Porangatu

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Porangatu é a última cidade de Goiás quando alguém tenta fugir do estado (todavia fugiu para o lado errado, depois dali é Tocantins, muito pior que Goiás...). Porangatu é a maior cidade daquela área ali mas não está com essa bola toda não, se destacar no meio de tanto município podre de pobre não é muita vantagem.

História[editar]

Porangatu, como um imenso ralo de banheiro.

Cidade antiga, surgiu na época que deu a louca nos portugueses e os caras começaram a procurar ouro em tudo quanto é buraco, por volta do século XVIII. Porangatu era um desses buracos, na época conhecido como a vila Descoberto. Inúmeros padres jesuítas que foram pegos bebendo cachaça eram penalizados sendo mandados para a antiga Porangatu, onde deveriam combater os ataques de índios canibais com evangelização.

A Guerra do Paraguai ajudou muito a formação de Porangatu, não porque o Paraguai fica perto, mas justamente por isso, todos soldados que desertavam corriam para o fim do mundo (norte de Goiás). Muitos desses desertores ajudaram a formar Porangatu e a sua população tipicamente de covardes.

Em 1943 a vila é conquistada pelos índios e passa a se chamar Porangatu, da língua tupi: "Poran" = bela; "gatu" = cagada. E em 1948 os índios morrem de malária e o povo que sobra transforma aquele negócio em um município.

Após séculos de história medíocre, Porangatu em 1958 tem a puta sorte de construírem a BR-153 por ali. O grande tráfego de caminhoneiros e prostitutas garantem o crescimento imenso da cidade.

Atualmente é o maior centro urbano do norte goiano, o que não é vantagem alguma...

Geografia[editar]

Considerada a última cidade goiana da BR-153, é mais uma dessas cidades cheia de caipiras que se acham alguma coisa só porque as cidades vizinhas não tem coisas alguma, como mercados, bancoss, PlayStation 1 e pontos comerciais, fazendo com que toda população vizinha vá para Porangatu fazendo-a um pouquinho mais importante do que as outras.

A temperatura média é de 42,6°C. Possui um inverno rigoroso, com máximas de 55°C e mínimas de 39,9°C. No verão as máximas chegam a 70°C e mínimas não passam de 42°C, a brisa suave e a umidade em torno de 3,1% aliviam o calor. Você pode se refrescar na chuva, que só cai uma vez no ano mas é suficiente para afogar metade da população da cidade, porque não tem boeiros.

Economia[editar]

Diferente do que ensinam sobre classes sociais, em Porangatu há 7 tipos de classe social. A primeira é formada pelos "pobres de marre", vivem na miséria e são honestos. A segunda classe é dos "pobres que querem parecer ricos", esses vendem o almoço e a janta para comprar um smartphone para tirar selfies com Flash no espelho ou do lado de uma parede sem reboco. Geralmente essa classe tem trombadinhas. A terceira classe é do "pobre trabalhador", esse compra o iPhone mais honestamente parcelado-o em 24 vezes no cartão, tiram fotos da comida e vão na cassata tomar um sorvete e estão sempre usando a hashtag #vidadifícil em suas fotos. A quarta classe é a dos "nem pobres, mas muito menos ricos", e esses tem alguma condição, os jovens desta classe vão de bota para escola, a mãe é faxineira e o pai gari mas ele é fazendeiro. A quinta classe são a dos "ricos de mentira", sendo eles geralmente uma família na qual o patriarca é rico, enquanto os filhos e netos desfrutam dessa riqueza e não trabalham e vivem postando fotos de currais cheios de gado e se acham os fazendeiros, mas quando o avô morre as fazendas viram água mas mãos dos herdeiros, e assim, falidos e humilhados mudam de cidade e desaparecem. A sexta classe é conhecida como "ricos falidos", eles tem dívidas em todos os comércios, vão nas festas finas por terem nomes tradicionais mas assaltam os docinhos e pedem o que sobrou pra fazer de almoço e moram em casarões caindo aos pedaços, sendo que esses geralmente foram integrantes da quinta classe dos ricos de mentira. Por último existem também a classe dos "ricos narigudos", na qual o que mais tem é filho de papaizinhos que dirigem o carro do papai sem carteira, topam em uma blitz e logo são liberados, algumas vezes invadem as lojas ou casas de alguém com a caminhonete do papai.

População[editar]

O que mais há nessa cidade são os fofoqueiros, afinal a cidade é só um bairro. Os vizinhos sabem mais da sua vida que você. Aqui o gay é gay antes mesmo de ser gay.

Todo homem rico da cidade tem um caso com uma novinha. Toda semana vaza foto de alguém que deu mole - ou quis mesmo - com a janaina de fora.

Lazer[editar]

A grande diversão dos moradores mais jovens durante o dia e primeiras horas da noite é ir para a pracinha em frente à lagoa e ficar sentado sem fazer nada da vida, ou então ficar dando inúmeras voltas nessa mesma pracinha de carro (o tradicional bobódromo de toda cidade pequena). O objetivo em ambos os casos é o mesmo: ver e ser visto. Tanto que nos bares não se sentam em volta de uma mesa, e sim lado a lado, de frente para a rua. A cada carro que passa, quem está nas lanchonetes estica o pescoço para ver se conhece quem está passando. Mas, claro, como a cidade tem apenas 38 mil habitantes, é óbvio que conhece.

Como as pessoas não tem tantas formas de lazer a não ser ir na pastelaria, na choperia, na sorveteria e comprar na mais nova loja da cidade, a Cacau Show, elas fazem cartinhas inescrupulosas e espalham por toda a cidade.

A tradicional Festa Pecuária é o único lazer que os habitantes podem ver gente de fora. É totalmente frustrante, só aparecem cantores meia-boca, e caso venha um Luan Santana ou Henrique e Juliano, são necessários vender os dois rins para ir no open bar, pela mesa você tem que vender sua mãe, tudo para enriquecer esses filhos da puta que cantam tão mal quando os cantores meia-boca ali presentes normalmente. Nos dias que a entrada é gratuita só dá marginal e traficante nas festas (e os políticos conquistam seus votos enquanto isso).

No dia do rodeio tudo mundo sobe nas arquibancadas e só a "elite" ou alguma garota(o) de programa ficam no camarote. Os bois parecem carneiros de tão pequenos. O melhor são os fogos de artifícios que deixam todo mundo com o olho lacrimejando depois que as cinzas caem.

Turismo[editar]

O que existe em Porangatu não é bem turismo. Quem visita a cidade na verdade não está visitando tem muita coisa melhor no mundo para visitar, forasteiros em Porangatu são sempre gente de passagem, que quebraram o carro na péssima estrada e vão ter que ficar uns dois dias por ali para conserto. Quem visita a cidade pode ir ver a Lagoa Santa, cartão postal da cidade, local onde você pode ficar vendo a grama crescer. Há ainda o Poço do Milagre onde você pode mijar enquanto faz um pedido a São Jorge.

Para quem não quiser se divertir, podem ir visitar as igrejas e casarões do século XIX. Para quem quiser se divertir tem que descer muito a BR-153 até Goiânia.