Plymouth (Montserrat)

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.png COF.. COF.. COF... ARRRRGHH... AAAAAAAAAHHHH!! Cquote2.png
habitante de Plymouth em 1995

Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Cquote2.png
habitante de Plymouth em 1995

Cquote1.png Ffffuuuuuuuuuuuuuu.jpg Cquote2.png
habitante de Plymouth em 1995

Nota: Desculpe o incômodo, mas este artigo está soterrado por cinzas vulcânicas

Plymouth foi durante séculos a entrada de Montserrat e atualmente não é a saída mas o sinal de não entrar naquela ilha.

História[editar]

A belíssima Catedral de Plymouth, construída sob 7 metros de cinzas vulcânicas, vanguarda em estilo arquitetônico no Caribe.

Toda a história de Plymouth foi enterrada em 1995 quando o vulcão Tikitikimulakanotanganomatangawatwatakaka no centro de Montserrat entrou em erupção. Coincidência ou não, isso ocorreu quando a tribo de canibais locais se tornou vegetariana e parou de sacrificar loiras virgens na cratera do vulcão, provavelmente o Deus do Fogo Hatuna-matata ficou irado e puniu a ilha com uma erupção. Existem outras teorias sem graça, como a que diz que existiu uma raça estúpida o suficiente em construir uma cidade no sopé de um vulcão e acreditar que nunca algum dia ele entraria em erupção e devastaria aquela cidade inteira.

Metade da população morreu petrificada, e a outra metade contraiu pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose pelas próximas três gerações e foram armar o acampamento que ficou conhecido como Brades.

Apenas as baratas sem cabeça sobreviveram à destruição que assolou Plymouth que hoje não passa de um imenso amontoado de cinzas.

Geografia[editar]

Plymouth está estrategicamente construída sob toneladas de cinzas e rochas vulcânicas expelidas pelo Soufrière Hills (Monte do Sofrimento).

Este trecho do artigo foi completamente soterrado e pode estar ilegível...