Fonte dos desejos

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Alguns pedidos eram realizados em parte.

Fonte dos desejos foi uma daquelas quizumbas feitas há muitas gerações atrás por seres de péssima índole que queriam conseguir alguma coisa de quem era mais ignorante e, assim surgiu a tal fonte dos desejos, depois com sua variante simbolizando um belo de um cu, surgiu o poço dos desejos, e poço é uma fonte de água mas, não natural (o recipiente não a água), que não passava de outro embuste. Há quem diga que nem todas as fontes foram assim, que algumas realmente funcionavam.

As fontes[editar]

Fonte dos desejos deveriam sim, ser chamadas de fontes termais mas, não era isso que queria dizer, era uma fonte de água potável, isso como se sabe já é uma belo de um desejo realizado, do jeito que as coisas vão indo em relação ao elemento água, porém não servia apenas para não morrer desidratado, tomar banho, lavar as coisas e tals... ela deveria ser um tipo de gênio da lâmpada, que era só pedir que o desejo era atendido. Só não se sabe quando foi que surgiu o detalhe da moedinha, que era de ouro ou prata que se deveria jogar. Esses de jogar moeda provavelmente era feito por ancestrais de pastores e bispos.

Antes de tudo era preciso achar uma fonte limpa ou ao menos retirar as pestes.

As primeiras, que não precisavam de moedinha, com certeza, se existiram mesmo só podiam ser coisa daqueles deuses do Olimpo,

As porras dos primeiros chafarizes eram apenas imitações da fonte original.

que eram outro tipo de embusteiros mas, usavam tecnologia e não argumentos imbecis para levar os trouxas no bico. Não se sabe o que os deuses do monte do bosta Olimpo deveriam querer dos mortais mas, pode-se imaginar que queriam o trabalho deles ou até mesmo comê-los no mal sentido, isso na maioria das vezes era o contrário: Os deuses do Olimpo é que queriam ser comidos pelos mortais.

Prova disso é que o próprio Odin arrancou um de seus olhos no poço/fonte para ter seu terceiro olho mais forte... ora, pra que ter o olho do cu mais forte senão para dar bem gostoso? Mas, nesse caso o próprio Odim caiu na armadilha da fonte, deste modo pode mesmo ter avido uma fonte do capeta que funcionava realmente. Os deuses embusteiros não enganariam outros deuses embusteiros, embora mortais enganassem e enganem mortais, em geral acreditando ou querendo acreditar na própria mentira.

História das primeiras fontes[editar]

Típico ser que surgia das fontes para realizar os desejos.

Justamente havia mesmo uma fonte e ela foi mesmo instalada na Terra, não se sabe onde, pelos deuses mas, teriam que pagar um preço pelo desejo realizado como no caso do Odim que teve seu pedido atendido mas, ficou caolho ou olheta, de qualquer forma não deixou de ser um deus porque em terra de cegueta quem tem um olho é rei e, como ele ficou com o terceiro olho mais forte e poderoso já existente (tem biba que ia gostar de ter um terceiro olho assim), ele continuou sendo um deus e ainda com mais moral, tudo graças à fonte.

As primeiras fontes falsas surgiram quando alguns daqueles já citados ancestrais de pastores e bispos adoraram a ideia de que havia de se pagar um preço pelo desejo e deram origem às moedas sendo atiradas. Prometiam que deus ia realizar todos os desejos se os fiéis atirassem quanto mais moedas melhor. Com essa crença, até hoje há pessoas que atiram moedas em fontes mas, claro que essa coisa de troca de dinehiro com os deuses se modernizou, quem joga moeda nas fontes é mais por idiotice... e quem dá para as igrejas não é muito diferente.

Ser das águas fugindo da fonte por não suportar o número de pedidos de assassinato.

Deixando os embusteiros prá lá. Acreditava-se que os deuses estavam nas águas e não havia melhor lugar para se pedir coisas a eles do que nas fontes mas, eles não queriam saber de moedas, queriam algo mais significativo, se pedisse a alma, por exemplo não era bem um ser divino que ali estava... embora se alguma coisa se comunicasse através da água sendo deus ou diabo não era muito diferente.

Realizado o pedido da senhorita Clotilde.

Algumas pessoas sem terem bebido ou estarem noiadas viam mesmo surgir um serzinho com sorriso sereno, em geral de olhos fechados nas águas da fonte e que quando falavam tinham voz de instrumento musical variando de algo parecido com o saxofone até a matraca, mas era sempre admirado e algumas vezes fazia gestos vagarosos que alguns sabiam interpretar mas, nunca contaram o que faziam com o preço pago pelos desejos atendido, já explicado que eles não queriam dinheiro mas, se o pedinte tivesse sorte eles podiam até pedir seu cocô em troca... talvez para se especializarem em exame de fezes. O que devem ter feito com o olho de Odin eu imagino mas, nem vou citar.

Ver também[editar]