Piripaque do Chaves

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Piripaque do Chaves é um distúrbio psíquico raro, caracterizado pela perda da mobilidade do corpo motivada pelo medo, que afeta apenas as crianças mexicanas com rugas que possuem doppelgangers chamados Chafundifórnio. Ainda não existe um tratamento para isso, e nem existirá, já que o único aflito por isso conhecido já morreu há alguns anos.

Descrição[editar]

Paciente apresentando um estágio avançado de piripaquia.

Descrito pela primeira vez no livro de anotações de um psicanalista mexicano pederasta que cortava o cabelo na barbearia do Seu Madruga, o Piripaque do Chaves se dá através de uma situação de medo extremo, que confunde o sistema nervoso do indivíduo e induz o mesmo a fazer uma pose bem gay, enquanto perde gradativamente o controle sobre os movimentos do corpo, além da consciência, entrando em um estado catatônico temporário.

Após uma extensa análise de 10 minutos em seu consultório, enquanto comia sua secretária de rabo grande, o psicanalista chegou a conclusão de que não existe uma cura definitiva para o distúrbio, porém pode-se interromper o avanço dos piripaques jogando um pouco de água no rosto do paciente, que imediatamente voltará a consciência, principalmente se for um encardido que não toma banho e não gosta de se molhar.

Estágios[editar]

No geral, os piripaques apresentam 3 estágios, sem exceção. O quarto estágio aparece apenas quando água não é jogada imediatamente na cara do indivíduo quando o mesmo começa a apresentar os sintomas.

  • O paciente experiencia uma situação de medo extremo, como presenciar a invocação de Satanás no meio do pátio do cortiço onde vive por parte de uma bruxa medieval de grande poder e maleficidade, e começa a sentir os primeiros desconfortos na região do lobo frontal.
  • O paciente vai perdendo os movimentos, assim como a consciência, de maneira gradativa, enquanto seus membros, influenciados pela confusão no sistema nervoso, vão se contorcendo e formando uma pose gozada.
  • O paciente perde completamente os movimentos do corpo, e entra em estado catatônico, ficando impossibilitado de sentir qualquer coisa.
  • Por fim, no estágio final, o pau do paciente cai, e ele morre com um câncer cerebral no pulmão.

Atualmente[editar]

Os estudos sobre os piripaques continuam, apesar do único paciente conhecido a sofrer com o distúrbio já estar morto, já que os pesquisadores adoram perder tempo mesmo. Ainda não existe uma cura, e provavelmente nem existirá, já que não há uma cobaia para fazer testes.