Porto Velho

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Município de Porto Velho (mesmo)
"A Cidade do rio Lameado"
Bandeira de Porto Velho.png
Bandeira
Aniversário 21 de setembro
Fundação 2 de outubro de 1914
Gentílico porto-velhense
Lema
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Porto Velho (mesmo)
Estado link={{{3}}} Rondônia
Mesorregião Madeira-Devastada
Microrregião Aldeias Indígenas de Porto Velho
Municípios limítrofes Lábrea, Canutama, Humaitá, Machadinho d'Oeste, Cujubim, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari, Acrelândia (sim!), Alto Paraíso, Buritis, Nova Mamoré, Pando
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Um bando de sulistas que não deram certo no Sul e vieram pra Porto Velho. Tem índio também. hab.
Idioma Não disponível
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima De manhã: 1200 graus na sombra. De noite: 800 graus em todo lugar.
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Matagal? Cquote2.png
Google sobre Porto Velho
Cquote1.png Parece três pênis para cima Cquote2.png
Grande critico porto-velhense sobre o único monumento cultural da cidade
Cquote1.png Mínima de 40 graus em Porto Velho. Na sombra Cquote2.png
Chico Pinheiro sobre Porto Velho
Cquote1.png Quem manda a pergunta é o Paulo Roberto, de Porto Velho, Roraima Cquote2.png
Galvão Bueno ao retransmitir ao Falcão a pergunta de um torcedor em uma transmissão de jogo de futebol
Cquote1.png Se tudo passa, talvez você passe por aqui, e me faça esquecer tudo que eu vi! Cquote2.png
Humberto Gessinger sobre Porto Velho
Cquote1.png Nossa, tá frio aqui... Cquote2.png
morador de Porto Velho sobre Inferno
Cquote1.png Quem mora nessa cidade tem "Probleminha"! Cquote2.png
Felipe Neto sobre Porto Velho
Cquote1.png Fui em Porto Velho. Fui cuspir e assoviei... Cquote2.png
Piauiense sobre Porto Velho
Cquote1.png Porto Velho? Aquela cidade que fica na Antártida? Cquote2.png
Burro que não sabe do calor de lá sobre Porto Velho
Cquote1.png Caralho!!!36 graus à noite??? E vocês conseguem viver nesse frio da porra??? Cquote2.png
morador de Porto Velho sobre Piauí
Cquote1.png É a melhor cidade de Rondônia, seus caipira do interior Cquote2.png
Porto-velhense sobre Porto Velho

Porto Velho é a capital e cidade mais quente, feia, suja, violenta, acabada, isolada etc, etc do estado de Roubônia. A cidade tem o maior índice de mulheres feias da região Norte, fato geneticamente deliberado para evitar qualquer tipo de turismo sexual, nem os caminhoneiros mais necessitados encaram as mulheres porto-velhenses. Detém o maior índice mundial de IACPPNCAV. (índice de acidentes causados por pessoas num cipó em alta velocidade)

História[editar]

A cidade nasceu em 1914, quando gringos boiolas, fugindo da Primeira Guerra Mundial, resolveram criar uma estrada de ferro do tipo Ferrorama tamanho gigante, para passar o tempo e transportar cogumelos mágicos do Acre para o restante do Brasil. A Ferrovia recebeu o nome de "Ferrovia do Diabo" em razão do clima sui generis, quente pra caralho com temperaturas muito elevadas. Em função disso acreditou-se, por muito tempo, tratar-se do próprio Inferno, até que se descobriu mais tarde que a casa do capeta fica mais pra esquerda no mapa e se chama Acre.

Geografia[editar]

Porto Velho está localizada no meio de lugar nenhum, mais precisamente em Roraima em Rondônia, e para se chegar até lá são necessárias 10 horas de avião, 20 dias de carro, 1 mês de ônibus, 1 dias de barco, 8 horas de canoa e 1 hora e meia de cipó.

Clima[editar]

O clima em Porto Velho é o queimante-úmido. Há apenas duas-estações bem definidas: lama e poeira. As temperaturas variam entre 198°C e 250°C no Verão e 197ºC e 243°C no Inferno Inverno. A umidade relativa do ar é alta na época da dança da chuva e pode atingir 504,5%, entretanto quando os índios param de dançar, a umidade cai para 0,0000000001%.

Baseado no clima porto-velhense é que Einstein elaborou a "teoria do esforço mínimo", que consiste na inércia corporal a fim de evitar o suor. O cientista morreu frustrado ao saber que a teoria jamais funcionou.

A cidade foi também precursora nos estudos sobre a origem do aparelho de micro-ondas, como lugar de experimentos ao ar livre.

Foi a partir do clima de Porto Velho que se criou uma nova definição meteorológica. A Fumaça.

Economia[editar]

A economia baseia-se, principalmente, na venda de produtos locais (salgados e sucos de R$3,00 cada, que eles chamam de merenda, vendas de DVD pirata do DVD pirata, mplixos, açaí, crack etc.) e produtos indígenas (maconha, cocaína e vagina).

Se está pensando em se tomar um empresário rico, iniciando a sensacional "Cooperativa de Transporte Alternativo" como vans e moto-táxi, pense bem: o último possuidor da ideia descansa em paz no cemitério do Santo Antônio, próximo à Cachoeira homônima. E não é o coveiro!

A economia é totalmente focada na exploração do trabalho infantil (150% das crianças) pela metade do preço às quais trabalham dia e noite em bocas-de-fumo, atacadões, botequins, presídios e plantações de alface.

Possui ainda o maior número de "aspones" por km² do Brasil. Se precisar de algum serviço em caráter de urgência como Polícia, Bombeiros ou mesmo CERON (Centrais Elétricas) vá ao centro de Umbanda mais próximo e tente uma mandinga.

No setor de serviços Porto Velho se destaca. Se você necessita de qualquer tipo de serviço, conte com o "RR" (Retardo Rondoniense), é comum marcar determinado trabalho com um homem de bem dessa cidade e tal serviço ser realizado 3 dias depois (sem qualquer aviso prévio). Tal fato é comum pois o porto-velhense é atarefado demais e além disso "cairia" o braço do cidadão se ele pegasse seu celular e avisasse do atraso, evitando que o solicitante do serviço ficasse dias a fio esperando como um otário pela devida solicitação.

População[editar]

Bairro Nacional: O bairro mais chic de Porto Velho

Compõe-se principalmente por imigrantes, paraibanos, cearenses, paulistas, paranaenses, gaúchos, cariocas e afins, que por não terem conseguido nada em seus buracos de origem (incompetência, burrice, ganância, entre outros) vieram tentar a sorte em uma região pouco explorada aqui na puta que pariu.

As barangas fêmeas, no geral, usam roupas curtas, geralmente com a barriga para fora para atrair o macho e cintos na barriga, que costumam chamar de saia. Nas regiões mais afastadas podem confundir-se com bolivianas, usam os cabelos pintados de amarelo e brincos gigantes do estilo "lustre", sem falar nas pernas machucadas com cicatrizes de picadas de insetos e queimaduras de escapamento de CG. No centro da cidade, as fêmeas também costumam pintar o cabelo de amarelo e costumam fugir da água (estudos indicam que a água possui efeito avassalador sobre a aparência e principalmente o penteado delas - é normal que não tomem muito banho por conta disso, formando uma agradável mistura de suor e poeira pelo corpo) a vestimenta também é um pouco diferente das mulheres das regiões periféricas, costumam se vestir como se fossem a um casamento até pra ir na padaria e estas são as presas mais fáceis pros machos da região central que não tem competência pra arrumar coisa melhor.

Os homens das regiões mais afastadas usam bonés (TomBoy) preferencialmente branco, bigode de cobrador, bermudas de plástico e andam em bicicletas de aro circular. Os machos da região central andam em carros ou motos. Usam uma mistura indígena para manter o cabelo em pé, assim como também usam outras coisas para manter outras coisas em pé, já que injetam na veia remédio de cavalo para parecer mais forte, e entre os efeitos colaterais desta droga injetável está a impotência sexual, o hábito de frequentar academia( e só pagam meia mensalidade... só malham os braços!), de comprar camisas coladas, de usar correntes no pescoço e de ter a voz fina. Quando se reúnem parecem um exército: são todos iguais. Os homens, além disso, costumam enfeitar os próprios carros para impressionar outros homens e poder levá-los pra cama, já que as mulheres não estão nem aí pra essas merdas todas de aro, roda, mola e neon.

Hino[editar]

Outros céus
Quando começamos a tortura
Para esculhambar a natureza
Nós, os invasores de Rondônia,
Nos afogamos em tanta pobreza.
Somos causadores de queimadas,
Nosso combustível é o dinheiro.
Fim de uma história deprimente:
Nada aos nativos, tudo aos posseiros.
Nessa fronteira abandonada
O povo trabalha até doente.
Muita chacina e pouca esmola,
Corrupção galopa febrilmente.
Atos dementes roubam o futuro
Da juventude dessa nação,
E com coragem nós gritaremos
Enquanto nos arrancam o coração.
Azul, poderia ser azul,
Em vez, tudo cinza tudo igual,
Nosso rio só tem mercúrio,
Amazônia é capim.
Assim, nossa vida é desumana.
Guaporé fundamental,
Reinventa a tua história
Ou será o nosso fim!

Educação[editar]

De acordo com o governador, milionário e maior latifundiário do estado, as pessoas não precisam de educação, porque ele não precisou para chegar onde chegou, portanto educação é algo totalmente renegado em Porto Velho.

Segurança[editar]

A cada 10 mortes, 11 são por assassinato.

Transportes[editar]

DramaticQuestionMark.png
Você sabia que...
  • ...em Porto Velho tem tantos acidentes de carro que hoje eles são considerados propositais
Aeroporto internacional de Porto velho.

Porto Velho possui atualmente um aeroporto internacional com voos frequentes para outros países distantes como Brasília e Manaus. Pousar na floresta de Porto Velho é um desafio até para os pilotos mais experientes.

Porto Velho, por ter sido construída ao contrário, possui regras de trânsito invertidas em relação ao resto do país, o que, por desconhecimento, acaba produzindo muitos acidentes. Além da inversão das regras de trânsito, há na cidade o estranho hábito de provocar acidentes só por diversão ou aventura, especialmente pelos motoqueiros, que não se importam em perder temporariamente braços e pernas, pois, além de muito evangélicos, acreditam na competência médica do hospital da localidade, o Hospital Memorial João Paulo II, referência em toda a América do Sul, Norte e Europa

Portovelhense andando de moto.

Os motoqueiros de Porto Velho são uma raça de seres humanos a parte, caracterizados pelo fato de ultrapassarem apenas pela direita e andarem lento apenas à esquerda. Consideram os semáforos apenas como sugestões, não sendo obrigatória a sua obediência. As motos devem sempre parar sobre a faixa de pedestres e não devem dar passagem à outros veículos. É proibida a direção defensiva (o ataque é a melhor defesa), sendo permitido usar a calcada como extensão da rua. Estes motoqueiros ainda são econômicos, não usam capacete, e quando usam é para praticar assalto ou proteger o cotovelo. E como confundem velocímetro com o medidor do tanque de gasolina, quanto menor a velocidade, pior, afinal eles pensam que apos o acidente vai aparecer uma tela escrito "continue/restart". Se o motorista dá a seta para a esquerda, ele deduz que ele tem que passar pela esquerda na brecha entre o carro e o meio fio! E se o companheiro com o carro for virar, eles tentam fazer um deslize por baixo do carro.

Barrageiródromo: O melhor meio de transporte de Porto Velho (A ausência de vidros nas janelas se deram pelos constantes ataques dos guerreiros das tribos locais).

Em Porto Velho o há vários meios de locomoção, que vão de jumentos à jericos, passando por carros-de-boi, fuscas, opalas, monzas, chevetes e todos os outros carros em decomposição antigos que passam pelas ruas da cidade.

Existem duas gangues empresas de ônibus coletivo, uma pior que a outra. Os ônibus com ar condicionado estão sempre com os aparelhos desligados, pois em Porto Velho ninguém gosta de friozinho. O povo gosta mesmo é de suor e mal cheiro, principalmente quando os ônibus estão lotados.

Cultura[editar]

Em Porto Velho não existe cultura. Por isso os habitantes costumam copiar os hábitos de outros lugares:

No Carnaval em fevereiro, os portovelhenses vão às ruas dançar como no Rio de Janeiro, em blocos de folia como "Banda do Vai Quem Quer (E Volta Vivo Se Puder)", "Maria Fumaça"(símbolo fálico máximo da cidade) e "Galo-da-Meia-Noite"(a hora mais fria do dia).

No Carnaval fora-de-época, os cidadãos cantam em voz alta as músicas de macumba axé da Bahia, e ficam andando em círculos atrás de um caminhão, consumindo bebidas alucinógenas (feitas à base de etanol doado dos postos de combustíveis) e anti-respingo de solda.

Durante as Feiras de Exposições, é comum vestir-se de peão de boiadeiro, subir em caminhões ou em cavalos e ficar ingerindo bebidas debaixo do Sol do caralho forte da região, cantando músicas de corno sertanejas, típicas de Goiás; O pior de tudo é o fato dos 'fazenduros' não terem terra nem debaixo da unha. A última novidade do ano de 2009 é o fato das carreatas serem em caminhões PARADOS num sol de corar o cão...

No meio do ano indígena os portovelhenses imitam o boi-bumbá de parintins, sendo desnecessário o uso de fantasias pois muitos habitantes já andam de chifre. Mais recentemente os ladrões políticos têm prometido construir um bumbódromo. Mantendo as tradições indígenas, os portovelhenses nos demais dias reúnem-se em Postos de Gasolina (ainda é desconhecida a atração que exercem as Bombas de Combustível sobre este povo) e colocam em alto volume músicas da mais alta cultura. Em seguida se matam no bar mais próximo.

Isso sem esquecer das festas juninas ou arraiais (flor do maracujá, flor do cactus, flor de lótus, flor de madeira, flor de cogumelo, flor margarida, flor miga, entre outras flores), herdadas de Portugal e do Nordeste. Nelas a população se reúne para se fantasiar de caipira, dançar, comer pratos chiques, elaborados pelos chefs da cidade em ambientes totalmente limpos e higiênicos.

As rádios locais são um "show à parte": às 7 da manha tocam sertanejo, às 9 horas forró, às 12 horas bate-estaca, repetindo essa troca durante todo o dia. E tem mais, para cada música, são 15 minutos de propaganda, daquelas que o "loucutor", fica gritando na porta das lojas e oferecendo de tudo. No centro da cidade há caixas de som penduradas nos postes tocando os melhores hits indígenas. Todos os músicos de Porto Velho só fazem músicas dedicadas ao Rio Madeira.

Há ainda muitos gaúchos e paranaenses na cidade, que costumam se reunir para beber mato com água quente, para aliviar o clima frio de Porto Velho.

Gastronomia[editar]

A culinária porto-velhense está entre as mais sofisticadas culinárias do mundo. Vasta e riquíssima, a gastronomia gira basicamente em torno dos coquinhos típicos da região, como pirarucu, tucumã, pucunha, entre outras palavras com a sílaba "cu", que no idioma indígena significa "buraco" mesmo.

Pratos típicos como tucumã com leite de castanha do pará, castanha do pará com suco de tucumã, tucumã com cachaça, tucumã com leite de mandioca braba, pucumã com pão véi, são consumidos em grande quantidade pela população local.

Os pratos locais são normalmente acompanhados por cachaças finas, o que muitas vezes provoca reações violentas nos habitantes.

Idioma[editar]

No idioma porto-velhês não existe a letra "s", gerando coisas do tipo:

  • Tarra: Estava
  • Arrr: As
  • sinhô: Senhor
  • tumá uma gela: Tomar cerveja
  • tumá uma crixtal: Tomar cerveja
  • Maninho!: Cara!

Esportes[editar]

Esporte: Campeonato de judô no centro da cidade.

Como toda cidade brasileira, Porto Velho também tem seus times de futebol amadores que disputam a série Z do campeonato brasileiro. O principal clube dos vexames locais é o Sport Club Genus de Porto Velho.

Também destaca-se em outros esportes, como arremesso de mato, capinação, fugir da onça 2.000 km rasos e matar capivaras.

Religião[editar]

Porto Velho antes da colonização evangélica, iniciada há algumas décadas, possuía como religião oficial o catolicismo, além da religião indígena que cultua o Rio Madeira, o Sol, a floresta e seus cogumelos encantados.

No entanto, pesquisas recentes apontam que 98% da população da capital passou a ser evangélica, havendo cerca de 150 mil igrejas dessa religião em cada zona da cidade, com suas mais variadas vertentes (A$$embleia de Deu$, Univer$al, Igreja Triangular do Quadrado Redondo Perpendicular, entre outras). Essa guinada na evangelização praticamente dizimou as crenças indígenas que são consideradas coisas do diabo por estas igrejas e tais índios devem ser convertidos e salvos da danação.

Apesar da maioria da população ser evangélica, nos últimos anos os moradores têm vivido um dilema religioso por conta da falta de energia. Apesar de ter duas das maiores hidrelétricas do Brasil (Jirau e Santo Antônio), em Porto Velho falta energia em 90% dos dias do ano, no momento da falta de energia, a população do município viram-se em direção a cidade sagrada de Meca e suplica a Alá para que a energia volte e possa religar seus aparelhos de ar-condicionado.

Lazer[editar]

Nos finais de semana, os balneários (na verdade em Porto Velho são chamados de banhos) são uma verdadeira opção de lazer aos habitantes que se utilizam dos caminhões e vans alugadas e suas respectivas câmaras de ar dos pneus para se refrescarem nos superlotados rios que rodeiam a cidade. As opções noturnas são ricas:

As opções noturnas incluem ficar dando voltas nos quarteirões passando em frente aos barzinhos para que todos prestem atenção nos carros dos pais e com som nas alturas para se autoafirmarem ou dar uma volta (se conseguir!) na pista que dá acesso ao aeroporto, na Avenida Jorge Teixeira (recentemente federalizada, para que o município não se responsabilizasse pelos buracos). Lá estão os jovens que não podem pagar pra entrar nos barzinhos e boates do Bobódromo (verdadeiro programa de liso).

Ou curtir os hits do momento, fenômenos da MPB como Calypso, Djalypso, Rougelypso, Lixolypso, Furacão do Calypso, Explosão do Calypso e Calcinhas do Calypso, Garota Calypso, Adelypso, Empiriguetes, em lugar mais afastado onde pode-se encontrar as moças de vida fácil e seus respectivos maridos ou clientes. Recomendamos ir com os cabelos presos, para prevenir pediculose e com as barras das calças levantadas para que não sejam inutilizadas pela lama.

Se você for um de menor jovem sedento por opções, não há porra nenhuma muito o que fazer, a não ser que você seja um playboy indivíduo capaz de roubar pegar emprestado o carro de seu pai, visando assim entrar em uma das boates baladas da cidade. Para tanto, certifique-se de que a sua identidade esteja devidamente falsificada, mas só por prevenção, pois ninguém pede identidade. Afinal, o que é falsidade ideológica alterar a sua data de nascimento na identidade quando se está no estado de Roubônia Rondônia. Mas se nenhuma dessas opções estiverem disponíveis o jovem porto-velhense pode se reunir com seus amigos de boné e sandálias havaianas para tentar a sorte com algum pedófilo-frustrado-com-grana que queira pagar sua entrada e dos seus amigos em troca de "alguma coisa". Isso se o pedófilo não der o cano, como não é raro acontecer e depois você ter que denunciá-lo na Central (de polícia) por abuso sexual só com o número da placa do carro.

Caso você não tenha dinheiro, não tenha amigos, não tenha nada de bom na vida, você pode ficar em casa e assistir ao glorioso Dalton DiFranco no seu super programa Plantão de Polícia. Caso você tenha grana, dê uma passada no Porto Velho Shopping, talvez você encontra Tucumã na praça de alimentação. Caso não tenha grana (que acontece sempre nessa cidade, exceto por volta do dia 5 de todo mês, quando os funcionários públicos recebem salário por não fazer nada, as lojas ficam lotadas), mas queira confraternizar com a high society ou só aproveitar o ar-condicionado, vá ao shopping e fique dando voltas, tirando fotos etc. É recomendável evitar Lojas Americanas entra 18h e 21h, porque quando acaba a aula e/ou o expediente, os adolescentes enchem essa loja, enfrentam uma fila enorme pra comprar bala, chocolate (3 por 10 realz) e Skiny (que é o nome indígena para salgadinhos de milho). Às quartas-feiras também é um dia crítico nesse shopping, pois o cinema é "marbarato" (como dizem os nativos) e o shopping inteiro fica cheirando a suor e pipoca.

O cidadão pode ainda dar uma volta no camelódromo e ver os maiores vendedores de Porto Velho gritando "3 por dez deis reau", "copia du original 3 por deis reau", ou você pode se ariscar comprar um presente como um barato telefone sem fio e quando chegar em casa descobrir que é um telefone sem fio, sem capa, sem teclas e sem devolução, um brinquedo para o seu filho para ele ficar brincando de luta muito realístico chega a quebrar na primeira luta se puder pode montar comprar uma bicicleta que grátis você ganha um brinde,um guia de montagem, porque ela quebra 2 vezes por meia pedalada ou comprar um óculos e uma armação de plástico com lentes de papeu (não é papel, é papeu mesmo), uma cadeira de macarrão vem só o espaguete ou se quiser você pode comprar algo que aumente seu pines uma lupa.

Ultimamente, com a constante imigração forçada de filhos de barrageiros que se acham ricos e acabaram tendo que morar nesse fim de mundo, fez-se necessária a criação de opções de lazer mais caros sofisticados. Assim, tais estrangeiros oriundos do Brasil, não tem a sua baladinha incomodada pela presença de gente feia, como todos os porto velhenses diferenciada.

Os jovens sem vida normais costumam se reunir na casa de algum amigo quando os pais deste estão viajando, tomar tereré, jogar pôquer (essa cidade tá entregue ao jogo) ou truco, consumir as bebidas do bar do papis, fumar narguilé, cigarro, maconha, o que vier, comer as menininha da escola e/ou contar episódios resultantes da sua rebeldia, como pegar o carro do pai escondido ou roubar um cone na BR.

Turismo[editar]

A cidade possui atrações turísticas, como as três caixas d'água que ninguém sabe pra que que serve aquelas porra. Só pra aparecer de fundo dos jornais de tv mais pebas de que se tem história e pra os bocós dos turistas olharem: "Oh, que coisa enferrujada ridícula e velha linda".

Além disso, é possível avistar um grande rio que banha a cidade, de nome mercúrio Madeira. Para os nadadores, em qualquer direção encontra-se um córrego imundo límpido e cristalino. Aos que preferem maiores desafios, pode-se tentar atravessar o Rio Madeira para chegar à floresta do outro lado é torcer para não pegar nenhuma doença devido à exposição ao mercúrio depositado neste rio ao longo dos anos de garimpo.

Os trens da ferrorama ferrovia madeira-mamoré, que na maior parte do tempo servem de banheiro espaço para se realizar necessidades fisiológicas. Do Mirante pode-se observar a maior concentração de fezes humanas da Região Norte na pseudo-praça da estação de trem.

Entretanto, para os amantes dos esportes radicais, como rally, pode-se tentar a arriscada travessia da cidade com um carro bem equipado. Os buracos obstáculos são variados e em vários níveis de dificuldade.

Para os lutadores de plantão, alguns minutos (e algumas cachaças) no centro da cidade ou na periferia geralmente resultam em um bom treino. Vale lembrar que peixeiras armas brancas e revólveres são de uso permitido nesta modalidade e caso você adentre nas bodegas sem os apetrechos rapidamente lhe são fornecidos.

Muita mulher fácil é a marca de Porto Velho para os turistas mais assanhados. Embora 80% delas sejam feias.

E acredite se quiser, há um shopping center, considerado um dos museus mais visitados da Amazônia.

v d e h
RONDÔNIA
Bandeira de Rondônia.png