Prince of Persia: The Forgotten Sands

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Virtualgame.jpg Prince of Persia: The Forgotten Sands é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Wander mata mais um Colosso inocente


Príncipe do Irã: Um Jogo Esquecido
Prince of Persia The Forgotten Sands Cover.jpg

É a capa do filme?

Informações
Desenvolvedor Ubisoft
Publicador Ubisoft
Ano 2010
Gênero Caça-níquel
Plataformas PC da Xuxa
Avaliação 5%
Idade para jogar Livre

Prince of Persia: The Forgotten Sands foi uma tentativa desesperada da Ubisoft para recuperar o que restou de dignidade para uma de suas mais aclamadas franquias, sendo este o quarto jogo da trilogia Sands of Time, criado completamente às pressas após o imenso fracasso daquele Prince of Persia de 2008, tão às pressas que transformou uma trilogia em quadrilogia, cagou toda a história e não soluciou o fiasco do outro jogo e muito menos do filme, sepultando assim a franquia.

A tentativa de restaurar a cagada feita pelo jogo anterior não surtiu sucesso, o fracasso de vendas foi justificado pelo fato de que todos achavam que este jogo seria uma continuação daquele péssimo Prince of Persia de 2008, e os que não achavam isso haviam assistido aquele filme sem graça e acharam que era um jogo de filme, e todo mundo odeia jogos de filme (e com razão, sempre são horríveis).

O número total de pessoas que compraram as versões para PSP e Nintendo DS podem ser contados nos dedos de uma mão.

Enredo[editar]

Como a Ubisoft, aparentemente, tinha muita confiança no seu título, ela decidiu que apenas as versões para os consoles mais poderosos teriam um enredo decente, enquanto para todos os outros só haveria alguma espécie de material fanfiction escrito em quatro a cinco minutos como um calmante, sendo assim portanto, apenas as versões para PS3 e Xbox 360 possuem a versão completa dessa eletrizante história. Os desenvolvedores decidiram criar uma história aleatória no espaço de tempo entre Prince of Persia: The Sands of Time e Prince of Persia: Warrior Within, ignorando totalmente Battles of Prince of Persia como se este nunca tivesse existido, exatamente o que todos os fãs da franquia fizeram ao esquecer completamente a existência de Forgotten Sands.

Sendo assim, o jogo conta a história de como o Príncipe sem nome chufrou a pobre Farah, abandonando-a após o encerramento de Sands of Time como todo bom cafajeste. O Príncipe no caso viajou até o reino do irmão onde planejava participar apenas de um inocente bacanal de despedida de solteiro, quando o irmão tomou birita demais e fumou cogumelos no narguilé, começou a ver monstros de areia, esqueletos andantes e outras aberrações, assim surtando e sendo seduzido pelo Lado Negro da Força, tornando-se o vilão previsível do jogo.

O Príncipe então se maravilha com uma nova tecnologia da época ali presente no reino do irmão, o sacolé, um doce de pobre feito a base de água suja congelada dentro de saquinhos cretinos, e assim, pelos maravilhosos poderes presentes na série chamada de “conveniência”, ele passa a ter a plena capacidade de congelar a água para assim utilizá-la para sua própria conveniência de acrobacias impossíveis.

Jogabilidade[editar]

God of War?

Ao apresentar alguma melhoria, o jogo apresentou apenas regressos, sendo notável que este foi feito claramente nas coxas dos estagiários da Ubisoft. O jogo é a mesma coisa de Sands of Times e Warrior Within, mas com umas coisinha a mais, somente para destruir qualquer lógica do enredo e não explicar porque ele perde tudo em Warrior Within.

Uma das novidades é que agora o jogador tem o pleno e total poder de congelar a água, mas ao invés de fazer isso para, por exemplo, congelar a água do corpo dos inimigos e mata-los instantaneamente, ele prefere usar esta dádiva apenas para congelar chafarizes sem qualquer lógica seja arquitetônica como funcional que cospem água para o meio do nada, para assim utilizá-los como barras de trapézio, a única coisa que esse maldito Príncipe sabe fazer.

Ao longo dessa jornada repetitiva e maçante o jogador coletará orbes vermelhos, azuis e dourados, cujo uso até hoje ninguém sabe ou se importa, mas certamente serve para encher HP, Mana, essas coisas.

Personagens[editar]

  • O Príncipe - De volta em ação, embora ele tinha decidido fazer uma pausa a partir do apocalipse zumbi que impediu ao lado de Farah ainda sem se tornar aquele rabugento melancólico avistado em Warrior Within, o herdeiro do reino da Pérsia parece ter um talento natural para maldições que envolvam areia e mortos-vivos. Felizmente a Ubisoft foi leniente e concedeu habilidades de luta ao príncipe um pouco mais eficientes, para que assim ele pudesse enfrentar um monte de inimigos que não estavam nem mesmo em Dynasty Warriors. O estranho é que magicamente o príncipe tomou a aparência física que tinha no filme da Disney, destruindo qualquer impressão de continuidade da série Sands of Time.
  • Malik - O irmão robusto do Príncipe que fora aleatoriamente criado, gasta metade do seu tempo se escondendo atrás de uma versão de ouro da máscara de Bane, dando ordens ao acaso e em constante movimento. No entanto, mostra-se como o mais forte e mais sábio dos príncipes persas, que faz você se perguntar como o príncipe conseguiu sobreviver tanto tempo reino tanto. A única função dessa besta é recusar todas as sugestões de seu irmão, mesmo que isso desencadeie o Armageddon por não ouvi-lo, e fazer o seu próprio pensamento transformar o mundo num verdadeiro hack 'n slash onde as vitórias são adquiridas apenas por aqueles que ganham mais pontos de experiência. Isso o leva a matar muitos zumbis de areia satânica.
  • Razia - Rainha autoproclamado dos mares depois que a maioria dos gênios deixou o palácio de Salomão para ir de férias no estrangeiro. A sua única função é impor suas ordens para o príncipe, que as segue cegamente.
  • Ratash – Um efreet que comanda o exército de Salomão que não tolera os seres humanos, comandante supremo de um exército que desencadeou uma guerra civil. Em jogo, no entanto, isso se traduz em Ratash ficar saltando de telhado em telhado murmurando coisas aleatórias e provando-se bastante incompetente, porque perdeu estrondosamente como um idiota em um duelo com Malik. Juntamente com Sauron e tantos outros vilões, Ratash ganhou o prêmio na categoria "Mal que deveria ter sido destruído, mas em vez disso foi selado para que alguém no futuro possa libertá-lo."