Prince of Persia 2: The Shadow and the Flame

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Virtualgame.jpg Prince of Persia 2: The Shadow and the Flame é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Cloud usa um Omnislash.


Dois Príncipes do Irã: O Impostor e o Verdadeiro
Prince of Persia 2 The Shadow and the Flame.jpg
Informações
Desenvolvedor Brøderbund
Publicador Brøderbund
Ano 1990
Gênero Jogo de Pulo
Plataformas Super Nintendo
Avaliação 3%
Idade para jogar +16 (necessário coordenação motora já desenvolvida)

Prince of Persia 2: The Shadow and the Flame é uma continuação indireta daquele primeiro Prince of Persia, ainda mais desconhecido e underground, foi jogado por uma dúzia de pessoas e foi zerado por meia-dúzia (gamers virgens fanáticos que não tem nada de melhor na vida).

Enredo[editar]

Prince indo direto de encontro à morte.

Tal qual o jogo anterior, não houve qualquer esmero ou preocupação com o enredo da continuação, o que é compreensível, porque na época apenas crianças retardadas jogavam jogos eletrônicos, então foda-se qualquer história. O jogo passa-se 11 dias após o fim do primeiro Prince of Persia quando o protagonista finalmente vai se casar com a princesa porque não há motivos para adiar mais do que 11 dias ter uma noite de sexo com uma princesa virgem. Todavia, o vilão e maldoso vizir foi revivido, ele voltou à vida pelo poder de algo mágico que existe em muitos roteiros e se chama conveniência. O vizir se travestiu de príncipe e transformou o príncipe verdadeiro num trombadinha de toalha azul na cabeça, uma jaqueta de rosa-choque e uma calça boca-de-sino branca, e então mandou prendê-lo por vadiagem. O protagonista agora deve lutar contra esse charlatanismo todo e fazer uma prolongada segunda viagem interior, espiritual e intestinal para encontrar a melhor arma para derrotar o mal: um isqueiro.

O debate em curso é sobre a exatidão histórica deste jogo, pois não há nenhuma menção explícita sobre em que época está centrado o jogo, além também de uma antiga controvérsia se esqueletos poderiam realmente segurar espadas. A primeira questão está sujeita a muita controvérsia, pois como o próprio criador Jordan Mechner respondeu ao ser indagado sobre estas questões, frustrou a todos com um vago: "Eu não sei.

Jogabilidade[editar]

A jogabilidade continua a mesma merda cagada do jogo anterior, com sensíveis piorias, mas basicamente ainda consiste em pular abismos impossíveis, morrer em uma facada e voltar até o início e cair em armadilhas filha da puta qur te forçam decorar o jogo ao invés de decorar algo mais útil como a tabuada do 8.

Dessa vez há uma sensível maior quantidade de inimigos, e variedade também, pois além de mouros agora há também guardas com cabeça de pinto (não o órgão genital, mas o filhote de galinha) e esqueletos também.