Pneumonia Galopante
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| Vírus do Mosaico do Tabaco (Estirpe Dahlemense) | ||||||||||||||
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| O causador da Pneumonia Galopante ao microscópio eletrônico. | ||||||||||||||
| Classificação científica | ||||||||||||||
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Certamente uma doença muito preocupante... ![]()
Pneumologista sobre Pneumonia Galopante
Também é muito severa na nossa área. ![]()
Veterinário sobre Pneumonia Galopante
Essa doença é uma zoonose proveniente do cavalo... ![]()
Infectologista sobre Pneumonia Galopante
Não me interessa, de hoje em diante a Pneumonia Galopante será cobrada em quilômetros. ![]()
Médico que comprou o diploma sobre Pneumonia Galopante
A Pneumonia Galopante, doença conhecida desde os tempos de Abraão, é uma forma gravísima de pneumonia que afeta cavalos, mulas, vacas, entre outros animais, incluindo o homem. Com a descoberta da doença pelo veterinário Waiterk Pasthar, em 1937, descobriu-se a rota de infecção nos seres humanos.
O vírus causador, o Vírus do Mosaico do Tabaco (Estirpe Dahlemense) foi descoberto por Robert Kubica Koch em 1912, porém, por ineficácia dos pesquisadores, o vírus nunca foi relacionado à doença.
Tabela de conteúdo |
[editar] Sintomas em animais
- Febre;
- Respiração ofegante;
- Trote mais acurado;
- Falta de apetite;
- Queda de pêlos;
- Necessidade de consulta veterinária;
- Morte (em casos mais avançados);
[editar] Sintomas no homem
- Febre;
- Caminhar equivalente a trote;
- Soluços (devido ao diafragma estar galopando);
- Falta de ar;
- Quedas de pressão;
- Desmaios;
- Necessidade de consulta com um Pneumologista;
- Morte (se não tratado);
[editar] Progressão da Enfermidade
A doença inicia-se com febre, dores no corpo e calos frios calafrios. Depois do vírus instalar-se na membrana parenquimentosa alveolar (vulga parede do pulmão), inicia uma infecção e um inchaço da região, o que dificulta a respiração.
A produção de neurotoxinas pelo vírus é rápida e as mesmas são levadas ao cérebro pela corrente alcoólica sanguínea. Essas toxinas acabam por causar espasmos musculares que lembram um trote e, com isso, levam o animal a um estado de extrema fraqueza.
Os outros sintomas são resultantes do cansaço, do colapso respiratório e da intoxicação pelas toxinas. O sistema imune se fode entra em colapso e os vírus acabam por matar o doente por infecção generalizada.
[editar] Tratamento
O tratamento dessa doença cavalar é o uso de antibióticos de amplo espectro, como a Vancomicina, a Cofrina, a Butirina e a Parafina, podendo serem administradas por via oral, intravenosa, retal e por meio de nebulização. O tratamento dura de acordo com a gravidade da infecção, variando de dois meses nos casos leves a seis meses nos casos graves.
[editar] Ver também