Prince of Persia: The Sands of Time

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Virtualgame.jpg Prince of Persia: The Sands of Time é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, a Samus mata uns Space Pirates.


Príncipe do Irã: As Areias do Tempo
Prince of Persia Sands of Time.jpg

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Ubisoft
Publicador Ubisoft
Ano 2003
Gênero Simulador de parkour
Plataformas PlayStation 2, Xbox
Avaliação 70%
Idade para jogar Livre

Prince of Persia: The Sands of Time é o primeiro jogo criado pela Ubisoft para atrair um público novo adolescente cansado de Rayman e torná-los mais descolados, sendo assim os fabricantes acrescentaram muito parkour, a habilidade de fazer o que diabos você quiser com o tempo, um monte de comédia do estilo dos anos 90 e repetitivos zumbis areia.

Este jogo foi marcante, sendo um novo começo para uma série que após os três primeiros títulos era totalmente desconhecida e que mesmo os pouquíssimos que conheciam alguma coisa não desperdiçavam mais do que 15 minutos naqueles jogos antigos, por isso na prática este Prince of Persia é o primeiro da franquia para 99% das pessoas, pior ainda, foi quando a Disney alguns anos mais tarde produziu um filme que não tem nada a ver com o jogo.

Enredo[editar]

Príncipe da Persia em ação.

A história começa no início da Idade Média em alguma data não especificada, com o assalto a um palácio, um ataque realizado pelo rei persa sem nome, o Rei Anônimo, precisamente. O seu filho era portanto o Príncipe Anônimo Júnior, o seu filho pródigo e protagonista do jogo, sendo ele o único que em vez de invadir o palácio normalmente como todos os soldados de seu exército, ele começa a brincar na estrutura, pairando entre paredes e pilares, sem uma meta ou um propósito, apenas pulando pelos telhados e precipícios, até que ele se depara, coincidentemente e convenientemente, com a Adaga do Tempo, uma faca de manteiga torta que era mágica. Todo feliz, o Príncipe vai ao pai e mostra seu novo troféu.

Ao ver o artefato místico, o Vizir vira-casacas (porque essa era a única profissão de vizir na época) pede a adaga, algo que não consegue, e assim todos voltam vitoriosos para a Pérsia.

De volta para casa transbordando com todas as coisas boas que se possa imaginar, o Rei Anônimo realiza um bacanal com seus amigos ostentando uma ampulheta gigantesca de ouro puro acima de qualquer coisa suspeita. Não é preciso dizer, que o Vizir era a única alma sábia que sabia que aquela ampulheta era mágica e que a adaga era sua chave, e assim, ele convence o príncipe a enfiar a adaga na ampulheta, e levar o reino mais ou menos à mesma coisa que aconteceu Raccoon City.

Quando o príncipe entende que ele foi enganado pelo Vizir que fugiu com ampulheta, ele se vê obrigado a corrigir a bagunça sozinho, assombrado por bandidos que gotejam areia com glitter e purpurina. Logo adiante em sua jornada, o protagonista encontra Farah, uma princesa amazona apreendida por seus exércitos eu conseguiu escapar, caracterizada por seu caráter ácido e habilidade com o arco, e claro, com corpo de musculatura bem torneada vestida em roupas provocativas como qualquer mulher oriental que se preze.

A união entre os dois é perfeita, como Nutella no salmão, por algum motivo bizarro os fãs do jogo realmente acreditaram nesse romance barato, afinal para o príncipe foi amor a primeira vista a ponto dele nos entreter com discursos de dilemas amorosos inteiros sozinho, tudo ao mesmo tempo em que decapita dezenas de monstros de areia, salta de uma ravina para outra, pendura-se em mastros, salta através de anéis de fogo, e as vezes executar malabarismo com pinos.

No fim da longa jornada, a tola da Farah morre de maneira tão indecorosa, que em seguida o príncipe decide rebobinar todo o tempo com a ampulheta mágica e matar o vizir antes que aconteça a merda toda. Depois disso, será hora de partir para novas aventuras e esquecer totalmente o seu primeiro amor.

Jogabilidade[editar]

Ao contrário dos jogos antigos da série, este novo Prince of Persia é totalmente focado na execução de parkour. A história é apenas um pano de fundo para justificar o príncipe executar parkour. Quer invadir um reino inimigo? Faça parkour nas muralhas. Quer salvar o reino de um apocalipse zumbi-de-areia? Faça parkour no reino inteiro. Quer chegar na sala do vizir? Faça parkour. E assim por diante.

O sistema de batalha é repetitivo e os inimigos são sempre os mesmos, que são basicamente um gordo, um magro e uma mulher.

O que houve de novidade na jogabilidade do jogo, sem dúvida foi o uso das areias do tempo. Agora o jogador pode reverter o tempo para desfazer alguma cagada e morte. Isso mostrou-se extremamente popular entre os jovens, porque quem nunca tropeçou e bateu de boca no chão não queria voltar no tempo para desfazer tal burrada.

Comumente durante a jornada, o Príncipe e sua companheira Farah vão agir em conjunto, quando na verdade basicamente essa interação consistirá em ela entrar numa fissura no meio da parede e surgir magicamente na Puta que Pariu, deixando sempre o caminho mais difícil com o príncipe.

Personagens[editar]

  • Príncipe - Inicialmente era um garotinho mimado convencido e vida-loka, ou pelo menos era assim até o início da puberdade, quando com a ativação de hormônios foi submetido a uma educação rigorosa com base em parkour, esgrima, assassinato com saltos circenses. Uma nota particular é que durante todo o jogo, o príncipe gentilmente se oferece como o narrador da história.
  • Farah – Ex-escrava fugitiva que usa roupas provocantes, Farah pode revelar-se uma bela e linda aliada, isso até ela entrar numa fenda na parede e abandonar o príncipe no meio de uma horda de monstros de areia. Porque claro, o protagonista não é ela.
  • Vizir - Homem atrofiado, que sofre de bronquite crônica e particularmente idiota que persiste em querer conquistar o mundo, apesar de saber muito bem que isso vai levar a um fim precoce e horrível, em suma, o costume de vilões de jogos de videogame com delírios de grandeza. No entanto, este clone vencido de Jafar conseguiu enganar o príncipe e todo o exército persa. Há alguns anos atrás, George W. Bush, disse que o Vizir ainda estava vivo e escondido em algum lugar no Iraque utilizando outro nome.