Prince of Persia: The Two Thrones

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Virtualgame.jpg Prince of Persia: The Two Thrones é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um Chefão faz mais uma vítima.


Prince of Persia 2: Thrones
Prince of Persia The Two Thrones cover.png

Capa da versão para GameCube que ninguém possui

Informações
Desenvolvedor Ubisoft
Publicador Ubisoft
Ano 2007
Gênero Simulador de Godo f War
Plataformas PlayStation 2, Xbox
Avaliação 70%
Idade para jogar Livre

Prince of Persia: The Two Thrones é o terceiro e último capítulo da saga Sands of Time, lançado para PlayStation 2 e Xbox. Para os menos abastados, o jogo chegou a ser adaptado porcamente para PSP e Wii, sob o título de Prince of Persia: Rival Swords para que ninguém associasse ao título para PS2. Depois disso, o estúdio da produção não foi capaz de encontrar novas ideias para uma trama forçada até 2010 graças ao filme da Disney.

Quando o criador do primeiro jogo da série Sands of Time voltou para o comando da equipe de criação da Ubisoft, viu a bagunça feita por Warrior Within, e para solucionar tal estrago decide matar Kaileena logo no primeiro segundo de jogo, jogando no lixo todo o esforço de quem jogou Warrior Within 100% para salvar aquela imperatriz peitudona. Então, sem mais qualquer personalidade, copiaram o estilo de jogo de God of War, inclusive com batalhas contra gigantes gordos afim de sepultar de uma vez por todas a trilogia (que se transformaria forçadamente numa quadrilogia após a Disney forçar um quarto jogo), inclusive com velhos que se transformam em mosquitos grandes como caminhões.

Enredo[editar]

A história começa do momento em que terminou o segundo jogo da série, considerando-se que Dahaka foi morto pelo príncipe da Pérsia, que depois de salvar a Imperatriz Kaileena regressa com ela para a Babilônia onde provavelmente jogaria na cara de Farah que passou um segundo jogo inteiro comendo uma gostosa peituda. Então, quando o casal está se aproximando da cidade, o príncipe romanticamente diz "Não se preocupe, ninguém vai machucá-la aqui." no momento em que uma bela bola de fogo é lançada de uma catapulta e esmaga a embarcação do príncipe, deixando-o desmaiado na praia enquanto a Imperatriz é capturada, aquela vadia que deu o maior trabalho no segundo jogo e agora é capturada por meia-dúzia de capangas, para que assim ela fosse sacrificada em um ritual de detalhes não especificados. Ao avançar na cidade o protagonista continua espantado e incrédulo com a situação, como se ele não tivesse partido por vários anos e resetado toda a história mundial.

De volta ao seu palácio, mas claro, sem não antes aproveitar para fazer um parkour nos muros de sua própria cidade, o protagonista descobre que ele fez uma cagada anormal ao mudar o equilíbrio de continuum espaço-tempo, e agora todo o passado mudou de modo que o Vizir, vilão do primeiro jogo, simplesmente reviveu, este que agora bem mais sábio, sabendo da adaga do tempo, preferiu acelerar o tempo para recriar mais uma vez o primeiro jogo, matando assim Kaileena, fazendo todo o esforço em Warrior Within ter sido completamente inútil e forçar o príncipe de volta ao interesse amoroso com Farah.

Ao matar a imperatriz, o Vizir libera a areia mágica, e para variar novamente todos são transformados em zumbis de areia malditos e repetitivos. Tanta loucura desequilibrou o psicológico do príncipe, que passa a sofrer de transtornos de dupla personalidade.

No caminho pela cidade o príncipe reencontra Farah, que, assim como no primeiro capítulo, vai ficar no caminho na maior parte do jogo forçando-o a cumprir suas exigências absurdas.

Depois de uma longa viagem cansativa de saltos, batalhas e muitos debates existenciais rasos, o lado escuro do herói finalmente é capaz de se separar e chegar ao topo do edifício para um confronto final, até este ser derrotado com golpes de inseticida. Kaileena, livre enfim, declara ao melhor estilo Dr. Manhattan que vai viver em outra dimensão para evitar que outros males aconteçam ao mundo.

E quando o lado negro finalmente entra em cena e tenta possuir o corpo do herói para se apoderar de seu trono, se alguém esperava uma luta épica estilo Dragon Ball se decepcionou.

A história, em seguida, termina com o príncipe, vendo uma luz estilo Kingdom Hearts II e segui-la onde encontrou o meio das pernas de Farah e assim viverem felizes para sempre em uma dimensão alternativa.

Jogabilidade[editar]

Versão sádica do príncipe trás inimigo para uma seção de sadomasoquismo.

Basicamente, o jogo continua a mesma coisa dos jogos anteriores, apenas com pequenos acréscimos, como a possibilidade de mortes por stealth. Na prática, ao surpreender um inimigo desatento, o príncipe se lança pra cima do oponente como uma ninfomaníaca tarada girando em torno dele por cerca de meia hora executando golpes até matá-lo.

Vale ressaltar que em duas seções do jogo, o príncipe terá a oportunidade de alugar indefinidamente uma bela biga advinda da série Ben Hur com duas rodas eléctricas e cavalo cromados. Infelizmente, todos os inimigos também sabem usá-los, o que resulta em perseguições enfadonhas. Felizmente, existe uma versão de areia de Vin Diesel, caso contrário, o príncipe não teria nenhuma esperança.

Devido à presença de um pedação de arame farpado enrolado em seu braço esquerdo, o príncipe agora contraiu tétano e com isso alguns distúrbios psicológicos, como uma dupla personalidade que pode ser acionada em determinados momentos do jogo, sendo esta uma versão gótica sedenta de sangue que gosta de colocar suas vítimas em práticas sadomasoquistas. Apesar de se tornar um assassino, esta forma traz algumas desvantagens, como o fato do príncipe passar a ter mais dificuldade de se relacionar com as mulheres, o fato dele perder energia continuamente que deve ser constantemente reabastecidos com areia, muitas vezes inatingível, e tal qual o Dahaka, como ele não se lava por eras, um pouco de água o faz fugir nojo, restaurando a personalidade básica do príncipe.

Personagens[editar]

  • Príncipe – De volta a ação, sem um momento de descanso, de novo, o príncipe deve salvar o mundo de potenciais buracos na trama causada pelo uso de viagem no tempo e paradoxos. Infelizmente, no início do jogo ele perde a cabulosa espada de água que faria voc~e zerar esse jogo em 40 minutos, e ele tem que sair por aí armado apenas com espadinhas foleiras até o fim.
  • Farah – Não serve pra nada nesse jogo.
  • Vizir – Voltou à vida graças às ações inteligentes do príncipe, agora, finalmente, o velho com bronquite pode aspirar a imortalidade, e encher o mundo de zumbis de areia que é algo que ele sempre quis. Infelizmente, a implementação do seu plano vai por água abaixo quando príncipe aos quatro saltos vence tanto o seu exército, como seus tenentes, como a ele próprio com direito a salto em câmara lenta estilo Matrix.