesquisas arqueológicas realizadas na região, sabe-se que por volta de 10.000 a.c., a região era povoada por Druidas gauderios, que se utilizavam de uma poção mágica, para adquirirem intensa e sobrenatural força física, com o propósito de combater Australopthecus selvagens que ameaçavam o Templo Druida. Acredita-se que esta poção tenha dado origem ao Chimarrão, hoje, uma bebida símbolo não apenas de Piratini, mas de todo o Rio Grande do Sul.

O início[editar]

A cidade nasceu depois que 48 casais de imigrantes, vindos da República Tcheca resolveram criar uma cidade no meio do mato no Interior das matas nativas. Porém, como nada acontecia na calma e pacata vila para a angústia de seus habitantes, eles decidiram realizar uma festinha no meio do mato, festa Pagã longe dos olhos do Vigário do lugarejo. Entretanto, o Padre Pinto Moreira descobriu a brincadeira e depois de excomungar os devassos e obrigar alguns deles a irem para a Guerra da Cisplatina, construiu uma Capela, para tentar livrar o lugar daquela imoralidade toda.

O Período Farroupilha[editar]

Depois de iniciar a Guerra dos Farrapos, os valentes soldados precisavam de um lugar isolado, onde pudessem estar a salvo dos ataques dos Imperiais, assim, Antonio de Souza Neto escolheu Piratini.

Três anos depois, os gloriosos Farrapos foram expulsos de Piratini, por não terem pagado o aluguel da sede do Governo devido aos interesses de estratégia militar.

Período Pós-revolução[editar]

Porém, o maquiavélico D. Pedro II nunca perdoou a heroica cidade por sua rebeldia, e como retaliação, desmembrou seu município para criar os vilarejos municípios de Bagé, Canguçu e Caralinhos e mais cruel ainda, obrigando os habitantes de Piratini a pagarem prefeitos e vereadores desses recém criados vilarejos.