Poço de José de Moura

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Qualquer um em Poço de José de Moura

Poço de José de Moura, ou apenas PJM para os mais íntimos, também mais conhecida como Leleide City ou Onde a purpurina nasceu, é um pedaço de Las Vegas in the Parayba.


Este simpático município localiza-se na Região Geográfica "Lugar Mais Fodido das Profundezas de Cajazeiras", mais precisamente 587km depois da mesma. De acordo com o IBGE, no ano de 2010 sua população era de 3.978 veados e sapatões, mas com a contaminação pelo vírus G1A2Y1 disseminado por Bolsonaro após sua posse em 2019, houve um abate de 50% da população, ficando apenas os sapatão. A Área territorial é de 100,971 km², o que equivale a um terreiro de macumba na Barra da Tijuca.

História[editar]

Local onde acredita-se estar o poço que fundou a cidade. Hoje selado e protegido por uma estátua de um tiozinho gordinho, para impedir que novas aberrações saiam dessa ligação direta com o Inferno que fizeram há alguns anos atrás.

Um pai de santo denominado "Zé das cachorras" foi mandando ao local para encontrar água e alimentos para sua criação de galinha pretas. Mas chegando ao determinado local nada encontrou porque por ali nada tem, e como não podia retornar, ali ficou e se estabeleceu e soltou suas galinhas para elas se alimentarem. Era em torno de umas 300 galinhas que ao ingerir alimentos do solo sagrado poçomourence invocaram a pomba celestial gliterinada, formando num chão um buraco onde jorrava glitter e purpurina. Diante desse buraco começou a sair umas criaturas abominantes e desmunhecadas, denominados de cidadãs poçomourence. Foi da cacimba do glitter que a população que hoje se situa no poço e em regiões próximas saíram.

Era terra de ninguém, o primeiro que chegou virou dono, o qual é o pai do "fundador" Zé de Moura até onde dizem (mas não confio no cara do Memorial, ele é estranho). Em um belo dia ele disse: "ó que terra de ninguém agora é meu, quem quiser tomar vai levar chumbo. Eai vai peitar?", como não tinha ninguém lá além dele né... então estamos aqui.

Geografia[editar]

O município está incluído na área geográfica de abrangência do clima mais fodido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005. [Que por sinal eu acho que nunca veio nesse cu]. Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de baitolagem da população por não ter nada de útil a se fazer, exceto comer cabras no sentido bíblico da palavra. Ou seja, está situada nos cafundós do Judas.

Fauna e Flora[editar]

Com vegetação abundante há uma planta de nome científico teukunemeu e uma grande variedade de umbuzeiros, Poço de José de Moura é conhecida mundialmente por seus frutos de umbu. Na época do umbu todos ficam a procura do fruto e afirmam "Nunca vi um umbu ser tão gostosos". A mata nativa da região é de mandacaru, pé de galinha de Zefinha da mata, pé de poico, e a maior mata situada regionalmente é a mata chamada "a mata que tá nas suas calças". A fauna da região é bastante curiosa e peculiar, os veados são os animais em bastante abundância... Sem falar nas cutias, preá, caicará, e os dragões domésticos. Na fauna dessa cidade incrível a cada 4 anos surgem dois animais inusitados denominados pelos habitantes de bicudos e bacurais.

Economia[editar]

O extrativismo moderno no Poço de José de Moura é a forma de economia mais abalada da city, a extração e exportação leite de burra, denominado na região de "leite de jegue", é de maior demanda na cidade. As burras são separadas em currais para que aconteça a tiragem de leite, realizada por Chico Prequeta, figura ilustre do PJM e responsável para achar os pais dos filhotes de burro. A venda de leite de burra quem realiza é a imprensa de Otacilius Vieiras Milk situada no sítio carretão que exporta o leite para todo o setor Mundial, incluindo China, Coreia do Norte, Tangamandápio e Sete Além.

Também tem o setor terciário que move renda dos jovens com a prostituição e comercialização de gilettes.

Cultura[editar]

A cultura poçomourence é a mais extravagante de todas. Em sua cultura existe a companhia de dança Bichanos Exibidos do Alto sertão Paraibano. Com apresentações de arrasar e tirar o fôlego das raxas e mariconas. Sem contar com o Ballet do reisado do filho de Zé das cachorras, que consiste em arrastar o cacete, e matar o boi pra dividir pra população carente da região.

A música é muito presente na cidade, e o hino do município é cantado a todo momento:

"....Eu prometo,
Eu prometo,
De todo coração
Voar para longe
Para a terra dos dragões..."

Turismo[editar]

O turismo é o que mais chama atenção na cidade, por possuir bastantes restaurantes famosos, a atração local são as comidas. O bistrô da Geraldinha ou O sabor da Nata, são os restaurantes mais conhecidos da city. Sofrendo com alucinações gastronômicas, as comidas são feitas misteriosamente por Geralda Gusmão, que só faz comida depois de uns goró... "Meus ingredientes são secretos, se fosse pra todo mundo saber eu botava na difusora da igreja" afirma a dona do restaurante O Sabor da Nata.

O setor culinário sofre forte influência do comércio de poço de José de Moura, pois também recebe alimentos de cidades vizinhas, como o Leite de Cururu de Uiraúna, a língua de vaca de São João do Rio sem peixe e os doces Sonhos de Falsa e Brisadeiro de Triunfo.