Política da Indonésia

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Indonésia é uma ditadura parlamentarista anárquica arquipélaga separatista colonial-imperialista com mais dois territórios à escolha vassala da Austrália governada por tiranos malucos.

Partidos políticos[editar]

A Indonésia é o país do mundo com o maior número de partidos existentes, são pelo menos mais de 100, brincando, tudo um plano para gerar uma falsa ilusão de democracia, ainda mais quando o principal partido é um partido democrático. Mas na prática estranhamente dezenas de partidos possuem apenas 0,0alguma coisa % de votos enquanto apenas dois partidos conseguem números superiores a 50%

  • Partido Democrático - O único partido que consegue mais de 50% de votos nas eleições, é tipo o PT da versão Indonésia que fica dando esmolas para os miseráveis, explorando a classe média e fazendo propaganda interna enganosa de que o país vive as mil maravilhas sendo que qualquer um do exterior, como um brasileiro por exemplo, ao pensar em Indonésia pensa primeiro em prostitutas e depois em canoas navegando em rios de lixo.
  • Partido Democrático da Indonésia - Luta - Mais ou menos o que aconteceria se Bolsonaro virasse ditador do Brasil, este partido é defensor dos bons costumes e responsável pelas leis que condena a morte quem fumar baseado, comete viadagem, escuta funk, bate punheta scondido para travestis no Redtube ou qualquer coisa que não seja de gente de bom costume de família.
  • Partido da Estrela Crescente - Fanáticos islâmicos que acreditam que a Indonésia deveria se anexar a Brunei num novo sultanato e deseja que o Timor seja deletada dos mapas.
  • Partido do Orgulho Furry - Como o próprio nome diz, são defensores da zoofilia e da livre troca de fluídos sexuais entre humanos e humanos vestidos de animais.

Poderes[editar]

Panorama da entrada da Assembleia Consultiva Popular.

Executivo

Após as maluquices tirânicas que o ex-presidente Shurato aprontou na Indonésia em meados do século XX, a população traumatizada, após a revolução de 1998, aboliu quaisquer poderes que o poder executivo da Indonésia poderia ter, de maneira que um legislativo com quase mil deputados fosse mais difícilo fazerem burrices coletivas, embora aconteça burrices coletivas sim no parlamento.

O presidente da Indonésia é uma figura alegórica que aparece como pseudo-chefe de Estado e wannabe-chefe de governo. É eleito a cada cinco anos (para um mandato de duração de 5 anos), pela Assembleia Consultiva do Povo, ou seja, em eleições indiretas apesar do povo ter o direito de votar apenas simbologicamente. Cabe ao presidente a responsabilidade de gerenciar toda a plebe da Indonésia, acalmar os ânimos exaltados, atribuir 100 dos 500 assentos no Parlamento, e também ser punido pelo Supremo Tribunal de Justiça, cujos membros são, é claro, propostos pelo próprio presidente.

Legislativo

Na Indonésia existe a Assembleia Consultiva Popular em formato bicameral composta pela união entre a Conselho Representativo Popular onde estão os deputados eleitos que para nada servem uma vez que podem ser arbitrariamente dissolvidos pelo primeiro-ministro, que por sua vez caga no voto dos indonésios, e o Conselho Representativo Regional onde estão os senadores perpétuos que dizem haver eleições mas ninguém sabe disso porque não seria possível então estarem os mesmos sempre lá. Eles quem mandam de verdade no país, decidem as leis malucas e tornam-se campeões mundiais de coçação de saco.

Judiciário

Juízes aleatoriamente nomeados pelo líder do executivo formam a Suprema Corte da Indonésia, servem para absolutamente nada senão engordar com seus salários astronômicos. Como na Indonésia predomina a charia, os juízes se fartam em sair enforcando pessoas que considerem de mau costume, por isso você jamais vai ouvir falar de algum Justin Bierber ter surgido na Indonésia, eles são muito sérios em coibir a possibilidade desse tipo de gente surgir no coração de seu país, embora bandas de j-pop estejam influenciando cada vez mais o surgimento do "i-pop", mas estes tem que se refugiar imediatamente na ilha autônoma de Bali, onde a lei da Indonésia não se aplica e bacanais são permitidos a céu aberto.

Relações exteriores[editar]

A Indonésia trata-se de mais uma nação que paga-pau e baba-ovo para os Estados Unidos, característica este que os afastou diplomaticamente de China e Vietnã o que faz da Indonésia um país carente em arroz por causa disso, mas com cheeseburgueres pelo menos.

A Indonésia tem ainda laços estreitos com Países Baixos, antiga colônia ainda dependente da erva produzida em solo indonésio, é o maior parceiro comercial atualmente.

Quanto ao Timor-Leste e a Papua-Nova Guiné, nas escolas indonésias eles nem existem no mapa.

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