Poção (Pernambuco)

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Google sobre Poção
Cquote1.png Negócio é cana que esquenta!! Cquote2.png
Poçãoense sobre bebidas alcoólicas
Cquote1.png O que é isso?? Cquote2.png
Poçãoense sobre Gelo
Cquote1.png Me vê uma latinha!! Cquote2.png
Ingênuo cidadão sobre Cerveja poçãoense
Cquote1.png Saindo uma latinha!! Cquote2.png
Barman poçãoense sobre pitú

Poção (pronuncia-se: Pó-ção) é um distrito uma cidade que fica no interior de Pernambuco. Sabe Gravatá? Depois. Sabe Caruaru? Depois. Sabe Pesqueira? Depois. De tão importante, a cidade é sistematicamente ignorada por 99,98% da população pernambucana que, quando indagada sobre onde fica Poção remete a Poções, cidade baiana mais relevante (que só é conhecida porque pelo menos tem um time de futebol).

Existem rumores em que a fictícia cidade de Brogodó retratada na novela Cordel Encantado da Rede Globo foi inspirada na pernambucana Poção devido a inúmeras gritantes semelhanças: Como o tamanho diminuto, o fato de todos se conhecerem e não ter muita gente, o prefeito corno e safado, a primeira-dama assanhada, o delegado frouxo e seus dois soldadinhos de chumbo, são alguns exemplos. Ao ser consultada a honesta emissora não quis comentar o caso.

História[editar]

Praça central de Poção. Deserta e vazia porque trata-se de uma cidade cenográfica criada para a novela Cordel Encantado cujas filmagens já acabaram.

A região surgiu em 1832, quando foragidos da polícia de Pesqueira se embrenharam no meio do mato e encontraram um cabaré cheio de quengas. De tais barracos surgiu o primeiro núcleo urbano do que um dia seria Poção.

Em 12952 estava sendo emancipado para se tornar município, sem motivos ou razões aparências, apenas porque Pesqueira não gostava do local. O nome "Poção" surgiu como piada interna entre os primeiros gestores da cidade, que diziam "Sabe aquele Poção de lixo? Há!".

Política[editar]

Não importa o prefeito que entre, a cidade se mantém sempre na mesma politicagem e administração pública encostada, sempre tudo na mesma, a diferença é que o nome do prefeito muda, somente. Durante as eleições ocorre algo parecido com o escambo, o pessoal dá seu voto e em troca ganha utensílios diversos, cestas básicas, remédios e se militar demais ganham até um emprego na prefeitura.

População[editar]

Com 11000 habitantes, é uma cidade pequena do interior, e estes são distribuídos demograficamente, segundo últimos dados do IBGE, entre 70% de hipócritas, 20% de boyzinhos e 10% de outros.

Basicamente a população de Poção é formada por uns zé-mané que acham que são boyzinhos só porque estão dentro de um carro quando na verdade esse carro só serve para ficar arrodeando o quarteirão e umas meninas que acham que são gostosas mas tem tudo uns cambito ao invés de pernas. A outra parte da população são formadas por hipócritas, que ainda reúnem um percentual significativo de políticos desonestos e enrolões (ou enrolados).

Bairros[editar]

Em Poção mantem-se a famosa subdivisão provinciana dos tempos das capitanias hereditárias: rua e sítio. Estranhamente os habitantes da rua tem o costume de designar algumas certas localidades como "Cohab", "Prado", "Gangorra", etc. Todavia estas não podem ser chamadas de bairro, já que para isto precisariam ter um tamanho mínimo requerido (que, afinal de contas, não se sabe nem se Poção todinha tem...). N aprática Poção é que é um bairro de Belo Jardim.

Distritos[editar]

  • Gravatá dos Gomes - Vilarejo no meio do nada, só conhecido pelo homem moderno porque passa uma estrada no meio. A maioria dos habitantes dessa bosta localidade são adolescentes analfabetos com celular roubado de R$ 80,00 tocando funk. Habitado por gente denominada "mundiça".
  • Pão-de-Açúcar de Poção - Isso existe?

Saúde[editar]

Na cidade de Poção existem dois hospitais públicos, um é velho e caindo aos pedaços e outro mais velho e abandonado ainda. A saúde na cidade é tão fodida precária que se você precisa de uma injeção tem que ir para Pesqueira, se você tem que tomar soro tem que ir pra Pesqueira, e se você foi estuprado por um cavalo (fato comum na região) e precisa tomar coquetéis contra AIDS aí precisa ir para Recife.

Educação[editar]

Na cidade existem duas escolas principais denominadas informalmente de "grupo" e "ginásio". Dos estudantes do grupo podemos afirmar que são muito gays estudiosos e 90% deles conseguem um emprego como gari (os outros 10% são obrigados a estudar no ginásio). Por outro lado, o ginásio é conhecido por ser uma escola pobre com alunos que pelos quais você já foi ou ainda será assaltado. Em frente a essas escolas existem pequenas barraquinhas onde vende-se salgados e bebidas. Reza a lenda que estes produtos são feitos das substâncias mais tóxicas do planeta, como por exemplo: Gosty, Dolly Guaraná, os cabelos da dona da barraquinha, a merenda das escolas, etc...

Os professores (os 10 que tem na cidade) trabalham em todas as zonas escolas da região, alguns complementam seus salários desfrutando dos benefícios do tráfico de drogas e da bajulação ao prefeito.