Psicanálise

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Freud e charuto.jpg IOD-LEI-HI-HIII...

Este artigo é da ÁUSTRIA! Ele fala alemão e pensa como alemão, mas NÃO É ALEMÃO! O autor dança valsa, bebe Red Bull, pratica esqui alpino e é fã do Niki Lauda, além de visitar Viena todos os dias. Se você vandalizar, Arnold Schwarzenegger vai voltar...

Cometinha.jpg Este é mais um artigo com pretensão pseudo-científica, portanto, seu autor é um desocupado mentiroso que não diz coisa com coisa.
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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Psicanálise.
As obras completas de Freud consistes em uma coleção de XXIV volumes, que resultaram no autoajuda mais famoso e bem sucedido do mundo (ou não)...

Cquote1.png Você quis dizer: Letra de funk em 1800 Cquote2.png
Google sobre Psicanálise
Cquote1.png É uma merda! Cquote2.png
Burrhus Frederic Skinner sobre psicanálise.
Cquote1.png É uma merda! Cquote2.png
Behavioristas sobre psicanálise
Cquote1.png Eu vou foder com esta merda! Cquote2.png
Jung sobre psicanálise.
Cquote1.png Freud explica! Cquote2.png
Arnaldo Jabor sobre psicanálise
Cquote1.png Que foda! Eu ouço as pessoas e sequer cobro bandeira 2, por isso! Cquote2.png
Taxista sobre psicanálise
Cquote1.png Vagabundos! Vagabundos! Vagabundos! Cquote2.png
Gilberto Kassab sobre o fato dos psicanalistas ganharem a vida ouvindo as pessoas.
Cquote1.png Na União Soviética, VOCÊ explica a psicanálise! Cquote2.png
Reversal Russa sobre psicanálise.
Cquote1.png É coisa de psicólogo.! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre psicanálise.
Cquote1.png Sua recalcada filha da puta! Cquote2.png
Diálogo civilizado entre os participantes e a psicóloga no Programa da Márcia com conceitos psicanalíticos no senso comum.

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História da psicanálise[editar]

Divã, onde Freud costumava praticar suas orgias com suas pacientes consultas com suas pacientes. Note como está desarrumado, implicando orgia consulta recente.
Cquote1.png Sr. Freud não seria o charuto um objeto de conotação fálica? Cquote2.png perguntou um jornalista, na qual Freud respondeu: Cquote1.png Um charuto, por vezes, meu caro Skinner, é só um charuto (ou não). Cquote2.png

Para mais detalhes sobre a biografia do pai da psicanálise, veja em; Sigmund Freud.

A história da psicanálise se confunde com a biografia do seu fundador, que consiste em uma teoria contrária ao Positivismo, ou seja, que rejeita a realidade concreta, tangível, material, empírica, como bem fez o jovem Sigismund Schlomo Freud que aos 21 anos abreviou o seu próprio nome para Sigmund Freud, sendo este o primeiro ato de rejeição na sua vida, a qual posteriormente batizaria de recalque na sua teoria que tava para desenvolver, anos mais tarde.

Algum tempo depois, Freud ingressa na Faculdade de Medicina de Viena, e lá como típico estudante universitário (ainda mais perto da Alemanha onde tem cerveja à rodo (lembre-se que a primeira fase da vida de Freud foi antes da Segunda Guerra Mundial, e até mesmo antes do Dondón jogar no Andaraí), ele teve a oportunidade de encher a cara, pegar um monte de cocota, matar muita aula, cheirar cocaína entrar em contato com o mundo do conhecimento (ou não), ao ler diversos autores que influenciaram a sua forma de ver o mundo (ou vice-versa), da qual em um dia qualquer ao ler Lewis Carroll e a sua famosa obra (Alice no País das Maravilhas), Freud resolveu fazer igual Carrol, passou a descrever seus delírios em historinhas para boi dormir, resultando disso a psicanálise, que consiste em uma revisão para uma versão adulta de Alice no País das Maravilhas, da qual o autor desenvolve uma longa trama no decorrer da sua vida, ao mixar a Mitologia Grega com ações cotidianas das pessoas, e usando de termos inventados e de nomes de episódios épicos para tentar explicar a condição humana (ou pelo menos seus delírios). Resultando na maior obra de autoajuda do planeta, com adeptos no mundo que classificam a sua obra como uma das teorias do funcionamento psíquico humano mais importantes do mundo, denominando-a de psicanálise (embora os Orientais nem saibam o que seja isso.).

Os devaneios de Freud tiveram início nos primeiros anos de faculdade com o seu mestre Charcot, que era um velhote tarado respeitado médico na França que estava desenvolvendo diversos estudos sobre a Hipnose como técnica para abusar aliviar o sofrimento físico das suas clientes, uma vez que apenas a cocaína era usada como anestésico nessa época em que Dondón sequer tinha nascido, tampouco existia o Andaraí (eu sei, já contei esta piada), inspirando Freud a utilizar a Hipnose como procedimento de cura (ou não) das suas pacientes histéricas, surgindo aí a sua primeira publicação em conjunto com o seu mestre Charque Charcot, da sua vasta obra, que compõe a psicanálise.

Freud explica! E dedicou a sua vida inteira no combate aos males da mente...
Freud dando aula na "sociedade das quartas-feiras", chamando um voluntário para explicar seus conceitos sobre "inconsciência"...

Depois de algum tempo no uso da Hipnose, Freud descarta esta técnica ao perceber que isto não surtia efeito em suas pacientes histéricas, que gritavam "QUERO MAIS!" com as investidas de Freud, que rompeu com Charcot ao dizer que a Hipnose não prestava, pois não cumpria o seu verdadeiro papel de adormecer suas clientes. Da qual ele (Charcot) respondeu que o que não prestava na verdade era o Freud e os seus delírios com excesso de LSD, afirmando que isso ainda iria destruir a sua cabeça.

Freud após romper com seu mestre, se viu livre e desimpedido, e para tanto resolve criar uma técnica que personificasse o seu estado de vida, chamando-a de Associação Livre, que consiste em deitar a sua cliente (assim como nos dias de hoje, apenas as mulheres dão alguma importância a esta besteira como psicanálise,em um sofá puído a qual deu o nome de divã, da qual deitada deveria dizer absolutamente tudo que lhe vinha à mente, instantaneamente, enquanto ele permanecia atrás do encosto da cabeça (do divã) ouvindo as verborragias desta, isto quando não cochilava ou ficava atento aos decotes das suas pacientes, com seu indefectível charuto de maconha.

Enquanto suas pacientes divagavam sobre seus pensamentos, Freud fazia intenso uso de cocaína para suportar cada sessão, tanto pelo conteúdo da fala das mulheres quanto pelo relato do cotidiano dessas moças nessa época. Da qual mesmo que Freud não tivesse notoriedade por sua teoria, certamente seria beatificado como Santo, uma vez que suportava diariamente dezenas de mulheres por dia, diariamente ao longo de muitos anos (enquanto você reclama da sua namorada). Por isso que o pai da psicanálise abusava do uso de alucinógenos para suportar a própria existência, pois ninguém merece ganhar a vida com isso. Para você ter ideia do sofrimento de Freud, basta ficar umas duas horas no cabeleireiro ouvindo o que as mulheres conversam e multiplique isso por um milhão, que deve ser mais ou manos o tempo que Freud trabalhou com divã. Tudo isso resultou nos vinte a quatro volumes que compõem a sua obra, caracterizada como uma grande novela, ao juntar Mitologia Grega com comportamento humano, além da união de fantasias, suspense, drama, comédia, enfim, levando o leitor a uma viagem muito louca, desde que este tenha disposição para entender seus textos do século XIX, ao invés de Paulo Coelho.

Com as descobertas de Freud, a psicanálise tornou-se uma profissão mundialmente reconhecida, em que é possível ganhar bastante dinheiro com o mero ato de ouvir as pessoas (cochilo é permitido desde que o cliente não perceba), dar palpites, fingir que entende algo que o cliente fala, além de dizer "aham", "fale mais sobre isto", "o que você pensa à respeito", entre outros clichês e chavões típicos de quem finge interesse nas idiotices que ouve. Coisa que muitos profissionais fazem, como taxistas, cabeleireiros, manicures, porteiros e até mesmo a sua vizinha, com a diferença que estes não lhe cobram uma fortuna porque não possuem um diploma de Psicologia ou Psiquiatria para fingir que estão de fato te ajudando.

Conceitos psicanalíticos[editar]

Freud foi o pioneiro na humanização da saúde mundial, ao desenvolver seu infalível método de escuta, promovendo a cura pela fala (ou não)...
Freud utilizando um dos seus métodos para tratamento da histeria...

Aqui serão apresentados alguns dos principais conceitos psicanalíticos de forma resumida. Deixe de ser vagabundo e leia o artigo sobre cada um para ter informações mais detalhadas (ou não). Ou seja, vamos lhe poupar de ler mais de 15 mil páginas, condensada das obras do Freud, e de ter que cursar Psicologia por cinco miseráveis anos, como no caso do autor desta bosta...

  • Alterego - É a bichona enrustida dentro de você, na qual você resiste em libertá-la até que chegue o Carnaval, ou qualquer outra oportunidade para liberar fantasias homossexuais, sem ser descoberto, ou com o respaldo de "uma festa" para justificar a sua boiolice sem ser desmascarado (ou não).
  • Aparelho psíquico - A concepção que você tem daquele aparelhinho chato, inútil e imprestável que tem no quartinho da sua empregada, à qual ela chama de "rádio", é a concepção que qualquer psicanalista faz da sua mente, agregando todos os itens nesta sub-seção chamada "Conceitos Psicanalíticos", como; alter-ego, ego, superego, nego, cego, pego, etc...
  • Associação livre - Consiste em falar qualquer merda que lhe vem a mente imediatamente, sem pensar, da qual o seu analista irá supor que é apenas o seu inconsciente se manifestando livremente. É um bom recurso para xingar o viado mercenário do seu analista que cobra uma nota para ouvir suas besteiras, sem ter medo de apanhar por conta disso.
  • Consciente - É aquilo que você não tem por ler isto aqui (muito menos eu por escrever), ou seja, é a racionalidade, desprovida na Desciclopédia por satirizar coisas que já são uma piada por sí só, como a psicanálise. O mesmo ocorre com a Wikipédia por valorizar esse tipo de coisa desenvolvida pelo "barbudinho".
  • Complexo de Édipo - Assim como na história da Mitologia Grega em que este termo se refere, trata-se pela tara com a própria mãe (ou não), depende muito do quanto ela seja pegavel, na qual você disputa o afeto dela com o seu pai e com todos os seus amigos.
  • Complexo de Electra - É a versão feminina do Complexo de Édipo, termo cunhado por Freud com inspiração na sua filha Anna. Ativistas do movimento GLS defendem a criação de um complexo que classifique os homossexuais nesta parafilia...
  • Ego - É o pequeno argentino que existe dentro de cada um de nós. Principalmente nas mulheres, quando torram todo o seu ordenado para comprar alguma tranqueira da Polishop que achou fantástica para exibir às suas vizinhas, mesmo que nunca use. Ou quando você berra histericamente pela liderança do seu time no campeonato, mesmo que seja a segunda divisão.
  • Inconsciente - É a sua pulsão retardada, visível no jackass, e depois que a merda está feita. Como trepar com a pior baranga após a festa e acordar com esta e mais uma ressaca desgraçada, podendo piorar com a sua falta de bom senso em não usar camisinha, resultando em uma burrice que irá te atormentar pelo resto da sua existência, por conta de um resultado positivo, seja ele o de gravidez ou do teste de HIV.
  • Superego - É o primo retardado do Ego, que vive controlando a sua impulsividade. Ou seja, é o mané que toma suco na festa para retornar dirigindo pra galera.
  • Recalque - É o ato de esconder algo para se defender, ou para manter a própria espécie, principalmente quando o indivíduo é casado. Aspecto desenvolvido pelos malandros desde 1900 e guaraná com rolha, e muito apreciado pelas crianças quando fazem besteiras, como detonar a janela da vizinha com a bola. Ou até mesmo por você, quando sai com um traveco, mas justifica isso por conta da cerveja ou do carnaval, "que o fez passar um pouco da conta", vide Ronaldo!

Discípulos de Freud[editar]

Freud e seus discípulos. Metade desses filhos da puta se consultaram com Freud, se apropriaram do seu conhecimento, da sua teoria e dos seus charutos, plagiaram seu trabalho e renomearam seus conceitos, chamando de "novas abordagens", que muitas vezes consistem em críticas ao próprio mestre, por meio das idéias que ele desenvolveu. Ou seja, essa foto concentra o maior número de "amigos-fura-olho" do mundo...
  • Anna Freud - É a filha do ilustre pai da psicanálise (o Freud se você não entendeu ainda). Gostou tanto de sentar no colinho do papai e apreciava tanto o "charuto" dele, que resolveu aplicar as teorias incestuosas do pai com as crianças, analisando o desenvolvimento da Fase Fálica nos garotos pré-puberal.
  • Carl Gustav Jung - Foi o discípulo em que Freud mais depositou suas fichas para disseminar sua teoria. Ele foi um fiel seguidor do Freud por vários anos, na qual trocavam muitas cartas de amor, por quem Freud nutria grande estima, até se encontrarem para uma longa conversa que durou mais de treze horas. Apesar de tamanha afinidade, o casal rompeu por conta da insistência de Freud em querer sexo na sua teoria como atribuição de muitos problemas psíquicos, enquanto que Jung defendia a espiritualidade na psicanálise, da qual o seu rompimento resultou na criação da Psicologia Analítica, que consiste em um plágio grotesco dos absurdos psicanalíticos, acrescentados de mais umas besteiras que ele inventou, como Inconsciente coletivo, entre outras viadagens.
  • Karl Abraham - Foi mais um dos inúmeros discípulos de Freud, mas como não teve muita importância na psicanálise, já que nunca desafiou seu mestre, pouco se sabe a seu respeito. E acho que já escrevi muito sobre este imprestável...
  • Melanie Klein - Assim como Ana Freud, foi uma psicanalista que trabalhou com atenção a crianças. Tratava-se de mais uma descendente de judeus que de saco cheio com "o lujinha", tentou alguma ocupação na Medicina e posteriormente com a psicanálise, tendo Sándor Ferenczi como mestre. Como tratava-se de uma sapatão que não foi correspondida por Anna Freud, passou a criticar os seus trabalhos, da qual indiretamente afetava a obra do pederasta do seu pai, já que a Anna era fiel seguidora do seu amado pai. Resultando na sua expulsão da Sociedade Psicanalítica isto foi apenas um álibi, pois ninguém suportava ela lá, dando início a psicanálise Kleiniana, que consiste numa reprodução do trabalho de Anna Freud feita nas coxas, até por isso que tem o nome dela gravado em minúsculo na sua teoria "Klen-i-ana", resultado de uma amarga homenagem de um amor não correspondido.
  • Sándor Ferenczi - Foi um dos mais ilustres discípulos do Freud, mas rompeu com o seu mestre por conta da sua velha mania de explicar concretamente a fase fálica às suas clientes, da qual se recusava a fazer o mesmo com seu mentor intelectual. Uma vez que Freud reprovava qualquer contato pessoal com seus clientes, ele abandonou seu mestre para agir com autonomia, tendo em vista que a sua conduta lhe renderia a cassação do seu CRP, por conta do Código de Ética estipulado por Freud e até hoje respeitado pelos profissionais da Psicologia, que se recusam a ter relações sexuais com às suas clientes (ou pelo menos os terapeutas masculino, pois as do gênero feminino são adeptas a um relaxamento). Relatos apontam que ele foi o único homem na história da Psicologia (ou não).
  • Donald Woods Winnicott - Inventou o tal do Objeto Transicional, não é externo, nem interno e fica no meio desses dois, que porra é essa? Objeto Transicional. É qualquer coisa que a criança apega, um ursinho, fralda, trapo, cobertor, cactus, faca, livro de Stephen King e entre outras parafernálias, sendo que fica anos e anos com essa porcaria, sem ao menos deixar lavar, e quando a família vai fazer uma viagem de carro que corta o Brasil, o bebê começa a chorar, berrar, babar e ordena a mãe ou o pai o "Bejeto" aí tem que voltar pra pegar aquela coisa fedida, encardida e babada. Winnicott foi contemporâneo de Melanie Klein, Anna Freud, Françoise Dolto. Fizeram uma guerra danada pra quem entendesse melhor a mente dos pequenos.

Bastardos de Freud[editar]

Foto de Sigmund Freud pai da psicanálise. Indispensável em qualquer consultório psicanalítico, assim como o divã e uma estante cheia de livros, para enfeite... Ps.: Se for em São Paulo, tem que cobrir a imagem do charuto, pois o fumo é proibido em ambientes fechados.
Mc Tati. Ex-psicóloga que abandonou a Psicologia para virar cantora de Funk, em ensaio sensual para a Playboy, com as obra completas do Freud. Nunca a Fase fálica esteve tão bem representada...

Jacques-Marie Émile Lacan, mais conhecido como Lacan, é tido como um gênio pelos psicanalistas, por uma suposta "profundidade teórica" ao assimilar a teoria freudiana com alguns conceitos matemáticos, além de algumas definições de sua teoria, tudo isso em francês, da qual as pessoas do meio psicanalítico exaltam às suas virtudes intelectuais ao estruturar diversos conceitos psicanalíticos com ciências exatas, mesmo não entendendo absolutamente nada do que ele diz em seus livros. Pois na verdade os psicanalistas não entendem absolutamente nada da sua obra, ou porque não perceberam ou não querem admitir, que um dos maiores nomes da psicanálise não passa de um charlatão, que pegou uma teoria sem pé e nem cabeça e piorou ainda mais com às suas frescurites, ao inserir conceitos matemáticos complexos e totalmente errados, fazendo um engenheiro chorar de tanto rir, embora ele mesmo saiba que psicanalistas normalmente são péssimos em matemática, da qual até hoje não foi desmascarado com suas teorias insanas (ou não). Além das diversas abobrinhas altamente elaboradas que ele escreveu e que não quer dizer absolutamente nada, em um ambiente formado por gente arrogante e prepotente demais para admitir que Lacan não passa de um idiota, como na "Fábula em que um rei é enganado por falso tecelões, e desmascarado por uma criança que diz que ele está nu". Ou seja, ele nada mais é do que o Gilberto Gil da psicanálise, fala muito mas não diz absolutamente nada...

Analista de Bagé, considerado o melhor terapeuta do Brasil, trata-se do único psicanalista que adota métodos científicos e empíricos em sua abordagem para tratar das pessoas, ao utilizar-se da "técnica do joelhaço", ao golpear seus clientes com uma joelhada no estômago para deitá-los no divã, fazendo com que essas pessoas tenham seus problemas existenciais resolvidos, quando o seu foco na dor física causada pelo terapêuta desfaz qualquer sentimento de desvalia ou dores existenciais que esta pessoa possa apresentar, como conflitos pessoais ou sentimentais. Ou seja, o ato de sentir uma dor intensa faz com que o cliente esqueça às dores menores, segundo este ilustre psicanalista ortodoxo, seja pelo teoria desenvolvida por Freud, ou pelos seus hábitos gauchesco...

Ver também[editar]

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Psicanálise no Mundo do Contra:

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