Procissão das almas

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A Procissão das almas nunca foi vista como algo muito vivo

Cquote1.png Você quis dizer: Procissão dos mortos? Cquote2.png
Google sobre Procissão das almas
Cquote1.png Experimente também: Ir para a luz! Cquote2.png
Sugestão do Google para Procissão das almas
Cquote1.png Eu não tenho medo! Cquote2.png
A mulher da estória sobre Procissão das almas
Cquote1.png Tome essa vela! Cquote2.png
Um andante da procissão para a mulher acima
Cquote1.png AAAAAAA! Cquote2.png
A mulher da estória ao descobrir o que era a vela

Apresentação[editar]

A Procissão das almas é um evento festivo muito badalada pelas almas que já morreram (ou as almas de pessoas que já viveram, já que dizem que a alma não morre - ou não). De ocorrência mais remota no Sudeste e Sul do país, acredito que pelo fato da proximidade entre as regiões, a procissão atrai mais e mais adeptos a cada ano, sendo que, infelizmente, o número de vivos que prestigiam a passagem da fúnebre procissão chega a zero e, com isso, tal evento socio-espiritual recebe muito pouco incentivo do governo, sendo tratado como um evento profano e condenado. Porém, teve alguém que teve a coragem ousadia de acompanhar a procissão e, por pouco, ela não se junta a eles na próxima festividade (MWAHAHAHAHAHA!).

A Lenda[editar]

A Procissão das almas começou! Seja bem vindo!

Sempre ocorrem anualmente várias procissões no mundo, todas de cunho bem religioso (ou não). As procissões são mais do que simples e torturosas caminhas, são também um meio das pessoas aproveitarem o contigente de pessoas perambulando para vender coisas, como guloseimas, DVD pirata e outras porcarias. Porém, tem um procissão em que ninguém arrisca sequer vender uma balinha de 3oitão menta, trata-se exatamente da Procissão das almas, um evento que ocorre a cada sete anos em sexta-feira de lua-cheia (mas macabra essa data impossível), em que somente os espíritos que vagam pela terra a decidem realizar para promover a paz entre eles mesmos e irem juntos para a Luz ou para as Trevas.

Uma convidada ilustre da procissão.

Em uma certa localidade, todos tinham conhecimento de tal festividade dos mortos e jamais ousavam acompanhar, ou pelo menos olhar, tal procissão, pois sabiam de seus efeitos colaterais (quem assistisse participaria da procissão do próximo sétimo ano). Todos da cidade eram avisados, mas tinha uma mulher que dava uma de São Tomé e só acreditava em tal baboseira vendo! Foi então que ela decidiu acompanhar tal Ronaldo fenômeno "procissional" e acompanhar a coisa toda, mas claro que não no meio do povo (ela não era tão doida assim também, mas sim da janela de sua casa, ao melhor estilo daquelas "cumadres" fofoqueiras que gostam de ficar falando da vida dos outros pela janela (coisa bem citadina interiorana).

Cquote1.png Boa noite, Anônimo, pode ficar com essa, eu ainda tenho a outra perna! Cquote2.png

Quando deu por volta de meia-noite (esse sempre é o melhor horário), de longe a mulher via uma multidão se aproximando e ninguém, além dela, estava olhando tal coisa (ninguém alí tinha coragem pra isso). A procissão enfim chegou perto de onde ela estava e a mulher pode acompanhar um bando de pessoas, segurando velas acesas e utilizando-se de vestes brancas ou pretas, igualzinho a dos membros da KKK (o que deixava parecer mais uma passeata para Hitler e o Nazismo do que para um procissão de almas, mas tudo bem), sendo que parece que nenhum deles se tocavam de que tinha uma viva acompanhando a passeata de fora. Foi então que, finalmente, um morto que acompanhava o grupo resolveu se aproximar dela, e da janela que ela estava, e lhe entregou a vela que segurava. Como ela era uma mulher educada, recebeu o objeto e continuou a acompanhar a procissão, até que finalmente ela terminou.

Finalmente compreendendo que não passava de uma besteira o que falavam, a tia resolveu puxar um ronco, mas antes, guardou a vela dentro da sua mesinha de cabeceira, para utilizar em um dia que faltasse luz, talvez. No dia seguinte acabou acontecendo um imprevisto e a luz faltou mesmo, mas pelo menos agora era tinha uma vela. Para a sua surpresa, ao abrir a gaveta, se deparou com um osso no lugar onde deveria estar o objeto de cera, o que a deixou deveras aterrorizada. Não sabendo o que fazer, resolveu conversar com o padre da localidade, que a aconselhou a fazer um despacho ao preço de 99,90 o seguinte: quando a procissão voltasse, ela deveria estar carregando duas crianças que ainda estivessem sendo amamentadas e entregá-las para os mortos devolver o osso com elas no colo.

Dito e feito, a mulher logo resolveu arranjar as crianças (nem que ela tivesse que fazer duas) e, de noite, a procissão retornou só por causa de um de seus membros que tinha deixado o seu osso na terra (isso sim que são amigos). Aproximando-se da mulher, o defunto somente estendeu-lhe a mão e recolheu o seu osso (o dela, não o teu) e lhe disse que ela só não iria com ele por causa das crianças pura de coração que estavam em seu colo. Aliviada, a mulher nunca mais duvidou das crendices de sua tribo vila e viveu feliz para sempre nunca mais meteu (ui!) o nariz onde não era chamada.

Ver também[editar]