Pteridophyta

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Este vegetal foi certificado pelo Greenpeace sendo livre de agrotóxicos e outras pragas nocivas.


Pteridophyta
Pteridophytas em algum lugar
Pteridophytas em algum lugar
Classificação científica
Domínio: Cara idiota
Reino: Plantinhas
Clado: Viripendio
Clado: Embriofita
Clado: Trashbiontas
Superdivisão: pterodactilofita

Cquote1.png Você quis dizer: Pedófilas? Cquote2.png
Google sobre Pteridophyta
Cquote1.png Você quis dizer: Samambaia? Cquote2.png
Google sobre Pteridophyta
Cquote1.png Experimente também: Mulher Samambaia Cquote2.png
Sugestão do Google para Pteridophyta
Cquote1.png Essas plantas só servem para decorar as casas! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Pteridófitas

Silvio Santos verificando se compra, ou não, uma Samambaia para o seu jardim.

Pteridophyta, conhecidas mundialmente como a segunda fase mais inútil da evolução das Plantas, depois do próprio filo das Briófita (nada contra as plantinhas, mas isso é verdade mesmo), as Pteridófitas é o filo que engloba um grupo de plantas altamente pré-históricas e que, depois de muita seleção natural, conseguiram chegar a nossa época mais por milagre do Senhor Criador do que por sua grande utilidade no mundo, já que ela não faz porra nenhuma por qualquer ser humano, ou mesmo colabora para a nossa sobrevivência.

Atualmente a sua única utilidade (e talvez a mais útil delas) é a de servir como um ornamento para casas de pessoas da Zelite, por ser uma planta cara e difícil de ser cultivada (ou você acha que qualquer pobre pode ter uma planta dessas em casa?), haja visto que consome uma enorme quantidade de água, uma enorme quantidade de atenção e de, sim, dinheiro, principalmente as plantas do gênero Samambaias mulheris, que não passam de plantas interesseiras e totalmente umas reais sugadoras de sifrões.

Conhecendo a plantinha[editar]

Samambaia a mais importante famosa pteridófita (por pouco não é a única).

Diferente de outros tipos de plantas que conhecemos (para que fique bem entendido, plantas que são REALMENTE úteis), que nos dão pelo menos uma sombra nos dias mais infernais de nosso clima brasileiro, as Pteridófitas jamais poderão fazer isso, já que são plantas de pequeno porte e que não chegam sequer a cinquenta centímetros de altura (isso quando chegam a pelo menos 30 cm , caso ela não seja podada por algum doido qualquer). Elas habitam zonas de clima equatorial e tropical, que contenham bastante sombra e água de boa qualidade (em suma, quase uma parasita plantae).

Elas não possuem um caule troncoso e grosso (ui!), não dão sequer um frutinho que não sejam os seus próprios filhos, se não dão frutos, também não geram as sementinhas que fazem a festa dos mais ecologicamente corretos que adoram plantar as coisas por aí e, pior ainda, não geram flores para ornamentar os nossos grandes jardins (se bem que isso não é TÃO horrível assim, mas tudo bem). Agora eu lhe pergunto, que utilidade tem uma planta como essa que não faz porra nenhuma?

A Cavalinha (O quê?) também é uma pteridófita! Ou você achava que só existia a Samambaia?

Basicamente, as Pteridófitas tem uma estrutura tão simples quanto o de uma Briófita ou uma estrutura mais piorada, só que possuem um porte bem maior do que as Briófitas pelo fato de ser uma digievolução que deram certo destas, que decidiram sair do meio aquoso que sempre tinham que estar para um climas mas tropical/equatorial (afinal, sombra e água fresca todo mundo quer). Elas possuem uma junção de raíz/caule/folhas (WTF?) que é conhecido como Corno Cormo, sendo que isso não passa de um emaranhado de terra mal batida, misturado com algumas finas raízes e um pseudo caule (que em nada se parece com o de uma mangueira, por exemplo), além de conter alguns resquícios de folhas, sabe-se lá porquê (já que não se capta luz solar de baixo da terra, ou sim?).

Além disso, as Pteridófitas ainda não são uma grande evolução no sentido da sacanagem fecundação, pois ainda são plantas que precisam de água como um lubrificante natural para facilitar a troca de gametas entre as plantinhas (hoje essa facilidade já se tornou obsoleta).

Avenca, mas uma das pteridófitas (ou seja, mas um vegetal inútil).

A planta vive mais de oito mil tempo de sua vida na sua forma "Esporofídica", que é uma fase em que a única coisa que faz é mandar, ao vento, um punhado de "esporos", suas "sementinhas sexuais", que (podendo ser espermatozóides, óvulos, ou os dois) encontram-se com outro de seu gênero oposto e dão origem a uma nova plantinha inútil (isso se uma não parar nos nossos olhos tentar fecundar a nossa íris). Apesar de haver um grande grupo de plantas na classe das pteridófitas, a única que TODO MUNDO conhece é a Mulher Samambaia Samambaia, por ser a mais puta fácil de se encontrar em qualquer canto, principalmente se você tiver dinheiro para custear uma.

Mas esse grupo ainda possui um vasto número de plantas tão inúteis quanto a samambuca, mas, por ser a mais bonitinha e com nome mais "normal" entre todas (tem uma que possui a alcunha de "cavalinha", algo não muito agradável), acaba sendo a mais requisitada e cobiçada para decorações domiciliares e..., e..., bom..., acredito que seja somente pra isso que ela sirva mesmo e nada demais.

Começando a Fecundação[editar]

A Folha. Unica parte visível à olho nú de uma pteridófita, já que o resto dela fica tudo embaixo da terra ou é invisível à pessoas com uma visão abaixo da do Super Homem (uma pena!).

Para os mais botanófilos, finalmente chegou a melhor parte do artigo, mas para que sua mente primitiva entenda alguma coisa do que vou dizer por aqui, é necessário mais do que uma cabeça pervertida e totalmente lunática, é necessário um conhecimento que somente o Richard Rasmussen, Sérgio Rangel, Pedo Bear Bear Grylls e outros tarados por plantas e animais conhecem, que são alguns termos técnico-científicos.

Para que você não saiam por aí dizendo que a Desciclopédia ensina tudo errado, falaremos os termos técnicos em seu sentido real mais nerd e o "traduziremos" para o sentido falso descíclope de ser, assim fica bem mais fácil e menos idiota do que ficar memorizando um monte de nomes estranhos, como se isso realmente fosse fazer a diferença na vida de qualquer um que fosse ler sobre esse bendito artigo (a não ser que você tenha o desejo de ser algum botânico do tipo ou, no mínimo, um agricultor, para cuidar da sua plantação de maconha seja lá o que for). Vamos aos termos:

  • Esporófito: Tempo em que a planta encontra-se adulta e pronta para acasalar, mesmo que não aparente ter tamanho pra isso;
  • Gametófito: O esporófito produz esporos que nada mais são do que os futuros gametófitos. Essa corresponde a fase mais safadinha da planta, onde realmente há a troca de código genético (pena que é a fase mais curta de todas);
  • Microgametófito: É o espermatozóide da planta. Tem que ser "micro" para poder penetrar mais fácil (ui!). Também pode ser chamado de "Anterozóide", ele não se ofende;
  • Macrogametófito: É o óvulo da planta. Tem que ser "macro" para poder aguentar o tranco do micro. Também pode ser chamada de "Oosfera", ela gosta do nome;
  • Protalo: É o Motel natural dos gametófitos, onde eles se encontrarão para gerar uma nova plantinha.

É claro que existem muito mais termos que esses (isso que coloquei foi o básico, do básico), mas para que isso não se torne a Wikipédia, fica mais fácil quanto menos forem os termos. Mas então vamos seguindo com o raciocício.

A Fecundação[editar]

Agora iremos para a parte mais obscena do artigo, o sexo a fecundação em sí. Imaginemos a cena: Duas samambaias (usamos esse exemplo para que fique mais fácil de fazer a visualização mental da coisa, já que ninguém conhece mais nenhuma outra pteridófita mesmo), decidiram entre sí que estava mais do que nada hora de parar com somente a enrolação de suas folhas e trocar os seus gametas de uma vez, para assim gerarem vários outros "esporófitos filhos". Uma então, sacudindo as suas folhas, lança uma porrada de esporos no ar e vários caem no chão. O outro, todo tarado, também se sacode todo, jogando os seus ao solo, onde cada um deles podem se encontrar, ou não.

Para que a união realmente aconteça, há a necessidade da intervenção da Mãe Natureza, mandando um pouco de chuva (mas não uma tempestade) para que a água atue como um KY entre os dois gametas e os una em um único local, que recebe o bendito nome de "Protalo", sendo que é lá que a sacanagem toda rola solta (ou não, vai que alguém acabe broxando no momento).

O esquema mais simples sobre a fecundação das Pteridófitas. Se tu não entender isso se mata, seu burro vá estudar mais então.

Se tudo der certo, no protalo ocorrerá a união dos gametófitos micro e macro (ou seja, do Anterozóide e da Oosfera, ambos com metade de cromossomos de uma planta adulta, para que a planta não saia nenhuma mutante), onde o micro penetra no macro (ui!), sendo que isso não deve doer muito, já que a água está ajudando a ambos no processo de entrada (se bem que água não é um bom lubrificante, mas a Natureza sabe o que faz pelo menos eu acho).

Depois de vários orgasmos-multiplos-sequenciados dentro do protalo, ambos os corpos gametofídicos se unem em um só, tornando-se, assim, uma criatura bissexual, já que vem da união de dois genes de sexos opostos (por isso falam que todo mundo é bissexual bem no fundo). Dessa suruba toda, mas que nem demora muito e nem sequer chega a nove meses, o resultado é a origem de um novo esporófito bebê, que, mais cedo ou mais tarde, vai poder começar a criar outros esporófitos, salvo os casos em que a plantinha se tornar infétil (mas isso pouco acontece). E assim finalizamos a fecundação dessa inútil planta.

Importânica na sociedade[editar]

Pteridófita em sua única função no mundo, servir de ornamento para domicílios.

Qual a importância das briófitas na nossa sociedade mais do que moderna, além de retirar um pouco de gás carbônico do ar e outras coisas que qualquer planta faz? Infelizmente os estudos da Universidade Federal do Acre (se eles falaram, então é mentira verdade) comprovam o que todo mundo já sabia desde muito tempo, não há nada em que essa planta possa ser utilizada para a vida do homem (ou mesmo da mulher, tanto faz), NADAAAAA! Apesar disso, muita gente ainda se pergunta o porque dela não ter sido eliminada junto com dos dinossauros a muitos e muitos anos?

Basicamente acredita-se que isso se deu com a criação evolução do homem através dos tempos, mais pelo motivo dele achá-la agradável para enfeitar a sua caverna do que para se alimentar (afinal, eramos vegetarianos herbívoros no início). Todo esse cuidado humano permitiu que a plantinha chegasse não só ao futuro como ao pretérito mais-que-perfeito a vários lugares em que ela sequer poderia existir, como o Acre e outros mais inóspitos ainda.

Uma raríssima espécie de Samambaias mulheris, sendo que esta está bem podada.

Foi graças a tudo isso que hoje ocorreu uma grande evolução na mutação dessas plantas, o que originou a do gênero Samambaias mulheris, que nada mais é do que o cruzamento (feito com muito amor e carinho, pelo visto) entre um típico Botanófilo virgem e uma simples pteridófita do tipo Samambaia de jardim. Tal mutação mitocondrial involuntária foi também a origem de muitas lendas de surgimento de crianças em plantas, como a ideia de que toda menina veio de uma botão de rosa e todo menino de veio de um pé de repolho e os gays de uma couve-flor (ui!).

Tal espécime plantae possui o corpo de uma linda mulher gostosa, ornada com várias folhas de samambaias por entre as suas partes mais divertidas, mantendo assim (infelizmente) a integridade e pureza da pobre plantinha (se bem que eu desconfio muito dessa pureza toda, mas tudo bem). Para o azar de muitos, somente uma única espécie conseguiu se desenvolver em solo terreno, mas ainda estão bolando um jeito de criarem mais (até hoje, só conseguiram fazer frutas e não mais plantas).


Mulher Samambaia aprova esse artigo (e seu criador também).