Pocahontas
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Você quis dizer: Pouca roupa![]()
Google sobre Pocahontas
Cabelos negros de verdade mesmo, já comi! ![]()
Alexandre Frota sobre Pocahontas
Você traiu o movimento indígena, véia! ![]()
Dado Dolabella sobre Pocahontas
Pocahontas em linguagem indígena quer dizer Espírito das Trevas!!!! ![]()
Josue Yrion sobre Pocahontas.
Pocahontas significa, em Navajo, Princesa dos Longos Cabelos Negros Da Cor De Uma Noite Estrelada Só Que Sem As Estrelas.
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[editar] História
Pocahontas era uma indiazinha que vivia nas florestas do Oregon cuidando das cabras de sua tribo, os Navajos do Norte. Um dia, sua tribo foi atacada e a pobre indiazinha foi seqüestrada e levada para Buenos Aires, onde foi obrigada a aprender tango e aguentar os argentinos. Algum tempo depois, Pocahontas se rebelou e fugiu para o Brasil.
[editar] Uma vida de luta
Assim que chegou ao Brasil, Pocahontas enfrentou seu primeiro desafio: os oficiais da imigração não entendiam seu nome e resolveram alterá-lo para Astrogilda Honorária, o que deixou a moça muito triste.
Porém, aquele sofrimento ainda era pouco para o que estava por vir. Pocahontas, agora Astrogilda, carregava uma pequena sacolinha com seus poucos pertences: uma calcinha de folhas de bananeira, um cocar e uma pomada para bicho-do-pé, quando foi roubada (inclusive a sua virgindade) por dois homens malvados.
Astrogilda ficou largada nas ruas de São Paulo, sem roupas, sem dinheiro, sem cocar, sem virgindade, sem esperança. E sem-teto, claro.
Um dia, ela estava catando comida no lixão quando um homem bem apessoado apareceu e lhe ofereceu uma casa, com piscina, três banheiros, dois cachorros e TV a cabo. Ainda ingênua, ela resolve aceitar a proposta, sem saber que estava se envolvendo com um dos maiores traficantes de mulheres do mundo.
[editar] Obstáculos
Alzair Muhammad era um homem perigoso, árabe e barbudo. Costumava tratar suas mulheres como mero objeto de seus desejos mais profundos e pecaminosos. Astrogilda, no entanto, não percebia o lado negro daquele homem lindo que apareceu a sua frente.
Aceitou sua proposta e mudou-se sem mala nem cuia para a casa de Alzair onde, de fato, havia uma piscina e dois cachorros e mais umas três mulheres. Astrogilda não entendeu nada daquela mistura, mas não ficou muito assustada, afinal havia cuidado de cabras antes antes de ser seqüestrada.
No mesmo dia que chegou à casa de Alzair, Astrogilda foi comunicada que seu nome agora seria Zara. Isso a deixou contente pois era um nome bem mais bonito que Astrogilda.
Zara passou a usufruir do conforto existente na casa de Alzair. Gostava de nadar na piscina, brincar com os cachorros, socializar com os amigos e amigas de Alzair. Entretanto, Zara sentia que estava se apaixonando por Alzair e que talvez esse amor fosse correspondido.
Alzair realmente estava se apaixonando pela jovem, mas, como era um homem durão, exportador de mulheres e total pervertido, Alzair era incapaz de amar, de abrir seu coração. Ao invés disso, Alzair resolveu que seria melhor para todos se ele exportasse Zara e afastasse a tentação.
[editar] Espanha
A próxima parada de Zara foi a Espanha. A pobre jovem chegou em um navio pesqueiro, como clandestina, porque Alzair não podia se arriscar a enviá-la de avião. Afinal, ele era árabe e Zara tinha documentos falsos, também árabes.
Quando Zara chegou em Madri foi recebida por Ricardo Martinez, que logo a rebatizou como Consuelo e a enviou para um bordel no centro da cidade.
O bordel era um lugar lindo, com todo o conforto que uma prostituta pode querer. O problema é que Consuelo havia se apaixonado por Ricardo, que era um homem muito gentil e com um sotaque espanhol muito sedutor. Mas Ricardo tinha outros afazeres e nunca aparecia no bordel.
Consuelo ficou extramente frustrada por não poder ter o amor de sua vida ao seu lado e resolveu fugir do bordel. Com extrema astúcia, Consuelo fugiu e se escondeu em um trem que a levou de volta para o Oregon.
Lá chegando, Consuelo começou a chorar desesperada. Havia voltado para casa. As cabras ainda a reconheciam e os índios de sua tribo mostraram, de forma alegre e carinhosa, que sentiram sua falta.
[editar] Coração vazio
O coração de Consuelo/Zara/Astrogilda/Pocahontas ainda estava vazio, sentindo a falta de um amor. Ela já havia notado que o amor verdadeiro não estava entre os índios de sua tribo nem entre as cabras. Não era Alzair, o qual já havia esquecido, nem os cachorros, nem mesmo Ricardo ou os clientes do bordel. O amor de sua vida estava lá fora, e ela precisava encontrá-lo.
Então, em um dia nublado e com o coração apertado, Pocahontas se despediu de sua tribo, beijou as cabras uma última vez e voltou para o Brasil. Lá chegando, ainda em sua jangada feita de bambu e folhas de bananeira, Pocahontas deparou-se com um homem barbudo, fedorento, com sotaque português.
Era Pedro Álvares Cabral. Ela viu naquele porco lusitano alguém que lhe daria amor, sexo normal e uma casa na COHAB.Era tudo que queria.Ele também se apaixonou à primeira vista por Pocahontas (ou pelas pernas torneadas dela..).Se mudaram pra a periferia de Salvador.Ele abriu uma padaria e ela virou dona de casa, e teve dois filhos, Mogli e Touro-Sentado-no-Kibe.No entanto, mais uma desgraça bateu a porta de Consuelo/Zara/Astrogilda/Pocahontas.Seu marido foi vítima de uma macumba braba, e acabou indo embora pra Portugal com a catimbozeira Ruth Ronce.Ela teve uma decepção ainda maior quando seu filho Touro-Sentado-no-Kibe resolveu se engajar na Associação Cristã de Moços(as).Ela já desconfiava que ele era homossexual desdde que vira o garoto comprar um CD da banda CPEMO 22.Triste, juntou seu últimos trocados e foi embora para os EUA, com seu filho Mogli.Lá ela conseguiu um papel num filme badalado(?) e o pequeno índio também.
POOOCAHONTAAAS !
