Quebrando o Toba

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E prefere dar a bunda pra imigrantes em vez de tiro com AK-47 na burguesia!

Bandido bom é bandido com os seus direitos humanos respeitados!


Quebrando o Toba
Quebrando o tabu poster.jpg
Cartaz desse documentário de merda
Cansáveis 74 min
Direção Frankstein Andrade
Elenco ex-presidente THC
Biu Clintão
Juninho Cartel
Antônio Papa
Rute Defossa
Pau no coelho
Dr. Drauzio Varíola
Gênero Documentário
Produtora Ancine
Governo do Brasil
Lançamento 2011
Idioma PT-br
Exibição Bandeira do Brasil Brasil


Quebrando o Toba (Breaking the Ass:en) é mais um filme nacional criado para inglês ver e com apelo a criminalidade e muita putaria, se diferenciando apenas na presença de cenas de sexo, coisa que neste documentário não existe. O filme é conhecido pela repercussão que teve muitos anos depois de estreado nos cinemas brasilis (ficando restrito a estes), pela libertinagem que seus idealizadores pregam além, claro, do consumo indiscriminado de Crack, Maconha, Haxixe, Óxi e tudo aquilo que não seja legalizado pelo estado, em detrimento de outros produtos que adoram colocar em pé de igualdade com a cannabis, como a açucar, chocolate, remédios e outras coisas que você quando precisou usar não precisou comprar da mão de traficantes ou subir o morro para buscar, como descongestionante nasal por exemplo.

O filme procura abordar tabus referentes única e exclusivamente a venda e consumo das drogas (somente a que eles querem), onde estão pouco se fodendo em relação a outros tabus como o fato de feministas terem que ser por obrigação, feias, marombeiros irem as academias apenas para tirar autorretrato no espelho, socialista só comer no Starbucks e usar produtos da Apple ou ainda o fato de bolsonaretes e anarcocapitalistas terem obrigatoriamente ser menores de idade (física ou mental).

Sinopse[editar]

Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que A Wikipédia é um planeta, ou que Ryu destrói M. Bison de uma vez por todas com um Hadouken.

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O filme mostra o ponto de vista de um playboy maconheiro e se passa 5 anos depois daquele protesto que eles mesmos armaram no filme Tropa de Elite. Naquela ocasião, sgt. Matias meteu o esporro em geral, o que deixou boa parte daqueles vagabundos bastante doídos. Então aqueles estudantes de humanas de universidades públicas, em conjunto com o Luciano Huck, resolveram criar uma nota de repúdio ao ato do sargento Matias em forma de filme, daí surgiu o Quebrando o Tabu.

O filme procura entrevistar os maiores entendedores quando o assunto é drogas, incluindo até mesmo um depoimento do ex-presidente da República Bolivariana do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, até então conhecidos por eles mesmos como pai da tal herança maldita, racista e etc, mas que naquele momento passou a ser eleito um dos maiores presidentes que o país já viu, atrás somente, claro, do ex-presidente Lula[1]. O filme também mostram casos de sucesso ainda não registrados da legalização e comercialização da droga em alguns países, mesmo que ela só tenha sido legalizada na Holanda e ainda assim num país de primeiro mundo.

O documentário também aborta casos e mais casos que a polícia atrapalhou o consumo da vagabundância em geral, quando resolveu abordar traficantes, vendedores e contrabandistas das drogas, principalmente da maconha, coisa que não pode faltar no dia-a-dia desses viciados. Em razão disto, os diretores procuram fazer mais uma propaganda anti-policial do que documentar o uso benéfico da planta, buscando primeiramente pensar em uma maneira de burlar ou acabar com a polícia para depois pensar de que forma seriam entregues os produtos que pretendem consumir, se misturado com outras substâncias ou apenas colhida e queimada.

Por fim, alguns dos convidados a contar sua "experiência" com as drogas são pessoas que vivem 98% do tempo fora do Brasil, como Paulo Coelho, e são justamente essas pessoas que querem propor como seria uma eventual legalização das drogas em território brasileiro. O mais engraçado são alguns convidados, pessoas de grande status social, só precisam por os pés pra fora do apartamento quando precisa viajar, querendo dar depoimento como se fossem pobres favelados que pegam todo o dia o bom e velho buzão, como se fossem pessoas que morassem ao lado de grande bocas[2] e sofressem todos os dias com o número de latas de merla que paravam na porta de suas casas todos os dias. O próprio Luciano Huck só conhece pobre pela televisão e por isso acha que todos são iguais aqueles que ele tem ao lado da praia casa dele, no Rio de Janeiro.

Recepção pelo público[editar]

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Quebrando o Tabu.

Como foi mais um filme criado para captar recursos do Ministério da Cultura, o filme só foi divulgado entre os familiares dos próprios participantes e só teve exibição em cinemas de bairros cariocas, como a Rocinha, para passar a impressão aquele povo que a zelite da esquerda estava preocupado com aquele povo. Por isso, a recepção deve ter sido um sucesso [carece de fontes], chegando a lotar algumas salas como a da casa do Paulão ou a sala a céu aberto situada na boca localizada no cruzamento da Rua da Assembléia e a Rua São José [3]

Vida pós-exibição[editar]

Depois de exibido o filme ganhou muita fama por meio de uma rede anti-social do Marcos Sucker berg chamada Facebook, tal como o refrigerante Dolly. Esse excesso de fama se deu boa parte através do uso da hipocrisia, até hoje muito usada pelos integrantes de movimentos sociais como o MTST e o movimento negro, por exemplo. Criada por alguns integrantes do filme, a página inicialmente era apenas uma página comum, como outras páginas publicitárias encontradas aos montes naquela pocilga, mas com o advento da maldita inclusão digital, a página foi ganhando adeptos, mais por seu discurso de maconheiro distante da realidade que pelo mote do meme politicamente engajado, este último um dos maiores cânceres da internet. Anos mais tarde, descobriu-se que o dono da página era um dos três Terezas sobreviventes de uma raça alienígena avançada muito antiga e muito semelhante aos seres humanos, com exceção dos dois cérebros alojados nos lábios, os quais se assemelham a cancro mole.


  1. Quando o filme foi cagado gravado a ex-presidente anta, Dilma Roubapraself não tinha sido eleita ainda, então não poderia entrar na lista de maiores desses desmiolados.
  2. A não ser que morassem no Rio de Janeiro ou em São Paulo, porque ai sim até o vizinho de apartamento tem relações com o chefe do morro ou com o líder da cracolândia.
  3. Um local aleatório daquele antro de criminosos.
v d e h
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