Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

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Cquote1.png Você quis dizer: El Dourado Cquote2.png
Google sobre PUC São Paulo

Marca comercial da PUC SP.

Cquote1.png Chama de pobre mas vem tudo comê nas nossa cantina! OUNEDI! Cquote2.png
aluno do Mackenzie sobre comentário abaixo

Cquote1.png Pobres Cquote2.png
Aluno da PUC sobre alunos do Mackenzie, quando esquecem que a mensalidade do mesmo é mais alta que a sua.

Cquote1.png Está tudo bem agora! Cquote2.png
aluna nerd da PUC sobre prova de algorítmos

Cquote1.png Burro Cquote2.png
Aluno de exatas da PUC sobre amigo que tirou 9 em física avançada

Cquote1.png Eu quero da amarela Cquote2.png
aluno da PUC sobre drogas

Cquote1.png "Na PUC só tem cuzão!" Cquote2.png
Aluno do Mackenzie sobre alunos da PUC - sempre.


Introdução[editar]

A PUC São Paulo é um antro universitário fundado no século XIV pelo Papa Pio XII afim de garantir acumulação de ouro e maconha. Após o fracasso das Cruzadas, os cavaleiros templários reuniram-se no local, onde usufruiam da erva estocada, adavam como mendigos e escreviam pensamentos filosóficos. A tradição perdura até os dias de hoje.

Devido a política econômica católica, é na PUC de São Paulo onde encontram-se alunos da mais pura genealogia e alta socialite, não tão burros para freqüentar o Mackenzie mas não tão inteligentes para entrar na USP. Porém, espertos o suficiente ao escolherem um ambiente que combina: bons professores, boas mulheres (ao contrario das Universidades anteriormente citadas) e excelentes substancias psicoativas ilegais (maconha).

História[editar]

Em meados da segunda metade do século XV, o Papa Pio XII estava muito preocupado em explorar o Brasil e suas riquezas. Em São Paulo, após um breve encontro com o Padre Manuel Nóbrega, recebeu algumas dicas de terras onde emanava ouro e maconha (terras hoje conhecidas como arredores de Perdizes). Após muita exploração e escravidão de bolivianos, decidiu-se pois criar um centro para o tratamento e fabricação da pura erva, onde permanece ativo atualmente na região da Consolação, chamado de Marquês de Paranaguá (em nome do grande traficante da região) e entitulado CCET (Centro de Capacitação Exata e Traficária).

Após as derrotas das batalhas da Guerra Santa, guerreiros voltaram para São Paulo onde se confinaram por várias décadas em ambos os Campus. Os que partiram para Perdizes se contiveram em acabar com o estoque de drogas (guardado no denominado TUCA) e realizar greves niilistas. Os que partiram para Marquês de Paranaguá infelizmente enlouqueceram com o confinamento e passaram a lecionar cursos como Física e Tecnologia e Mídias Digitais. Chama -se essa época de A Era Negra.

Com a influência iluminista por volta do século XVII , cria-se a Universidade Católica de São Paulo, com dois campus chamados de Monte Alegre e Marquês de Paranaguá. Posteriormente foram construidos outros campus - Barueri, Sorocaba, Santana e Ipiranga - afim de enriquecer a Igreja.

Atualmente[editar]

Encontra-se rígida nos cultos aos antepassados onde prega-se enorme respeito. A continuidade de alguns ritos e a enorme diferenciação cerebral dos alunos é a marca da Pontifícia Paulista. Infelizmente, devido a influências maçônicas satânicas, muitos dos estudantes aderem à Ubanda. Certa parcela é protestante ou nada.

Estima-se que o PIB da PUC de São Paulo ultrapasse o da soma de todos os países europeus juntos.

Perfil do Aluno[editar]

Os alunos antigos sempre foram grande senhores de feudos, donos de terras e hoje em dia não é diferente. Alunos puquianos paulistas têm como característica a vaga garantida na classe A da sociedade, e frequentam a universidade com o propósito de abrangerem sua riqueza.

O reconhecimento dos alunos é impossibilitada devido a vastidão cultural encontrada e o compus onde frequenta, mas basicamente dividem-se em 9 filos:

- bichos-grilo
- nerds
- patricinhas e maurícinhos
- intercambistas
- boys que entraram porque seu pai mandou
- doidos, muito doidos ou lesados (esses permanecem anos vagando pelo Campus Monte Alegre, morando em CAs e se lavando nos banheiros do prédio novo)
- roqueiros do mal
- skatistas
- japoneses

Cursos[editar]

Os cursos oferecidos são do mais alto nível de acordo com o padrão de Harvard. Os professores costumam a ser os precursores dos costumes antigos e alguns após a aula vão a algum bar gay da Augusta. Os boletos costumam vir cobrando já convertidos em euros.

Campus[editar]

Perdizes[editar]

Aluno de Perdizes, antes e depois.

Ninguém sabe quantos prédios possui corretamente, sabe-se que há um que é chamado de velho mas é muito velho e outro que é chamado de novo mas é demasiado velho também. É constituido de corredores sujos com cheiros empregnados de erva cannabis e pessoas jogadas no chão. A maioria dos alunos anda com uma garrafa de Red Label na mão e a outra parte está pulando, cheirando, perambulando, caçando ou cheirando alguma coisa. Considerado um dos maiores centros pensantes de São Paulo, a maioria dos alunos está preocupada em saber o que vai rolar nas festas diárias do campus. Intervalos conhecidos como "Eternos" geralmente são usados para infringir a lei anti-fumo e jogar joquem-po nos Centros Academicos onde rola muita musica do ano 1032. Dividem-se em dois específicos grupos: os playssons e cocotas e os mendigos. Não é difícil achar viciados tocando em algum buraco na parede. São seres noturnos e rastejantes. Uns se empregnam de roupa preta ou azul (vulgo terno) outros usam roupas de brechó enquanto uma parte relevante da universidade não usa roupa (os chamados subversivos, rebeldes ou anti-status quo [a qualquer preço]).

Marquês de Paranaguá[editar]

O mausoléu campus possui arquitetura gótica com pedras datadas de 10.000 a.C, possui salas subterrâneas e mal iluminadas. Incompreensívelmente é onde se concentra os maiores nerds e noobs de São Paulo. Situada na Consolação entre Rua Augusta e Av. Paulista, é rodeada de bares, bocas, pubs e puteiros, mas seus alunos jamais saem dos limites da universidade ou porque são nerds virgens demais ou porque seus pais recomendaram muito antes de sair de casa com seus motoristas. Eles têm tendência a surtos piscicóticos, 90% tem TOC e as aulas vagas são preenchidas com cálculos de física quântica, discussões sobre ciborgues, geometria analítica, algorítimos e Nintendos DS.
Típico estudante da Marquês em algum laboratório.

Reflexos do passado pairam sobre o campus. A criação de ratos no jadim da universidade, devido aos antigos macumbeiros rebeldes que os usavam para ritos voodus, ainda continua. Por volta do século XVIII quando Albert Einstein fazia experiências no laboratório do último andar, ocorreu um acidente da qual houve vazamento de plutônio, que antigiu os ratos transformando-os em seres mutantes (estima-se que tenham comprimento médio de 2 metros e cerca de 700 Kg). Vivem na floresta ao lado da universidade, onde antigamente caçava-se javalis que não vivem mais por causa da poluição, de tempos em tempos aparecem no jardim causando milhares de mortes.

Assim como seus antepassados sofreram, os bravos alunos da PUC de exatas carregam sua cruz: as pragas rogadas pelos palestinos tomaram proporções gigantescas e o destino veio a construir um campus do Mackenzie logo a frente. Batalhas como os templários travavam foram realizadas, trazendo milhares de mortes. Apesar da maldição, a infelicidade veio a impulsionar a transformação do campus em um dos maiores centros de desenvolvimento balístico da America Latina. Pesquisas nucleares são realizadas e confiadas pelo Estado do Brasil.

Barueri[editar]

Alunos na portaria em Barueri.

Localizado no fundão da grande São Paulo, a Universidade situa-se no meio de uma floresta, onde os alunos precisam atravessar o grande esgoto rio em um barco e andar 48 Km para chegar na portaria.

Feito para os filhinhos de papai de Alphaville, Granja Vianna e Aldeia da Serra que querem evitar a fadiga de ir para São Paulo para estudar. O campus continua vazio e dando prejuízo para os cofres da Puta Universidade Cara.