Quociente eleitoral

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Básica demonstração do funcionamento dessa tática fabulosa.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Cotas para parlamentares Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Quociente eleitoral
Cquote1.png PIOR QUE TÁ NÃO FICA! Cquote2.png
Tiririca sobre ter conseguido levar mais de oito mil candidatos do seu partido a serem eleitos junto com ele de lambuja.
Cquote1.png Eu não tenho nada a ver com isso, meu bem, para sua desinformação imbecil! Cquote2.png
Jean Wyllys sobre a única forma de conseguir ter sido eleito, já que fama de vencedor de BBB não é muito útil nessa horas.

Quociente eleitoral é uma tática sacana criada pelos deputados e vereadores para conseguirem no Brasil (só existe mesmo lá e na República das Bananas. Foi abolido no Reino da Cocada Preta e substituído pelo "voto negociado"). Através dessa técnica fabulosa, pode-se eleger até mesmo candidatos que não foram votados nem por eles mesmos ou apenas por eles mesmos. Essa técnica criou o chamado "puxador de votos", que consegue colocar no poder seres como a vereadora Sirlei Brisida, na cidade de Medianeira, no Paraná, em 2008, que teve apenas UM MÍSERO VOTO que NEM DELA FOI, para desespero de Alborghetti. Dizem que esse caso foi fundamental para adoecer o mestre e levá-lo à óbito pouco tempo depois.

A tática[editar]

Muito usada pelos Partidos Políticos em Fase de Crescimento, consiste em colocar um candidato extremamente forte ou que com certeza vai capitanear votos ao extremo, como Tiririca, Enéas Carneiro, Clodovil e similares, que não conquistariam voto algum por propostas ou propinas, até porque nem precisam, basta apenas aparecer na TV dizendo que é candidato que todos os panacas decidem votar nele como algo do tipo "ele nem vai ganhar mesmo, vou votar nele por não ter em quem votar, só de farra". Nesse "só de farra" praticamente todo mundo inventa de ao mesmo tempo votar no mesmo candidato e aí ele acaba inacreditavelmente eleito.

Nesse ínterim, acaba entrando na regra do quociente eleitoral:

Cquote1.png Determina-se o quociente eleitoral dividindo-se o número de votos válidos apurados pelo de cadeiras a enfiar bundas em cada circunscrição eleitoral, desprezada a fração se igual ou inferior a meio, equivalente a um, se superior Cquote2.png
(Código Eleitoral, art. 106).

Enquanto o quociente partidário é:

Cquote1.png Determina-se para cada partido ou coligação o quociente partidário, dividindo-se pelo quociente eleitoral o número de votos válidos dados sob a mesma legenda ou coligação de legendas, desprezada a fração Cquote2.png
(Código Eleitoral, art. 107).

Ou seja, se chamarmos de Qe o quociente eleitoral e de Qp o quociente partidário, temos:

Q_e=\frac{V_v}{C}

onde V_v é o número de votos válidos e C o número de cadeiras a serem preenchidas; e

Q_p = \frac{V_p}{Q_e}

onde V_p é o número de votos do partido.

O número de cadeiras obtidas por cada partido corresponde a parte inteira do quociente partidário. Caso a soma das cadeiras obtidas pelos partidos não dê igual ao total de cadeiras pra sentar as bundas, as cadeiras restantes são divididas de acordo com o sistema de médias, também conhecido como distribuição das sobras, que sempre é feito na base da tapa de maneira muito honesta, na base de subornos e propina.

Novas regras em 2016[editar]

Em 2016 os legisladores tomaram vergonha na cara e criaram uma nova regra na qual os candidatos puxados deveriam ter pelo menos 10% de 10% de 60% de 10% do quociente eleitoral (ou seja, terem pelo menos mais de 5 votos válidos). Pareceu que mudou, mas na prática mudou porcaria nenhuma.

Em outros países[editar]

Raros países têm sistemas similares, como Hong Kong, que, bem, não é mais um "país", então dane-se, e os EUA, que na verdade o que acontece lá é algo de outro mundo, chamado de Superdelegado e colégio eleitoral, é uma bagunça tão tremenda que faz as eleições brasileiras parecerem a única coisa organizada no país, além, claro, do crime organizado...

Ver também[editar]