Política da Mauritânia

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Mauritânia é uma república militar tribal reconhecida internacionalmente pelo seu sistema político avançado e civilizadíssimo de eleição de seus mandatários, considerado inclusive pela ONU como modelo de país a ser seguido por ditaduras execradas como Estados Unidos e Moldávia.

Partidos políticos[editar]

General da Mauritânia recebendo a notícia de que o Senado aprovou a lei de que o presidente do país agora será decidido por um duelo de quem tem o maior bigode, o estopim para o Golpe de Estado da Mauritânia de 2008.

Na Mauritânia são permitidos apenas um partido político por era. Desde 2008 o único partido existente é o União pela República formado apenas por militares que na prática fazem a mesma coisa de seus sucessores, tipo igual no Brasil que governo e oposição são tudo da mesma laia.

De 2005 à 2008 governou o Partido Republicano pela Democracia e Renovação, que é basicamente a mesma coisa de seu sucessor Partido Republicano Democrático e Social, mas apenas com um nome diferente para tentar enganar os trouxas de que alguma coisa estaria mudando na Mauritânia.

De 1984 à 2005 governou o Partido Republicano Democrático e Social, o mais carismático partido da história da Mauritânia, e por isso durou tanto tempo, uma pena que acabou, ele oprimia tão bem a população que agora por se achar livre está causando uma verdadeira balbúrnia econômica no pobre país.

Antes de 1984 não havia algo sofisticado como "partido político" na Mauritânia.

Poderes[editar]

Executivo

A Mauritânia possui um sistema de poder executivo muito bem definido e avançado demais para que nossas mentes possam compreender toda a lógica e maravilha da justiça e imparcialidade incorruptível de como as coisas funcionam por lá. Basicamente não há eleições democráticas, tomando-se em consideração o fato de que as massas não entendem o que fazem e precisam de líderes altruístas e dispostos. No caso de mais de um se candidatar ambos são convidados a entrar num enorme domo denominado "Cúpula do Trovão", localizado na capital Nouakchott e duelaram até a morte proibindo-se apenas o uso de armamento de fogo. Isso explica como Maaouya Ould Sid'Ahmed Taya governou o país por 21 anos, pois apesar de ser franzino ele tinha um capanga gêmeo-siamês de 2 metro que usava um enorme capacete de pirâmide e carregava um gigantesco tacape enferrujado, e era permitido ele lutar por Taya, embora ele só tenha sido desafiado uma única vez, em 1992.

Legislativo

A Assembleia Nacional da Mauritânia possui 81 cadeiras, não que elas estejam ocupadas, pois metade dos eleitos são personalidades fantasmas inventadas pelo presidente, outros 20% gente subornada, outros 20% apenas camponeses aleatórios que nem sabem que foram eleitos, e apenas 10% são deputados ativos que são obviamente lambedores de saco do presidente que os agrada com as melhores casas no Marrocos, um país melhor que o deles. Parece que há um Senado também, mas não há muito certeza disso, pois nada acontece por lá.

Judiciário

Inexistente.

Relações exteriores[editar]

A Mauritânia é um país muito prepotente. Devido aos seus altos índices econômicos e sociais o governo do país decidiu assumir uma postura de não se meter nos assuntos externos dos países vizinhos, não ajudando e nem atrapalhando ninguém, embora para um país árabe, tem embaixada em Israel, apesar de ela ficar fisicamente no Líbano.

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