Política dos Estados Unidos

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.png É como ir a uma briga de faca com uma motosserra Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Política nos Estados Unidos

Estados Unidos é uma república democrática imperial capitalista, apesar de serem a potência econômica e militar mundial, a política estadunidense é muito simples, existindo apenas dois partidos políticos, um partido comunista e outra nazista que a cada quatro ciclos de translação que a Terra dê em torno do Sol, se reúnem numa Convenção Nacional para que duas pessoas disputem a titularidade do país.

Partidos políticos[editar]

Nos Estados Unidos existem basicamente apenas dois partidos

  • Partido Republicano - Informalmente conhecido como GOP (Guns and Oil Party), este partido é conhecido por seu posicionamento judaico-leninista-ultra-ortodoxo conservador de centrismo democrático, em que nenhum membro do partido é permitido discordar com a organização central do partido. Na verdade, houve um certo senador que tentou discordar uma vez, mais tarde seu corpo foi encontrado moribundo e morto boiando no rio com seu cadáver exibido sinais de tortura e violação sexual selvagem. Isso faz com que os republicanos sejam vítimas de grande estresse no seu dia-a-dia, resultando em orgias republicanas em massa bi-semanais em Washington, DC para que possam relaxar.
  • Partido Democrata - Do latim conhecidos como "Demon Crafts" é um partido político conhecido por constantemente se retratar para que em seguida aleguem que é o partido contrário que estava errado sobre alguma coisa e não a si mesmos. Eles também gastam dinheiro como um bando de adolescentes patricinhas irresponsáveis ​​com novos cartões de crédito. Sempre criticou os republicanos por sua política de lobby corporativo, guerras no Oriente Médio e direitos dos homossexuais, mas quando chegaram no poder cometeram todos os mesmos erros dos republicanos. Pense em qualquer coisa que esteja fodida fora dos Estados Unidos e há uma boa chance que um democrata tenha algo a ver com isso.

Poderes[editar]

James Madison publicando a Constituição dos Estados Unidos.

Executivo

Após a passagem de quatro invernos os partidos dos Estados Unidos se reúnem em convenções para nomear seu concorrente à presidência. Nessas convenções, os partidos nomeiam americanos para concorrer à presidência em uma ereção eleição. Também nestas convenções os partidos criam o que é conhecido como "plank", chamado assim porque todo político queria ser um pirata quando era mais jovem. Nesta "plank" está descrita todas as posições do partido sobre temas polêmicos, mas, mais recentemente, eles foram reduzidos a uma única frase sobre amar a liberdade ou algum outro disparate, para acomodar o tempo de atenção reduzido dos estadunidenses desde a invenção da internet. A votação é facultativa, o que significa que todos no dia da eleição estão ou no McDonalds se empanturrando, ou trancafiados em seus quartos jogando Call of Duty, ou com os manos niggas fazendo porra nenhuma numa quadra de basquete, e 5% da população vota em alguém aleatoriamente.

O Poder Executivo é liderado pelo Presidente. Quando o cargo foi inventado os fundadores da República dos Estados Unidos não estavam preocupados com o presidente tornar-se qualquer ameaça, ele apenas teria, humildemente, que esperar o Congresso aprovar leis e, em seguida, executá-las de forma imparcial como foram escritas. E mesmo que o presidente porventura ficasse louco como o velho rei George III, os seus funcionários poderiam fazer o trabalho feito. Infelizmente eles não preveram o poder absoluto que o presidente poderiam alcançar, não preveram o seu poder de fazer guerras mesmo quando o Congresso não deseja declará-la, e mesmo quando não há motivo concebível de defesa nacional. Ou o poder de dar dezenas de milhares de postos de trabalho para seus bajuladores, para mantê-los comprado por lobby leis no Congresso e votos para a próxima eleição. Ou o poder de iniciar investigações de seus inimigos, ou o poder de sua primeira-dama, se vestindo em saias de plástico barata, visitar o astrólogo para dizer a um público ignorante o que devem fazer e o que devem pensar. Ou o poder de sua própria voz, acompanhada por um dedo em riste e um megafone para convencer a nação de que os Estados Unidos é o país mais livre do mundo, mesmo que sua vida seja um inferno caso seja um hippie, gay, negro ou redneck.

Legislativo

Cada pesquisa revela que os estadunidenses esmagadoramente acreditam que o Congresso é uma merda. Seja qual for o partido que esteja no controle da Presidência, é considerado o correto pelo legislativo, a menos que sejam os democratas. No Congresso dos Estados Unidos, o projeto de lei ocasional sobre saúde é constantemente rejeitado, para que mais pontes de bilhões de dólares possam ser construídas nas tundras do Alasca.

O legislativo federal é pomposamente chamado de Congresso dos Estados Unidos sediado no Capitólio dos Estados Unidos (aquele prédio em formato de nave espacial). A palavra "Congresso" significa apenas o que ela significa ser, ou seja, que é apenas uma reunião onde não necessariamente é feito algo de útil ou sábio quando chegam lá.

É no Congresso que é dado carta branca para restringir ou permitir liberdades, determinar quando deve-se jogar pessoas na prisão, ou quando o exército deve partir para uma guerra contra estrangeiros mouros. Como a maioria dos legisladores são caipiras de pequenas cidades como Boston, atirar e permitir que o exército atire em gente do Oriente Médio é uma grande diversão deles. Como se vê, o Congresso é poupado de fazer muito trabalho útil a todos por suas muitas outras tendências de ocupações, como solicitar sexo anal com estranhos em um banheiro público em um aeroporto de Minneapolis.

Judiciário

O poder judiciário é o mais fraco dos poderes dos Estados Unidos, afinal ele não pode agir a menos que alguém traga um caso para ele.

Basicamente julgam casos de pessoas que plantam seu próprio alimento, o que o governo considera ilegal e anti-constitucional, porque você mantém fora do supermercado produtos potencialmente consumíveis por uma classe média gorda que compra aos montes sem necessariamente consumir efetivamente, de maneira que plantar o que come poderia elevar os preços em toda a linha de estado.

Tudo o que norteia o judiciário dos Estados Unidos é a antiga Declaração dos direitos dos cidadãos onde está a reedição dos 10 Mandamentos, oficialmente denominadas de 10 Emendas Constitucionais. Estas dez alterações limitam especificamente os poderes do Governo Federal dos EUA, através da concessão de certos direitos para proteger as pessoas. Os nove direitos específicos que lhe são atribuídos são: A liberdade de expressão, liberdade de imprensa, liberdade de se reunir livremente para vagabundear, liberdade de culto religioso, bem como o direito de portar armas, proteção contra buscas e apreensões insensatas, garantia do devido processo legal com muita burocracia e um julgamento público rápido com um sistema de júri imparcial de conservadores de classe média, o direito de não ser enforcados duas vezes pelo mesmo crime, e evitar a auto-incriminação invocando a sempre tão eloquentemente frase: "Eu invoco a Quinta Emenda".

Relações exteriores[editar]

Nos últimos anos, os Estados Unidos têm procurado iluminar o mundo sobre os benefícios da democracia e da existência de uma Constituição. Procurando no mapa, os norte-americanos então encontraram dois países bárbaros para ir doutrinar, Iraque e Afeganistão, dois países hoje amigos que agradecem toda ajuda norte-americana dando-lhes seu petróleo que para eles, que não possuem refinarias, não tem o mínimo valor.

Quando à relação com a Europa, vale relembrar os efeitos do Plano Marshall de 1945, quando metade dos países europeus venderam suas almas para os EUA na forma da OTAN, e hoje atuam como escravos da potência mundial. Quanto à União Soviética (nome pelo qual eles conhecem a Rússia) a relação é de falsa amistosidade, eles afinal tem bombas atômica,s nunca é bom discutir, então deixe eles invadirem a Crimeia e matarem chechenos que os EUA não vão se intrometer.

E quanto ao Brasil? Não querem nada com um país cuja capital é Buenos Aires, o idioma o boliviano e só tem selva com anacondas e macacos.

Flag map Estados Unidos.png Estados Unidos
HistóriaPolíticaSubdivisõesGeografiaEconomiaCulturaTurismo