Publicitário

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Bob Mauley.jpg   Fala, mano! É o seguinte: Publicitário é mais uma coisa que os mano da quebrada curte, tá ligado, véio?
Então, não zoa este artigo não, porque vai dar em treta, mano!
Cquote1.png Você quis dizer: Vagabundo Cquote2.png
Google sobre Publicitário

Cquote1.png Você quis dizer: Maconheiro Cquote2.png
Google sobre Publicitário
Cquote1.png Você quis dizer: Inútil Cquote2.png
Google sobre Publicitário
Cquote1.png Você quis dizer: Publiciotário Cquote2.png
Google sobre Publicitário
Cquote1.png Você quis dizer: Quase um Deus?? Cquote2.png
Google sobre Publicitário
Cquote1.png Genial! Do caralho! Cquote2.png
Publicitário sobre si mesmo
Cquote1.png Deve ser genial! Deve ser do caralho! Cquote2.png
Estudante de publicidade sobre Publicitário
Cquote1.png Ahhh, a pureza... Cquote2.png
Publicitário sobre Estudante de Publicidade
Cquote1.png Para que serve um Publicitátio??? Cquote2.png
Um mano que eu não sei o nome perguntando à Rafinha Bastos
Cquote1.png ... Eu... eu..., eu não sei. Cquote2.png
Rafinha Bastos sobre pergunta acima
Cquote1.png Ele não fumou nada, ele é publicitário mesmo. Cquote2.png
O mesmo estudante de Publicidade para um leigo sobre Publicitário
Cquote1.png Mãe, vou virar hippie!!! Cquote2.png
Calouro de Publicidade para a mãe sobre ter passado no vestibular.
Cquote1.png Ah, consegui meu diploma, vou abrir uma agência de publicidade. Cquote2.png
Formando de Administração sobre a importância do curso de Publicidade.
Cquote1.png Não gostei, faz de novo! Cquote2.png
Diretor de criação de TPM sobre o trabalho de um ano de um de seus escravos.
Cquote1.png Eu nem queria mesmo. Cquote2.png
Jornalista que não passou no vestibular para Publicidade e acabou fazendo jornalismo mesmo
Cquote1.png Eu formarra Miiiil!!! Cquote2.png
Jeremias sobre publicitários
Cquote1.png Isto non ecziste!. Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Publicitário bem da cabeça
Cquote1.png Usei muitos, simples e descartáveis. Cquote2.png
Hitler sobre Publicitários
Cquote1.png Nós temos 5 alunos da universidade internados na reabilitação...3 são de publicidade. Cquote2.png
Coordenador de PP sobre Publicitários
Cquote1.png Você convence os outros de que o que eles acham que é, não é aquilo que eles acham que é? Pode ficar com o pessoal de advocacia, siga em frente no primeiro abismo. Cquote2.png
Satã para Publicitário

Sobre[editar]

"Publicitário é mais do que uma profissão, é um modo de vida." Uma frase tão medíocre como essa só faria tanto sentido com indivíduos tão medíocres como os publicitários.


Esses indivíduos criaram um mundo próprio, fechado e exclusivo, aonde todas as conversas são sobre publicidade, todas as piadas são pseudo-intelectuais, iphones e ipods são tão comuns como sapatos e a carga diária de trabalho ultrapassa as 12 horas.

Se Albert Einstein criasse um jogo dos 7 erros, criaria um em que as pessoas deveriam descobrir as diferenças entre o mundo com os publicitários e o mundo sem os publicitários. Ninguém nunca encontraria mais do que um.

Origem[editar]

Do francês nativo de Cannes, publis(ego), cit(pessoa), e aerio(dentro), é o termo com sentido bem literal: ego com uma pessoa dentro. Ninguém sabe ao certo. Uma hipótese sugere que há muitas eras atrás, quando os comerciantes ou industriais tentavam anunciar seus produtos e serviços e não conseguiam sair de frases como "Uma bebida para toda a família!", surgiu um fanfarrão que sabia desenhar um pouquinho, sabia escrever um pouquinho, sabia vender um pouquinho e ajudou esse anunciante a fazer uma comunicação mais eficaz, que o tornou ainda mais rico e esnobe do que já era. Foi o início do apocalipse. O publicitário havia surgido. Outra hipótese muito aceita é a de que quem vendeu a Eva a ideia de dar a maçã a Adão era um publicitário, posteriormente descrito de maneira metafórica como "serpente" por Moisés.

Atuação[editar]

Um jovem diretor de criação a um diretor de arte por volta de 4 horas da manhã: "Ainda não é isso, mas o caminho é esse. Agora é só desenvolver.
Fila de candidatos a estagiários de criação indo mostrar a pasta.
Exemplo de uma Atendimento-puta-acéfala indo apresentar uma campanha a seu cliente.
Dia comum de finalização de uma grande campanha.
Uma exemplar conhecida desses seres divinos.
O verdadeiro mundo sem publicitários, jamais imaginado por Albert Einstein.

Ao contrário do que a maioria das pessoas acreditam, nem todos os publicitários são sujeitos criativos e engraçadinhos com casacos de zíper do Brasil ou da Jamaica. Existem diversos setores dentro de uma agência que contam com publicitários em seu staff, com espécimes bem específicos em cada uma:

  • Criação: são exatamente o tipinho que as pessoas que não conhecem nenhum publicitário imaginam como sendo um publicitário. Consideram-se o cérebro da agência de publicidade, mas na realidade são os primeiros na cadeia alimentar, diariamente estuprados por todos os outros setores da agência. Porém, estrategicamente a diretoria os oferece vagas no estacionamento, os melhores computadores disponíveis, liberdade de chegar mais tarde no trabalho (um pouquinho mais tarde), e mais algumas regalias baratas e dispensáveis, o que os fazem acreditar que são o setor de maior prestígio dentro da agência. É um prática comum dentre os criativos se masturbar olhando o espelho, uns chegam até a levar ao banheiro um espelhinho de mão escondido no meio da revista Meio & Mensagem. Dividem-se em alguns cargos/castas que variam de nome e função dentre os tipos de agência, mas que de modo geral são:
  • Redatores: vestem preto ou casacos Adidas, usam tênis coloridos e têm cara de nerd. São pseudo-intelectuais insuportáveis, acreditam saber mais do que todo mundo em absolutamente QUALQUER assunto. Adoram supervalorizar o próprio trabalho a ponto de demorar 3 horas para decidir se no “Compre já!” deve entrar uma exclamação ou não. Trabalham anos e anos em troca de salários mínimos, com o sonho de ganhar prêmios e dinheiro. Quando isso ocorre (se um dia ocorrer), já estão velhos, impotentes e flácidos demais para poder aproveitar. Decidem então se dedicar a escrever um livro genial, brilhante e revolucionário, que nunca será publicado.
  • Diretores de arte: Fumam maconha, usam calças jeans rasgadas, tênis all-star sujo e geralmente possuem brincos ou tatuagens. Reclamam o tempo inteiro sobre tudo. Às vezes saem pra almoçar apenas para reclamar: reclamam do trabalho, do clima, do atendimento do garçom, da própria barriga que não para de crescer. Possuem olheiras e cara de sujo que são, além de estilinho, decorrentes das centenas de noites em claro e finais de semana dedicados a anúncios que não servirão pra nada além da inscrição em prêmios que só outros publicitários verão, ou para grandes e memoráveis obras de arte como o selo de “Saldão de Natal”. Consideram-se grandes artistas, mas quando chegam aos trinta e muitos, frustrados com a carreira dedicada a campanhas “humanizadas” de lojas de departamento ou bancos, montam uma confecção de camisetas moderninhas e “com conceito”.
  • Programadores Flash: Têm em média 21 anos, ganham 4k por mês e gastam tudo em Absolut e cartuchos de PS3. Programam qualquer coisa simples num código que parece um calendário Maia-Venusiano para só ele saber alterar depois. Passam 5% do dia programando, 35% vendo placas de vídeo no Mercado Livre e 60% do tempo reclamando que o diretor de arte colocou um vídeo num banner que precisa ter 20Kb.
  • Diretores de criação: “Vai tocando aí e no domingo de tarde a gente dá uma olhada”. “Ainda não temos. Pensem mais nisso durante a madrugada e amanhã de manhã a gente vê”. “Sei que é chato, mas vamos precisar da força de todo mundo nesse feriado. É uma concorrência muito importante que se rolar, vamos poder contratar mais gente pra desafogar vocês e dar uma ajeitada no salário da galera”. Se você nunca ouviu frases assim, não conhece nenhum diretor de criação. Esses sujeitos estão para o Yoda assim como os redatores e diretores de arte estão para os jedis. O Yoda já foi um grande jedi um dia, acumulou grande poder e conhecimento, mas acabou por virar um monstrinho velhinho e recluso que se esconde em um pântano. Um dia um garoto ambicioso com potencial para virar o mais poderoso jedi vai encontrá-lo, receber seus ensinamentos e depois da morte do mestre Yoda, vai ter sua companhia como um espírito que opina e se intromete, até que o mesmo aconteça com ele.
  • Estagiários: pobres criaturas de alma e coração puros, que acreditam na existência do Acre e do Papai Noel e acreditam na busca pelo Graal, por Atlântida, e que darão o próprio sangue por uma causa maior.
  • Atendimento: “Cara, se a gente não fizer isso, vamos perder a conta!”. “Varejão! Cores fortes, título chamativo, splash falando da novidade e bastante destaque no logo e site”. “Devemos criar uma comunicação criativa, envolvente e impactante. Porém não temos verba e nem prazo.”. Essas frases são típicas tanto na fala quantos textos do profissional de atendimento. Provavelmente em seus teclados, cada um dos F (F1, F2, etc) é o atalho com uma dessas frases. Possuir um sorriso maroto e ser mais escorregadio que um sapo besuntado de manteiga são pré-requisitos para ser um profissional de atendimento bem-sucedido. Normalmente não conseguiram entrar na área de criação e fazem de conta que são importantes na agência. Vivem em sites de conteúdo compartilhado falando mal do pessoal da criação. Classificam-se hierarquicamente como segue:
  • Estagiários: tiradores de xerox, digitadores, carregadores de pasta e aprendizes de técnicas de furtividade. Por um incrível fenômeno da economia brasileira, ganham 500 reais de salário mas dirigem um C3 0Km e têm uma renda mensal que ultrapassa os 3000 reais. E, por uma coincidência incrível, seus pais são clientes dos seus colegas de outro grupo de atendimento, que sentam a uns 4 metros pro lado.
  • Assistentes: basicamente fazem o trabalho dos executivos e gerentes de conta, mas ganham o mesmo que a babá dos mesmos.
  • Executivos de Conta: nesse ponto da carreira já são peritos nas disciplinas ninja de furtividade e das bombas de fumaça. O uso de outras pessoas como escudo humano e as zarabatanas com dardos envenenados já é prática comum.
  • Gerentes de Conta: a única diferença do gerente de conta para um executivo de conta é a espetacular coincidência de ele ser amigo pessoal do diretor de atendimento.
  • Diretor de conta: são como todo mestre ninja em filmes de ação dos anos 80. À primeira vista, são beberrões e bon vivants, mas no momento de perigo revelam-se grandes mestres do subterfúgio.
  • Diretor de atendimento: são o Kaiser Sose da propaganda. Alguns funcionários dizem que não passam de uma lenda. Outros dizem que são ninjas tão poderosos que ninguém os vê, ninguém os ouve, mas todos ficam sabendo de seus incríveis feitos.
  • Puta acéfala: São um tipo curioso de profissional de atendimento, pois são denominados como qualquer um dos cargos citados acima, porém possuem designações completamente diferentes. Suas atividades se resumem a sorrir, vestir decotes e roupas justas, abaixar para pegar coisas estrategicamente derrubadas em frente a clientes e permanecer alcoolizadas em festinhas e happy hours que contam com a presença de clientes e membros da diretoria.
  • Mídia: o dia do mídia geralmente segue um padrão muito particular, independente do sujeito ser estagiário ou diretor de mídia. Eles chegam na agência 9:30, até as 10:45 olham os e-mails pessoais, os e-mails de sacanagem, as notícias, sites de fofoca, o horóscopo, o guia da tv a cabo e, por fim, os e-mails de trabalho. Aí é o momento aonde vão até a copa pegar um café e bater papo até umas 11:30.

Então começam a decidir aonde será o almoço, que só voltam depois das 14:30. Até as 15:30 é tempo mais do que suficiente para escovar os dentes, ir ao banheiro, conversar sobre como o almoço foi gostoso e olhar mais e-mails pessoais. Aí então é hora de pegar no batente.

E dá-lhe números, tabelas e valores até as 17:00, quando param para aproveitar os doces, cestas, bolos, chocolates e diversos outros mimos que receberam dos veículos de mídia (canais de TV, revistas, empresas de mídia exterior, etc). Depois, até as 18:00, é hora de combinar com os amigos sobre o show do Eric Clapton, do qual ganharam de algum veículo vários convites para o camarote VIP. Como nessa hora os colegas de outros setores da agência ainda estão trabalhando, costumam ir acompanhados de outros mídias de outras agências.

  • Planejamento: esses indivíduos, que costumam se autointitular “planners”, são de fato os verdadeiros gênios da propaganda. Não por suas realizações profissionais (que na verdade não são nada mais do que pura encheção de linguiça), mas por terem convencido o mercado inteiro que, para realizar o seu trabalho fantasticamente genial, não podem ter sua brilhante mente perturbada por problemas mundanos como prazos e baixos salários. Ganham razoavelmente bem, chegam tarde, fazem 3 horas de almoço, vão embora cedo, entram em sites de qualquer besteira o dia inteiro com o argumento de estarem pesquisando as tendências do momento e, aos 40 minutos do segundo tempo, montam um PowerPoint recheado de expressões em inglês que não fazem muito sentido (“out of the box”, “apettite appeal”, “brand development”) e ensaiam uma apresentação para o cliente com explicações e defesas tão enroladas e absurdas que o mesmo, com vergonha de fazer papel de estúpido, classifica como genial e os aplaude de pé.
  • Estúdio, RTV, Produção Gráfica e Tráfego: o dia a dia dessas áreas da agência fariam o Jack Bauer sentar num canto e chorar. Ganham miseravelmente mal, trabalham em condições desumanas e lidam diariamente com todo o tipo de explosivos, animais venenosos, ataques terroristas e invasões de extraterrestres, geralmente encaminhados a eles pelo pessoal do atendimento. E, para piorar, enquanto tentam matar um tiranossauro com um canivete, ainda precisam aturar o pessoal da criação criticando a cor desbotada do cabo do canivete e insistindo na maneira conceitualmente correta de se desviar de uma abocanhada do gigantesco animal.
  • Presidência e Vice-presidência: autênticos deuses do Olimpo. Ficam lá em cima se divertindo às custas dos pobres mortais, inventando desastres naturais, guerras e maldições. Só descem ao mundo dos mortais para possuir as mais belas donzelas ou deixar seus nomes marcados nas grandes batalhas, nas quais não podem se ferir.

Atuação[editar]

Pensam em si. Sentem orgulho de si. Outras vezes sentem os efeitos de uma ressaca. Fora isso, sua personalidade pode ser classificada dentre alguns estereótipos, independente da área em que atuam:

  • Entusiastas: são os que acreditam na propaganda. Que enxergam glamour nela, que vivem em função do trabalho e dos prêmios, que em festas enchem o peito ao dizer que são publicitários. Costumam começar uma conversa com “Oi, eu trabalho numa agência de publicidade e você?”. Só têm amigos publicitários, só vão em restaurantes e bares freqüentados por publicitários, só falam sobre publicidade. Não se limitando a vender a alma ao diabo, fazem questão de fazer cafuné no capeta também. Alguns, após longos anos de sofrimento, acabam por tomar a pílula vermelha e ver a realidade. Porém, a maioria esmagadora fica até o fim da vida seguindo a estrada de tijolos dourados em Oz.
  • Entusiastas-Supremus: são os que têm motivo pra acreditar na propaganda. Diferente dos indivíduos que se classificam no item acima, os estusiastas-supremus de fato foram recompensados por ter se prostituído ao mercado publicitário. No conforto do ar-condicionado e banco de couro de suas Mercedes, se divertem com a inocência dos entusiastas ordinários.
  • Desmotivados: são os que têm consciência que estão afundados na lama, mas não fazem absolutamente nada para mudar, além de reclamar. Se existe a expressão “”em chuva de pica, pega a menor e senta em cima””, para esses indivíduos ela se torna “”tá chovendo pica, pena que eu não tenho dinheiro pra comprar uma vaselina””.
  • Escapistas: são os que arrumam algum hobby ou segunda atividade da qual se dedicam com o máximo de afinco que sua agenda permita. Essa segunda atividade passa a ditar seu vestuário, seus hábitos noturnos, suas viagens nas férias e até consomem todo o dinheiro que possuem guardado. Se pudessem, toda vez que preenchessem algum ficha, ao lado de sua profissão incluiriam uma barra e em seguida essa segunda atividade. Exemplos: publicitário/roqueiro, publicitário/surfista, publicitário/triatleta, publicitário/jogador de Winning Eleven.

Jargão Profissional[editar]

Exemplo do que aconteceria se os pedidos do atendimento fossem realizados literalmente.

Os profissionais da propaganda possuem um dialeto próprio bem particular, que, com base no português, mistura inglês, artês, jornalistês e computadorês. Seguem algumas expressões comuns:

  • Briefing: é a solicitação de algum serviço ou atividade.

Teoricamente é uma explicação completa dessa solicitação, com todos os porquês, oquês e comos necessários para que esse pedido seja atendido. Porém, a teoria pode muitas vezes se distanciar da prática, tanto que fica impossível de se determinar o real significado dessa palavra.

  • Layout: é o material que vai ser apresentado ao cliente, NÃO o material final. Teoricamente serve para mostrar a ideia e a estética, já que só após todas as aprovações necessárias é que serão realizadas as fotos e as ilustrações do material. Porém, muitos clientes não conseguem entender esse complexo raciocínio de antes de e depois.

Existem ideias revolucionárias de alguns publicitários de mostrarem esses layouts acompanhados de frases como ”Quando isso for feito DE VERDADE, vai ficar lindo”’.

  • Filme: é a propaganda de TV. Nunca, sob hipótese alguma, chame um filme de comercial diante de um publicitário.
  • Rough: é uma palavra gay para rascunho.
  • Raf: é outra palavra gay para rascunho
  • Deadline: é uma palavra gay para prazo final.
  • Job: é o trabalho a ser realizado. Na verdade, é todo o trabalho a ser relizado contido no mesmo pedido. Pode ser tanto um cartão de visita como uma campanha anual com 350 peças. Também é uma palavra gay para trabalho.
  • Corel: É uma das maiores abominações para os diretores de arte. Porém, como se ganhar mal e trabalhar mais que puta em quartel já não fosse ruim o suficiente, muitas das agências menos aventuradas começaram a fazer uso desse pseudo-programa gráfico, já que não estavam dispostas a gastar (veja bem, não foi usado o verbo "investir", afinal, ferramentas de trabalho são puro luxo) mais para ter um Mac e usar o Illustrator. Como margem de comparação, uma espátula de patê está para um samurai assim como o Corel está para um dietor de arte. "Corel" também pode ser usado como um apelido, para aqueles que sofrem bullying na faculdade.

Perfil de um Estudante de Publicidade[editar]

Começando do princípio que, a cada 100 estudantes de Publicidade (Cursos Técnicos ou Inferiores Superiores), 50 são gays, 1/4 lésbicas e o outro quarto caiu de para-quedas por frustração ao não obter sucesso nos vestibulares de Jornalismo ou Relações Públicas, pode-se concluir que, no final do curso, metade vai para outra profissão (Atendente de Telemarketing, empacotador de mercado, camelô, segurador de papel couché em gráfica, limpador de chão, especialista em levar xingão ao pechinchar orçamento, técnico em consertar a rebimboca da parafuseta, entre outras profissões ilustres) e a outra metade que sobrou se divide em 3 grupos:

  1. Mulher gostosa que, ao trabalhar como atendimento por 2 semanas, conheceu um dono de barzinho rico e engravidou dele
  2. Michês(Creio que não há necessidade de descrever como um michê ganha a vida)
  3. Pseudo-Publicitários (Pessoas que tinham algum dinheiro na Poupança, abrem uma portinha, chamam de Agência de Publicidade, dão um nome qualquer em inglês, ganham a vida com menos de R$500 por mês e se autointitulam PUBLICITÁRIOS)

O Curso Superior de Publicidade[editar]

Existem faculdades que ministram cursos de Publicidade e Propaganda (com duração de 3 anos e meio), com a desculpa o intuito de ingressar os alunos mais rápido no mercado de trabalho, para isto, desconsideram todas as informações importantes sobre marketing, assim suas mensalidades passa a valores exorbitantes, e ofereçam a pós graduação de enrolação como gratificação pela formatura. e Existem as faculdades de Propaganda e Marketing com duração de 4 anos, para o baixarelado com todas as matérias a que se tem direito.

Em ambos os casos, de várias matérias, que os alunos praticamente só vão usar 20%: A elevação de seus próprios egos, o culto a própria imagem, e o egocentrismo como meio de vida. Dos alunos que conseguem entrar no mercado, por meio de indicação de algum parente ou alguma amiga de atendimento (gostosona que aproveitou a oportunidade de tentar dar o golpe no dono da agência, e juntou o favor do amigo) geralmente acabam por fazer mestrado e acaba a carreira virando professor.

As Agências Experimentais[editar]

São selecionados para as agências experimentais, os alunos que têm ênfase nas salas de aula, e se encaixam perfeitamente aos perfils de cada área de atuação do mercado publicitários, portanto, sempre terá:

Um atendimento: sempre uma loira ou uma garota de seios fartos, para treinar como deixar alguma coisa cair e mostrar seu decote na frente do cliente justamente durante a apresentação da campanha; Um diretor de Arte: Alguém que acredita com todas as suas forças que a publicidade é centrada no photoshop, e no illustrator, mas sequer tem uma mínima noção de psicologia de cores ou nem faz ideia do que é um número mágico. Em geral leva duas semanas para fazer um trabalho que deveria ser feito em 10 minutos. Um planejamento: É essencial para ficar jogando Warcraft, visitando sites pornôs ou achanfo graça em tudo se seja postado no blog Kibeloco, e dizendo-se "antenado" nas novidades. Um Redator: Alguém que passa o dia lendo a revista "Fuxico", ou Gente e faz frases descoladas sobre as matérias, ou adaptando-as em suas campanhas. Sonham em publicar um livro, mas o máximo qe conseguem é escrever uma coluna no jornal da faculdade. Facilmente substituídos pelos coordenadores, que geralmente sustentam a teoria da direção de arte baseadas somente no photoshop.

Os coordenadores das Faculdades De Publicidade[editar]

Muitos dos coordenadores de Publicidade, são profissionais extremamente capacitados, instruídos e repletos de conhecimento sobre todas as áreas, e são extremamente especialistas na área que escolheram como princípio de trabalho, e geralmente são chutados, escurraçados, humilhados pelos donos das agências ou profissionais que entraram na agência selecionados pelo rígido critério de Q.I. ( Quem Indique). Profissionais que são em geral filhos de donos de agências ou quem tem o ego maior que eles. Frustrados por suas experiências, descontam em seus alunos, exigindo trabalhos impossíveis em prazos que requer milagres de nível 500 (em uma escala de 0 a 100). Geralmente também são professores e resumem em suas aulas, contar sobre suas vidas e incluir que um prublicitário formado ganha em média R$ 30.000,00 por mês.

FESTUP, A Festa dos Estudantes de Publicidade[editar]

Realizada todo ano, reúne de um lado, profissionais da área, para compartilhar suas experiências, e do outro, alunos curiosos para entender como anda o mercado de trabalho e implorar de joelhos por uma vaga de estágio nas agências. São realizadas palestras sobre todos os temas variáveis, em dois dias, sendo o primeiro dedicada a agências de publicidade, e o segundo, produtoras de vídeo e áudio. Nestas palestras são dadas ênfase sobre a prática de nepotismo, e o aperfeiçoamento do Q.I nas agências. Ao final de Cada Festup, são escolhidos os melhores cartazes, por critérios duvidosos</> altamente rígidos, e o festival de <s>sons sem sentidos jingles. que serão utilizados no festival seguinte. Os "melhorzinhos" ganham um estágio nas agências, e vários imploram nem que for para servir cafézinho.

Ver Também[editar]