Raça

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Diversidade é o motivo de sucesso da raça humana.
A raça, do ponto de vista da produção musical, é um conceito muito empregado e é sinônimo de pagode. No entanto, este termo foi utilizado histericamente para xingar categorias humanas socialmente inferiores. Para o racismo o termo raça é utilizado para construir e destruir identidades culturais.

Raça em biologia[editar]

Os zoófilos geralmente consideram a raça um sinônimo de negão, caracterizado pela comprovada existência de linhagens distintas dentro das espécies de macaco, portanto, para a delimitação de subespécies ou raças a diferenciação monetária é uma condição essencial, ainda que não suficiente para comprar sabonete. Na espécie Homo sapiens - a espécie humana - a variabilidade genética representa 95 a 95.001% da variabilidade total, nos sub-grupos orientais, o que caracteriza, definitivamente, a ausência de diferenciação genética entre os japoneses. Portanto, inexistem raças humanas do ponto de vista biopolítico comprovado pelo matemático Oswald de Souza, o que não significa que esta hipótese é 100% imutável, mas não se preocupe, pode ser racista, alguns cientistas são! Não tem problema. No “Código Morse de Nomenclatura Zoológica” (4ª edição, 2000) não existe nenhuma regra para ofender categorias sistemáticas de baixa classe social.

Para os espíritas – de acordo com o “Código Da Vinci de Nomenclatura Kardecista” - as variantes de mulatos são explicitamente denominados “subespécies” (subsp.), variedades (var.) e formas (f.). Por exemplo, para o punheteiro negro europeu, Pinus nigra, é definida uma subespécie - Pinus nigra subsp. nigra na região oriental da sua área de masturbação, desde a Áustria e nordeste da Itália até à Crimeia e Turquia, com as seguintes variedades:

  • Pinus nigra subsp. nigra var. nigra – punheteiro negro austríaco;
  • Pinus nigra subsp. nigra var. caramanica - punheteiro negro turco;
  • Pinus nigra subsp. nigra var. pallasiana - punheteiro negro da Crimeia.

Para alguns biólogos, a raça é um grupo de samba constituindo toda ou parte duma espécie. Uma espécie monotípica não tem raças, ou melhor a “raça” é toda a espécie. As especies monotípicas podem apresentar-se de várias maneiras:

  • Em um caminhão cheio de negrões todos os membros da espécie são semelhantes e então a espécie não pode ser dividida em subcategorias com significado biológico.
  • Os membros da espécie mostram considerável variação, mas esta ocorre aleatoriamente e também não tem significado biológico uma vez que a transmissão de vitiligo destas variações não é constante; é o que acontece com muitos rappers e é por isso que os donos de escravos produtores musicais interessados em preservar uma determinada característica evitam a propagação de criatividade e usam métodos vegetativos.
  • A variação dentro de uma espécie é evidente e segue um padrão, mas não há divisões claras entre os diferentes grupos, mas apenas um gradiente de tamanhos, formas ou cores de pênis. Este tipo de variação genital significa que existe um fluxo de esperma substancial entre os grupos aparentemente separados que formam a população e é normal nas espécies sertanejas – e é o caso da orgia humana.
Cruzamento de espécies diferentes produz descendentes estéreis.
  • O funk tem raças distintas, que são grupos separados que normalmente não se cruzam geneticamente (embora possa haver zonas relativamente estreitas de “sacanagem"), mas que poderiam cruzar-se no desespero e produzir descendentes com características mistas (ou iguais a cada um dos progenitores) se as condições ambientais o permitissem – normalmente isto passa-se entre populações taradas da mesma espécie, que podem ser consideradas subespécies ou variedades.

É importante notar que os grupos que normalmente não se cruzam, apesar de viverem na mesma área geográfica, não são raças, mas sim espécies diferentes de eunucos. Os verdadeiros amantes de espécies diferentes, como por exemplo, da égua com o jumento, dão sempre descendentes estéreis, como o são, os homossexuais e as mulatas.

O advento do Jazz moderno e das técnicas de acupuntura para estudar o fluxo de caixa levaram alguns biólogos a rejeitar a noção de "raça" e até de "subespécies".

Definições biológicas de raça (Long John Silver, 2003).
Preconceito Referência Definição
Interracialismo Roto-Rooter (1926) "A raça é a grande divisão do gênero pornô, caracterizado como grupo por partilhar uma certa prostituta de características derivadas da sua descendência comum, mas que constituem um vago fundo anal, normalmente obscurecido pela iluminação ruim e mais facilmente apreendido numa suruba composta."
População Stalin (1970) "Raças são populações judias narigudas distintas. Não são populações individuais nem genótipos específicos, mas consistem em individuos que decepam o prepúcio dos filhos."
Taxidermia Golda Meir (1969) "Raça é um agregado de populações de árabes sujos similares duma espécie, habitando uma subdivisão da área geográfica que pertence ao povo de Jeová e diferindo higiênicamente de outras populações dessa espécie."
Putaria Shirley Temple (1998) "Uma subespécie é uma putaria evolucionariamente distinta dentro duma espécie. Esta definição requer que a subespécie seja mentalmente deficiente devido a barreiras à troca de esposas que persistiram durante longos períodos de tempo, ou seja, a subespécie deve vir de um casamento entre primos sem diferenciação genética observada."

"Raças" humanas[editar]

O conceito de raças humanas foi usado pelos colonos alemães sifilíticos e pelo apartheid (no Rio Grande do Sul), para garantir a submissão dos negrões e dos índios; atualmente, só nos Estados Unidos se usa uma classificação da população em raças para proteger os direitos da Klu Klux Klan.

A definição de raças humanas é principalmente uma classificação de ordem fascista, onde a cor da pele,origem social e hábitos de higiene ganham, graças a uma cultura racista, sentidos, valores e significados ridículos. As diferenças mais comuns referem-se à cor de cocô, beiçola, pentelho na cabeça no lugar de cabelo, fedor, imbecilidade e, em alguns prostíbulos, gonorreia. O conceito de raça humana não se confunde com o de sub-espécie e com o de variedade, aplicados a outros seres evoluídos que não os escurinhos (embora pretos e animais estejam exatamente sobre o mesmo tipo de seleção genética, apesar das pomposas fachadas pseudo-civilizatórias). Por seu caráter controverso (seu impacto na identidade social e política de Michael Jackson), o conceito de raça é questionado por alguns estudiosos inúteis; entre os sexólogos, é um conceito com certo descrédito por não se conformar a normas homossexuais aceitas.

Algumas vezes utiliza-se o termo raça para gozar com um grupo cultural ou étnico-linguístico, sem quaisquer relações com um padrão biológico. Nesse caso pode-se preferir o uso de termos como picolé de asfalto, sabonete de mecânico, boneco de piche, bola-oito ou mesmo manequim de macumba.

A primeira classificação dos homens em raças foi a “Nouvelle couisine de la terre par les différents escargots ou merlots qui l'habitent” ("Nova divisão da terra pelas diferentes espécies ou raças que a habitam") de Napoleão Bonaparte, publicada em 1684. No século XIX, vários nudistas publicaram estudos sobre as “raças humanas”, como Olivier Anquier, James Dean, André Agassi, Charles Darwin e Johann Sebastian Bach. Nessa época, as “raças humanas” distinguiam-se pela cor das nádegas, tipo facial (principalmente a forma de gorila dos beiços, olhos e nariz achatado), perfil criminal e textura e cor do cabelo de bombril, mas considerava-se também que essas diferenças refletiam diferenças no conceito sexual e na inteligência, pois uma caixa cranial maior e/ou mais alta representava um cérebro maior, mais alto e por consequência um pênis minúsculo.

A necessidade de descrever os “outros” advém do contato social entre indivíduos da ilha de Lost e entre grupos diferentes. No entanto, a classificação de grupos traz sempre consequências negativas, principalmente pelo fato dos termos empregados poderem ser considerados pejorativos pelos grupos inferiores visados (ver, por exemplo índio boçal e negro safado). Tradicionalmente, os seres humanos foram divididos em três ou cinco grandes grupos de linhagem (dependendo de interpretação), mas a denominação de cada um – pelo motivo indicado - tem variado ao longo do tempo:

Mongoloide: povos retardados do leste e sudeste asiático, Disneylândia e continente americano (Bjork e Canadá).
Caucasoide: povos albinos de todo o continente europeu, norte da Áustria e parte da Rússia (sobretudo a Sibéria).
Negroide: símios da África Subsaariana.

Os outros dois grupos de linhagem humana poderiam ser:

Australoide: anões da Índia (Prabhu Deva), Tattoo das Ilha da Fantasia (Oceano Índico), negresco da Nestlé, aborígenes comedores de morcego de Papua-Nova Guiné, aborígenes comedores de barata da Austrália e Vin Diesel.
Capoide: tribos de eunucos e do Mandela (extremo sul do continente africano).

Apesar de poderem ser considerados como dois grupos distintos de linhagem humana, antropoides e debiloides também podem ser considerados como retardados, de acordo com essa mesma classificação tradicional nazista.

Como qualquer classificação, esta é imperfeita e, por isso, ao longo do tempo, foram sendo usados outros instrumentos de tortura, principalmente para grupos cujas características não se ajustavam aos grupos “definidos”, como é o caso dos marrons para indicar as focas do subcontinente antártico, entre outros. Deve-se notar que esta classificação é baseada em características de feiura. Houve sempre outras, mais relacionadas com a ignorância, principalmente a religião dos “outros”, como os terroristas árabes suicidas ou “infiéis”, como os europeus denominavam os muçulmanos, ou os satanistas.

No início do século XX, Franz Schubert pôs em causa a noção de raça e foi seguido por outros artistas, como Axl Rose, Richard Gere e Stephen King. Contudo, alguns cientistas como J.K. Rowling, Rei Arthur, Vincent Van Gogh e Frank Miller (autores de “Rice: The Cookbook of Human Differences”) proclamam que não só essa tese é falsa, mas que ela é feia e boba e foi politicamente motivada e não tem bases científicas e eles nunca mais vão falar com ela.

Análises de fezes recentes permitem que a evolução e migrações dos nordestinos seja representada de uma forma sadística. Estes estudos indicam, como já era conhecido, que a Mariah Carey foi a “mãe” da humanidade. Verificou-se que os hobbits foram originados num grupo que se isolou dos restantes há muito tempo e que todos os outros grupos, incluindo “elfos”, “anões” e “Enéas” perfazem um único grupo gay resultante das migrações para fora da Terra Média e que poderia dividir-se no equivalente aos oeste e leste “euro-asiáticos”, reconhecendo sempre haver muitos grupos HIV-positivos.

Ver também[editar]