Presença de Anita

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Cquote1.png Me dá até nojo só de pensar naquelas cenas horríveis!!! Cquote2.png
Clodovil sobre as cenas de sexo explícito protagonizadas pela Anita puta.

Cquote1.png A maioria que o assistia eram homens Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Presença de Anita.
Cquote1.png Na União Soviética, a Anita se masturba por causa de VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Presença de Anita.

Capa do filme Presença de Anita

Nota: Se procura romance de Mário Donato, obra que a Rede Globo plagiou descaradamente para fazer a minissérie, consulte Presença de Anita (livro).

A Presença de Anita foi uma minissérie com 16 capítulos escrita por Manoel Carlos, copiando o enredo da obra homônima (não homossexual) de Mário Donato, e exibida pela Rede Globo de 7 à 31 de agosto de 2001 - ou seja, enquanto conseguiu manter uma audiência razoável de pervertidos e ninfomaníacos.

[editar] Sinopse

Anita prestes a molestar um japinha inocente.

Nando quer aproveitar o final de ano para não fazer nada em alguma cidadezinha pacata e cheia de garotas virgens, mas disfarçando com o motivo de escrever um romance. Lúcia Helena só pensa em alcançar o tão esquecido orgasmo em suas relações com o marido. Zezinho quer perder a virgindade. E Anita só quer seguir seu destino, com a certeza de que nada é por acaso, e se ela realmente quer um homem gostosão e garanhão ela precisa ir atrás dele.

Para tentar escapar da rotina sem orgasmos de São Paulo, Lúcia Helena resolve passar as festas de fim de ano com a família - que por acaso ela odeia - , em Florença, cidade caipira e retógrada do interior de São Paulo. Pensa em aproveitar o clima familiar para reacender a paixão em seu casamento e enfim, reencontrar o clímax sexual. Nando vê nas férias, a possibilidade de comer alguma jovem com menos de 19 anos sem pagar nada. Em busca de economia, encontra Anita, a jovem safada e gratuita ideal. Ela se mudou para um sobrado onde no passado ocorreram uma série de estupros.

Se Anita não pode mudar o destino, vive da forma mais intensa, assim como as suas relações sexuais. Seduz Nando e faz Zézinho acreditar que ele finalmente vai perder a virgindade. Com os dois, forma um triângulo sexual que muda para sempre a vida de todos, afinal vai ser a primeira vez que eles participarão de uma orgia sexual diante de câmeras.

[editar] Elenco (surubeiros)

  • Mel Lisboa .... A jovem ninfeta molhadinha.(Cíntia)
  • José Mayer .... O qüarentão comedor. (Nando)
  • Leonardo Miggiorin .... Zezinho (O virgem - isso basta)
  • Helena Ranaldi .... Lúcia Helena (Aquela mulher que transa com uns negões e enfim alcança o orgasmo)

Os personagens abaixo são inúteis e ninguem mais lembra de quem eram.

  • Vera Holtz ... Marta Quenga Véia
  • Júlia Almeida .... Luísa Sapatão
  • Paulo César Pereio .... Armando (Mais conhecido como Pc Pharias)
  • Linneu Dias .... Venâncio
  • Carolina Kasting .... Julieta
  • Alexandre Barros .... Heitor
  • Walter Breda .... Antônio
  • Tony Mastaler .... Beto
  • Selma Reis .... Cigana
  • Nelson Sargento .... João
  • Taiguara Nazareth .... André
  • Joanna Tristão .... Neusa
  • Clarisse Abujamra .... Cecília
  • Marcos Caruso .... Gonzaga
  • Erom Cordeiro .... Pipoqueiro.

[editar] Curiosidades

Cquote1.png Vem gato vamos fazer amor Cquote2.png
Presença de Anita convidando Lima Duarte para fazer amor sobre cena do filme
  • Uma cena em que Mel Lisboa, na pele de Anita, aparece nua foi cortada da exibição original, porém, a mesma cena está no DVD, lançado em 2002, e foi exibida na reprise no mesmo ano na tentativa de aumentar a audiência, porém tal ação foi nula, pois, segundo a Agência Nacional de Televisores apenas 1% de casas tem televisão no banheiro (local onde se encontravam os telespectadores da missérie). Além das cenas de sexo, nudez, orgias, surubas, bundas, pênises, vaginas (depiladas ou não), a minissérie também ficou marcada pela presença do baseado cigarro. O excesso de charutos cubanos ajudou, segundo o autor, a viajar ficar doidão, "a compor" o perfil destrutivo dos personagens e também auxiliou na suruba no entrosamento dos atores que se sentiam cansados de falar falas sempre sobre o mesmo assunto: sexo e morte.

Com o sucesso de audiência e a repercussão da minissérie, a direção da TV Globo chegou a pensar na ampliação de Presença de Anita. No entanto, como o público de punheteiros já havia enjoado da personagem de Anita, a Rede Globo achou melhor parar de gravar a minissérie. A produção foi reapresentada duas vezes: em 2002 na própria Globo e em 2005 no canal pago Multishow. Em 2002 a minissérie foi lançada em DVD, com cenas extras de sexo explícito. Foi o último trabalho televisivo do ator Linneu Dias, que faleceria em agosto de 2002 (Isso não teve graça).

As gravações externas da minissérie foram feitas em Vassouras (com cabos) - RJ que serviu como cenário para a fictícia cidade de Florença. Tal cidade sofreu muito com o número de vasos entupidos por camisinhas dos telespectadores e chegou a processar a Rede Globo por promover uma revolução sexual na pacata cidade. Em 2006 foi cogitado um filme baseado na minissérie, mas nunca foi confirmado pela emissora. Segundo a Rede Televisiva valeria mais a pena um filme pornô, mas os dotes dos atores foram postos em dúvida. Segundo o produtor o tamanho dos órgãos (microscópicos e não jumentópicos) do atores não eram grandes o suficiente.


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