Praça dos Três Poderes

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O curioso estacionamento da Praça dos Três Poderes.

Praça dos Três Poderes é um lugar bonito em Brasília, que apesar da fama, ninguém visita (sempre tem apenas uma dúzia de gatos pingados que foram iludidos pelo folheto turístico a visitar o local onde a única fonte de água potável disponível são os autônomos que vendem o copinho de 100 ml a 10 reais).

A praça foi ideia de Oscar Niemeyer, um arquiteto declaradamente inimigo do verde, não deixou um gramadinho sequer em toda área de 26.000 m² da praça que não possui qualquer tipo de árvore, há apenas um concretão que aumenta em 10°C a sensação térmica de quem visita o local. A completa ausência de sombras frita o miolo de qualquer um que se arrisque permanecer mais do que 30 minutos nesta praça de dia, o que se demonstrou uma saída genial para evitar qualquer tipo de manifestação popular em frente ao Palácio do Planalto.

Para quem visita a praça há apenas duas opções. A primeira opção é observar os arrojados edifícios com mensagens subliminares subversivas e pensar "Ohhhh, que bonito... Agora estou com fome... o restaurante mais próximo fica a 50 quilômetros daqui..." ou então comprar uma pipoca toda cagada numa barraquinha e alimentar os pombos ou se for corajoso, se alimentar com estas pipocas.

Lúcio Costa cometeu uma série de erros na urbanização dessa praça, a mais evidente é a completa ausência de estacionamento, obrigando as pessoas estacionarem indiscriminadamente no meio da avenida em plena zona de segurança nacional. Por estar no extremo da cidade, chegar nessa praça a pé é fora de cogitação. A imensa distância entre os edifícios foi outro terrível erro, uma pessoa de saúde normal corre sérios riscos de morte por desidratação se decidir aventurar-se atravessar essa praça ao meio-dia de um prédio para outro.

Resumindo: Desculpem àqueles que dizem que Kubstcheck é a reencarnação de um faraó, mas, andando em qualquer lugar dessa linda cidade, nós nos parecemos como qualquer cidadão do império do Antigo Egito?! Sede, calor, fome e escravidão política!


Elementos da praça[editar]

Panorama da Praça dos Três Poderes com o mastro da bandeira destacado à esquerda ao fundo, e a famosa escultura 'Os 웃' destacada à direita.
  • Espaço de atendimento ao turista - Um bloco isolado, onde atualmente alguns ratos e cobras fizeram ninhos, já que la nunca foi visitado por turista algum, e foi desativado, como boa parte das obras turísticas de Brasília.
  • Pombal - Uma torre onde vivem pombos que transmitem doenças para a população. O elemento que mais se parece com um pregador de roupa, abriga os mais assíduos frequentadores do ambiente, os únicos além de turistas desiludidos e funcionários públicos recém contratados.
  • Os Guerreiros - Um monumento que até minha priminha de 5 anos faria. Representam dois se abraçando
  • A Justiça - Monumento em frente ao STF com um mulher cega que representa muito bem a justiça brasileira, lenta e não vê nada.
  • Museu Histórico de Brasília - Pequeno prédio que é a única opção que algum turista incauto tem para usufruir na Praça dos Três Poderes. Esse museu é tão bom que nunca se atualizou desde 1960.
  • Marco de Brasília - Um monumento estranho em formato de xiforímpola que ninguém sabe o que representa.
  • Mastro da Bandeira do Brasil - Considerado o maior mastro do mundo (ui) foi erguido para disfarçar a baixa auto-estima dos brasileiros.
  • Busto do Tiradentes - Um pequeno bustinho muito mal feito que tinha a intenção de retratar o dentista.
  • Panteão da Pátria - Um monumento estranho e gigantesco que tem ao lado do STF e que todo mundo tem medo de entrar lá. Passam apenas a frente porque precisam subir ou descer para acessar o estacionamento que tem ao lado da praça e que só é acessível pela rampa que possui no local.
  • Mictório público masculino - Um pequeno local que deveria servir de guarita do estacionamento da Praça dos Tres poderes mas só o que se vê são marmanjões (turistas ou não) que utilizam o local como um pequeno banheiro público masculino.
  • Pira Olímpica da Pátria - O fogo que ninguém sabe o que significa na verdade, mas todo retardado quer ficar subindo até lá em cima para ficar tirando selfies, ou autorretrato.

Palácio do Planalto (Executivo)[editar]

Edifício onde está o gabinete do presidente da república, a avenida Eixo Monumental passa colada e sem muita dificuldade é possível entrar com um caminhão bomba lá dentro. Falta só disposição de alguém. Já na parte de trás do edifício pode-se ver um imenso precipício, caso o presidencial queira se suicidar um dia.

O edifício normalmente é guardado por dois guardinhas do exército na parte da frente e mais alguns seguranças parlamentares que andam de terninho preto que só costumam aparecer quando o presidente está no recinto e outros dois na guarita que dá acesso ao estacionamento (ou área de carga e descarga) do edifício. Se alguém com alguma disposição aparecer, dá pra fazer o serviço citado no primeiro parágrafo á pé mesmo, bastando a este apenas um pé-de-cabra e força para parar aqueles aspirantes da guarita com aproximadamente 1,80m, mas que não possuem força alguma.

Supremo Tribunal Federal (Judiciário)[editar]

Um prédio que passa o ano inteiro vazio já que o pessoal de lá tem direito a 12 meses de férias por ano conforme lei aprovada internamente. O expediente do local é exercido pelos pombos, esses sim estão em vigília constante, 24 horas, 7 dias por semana em frente ao recinto, cagando na justiça brasileira, cega e que permanece em frente ao edifício.

Congresso Nacional (Legislativo)[editar]

O famoso edifício em forma de pênis e dois testículos que representam o poder legislativo. Atrás do edifício, de cara com a praça dos três poderes, tem um pequeno jardim de palmares palmeiras, onde vários turistas sem que aonde ir perdem tempo sentando naquele gramado sujo e tirando fotos como se não houvessem amanhã. O Edifício também possui um pequeno lago que serve de criadouro de mosquito da Chico Cunha Zika Leishmaniose Dengue. Como deputados são sangue ruim, os mosquitos não afetam ao congresso de víboras brasileiras.