Rally Dakar

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Pilotos se divertindo adoidado no Rali dakar
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"Vai tomar no cu", em árabe
Brimo, este artigo é árabe!
Se você entrar no harém dos outros, correrá sério risco de ficar sem petróleo

O Rali Dakar é uma modalidade de masoquismo criado por Thierry Sabine que consiste em atravessar um dos lugares mais inóspitos do planeta sem se arrebentar, ser sequestrado ou morto por beduínos ou terroristas e repetir a dose no ano seguinte.

Como quase ninguém chega no final da prova, ela virou uma espécie de resolução de ano novo, tipo "este ano eu chego em Dakar" ou "este ano morro no Dakar" para os suicidas em potencial.


História e percurso[editar]

Piloto se divertindo no Rali Dakar
Piloto abandonando sua moto atolada na Areia
Piloto se divertindo muito no Rali Dakar
Típico maluco piloto do Rali Dakar

Thierry Sabine, como todo francês, um tremendo de um filhodaputa, resolveu criar o Paris-Dakar em 1977 após ele ter se perdido e quase morrido no meio do deserto quando competia em um campeonato de bungee jump catapultado horizontal e resolveu que não iria se foder sozinho no próximo ano.

Como os perigos do Dakar se tornaram meio monótonos e repetitivos, os organizadores trouxeram a prova para a América do Sul, onde os competidores enfrentarão desertos, comida chicana, traficantes e sobretudo, os muambeiros do Paraguai

Benefícios[editar]

As provas do Dakar costumam trazer benefícios para os habitantes das regiões por onde passam, pois além dos eventuais sequestros, roubos e saques, eles podem se beneficiar vendendo a sucata dos veículos acidentados durante a competição.

Pilotos, figuras e malas do Dakar[editar]

Jutta Kleins*&#*#! competindo no Rali Dakar
Piloto se divertindo prá cacete no Rali Dakar
Piloto plenamente realizado no Rali Dakar
Pequeno obstáculo do Rali Dakar

Competir no rali Paris-Dakar é sobretudo, uma prova de espírito esportivo e de solidariedade, sobretudo quando um piloto se acidente e os adversários demonstram grande generosidade ao deixar um rosário, crucifixo ou mesmo uma pistola para garantir uma morte rápida e pouco dolorosa ao acidentado.

Mas um baixotinho com cara de fuinha chamado Jean Todt conseguiu inovar ao determinar qual dos dois pilotos de sua equipe que competia sozinha o Dakar entregaria a vitória de bandeja ao companheiro, afinal a sorte de sobreviver ao deserto, aos tuaregues, aos saqueadores é muito pouco. O importante é ter sorte de ganhar no cara ou coroa mesmo.

Já o baixotinho e mala insuportável Gaston Rahier foi o responsável pela introdução de outros esportes, como o boxe praticado em sua cara pelo seu subordinado e companheiro de equipe, de saco cheio da alugação.

Hubert Auriol mais macho que o Chuck Norris, o ogro afinou e passou a correr de carro após ter quebrado os dois tornozelos competindo de moto. "Antes um bundão correndo de quatro rodas do que um machão com as duas pernas quebradas caído da moto."- uma das frases do cara que agora se diverte organizando o rali para outros pilotos se foderem.

Stephane Peterhansel ex-skatista, se cansou de chamar o Mike Tyson prá porrada e foi competir no Rali Dakar para se divertir. Depois de ter vencido seis vezes o rali Dakar e matado trezentos tuaregues de susto correndo de moto, o francês invocado resolveu correr de carros, vencendo três vezes. Afrouxou? Segundo Peterhansel, o lado bom do carro é que ele é mais eficiente para atropelar tuaregues e africaninhos.

Jutta Kleinschmidt alemã tão delicada quanto o seu nome, se cansou de espancar marinheiros e de trabalhar como estivadora nos portos de Roterdã e foi competir no Rali Dakar para relaxar. Após ter vencido todos os seus adversários na porrada, foi a primeira mulher a estuprar conquistar o rali.

Jean-Claude Olivier executivo da Yamaha França e mais megalomaníaco que Napoleão, mandava adaptar motores de navio em sua moto e assustava todos os tuaregues num raio de 300 quilômetros só com o barulho dela.

Lista de participantes brasileiros[editar]

Piloto Brasileiro e sua veloz máquina no Rali Dakar

Como não poderia deixar de ser, os brasileiros também estão presentes no rali Dakar, fingindo que estão competindo com as charretes, carroças e velocípedes fornecidas por empresas interessadas em se promover às custas dos manés bravos pilotos tupiniquins que se arriscam por lá.

  • Jean de Azevedo - rápido e ousado, quando não arrebenta a moto, se arrebenta.
  • André de Azevedo - irmão mais (muito) velho do Jean, começou a competir no Dakar assim que Bartolomeu Dias contornou o cabo da Boa Esperança.
  • Leilane Neubarth - Como a Globo não tinha onde colocá-la, a mandaram para o Dakar onde ela provou ser a jornalista mais macho da TV. Competiu na categoria caminhões, já que carro e moto é coisa de frangote.
  • Rodrigo König - um dos últimos participantes do Dakar. Não porque correu em 2010, mas porque foi um dos últimos brasileiros na competição!

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 Este artigo é patrocinado pela funerária Boa Viagem.