Protesto protocolar para a posteridade de próteses de próstata para prostitutas e protistas

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Os protozoários indo pra convenção

O protesto protocolar para a posteridade de próteses de próstata para prostitutas e protistas foi um protesto que aproveitou um protocolo, organizado por profissionais do sexo e protozoários, seres desprovidos de próstata. Buscando um fim para a ditadura da próstata, as colegas da Bruna Surfistinha e os parentes do Trio Ameba organizaram este protesto sem fins lucrativos aproveitando o protocolo de Kyoto.

Por quê?[editar]

As prostitutas, representando a classe das mulheres, alegaram que as mulheres não deveriam ficar de fora da distribuição de próstatas. Já os protistas entraram nessa por engano. Graças aos malditos flagelados, os protozoários de todo o mundo acharam que estavam pertos de receberem próteses de proteína. Foi uma falha de comunicação já que os flagelados não têm ouvidos e não conseguem escutar muito bem.

Pra quê?[editar]

As garotas de programa mais lindas indo protestar

As prostitutas gostariam de receber as próteses de próstata para aproveitar o momento de igualitarização dos povos. Entrevistada pelo repórter, a líder do Sindicato das Mulheres da Vida comentou o fato.

Cquote1.png Sim, queremos próstatas também. Eu prefiro as de chocolate no café da manhã. Cquote2.png
Janetche

Os protistas foram liderados pela ameba Charles e pelo paramécio Chimbica. Ambos não tiveram nada a declarar.

Resolução[editar]

Não houve resolução. O protesto nunca saiu do papel. Além disso, aproveitaram o título cheio de aliteração para a criação de um artigo na Desciclopédia. Flagelados continuaram flagelados.

Ver também[editar]