Queda de Gigantes

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Um Livro Gigante
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Capa do livro
Autor Ken Follett
País Bandeira do Reino Unido Reino Unido
Gênero Novela na Primeira Guerra
Editora Flecha
Lançamento 2010


Queda de Gigantes é mais um grande compilado de abobrinhas escritas pelo pseudo-historiador Ken Follett que conta a história da Primeira Guerra Mundial sob a perspectiva de um bando de zé-roela fictício, o que visa enganar pessoas mais preguiçosas sobre como supostamente eram os anos de 1914 a 1919 no mundo. O autor pelo menos faz o favor de admitir que é um livro de ficção histórica, então só aceita os fatos como verdade quem nunca estudou história mesmo. O motivo de tanta enrolação durante a história e situações que levam os personagens a lugar nenhum ocorrem com frequência para enriquecer a profundidade de cada personagem e torná-los bem críveis tornar o livro um verdadeiro tijolão de 700 páginas, algo que Ken Follett adora fazer, para fazer de conta que seus leitores são pessoas instruídas em conseguir ler tantas páginas sem enjoar.

Enredo[editar]

O livro conta a história do nascimento de como era o mundo em 1900 e guaraná com rolha, quando os sindicatos começavam a surgir em São Bernardo do Campo (atual País de Gales) no auge da Revolução Industrial, quando reis e rainhas ainda faziam festas suntuosas como se estivessem na Idade Média, sem perder o costume de serem rodeados por vassalos

Tudo começa com a história de um pivete menor de idade chamado Lulinha (Billy Williams no original) que trabalha numa mina de carvão como todo e bom proletariado, apanhando do pai, se masturbando escondido e coisas de criança que já precisa trabalhar como adulto para ajudar na casa. A sua irmã, Ethel, trabalha como putinha particular empregada na mansão de Fitz, o burguês dono da porra toda que em toda cena em que aparece gosta de deixar a impressão de como seu bigode é espetacularmente bem aparado. Além disso tem um playboy dos Estados Unidos chamado Gus, que faz porra nenhuma além de se teleportar para lugares convenientes. Tem também os irmãos russos (não os diretores de Vingadores: Guerra Infintia), um se torna bolchevique e outro menchevique, mas por sorte o irmão menchevique fugiu para o paraíso capitalista indo se tornar um gângster em Malibu. Há ainda Walter, um alemão bonzinho que é apaixonado pela inglesa Lady Maud e os dois tem um relacionamento à distância antes mesmo da internet existir, nesta época romântica onde ambos realmente se mantiveram fiéis e nenhum foi pra balada funk pra se aproveitar que o parceiro estava a quilômetros de distância do outro lado do Canal da Mancha.

O livro tem seu mote nessa narrativa acerca de pessoas comuns, nas diversas partes da Europa, tentando viver suas vidas no meio da Primeira Guerra Mundial. Tudo isso enquanto todos esses personagens tentam encarar com maior normalidade as coincidências brutais que fazem estes personagens ficarem se encontrando convenientemente a todo momento, não importa se estão no meio de uma batalha em Somme, Fitz e Walter se encontrarão. Não importa se Londres está no meio de um incêndio, Ethel e Maud se encontrarão. Não importa se Moscou está sendo tomada por revolucionários raivosos em 1917, Grigori vai encontrar sua filha.

Ao longo da história logo percebemos que todos são essencialmente merdeiros. Ethel tá engravidando de malandro, Grigori fica dando uma de corno manso, Walter vira um escravoceta, os galeses parecem só um bando de mendigos que passam a história inteira comendo pão seco. E assim vamos nos aventurando nesse saboroso mundo semi-fictício onde alemães são malvados, os russos são vilões e os estadunidenses são um bando de gente sem graça que está ali de gaiato. Não chega a ter um final, o livro simplesmente acaba quando o autor sente que está de saco cheio e já em 1919... então agora nos vemos só em 1938 com Inverno no Mundo.

A França, óbvio, é totalmente ignorada, e o Brasil é tratado simplesmente como se fosse um país inexistente.

Personagens[editar]

Núcleo galês/britânico
  • Billy Williams - Até achamos que ele será o protagonista ou alguém relevante nessa porra de história, já que umas dezenas de páginas iniciais são dedicadas a sua infância desgracenta com trabalho infantil numa mina de carvão. mas depois que a história passa a focar em fofocas da aristocracia, na gravidez de Ethel, no namoro a distância de Walter, ele fica totalmente de lado e até esquecemos que ele existe, apesar de ser o único personagem não merdeiro da série inteira.
  • Ethel Williams - Irmã mais velha de Billy, é uma baita de uma putinha safada. Em 99% das vezes em que aparece é retratada como mulher forte, independente, sagaz, vivaz, positiva, alegre e até mesmo feminista. Mas aquele 1%, estava seduzindo o próprio patrão Fitz, transando na casa dele, tomando esporrada no útero e engravidando do chefe casado, precisando ir criar o filho sozinha. O pai de Ethel, que não gosta de putices, chega a bani-la na família, mas estranhamente a recebe de volta no final.
  • Edward "Fitz" Fitzherbert - Dono de uma mina de carvão no interior do País de Gales, e também patrão de centenas de empregados devidamente assalariados, é o mais merdeiro do livro. Descobre que a irmã é uma puta e fica dando uma de puritano enquanto esconde que fazia a empregada da casa de puta. Faz seus empregados trabalharem como escravos e ainda vai pro front de guerra sem o menor preparo físico e quase morre, tomando um tiro no cu e ficando impossibilitado de fazer metade das sodomias que fazia antes do incidente. Jamais reconheceu o filho que fez na Ethel.
  • Lady Maud Fitzherbert - Uma feminista que conseguiu impor o sufrágio universal na Inglaterra graças a um jornaleco onde trabalhava. Como as feminazis só surgiriam muitos anos depois, Maud era feminista raiz, ou seja, bonita, charmosa, usava batom, depilava as axilas, não era lésbica e tinha até um namorado para comprovar.
Núcleo norte-americano
  • Gus Dewar - Só um puxa-saco do presidente americano Woodrow Wilson, esse cara acrescenta absolutamente nada à história e está ali apenas para haver algum yanke na parada. Se fez alguma coisa foi shipar Maud e Walter, promovendo o encontro deles e ajudando a troca de cartas entre os dois (nada de Tinder naquela época).
Núcleo alemão
  • Walter von Ulrich - Um alemão bonzinho, raridade na primeira metade do século XXI. Apesar de ser bonzinho ele é obrigado a obedecer os desmandos do imperador Guilherme II da Alemanha que quer conquistar o mundo, começando pela França. Muito antes do Tinder ou do Facebook, ele já embarcava num relacionamento a distância em 1914, quando começou a namorar a Lady Maud por cartas. Após 4 anos só na punheta (lembre-se, ele é alemão bonzinho e fiel) ele finalmente pode comer a Maud. Infelizmente isso não é uma As Crônicas de Gelo e Fogo, portanto o autor não quis detalhar a cena de amor tórrido quando ele finalmente encontra Maud em 1917.
  • Robert von Ulrich - Só um personagem que está ali pela cota gay, um primo de Walter que não acrescenta em nada. Mas é gay.
Núcleo russo
  • Grigori Peshkov - Um russo bonzinho, raridade até nos dias de hoje. Viu o irmão comer e engravidar uma prostituta, e não apenas aceitou que o irmão irresponsável fosse pro outro lado do mundo, como passou a cuidar da mulher e do filho do outro. Acaba, todavia, seduzido pelos ideais comunistas e vira um capanga de Lenin.
  • Lev Peshkov - Irmão mais novo de Grigori, tem o sonho de se mudar para os Estados Unidos e sair da bosta da Rússia, atravessando o Estreito de Bering, exatamente como seus antepassados fizeram para dar origem aos esquimós. Acaba conseguindo esse feito e agora vive na América da Lei Seca, onde começa como capanga de um Al Capone genérico, mas acaba assassinando seu chefe por acidente, e se vê forçado a tornar-se o novo chefão do crime local (como se as coisas funcionassem assim).