Pirenópolis

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Município de Pirinópolis
"Cuba Brasiliense"
Bandeira de Pirenópolis.png
Bandeira
Fundação 7 de outubro de 1727
Gentílico pirinopolitano
Lema Liberas canabis tamen.
Apelidos Faroeste Tupiniquim
Prefeito(a) Apertem os cintos o governador sumiu
Localização
Localização de Pirinópolis
Estado link={{{3}}} Goiás
Região intermediária Casas das Duplas Sertanejas Goianas
Região imediata Anal Polis e suas Favelas
Municípios limítrofes Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Abadiânia, Anápolis, Petrolina de Goiás, São Francisco de Goiás, Jaraguá, Goianésia e Vila Propício
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Goianês com sotaque de playboy e influências do mineirês e baianês
Clima Pegando fogo
Indicadores
IDH Depende da época do ano

Cquote1.png É lá que arrumo as tábuas de pedra Cquote2.png
Moisés sobre Pirenópolis
Cquote1.png No meio do caminho só tinha pedra Cquote2.png
Drummond sobre ruas de Pirenópolis
Cquote1.png Nunca mais vou ter que assistir isso de novo, ano que vem vai ser a mesma coisa Cquote2.png
Faustão sobre Cavalhadas de Pirenópolis
Cquote1.png 42º graus é tudo de bom Cquote2.png
Pirenopolino sobre dia mais frio do ano
Cquote1.png Tô gastando mais com vela do que com a Celg Cquote2.png
Pirenopolino ao receber a conta de Luz
Cquote1.png Se eu pego este moleque que fica desligando o relógio Cquote2.png
Loira pirenopolina na décima vez seguida que caiu a energia da cidade

Pirenópolis é uma cidade do Distrito Federal comumente utilizada como colônia de férias dos brasilienses. É um local ideal para contrair todo tipo de mazela, desde as mazelas da vida rural/favelada como febre amarela, dengue e hantavirose a mazelas da vida urbana como engravidar desconhecidas ou contrair AIDS nas putarias festas que acontecem todo ano na cidade.

História[editar]

Pirenópolis foi afundada em 1727 com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário Meia Ponte pelo português minerador Manoel Rodrigues Tomar Umas (alguns historiadores denominaram-no como Manoel Rodrigues Tomás Todas). Manoel gostava muito de tomar cachaça, mas gostava ainda mais do cigarrinho do capeta, razão pela qual teve que mudar o nome da cidade, já que era quase impossível lembrar de um nome tão grande depois de um trago. Desde os tempos da mineração, aliás, muita gente caiu da tal Meia Ponte, doidão. Manoel foi o primeiro ecologista hippie da cidade e também do Brasil, dizem até que nunca achou ouro em suas escavações, mas sempre reflorestou as áreas devastadas com mudas de canabis cansativa. Como essa planta alastrou de modo descontrolado pela Serra dos Pireneus, foi inevitável o aparecimento de outra praga que ataca este tipo de vegetação: o "bicho-grilo", o "pé de pau", também conhecido por hippie.

Tudo decaiu após a construção de Brasília em 1960, e toda aquela plantação de capim teve que ser urgentemente ocultada e a cidade teve que buscar outra vocação, tornando-se então o local preferido de pouso de ETs e discos voadores, muitos seres de outros planetas passaram a frequentar "Pirinox" (abreviação carinhosa do nome da cidade) também conhecida por Pirinóia para fumar um na pedra em cima da cachú. Alguns, inclusive, acabaram se fixando na cidade e até virando políticos e empresários locais que escravizam seus funcionários.

População[editar]

Com um total de quase 25.000 habitantes nativos e 200.000 brasilienses, é muito fácil, entretanto, identificar um nativo visto que o pirenopolino comum é muito supersticioso, para se ter ideia da superstição do pirenopolino na cidade ninguém paga o 13º salário e ninguém reclama que não recebeu, e os que reclamam tomam no rabo pois são demitidos e a culpa é o azar do número 13.

Outra característica marcante do pirenopolino é a paciência curta e seu típico modo de agir grosso. O pirenopolino em geral é mais grosso do que as paredes da igreja da Matriz, mais bruto do que parafuso de trator. E acredita-se que o motivo disso seja a maciça presença de brasilienses que estão sempre na região comendo as nativas mais bonitas e deixando só as gordas feias para os nativos casar, criando continuamente uma raiva e inveja dos playboys do DF.

Aliás, pancada na cabeça quando criança deve explicar muita coisa em Pirenópolis, lá não adianta ameaçar criança com palmadas, as crianças de lá nem sabem o que significa esta palavra, mas em compensação se as crianças do restante do mundo não sabem o que significa "coques" (golpe na cabeça dado com os nós dos dedos) o pimpolho de Pirenópolis já conhece no primeiro ano de vida, é assim que se estabelece a ordem com a molecada.

Economia[editar]

A principal atividade econômica do município consiste em pais de família cederem suas filhas para estranhos advindos da capital federal, ou seja, a atividade turística. O artesanato e a mineração de quartzo são absolutamente irrelevantes e compõe apenas 0,5% do PIB municipal, compondo o grosso dos 99,5% do PIB o dinheiro gasto pelos turistas em Corote, Orloff e Skol Beats.

Turismo[editar]

Portal do Inferno se abrindo durante Carnaval de Pirenópolis, explicando assim a alta quantidade de capetas avistados durante a festa.

Grande motivo de reconhecimento de Pirenópolis é o da cidade servir de colônia de férias de brasilienses. Famosa pela grandiosa quantidade de mulheres fáceis, todo mês há algum tipo de grande festa na cidade que atrai os playboys de Brasília que ao deflorar as meninas de família locais, produz uma nova penca de cornos, os quais posteriormente comporão e cantarão as belas músicas típica do sertanejo goiano raiz. Mas se por um lado os playboys brasilienses se esbaldam na mulherada local, os cornos se vingam cobrando altíssimos preços nas tranqueiras locais, mantendo assim tudo bem compensado.

"Peste bubônica, leishmaniose, febre amarela, dengue, febre maculosa, AIDS, COVID-19, gonorreia, sífilis é só vir e pegar! Se você não morrer de overdose antes! Bom passeio... Aqui vale o ditado: pague para entrar e reze para sair! Mas leve 10 multas de recordação e 4 rodas empenadas!" é o que diz o slogan turístico da cidade, sendo muito honesto com o visitante.

Cultura[editar]

O Grande Corno, maior símbolo de Pirenópolis.

O símbolo da cidade é um corno de chifre enorme, o lendário "Mascarado de Pirenópolis", uma figura estabelecida para firmar o orgulho cultural pirenopolitano de ser corno. Como os pirenopolinos recusam-se em ser taxados de "favela do Distrito Federal" ou "colônia de férias dos brasilienses", para tanto se esforçam em se introduzir na cultura goiana, o que inclui, óbvio, ser corno manso. Portanto é comum os agro-playboys que lá vivem deixarem suas namoradas piriguetes caírem de bandeja nas garras dos turistas brasilienses, que após traçá-las produz mais um belo exemplar de corno goiano, assim perpetuando a cultura de Pirenópolis. Toda essa cornidão mansa é especialmente extravasada num festival chamado "Cavalhadas" quando os habitantes locais passeiam ocultos no anonimato de máscaras exibindo seus enormes chifres e este anonimato é utilizado para mendigar 1 real das pessoas e para falar mal de políticos (algo que o pirenopolitano não tem coragem de fazer sem máscara).

Temos então uma cidade de cultura muito rica, mas isso também gera exageros, sendo difícil encontrar algo que algum pirenopolino não acredite, na cidade acredita-se piamente que existem entidades como mula-sem-cabeça, prefeito honesto, lobisomem, caipora ou mesmo que o IPHAN não rouba e só quer ajudar. Tem até gente que acredita que os mouros vencerão os cristãos nas cavalhadas que representa a batalha das Cruzadas na "guerra santa" da Idade Média porque eles acreditam que as armaduras feitas de capas cheia de lantejoulas e muita bijuterias não servirão como armadura de guerra porra nenhuma.

E quando os cornos se retiram a noite para o aconchego solitário de seus lares, a cidade noturna de Pirenópolis torna-se realmente assustadora, pois os jovens "menininhos" e menininhas que adoram a Capricho saem na rua com os seus cabelos e roupas mais horríveis que eles mesmos.

Idioma[editar]

Derivado do goianês, o pirenopolês é considerado um dialeto próprio com as suas própria não-regras gramaticais. Abaixo algumas frases típicas do dialeto que ainda não foram decifradas:

Esturdia, Sapassado, era sessetembro, taveu na cuzinha tomando uma pincumel e cuzinhando um kidicarne cumastumate pra fazê macarronada cum galinhassada*
Quascaí de susto quanduvi um barui vinde denduforno parecenum tidiguerra*
A receita mandopô mii denda galinha prassá* ô punhei miidipipoca* O forno isquentô, o miistorô e o fiofó da galinhispludiu*
Nossinhora! Fiquei branco quinein um lidileite*
Foi um trem doidimais! Quascaí dendapia*
Fiquei sensabê doncovim, noncotô, proncovô*
Ópcevê quilocura*
Grazadeus!!grazadeus!! pur caus du quê ninguem semaxucô!

Quanto à gramática, houve uma pequena alteração exigida pela comunidade hippie, onde todos pontos finais foram substituídos pelo asterisco*